Cápsula da Resistência e da Transformação |

Cápsula da Resistência e da Transformação

Sustente a presença indigena na indústria da moda, ajudando uma voz descolonizadora a resistir.

Projeto por: JOAONILDO PAULINO DE LIMA
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É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 20/09/2021 - 23:59

POR

JOAONILDO PAULINO DE LIMA

JOAONILDO PAULINO DE LIMA
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Añû ! Será enviada uma mensagem de agradecimento personalizada ! <3
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Añû ! Você receberá um cartão postal exclusivo da coleção assinado por Sioduhi ! Valor padrão de frete para território brasileiro já incluído. Para frete internacional entrar em contato com o realizador.

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Añû ! Parabéns ! Além do cartão postal assinado, você vai receber a nossa máscara e um kit de adesivos exclusivos da campanha ! Valor padrão de frete para território brasileiro já incluído. Para frete internacional entrar em contato com o realizador.

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Añû Warókã ! Para expressar a nossa gratidão, lhe enviaremos a camiseta “Termo Indígena” Edição Limitada e o kit de adesivos com o cartão postal assinado ! Valor padrão de frete para território brasileiro já incluído. Para frete internacional entrar em contato com o realizador.

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Añû Warókã ! Agradecemos com carinho o seu gesto, você receberá o moletom “Pamɨri” exclusivo da campanha, o kit de adesivos e o cartão postal assinado ! Valor padrão de frete para território brasileiro já incluído. Para frete internacional entrar em contato com o realizador.

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Añû Warókã ! GRATIDÃO ! Com muita alegria e emoção lhe enviaremos o moletom “Pamɨri” exclusivo da campanha, a camiseta “Termo Indígena” edição limitada, uma máscara, o kit de adesivos, o cartão postal assinado, agradecimento no fashion film!

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Pamɨri-23
Cápsula da Resistência e da Transformação

 

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A marca de moda genuinamente indígena SIODUHI STUDIO vai lançar sua segunda coleção: a Cápsula Pamɨri 23 !

 

Sustente a presença indígena na indústria da moda, ajudando uma voz descolonizadora a resistir.

 

ORIGEM: A ESSÊNCIA DA SIODUHI STUDIO

 

A Sioduhi Studio surgiu da experiência de um jovem criativo indígena do povo Waíkahana (Piratapuya), nascido na aldeia Mariwá, Médio Waupés, Território Indígena (T.I.) do Alto Rio Negro, no município de São Gabriel da Cachoeira/AM. 

 

A marca valoriza e respeita a singularidade dos povos originários considerando o conhecimento ancestral, as vivências, os saberes e fazeres, as tecnologias, a preservação da terra como sagrado e da sua não violação.

 

A Sioduhi Studio ancora a presença dos indígenas como criadores e parte integrante desta indústria. A estrutura da moda tem se apropriado de ícones e temas culturais, apagando e invisibilizando os próprios originários sem potencializá-los no sistema dominante eurocêntrico. 

 

ESPÍRITO E MEMÓRIA: A CRISE IDENTITÁRIA PLANEJADA PELO COLONIZADOR

 

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A moda na sua história sempre foi uma das ferramentas de apagamento e até de genocídio dos povos originários. Em 1960 ocorreu o Massacre do Paralelo 11, no qual injustamente morreram cerca de 3.500 indígenas Cinta Larga, envenenados por arsênio. "Esse assassinato em massa dos indígenas Cinta Larga foi cometido por pistoleiros a mando de empresários sem escrúpulos, com a cobertura de funcionários do então Serviço de Proteção ao Índio (SPI), entre eles o major da Aeronáutica, Luiz Vinhas Neves", lembra o indigenista Ulisses Capozzoli.

 

Neste lamentável caso, a moda enquanto vestuário serviu de instrumento de extermínio daquele povo. Além de alimentos e brinquedos, foram lançadas pelos militares ROUPAS infectadas com vírus da varíola e da gripe.

 

Após o processo de colonização, catequização e integracionismo, ser indígena neste país que conhecemos como Brasil tornou-se uma luta por sobrevivência, pois, histórias de lutas foram e estão sendo apagadas por meio de racismo velado e a presença indígena escarnecida

 

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Por muito tempo a indústria da moda estabeleceu os padrões de beleza com uma estética eurocentrada. No campo do estilo e do corpo aceitável por meio de editoriais, capas de revistas, desfiles e audiovisual, muitas personagens foram e são interpretadas por não indígenas, com todo o estereótipo e desrespeito às singularidades dos mais de 300 povos indígenas do Brasil.

 

A MODA COMO MEIO DE TRANSFORMAÇÃO E PROTAGONISMO 

Quando falamos da moda, é comum limitarmos a roupas, aparências e luxo. Porém, ela reflete comportamentos e pessoas. Assim, falar da cultura indígena, respeitando a singularidade e as vivências dos povos originários se faz necessário nesta indústria.

