HELENA PERDIDA |

HELENA PERDIDA

Estreia e temporada da peça Helena Perdida. Política, poder, dinheiro e o Rio de Janeiro no Teatro Zimba. Colabore! É tudo ou nada.

Projeto por: paula valente fraga
R$ 5.250,00
arrecadado
meta R$ 5.000,00

42
benfeitores

105%
arrecadado

12
dias restantes

A primeira meta foi batida! O projeto será realizado, mas a arrecadação continua até 02/05/2018 - 23:59

POR

paula valente fraga

paula valente fraga

R$ 30
Seu Nome Vale Ouro
7 benfeitores apoiando
Agradecimento nominal nas redes sociais do projeto e no banner ao lado da entrada da sala de espetáculo durante a temporada.
R$ 50
Noite de Estreia
10 benfeitores apoiando
1 ingresso para a estreia, no dia 5 de maio, além do agradecimento nominal nas redes sociais do projeto e no banner ao lado da entrada do sala de espetáculo durante a temporada.
R$ 100
Ai Que Badalo!
17 benfeitores apoiando
2 ingressos durante a temporada e uma declaração de amor via whatsapp feita por Helena Perdida, além dos agradecimentos de praxe.
R$ 250
De Frente com Helena
Seja o primeiro a apoiar!
3 ingressos durante a temporada e um vídeo personalizado em que Helena responde uma pergunta enviada pelo generoso benfeitor, além dos agradecimentos de praxe.
R$ 500
Champagne Per Brindare un Incontro!
4 benfeitores apoiando
4 ingressos durante a temporada e um delicioso brinde de espumante ao término do espetáculo: Champagne per brindare un incontro! Além dos agradecimentos de praxe.

A sua contribuição torna esse projeto mais forte! #vaiserlindo

 

Vou me esfrangalhar em abraços apertados e sorrisos falsos, sou o que há de melhor nesse país sou um símbolo, sou um ipê amarelo minha face é the face of Rio, quero acordar amanhã com câimbra na gengiva de tanto sorrir estou depilada estou magra estou bem-humorada

ENFIM PLENA POSTO QUE SOU HELENA ”

 

Ei Você Aí!

Paula Valente e Rafael Souza-Ribeiro têm um convite!

Depois de 18 anos de parceria artística com muito amor e sem nenhum níquel, ambos resolveram celebrar idealizando e produzindo uma nova peça. Helena Perdida estreia no dia 5 de maio no Teatro Municipal Ziembinski e seguirá em temporada até o dia 27 do mesmo mês.

Os ensaios correm a todo vapor, e Helena Perdida não conta com nenhum tipo de patrocínio, daí a urgência dessa campanha de financiamento. Inspirados por muitos amigos guerreiros e convictos da importância de se pensar a cidade no palco, os dois artistas te convidam: conheçam aqui um pouquinho do projeto e nos ajudem a contar essa história!

Helena Perdida narra a história de um megaevento no alto de uma idílica cobertura carioca, onde a sexta mulher mais poderosa do mundo decide os rumos de toda uma cidade entre um canapé e outro: das passagens de ônibus às ações de segurança pública.

Helena tem sob seu comando uma holding que controla diversos setores da economia. Diante de um mundo em transformação, que ela se recusa a aceitar, abre sua casa para políticos, empresários, juízes e generais, oferecendo uma festa pra fechar negócios, travar alianças e fazer pactos. Um grande acordo nacional com tudo. Helena Perdida é uma fábula sobre o poder.

A realização desse espetáculo é a terceira parte de um ciclo de pesquisa iniciado em abril de 2017 e que se dispôs a pensar o impacto social, político e cultural dos grandes eventos esportivos realizados na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, a partir de seus preparativos e, por tabela, seus desdobramentos. Essa pesquisa gerou, além de uma série de ações performativas pelo espaço urbano, a criação da cena curta A Grande Festa, uma cena de 15 minutos que veio a ser o gérmen de Helena Perdida.

A Grande Festa foi criada especialmente para integrar a mostra Que Legado, que mobilizou centenas de artistas da cidade durante o ano de 2017. Tamanho seu poder de agregação que a mostra foi indicada ao Prêmio Shell 2017 na categoria Inovação. A Grande Festa também foi apresentada em diferentes espaços da cidade, e também integrou a programação de alguns festivais de cenas curtas, tendo sido premiada como a melhor cena no 2º Festival de Cenas Curtas do Zimba, que também concedeu o prêmio de melhor direção a Rafael Souza-Ribeiro. Já no 10º Festival de Cenas Curtas de Niterói, Paula Valente foi agraciada com o troféu de melhor atriz.

