Curta-metragem "Aquilo que me Olha" |

Curta-metragem "Aquilo que me Olha"

“Aquilo que me olha” é um curta de ficção sobre Belladona, mulher transexual que divide seu cotidiano entre os palcos de metal, a fotografia e a Universidade.

Projeto por: Keiko Okamura
R$ 2.710,00
arrecadado
meta R$ 10.000,00

30 benfeitores
apoiaram essa campanha

Não foi dessa vez :/

A meta de arrecadação não foi atingida e todas as colaborações foram estornadas. Obrigado pelo apoio ainda assim!

POR

Keiko Okamura

Keiko Okamura

Produtora Audiovisual e Cultural

R$ 20
Benfeitor Amigo
2 benfeitores apoiando
Para contribuições nesse valor o Benfeitor receberá E-mail e Post de agradecimento nas mídias sociais do projeto e o nome aparecerá nos créditos finais do filme.
R$ 50
Benfeitor Bronze
1 benfeitor apoiando
Para contribuições nesse valor o Benfeitor receberá E-mail e Post de agradecimento nas mídias sociais do projeto, o nome aparecerá nos créditos finais do filme e receberá um pôster (físico) do filme.
R$ 70
Benfeitor Prata
1 benfeitor apoiando
Para contribuições nesse valor o Benfeitor receberá E-mail e Post de agradecimento nas mídias sociais do projeto, o nome aparecerá nos créditos finais do filme, receberá um pôster (físico) do filme e link da versão final do roteiro.
R$ 100
Benfeitor Ouro
4 benfeitores apoiando
Para contribuições nesse valor o Benfeitor receberá E-mail e Post de agradecimento nas mídias sociais do projeto, o nome aparecerá nos créditos finais do filme, receberá um pôster (físico) do filme, o link da versão final do roteiro e um camiseta com a arte do filme.
R$ 300
Benfeitor Empresa
1 benfeitor apoiando
Para contribuições neste valor inserção da logomarca nos créditos finais do filme e material de divulgação como APOIO. Camiseta, cartaz e carta de agradecimento.

“Aquilo que me olha” é um curta-metragem de ficção sobre Belladona, mulher transexual que divide seu cotidiano entre os palcos de metal, a vida de fotógrafa e a faculdade inacabável.

O filme foi rodado em 2016 e teve a pós-produção iniciada no mesmo ano. O financiamento coletivo é necessário à continuidade do processo para o tratamento de cor e mixagem de som, importantíssimos para a qualidade do filme.

Não haveria maneira mais honesta de viabilizar um trabalho de cinema autoral, que aborda a visibilidade transexual, do que a horizontalidade de um financiamento coletivo como o do Benfeitoria.

O diretor Felippy Damian é parte do coletivo audiovisual Miraluz, que vem produzindo de maneira colaborativa desde 2012. “Primeira Morte de Pedro”, “Se acaso a tempestade fosse nossa amiga, eu me casaria com você” e “Risos na Madrugada” são todos trabalhos feitos sem verba, com vontade de fazer cinema superando todas as lacunas de produção. Por isso, outra vez, o Benfeitoria se faz oportuno para que esse projeto chegue mais longe que os anteriores.

Quem dá vida a Belladona é Raphaely Luz, atriz transexual, ativista da causa trans, que viveu na própria pele muitos dos episódios retratados no curta, por isso atua com a convicção de que a resistência na arte também se faz necessária.

Para alcançar esses objetivos, continuamos assumindo riscos e optamos pela dinâmica do "tudo ou nada". Assim ou arrecadamos o que precisamos, ou devolvemos que for arrecadado. Por isso cada participação é fundamental, seja contribuindo financeiramente e tendo acesso às recompensas, seja com o compartilhamento desta campanha nas redes sociais.

Keiko Okamura ainda não publicou nenhuma notícia.

“Aquilo que me olha” é um curta-metragem de ficção sobre Belladona, mulher transexual que divide seu cotidiano entre os palcos de metal, a vida de fotógrafa e a faculdade inacabável.

O filme foi rodado em 2016 e teve a pós-produção iniciada no mesmo ano. O financiamento coletivo é necessário à continuidade do processo para o tratamento de cor e mixagem de som, importantíssimos para a qualidade do filme.

Não haveria maneira mais honesta de viabilizar um trabalho de cinema autoral, que aborda a visibilidade transexual, do que a horizontalidade de um financiamento coletivo como o do Benfeitoria.

O diretor Felippy Damian é parte do coletivo audiovisual Miraluz, que vem produzindo de maneira colaborativa desde 2012. “Primeira Morte de Pedro”, “Se acaso a tempestade fosse nossa amiga, eu me casaria com você” e “Risos na Madrugada” são todos trabalhos feitos sem verba, com vontade de fazer cinema superando todas as lacunas de produção. Por isso, outra vez, o Benfeitoria se faz oportuno para que esse projeto chegue mais longe que os anteriores.

Quem dá vida a Belladona é Raphaely Luz, atriz transexual, ativista da causa trans, que viveu na própria pele muitos dos episódios retratados no curta, por isso atua com a convicção de que a resistência na arte também se faz necessária.

Para alcançar esses objetivos, continuamos assumindo riscos e optamos pela dinâmica do "tudo ou nada". Assim ou arrecadamos o que precisamos, ou devolvemos que for arrecadado. Por isso cada participação é fundamental, seja contribuindo financeiramente e tendo acesso às recompensas, seja com o compartilhamento desta campanha nas redes sociais.

Keiko Okamura ainda não publicou nenhuma notícia.