 

Descolonizar a moda é um processo estrutural, não é apenas ter indígenas na capa de revistas e editoriais. É questionar quantos indígenas fizeram parte daquele trabalho em seu processo criativo, sejam fotógrafos, modelos, estilistas, figurinistas, etc. A Sioduhi Studio age nesse sentido, envolvendo os povos originários, somando com parceiros que acreditam nesta mudança.

 

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Conhecer sobre a nossa identidade e história faz com que a nossa resistência seja fortalecida num país que tenta nos exterminar desde 1.500.

 

NOVA COLEÇÃO: A CÁPSULA PAMƗRI - 23 

 

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“A jornada dos povos iniciou-se com embarque na Cobra Canoa partindo do Rio Leite - hoje Rio de Janeiro - especificamente dos lagos próximos do Pão de Açúcar, até a Cachoeira chamada "Sakupé", entre a comunidade indígena de Urubuquara e Ipanoré, dentro do município de São Gabriel da Cachoeira/AM, onde ocorreu a Transformação". SIODUHI

 

 

A coleção “Pamɨri - 23” recorda a resistência dos 23 povos indígenas do Território do Alto Rio Negro, localizada no Amazonas, nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, região também conhecida como “Cabeça do Cachorro”.

 

Inspirada na espiritualidade e nas matérias primas que acompanham os diversos povos indígenas do Alto Rio Negro, a cápsula destaca esse espaço ancestral. Cores e materialidades se unem na criação de sete peças nas quais estampas e traços serão aplicados, com recortes de alfaiataria, sportswear e utilitarismo.

 

As estampas da coleção enfatizam os nomes originais dos 23 povos e reafirmam as identidades, dessacralizando as nomenclaturas criadas por estudos antropológicos ocidentais.

 

O desenho da “Cabeça do Cachorro” cria uma relação entre realidade e simbolismo, num traço orgânico e alterado, visualizando o formato da região do Alto Rio Negro.

 

O DESENVOLVIMENTO DA CÁPSULA: PRECISAMOS DE VOCÊ!

 

Graças a parcerias e investimentos a marca conseguiu elaborar esta nova coleção cápsula com o objetivo de lançá-la em agosto de 2021.

 

Atualmente a produção da coleção está ocorrendo porém é preciso dar mais um passo para podermos concluir o projeto.

 

A Pamɨri 23 necessitará de marketing e comunicação para poder se expandir e prosseguir na meta inicial: o protagonismo indígena e a descolonização da moda.

 

COM SEU APOIO produziremos a campanha de lançamento da coleção realizando fotos e vídeos executados exclusivamente com equipe formada por profissionais indígenas. Nesta etapa essencial para a promoção da coleção, sua participação é vital e mais do que bem-vinda!

 

Cada « semente » plantada contará com prêmios exclusivo.

 

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A PIRATAPUYA ATRAVÉS DA COLEÇÃO PAMƗRI 23 RESISTIRÁ COM SEU APOIO !

A crise que os povos indígenas vêm enfrentando há séculos, adicionado ao contexto atual da pandemia, a Sioduhi Studio segue resistindo com um olhar incentivador criando espaço e voz para as identidades indígenas.

 

Se você se encontrou no propósito deste projeto e quer participar, sustentar as ações da Sioduhi Studio, você é bem vind@ !

 

Contamos com o seu apoio e agradecemos desde já com muito carinho a sua contribuição !

 

 

 

Añû Warókã ! Muito Obrigad@ !

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JOAONILDO PAULINO DE LIMA ainda não publicou nenhuma notícia.

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Cápsula da Resistência e da Transformação

 

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A marca de moda genuinamente indígena SIODUHI STUDIO vai lançar sua segunda coleção: a Cápsula Pamɨri 23 !

 

Sustente a presença indígena na indústria da moda, ajudando uma voz descolonizadora a resistir.

 

ORIGEM: A ESSÊNCIA DA SIODUHI STUDIO

 

A Sioduhi Studio surgiu da experiência de um jovem criativo indígena do povo Waíkahana (Piratapuya), nascido na aldeia Mariwá, Médio Waupés, Território Indígena (T.I.) do Alto Rio Negro, no município de São Gabriel da Cachoeira/AM. 

 

A marca valoriza e respeita a singularidade dos povos originários considerando o conhecimento ancestral, as vivências, os saberes e fazeres, as tecnologias, a preservação da terra como sagrado e da sua não violação.

 

A Sioduhi Studio ancora a presença dos indígenas como criadores e parte integrante desta indústria. A estrutura da moda tem se apropriado de ícones e temas culturais, apagando e invisibilizando os próprios originários sem potencializá-los no sistema dominante eurocêntrico. 