Paula e Rafael se conheceram no ano 2000 quando eram alunos do curso de Direção Teatral da UFRJ e em todos os trabalhos que criaram juntos desde então sempre se voltaram para a cidade: seus mistérios, lendas, dramas e causos, fora isso ambos acreditam no teatro enquanto espaço de observação e transformação, um verdadeiro campo político. Helena Perdida é mais um passo nessa direção, além de surgir como uma celebração desta trajetória. Paula estará em cena dirigida por Rafael, que também assina a dramaturgia. A peça conta ainda com o talento e a parceria de artistas e profissionais como Rubi Schumacher, Verônica Carvalho, Aline Macedo, Juli Videla, Ludmila Valente, Nathalia Mello, Paulo Denizot, Arthur Ferreira e Eber Inácio.

O projeto tem um orçamento baixo, as metas que apresentamos aqui são bem enxutas e dão conta das necessidades mais fundamentais, começando por itens dos quais não podemos abrir mão. Toda ajuda é bem-vinda pra batermos nossa meta e contamos muito com o apoio de cada pessoa! Desde já, um imenso agradecimento!

*as fotos são de Aline Macedo

paula valente fraga ainda não publicou nenhuma notícia.

A sua contribuição torna esse projeto mais forte! #vaiserlindo

 

Vou me esfrangalhar em abraços apertados e sorrisos falsos, sou o que há de melhor nesse país sou um símbolo, sou um ipê amarelo minha face é the face of Rio, quero acordar amanhã com câimbra na gengiva de tanto sorrir estou depilada estou magra estou bem-humorada

ENFIM PLENA POSTO QUE SOU HELENA ”

 

Ei Você Aí!

Paula Valente e Rafael Souza-Ribeiro têm um convite!

Depois de 18 anos de parceria artística com muito amor e sem nenhum níquel, ambos resolveram celebrar idealizando e produzindo uma nova peça. Helena Perdida estreia no dia 5 de maio no Teatro Municipal Ziembinski e seguirá em temporada até o dia 27 do mesmo mês.

Os ensaios correm a todo vapor, e Helena Perdida não conta com nenhum tipo de patrocínio, daí a urgência dessa campanha de financiamento. Inspirados por muitos amigos guerreiros e convictos da importância de se pensar a cidade no palco, os dois artistas te convidam: conheçam aqui um pouquinho do projeto e nos ajudem a contar essa história!

Helena Perdida narra a história de um megaevento no alto de uma idílica cobertura carioca, onde a sexta mulher mais poderosa do mundo decide os rumos de toda uma cidade entre um canapé e outro: das passagens de ônibus às ações de segurança pública.

Helena tem sob seu comando uma holding que controla diversos setores da economia. Diante de um mundo em transformação, que ela se recusa a aceitar, abre sua casa para políticos, empresários, juízes e generais, oferecendo uma festa pra fechar negócios, travar alianças e fazer pactos. Um grande acordo nacional com tudo. Helena Perdida é uma fábula sobre o poder.

A realização desse espetáculo é a terceira parte de um ciclo de pesquisa iniciado em abril de 2017 e que se dispôs a pensar o impacto social, político e cultural dos grandes eventos esportivos realizados na cidade do Rio de Janeiro nos últimos anos, a partir de seus preparativos e, por tabela, seus desdobramentos. Essa pesquisa gerou, além de uma série de ações performativas pelo espaço urbano, a criação da cena curta A Grande Festa, uma cena de 15 minutos que veio a ser o gérmen de Helena Perdida.

A Grande Festa foi criada especialmente para integrar a mostra Que Legado, que mobilizou centenas de artistas da cidade durante o ano de 2017. Tamanho seu poder de agregação que a mostra foi indicada ao Prêmio Shell 2017 na categoria Inovação. A Grande Festa também foi apresentada em diferentes espaços da cidade, e também integrou a programação de alguns festivais de cenas curtas, tendo sido premiada como a melhor cena no 2º Festival de Cenas Curtas do Zimba, que também concedeu o prêmio de melhor direção a Rafael Souza-Ribeiro. Já no 10º Festival de Cenas Curtas de Niterói, Paula Valente foi agraciada com o troféu de melhor atriz.

Paula e Rafael se conheceram no ano 2000 quando eram alunos do curso de Direção Teatral da UFRJ e em todos os trabalhos que criaram juntos desde então sempre se voltaram para a cidade: seus mistérios, lendas, dramas e causos, fora isso ambos acreditam no teatro enquanto espaço de observação e transformação, um verdadeiro campo político. Helena Perdida é mais um passo nessa direção, além de surgir como uma celebração desta trajetória. Paula estará em cena dirigida por Rafael, que também assina a dramaturgia. A peça conta ainda com o talento e a parceria de artistas e profissionais como Rubi Schumacher, Verônica Carvalho, Aline Macedo, Juli Videla, Ludmila Valente, Nathalia Mello, Paulo Denizot, Arthur Ferreira e Eber Inácio.

O projeto tem um orçamento baixo, as metas que apresentamos aqui são bem enxutas e dão conta das necessidades mais fundamentais, começando por itens dos quais não podemos abrir mão. Toda ajuda é bem-vinda pra batermos nossa meta e contamos muito com o apoio de cada pessoa! Desde já, um imenso agradecimento!

*as fotos são de Aline Macedo

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