 

ESPÍRITO E MEMÓRIA: A CRISE IDENTITÁRIA PLANEJADA PELO COLONIZADOR

 

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A moda na sua história sempre foi uma das ferramentas de apagamento e até de genocídio dos povos originários. Em 1960 ocorreu o Massacre do Paralelo 11, no qual injustamente morreram cerca de 3.500 indígenas Cinta Larga, envenenados por arsênio. "Esse assassinato em massa dos indígenas Cinta Larga foi cometido por pistoleiros a mando de empresários sem escrúpulos, com a cobertura de funcionários do então Serviço de Proteção ao Índio (SPI), entre eles o major da Aeronáutica, Luiz Vinhas Neves", lembra o indigenista Ulisses Capozzoli.

 

Neste lamentável caso, a moda enquanto vestuário serviu de instrumento de extermínio daquele povo. Além de alimentos e brinquedos, foram lançadas pelos militares ROUPAS infectadas com vírus da varíola e da gripe.

 

Após o processo de colonização, catequização e integracionismo, ser indígena neste país que conhecemos como Brasil tornou-se uma luta por sobrevivência, pois, histórias de lutas foram e estão sendo apagadas por meio de racismo velado e a presença indígena escarnecida

 

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Por muito tempo a indústria da moda estabeleceu os padrões de beleza com uma estética eurocentrada. No campo do estilo e do corpo aceitável por meio de editoriais, capas de revistas, desfiles e audiovisual, muitas personagens foram e são interpretadas por não indígenas, com todo o estereótipo e desrespeito às singularidades dos mais de 300 povos indígenas do Brasil.

 

A MODA COMO MEIO DE TRANSFORMAÇÃO E PROTAGONISMO 

Quando falamos da moda, é comum limitarmos a roupas, aparências e luxo. Porém, ela reflete comportamentos e pessoas. Assim, falar da cultura indígena, respeitando a singularidade e as vivências dos povos originários se faz necessário nesta indústria.

 

Descolonizar a moda é um processo estrutural, não é apenas ter indígenas na capa de revistas e editoriais. É questionar quantos indígenas fizeram parte daquele trabalho em seu processo criativo, sejam fotógrafos, modelos, estilistas, figurinistas, etc. A Sioduhi Studio age nesse sentido, envolvendo os povos originários, somando com parceiros que acreditam nesta mudança.

 

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Conhecer sobre a nossa identidade e história faz com que a nossa resistência seja fortalecida num país que tenta nos exterminar desde 1.500.

 

NOVA COLEÇÃO: A CÁPSULA PAMƗRI - 23 

 

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“A jornada dos povos iniciou-se com embarque na Cobra Canoa partindo do Rio Leite - hoje Rio de Janeiro - especificamente dos lagos próximos do Pão de Açúcar, até a Cachoeira chamada "Sakupé", entre a comunidade indígena de Urubuquara e Ipanoré, dentro do município de São Gabriel da Cachoeira/AM, onde ocorreu a Transformação". SIODUHI

 

 

A coleção “Pamɨri - 23” recorda a resistência dos 23 povos indígenas do Território do Alto Rio Negro, localizada no Amazonas, nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos, região também conhecida como “Cabeça do Cachorro”.

 

Inspirada na espiritualidade e nas matérias primas que acompanham os diversos povos indígenas do Alto Rio Negro, a cápsula destaca esse espaço ancestral. Cores e materialidades se unem na criação de sete peças nas quais estampas e traços serão aplicados, com recortes de alfaiataria, sportswear e utilitarismo.

 

As estampas da coleção enfatizam os nomes originais dos 23 povos e reafirmam as identidades, dessacralizando as nomenclaturas criadas por estudos antropológicos ocidentais.

 

O desenho da “Cabeça do Cachorro” cria uma relação entre realidade e simbolismo, num traço orgânico e alterado, visualizando o formato da região do Alto Rio Negro.

 

O DESENVOLVIMENTO DA CÁPSULA: PRECISAMOS DE VOCÊ!

 

Graças a parcerias e investimentos a marca conseguiu elaborar esta nova coleção cápsula com o objetivo de lançá-la em agosto de 2021.

 

Atualmente a produção da coleção está ocorrendo porém é preciso dar mais um passo para podermos concluir o projeto.

 

A Pamɨri 23 necessitará de marketing e comunicação para poder se expandir e prosseguir na meta inicial: o protagonismo indígena e a descolonização da moda.

 

COM SEU APOIO produziremos a campanha de lançamento da coleção realizando fotos e vídeos executados exclusivamente com equipe formada por profissionais indígenas. Nesta etapa essencial para a promoção da coleção, sua participação é vital e mais do que bem-vinda!

 

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A PIRATAPUYA ATRAVÉS DA COLEÇÃO PAMƗRI 23 RESISTIRÁ COM SEU APOIO !

A crise que os povos indígenas vêm enfrentando há séculos, adicionado ao contexto atual da pandemia, a Sioduhi Studio segue resistindo com um olhar incentivador criando espaço e voz para as identidades indígenas.

 

Se você se encontrou no propósito deste projeto e quer participar, sustentar as ações da Sioduhi Studio, você é bem vind@ !

 

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