Júpiter e a Gaivota. |

Júpiter e a Gaivota.

"Júpiter e a Gaivota. É impossível viver sem o teatro". Segunda peça da trilogia tchekhoviana da Cia S.A.I. Temporada de estreia: 16 a 18/11 Teatro Garagem

Projeto por: Julia Rizzo
R$ 5.160,00
arrecadado
meta R$ 5.000,00

42 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Julia Rizzo

Julia Rizzo

Ju, atriz daqui e de lá tb! :)

R$ 30
Somos um cardume
5 benfeitores apoiando
Obrigada por contribuir com a nossa campanha e acreditar que é impossível viver sem o teatro! :) Agradecimento nas redes sociais + adesivo exclusivo do espetáculo
R$ 50
Nasdarov! Um brinde ao teatro.
7 benfeitores apoiando
Venha brindar conosco! Além dos agradecimentos e do adesivo exclusivo o benfeitor desta categoria também receberá uma taça de vinho no dia que escolher assistir a peça.
R$ 80
As obras de arte não morrem
5 benfeitores apoiando
É isso mesmo que você leu! Além dos agradecimentos, do adesivo e da taça de vinho no dia da peça, este apoiador receberá um pôster com uma fotografia exclusiva do Diego Bresani!
R$ 100
Pool Party
7 benfeitores apoiando
Você é nosso convidado de honra para a estreia de "Júpiter e a Gaivota. é impossível viver sem o teatro." E antes da apresentação teremos um coquetel exclusivo para você, benfeitor! A recompensa perfeita para alimentar o corpo e a alma.
R$ 150
Pool Party para 2
13 benfeitores apoiando
Essa é a melhor opção pra quem quer convidar alguém para o evento mais legal e esperado do ano: a estreia de "Júpiter e a Gaivota. é impossível viver sem o teatro." Além de dois convites para o coquetel seguido da estreia do espetáculo, este apoiador também levará pra casa uma obra de arte. Um pôster com uma fotografia de Diego Bresani para a peça.
R$ 500
voar, voar! subir, subir!
2 benfeitores apoiando
Oh! We love you! Muito Obrigada por acreditar e nos apoiar! Você e mais trê amigos são nossos convidados de honra para o coquetel de estreia! Vale periquito, papagaio, quem quiser!Para complementar a recompensa você e o seu bonde terão lugares reservados na platéia e um retrato com um personagem da peça.Ah e seu pôster vai autografado! ;)

 

Júpiter e A Gaivota.
É impossível viver sem o teatro.

No espaço vazio de um palco, mais uma companhia latino-americana precisa fazer teatro. Encarando as escuras águas do lago tchekhoviano eles fitam o não-saber dos tempos que virão. O "logo-antes", é aí onde estão. Júpiter está irado, o mitificador está à espreita e todas as espécies de gaivotas continuam sendo abatidas por homens que não sabem o que fazer com seus próprios egos. Os tempos não estão fáceis, nem para a companhia e nem para o público. Suas incertezas abraçam suas obsessões, é preciso carregar a cruz e suportar, e entre taquicardias, ansiedades, gotas de passiflora e quase-depressões um personagem resolve o enigma: é impossível viver sem o teatro.

 

 

 

 

Júpiter e a Gaivota. É impossível viver sem o teatro, é o segundo espetáculo de uma trilogia teatral dedicada ao grande dramaturgo russo Anton Tchekhov. A Moscou! Um palimpsesto, abriu o projeto da trilogia com uma re-escrita da obra As três irmãs. Nesta segunda criação o grupo explora a obra mais emblemática do teatro russo A Gaivota, com a proposta de lançar novos olhares sobre o texto tratando de questões urgentes da nossa atual realidade sócio-política mundial e do fazer artístico nos tempos atuais.

Clássicos são obras que se re-significam com os ciclos históricos por carregarem questões atemporais que nos permitem refletir melhor sobre a realidade e o estar no mundo contemporâneo. Este é o mote que norteou a escolha da companhia em revisitar A Gaivota, obra escrita entre 1895 e 1896 cujo tema principal é o próprio teatro. Tchekhov traz o problema do artista, explorando os contrastes entre glória e fardo, sucesso e anonimato, moderno e decadente. A obra torna-se atualíssima quando expõe questões latentes como a capacidade humana de cultivar a integridade, a  preservação de seus valores e a persistência por seus ideais mesmo em grandes períodos de crise.

É preciso resistir! Os tempos estão difíceis, o lago não está para peixe, mas como somos gaivotas persistentes, seguimos em frente! Precisamos! Com muito orgulho lançamos a campanha de patrocínio colaborativo. Contamos com o seu apoio pra fazer nossa Gaivota voar mais bonita! Não importa o quanto você pode contribuir, toda ajuda é divina! 

Direção e dramaturgia: Ada Luana

Elenco: Ada Luana, Áquila Silver, Camila Meskell, Júlia Rizzo, Rodrigo Lélis, Rômulo Mendes e Taís Felippe.

Direção musical e trilha sonora original: Filipe Togawa

Músicos: Filipe Togawa e Kalley Seraine

Iluminação e Fotografia: Diego Bresani

Cenografia e Figurinos: Roustang Carrilho

Montagem e operação de luz: Rodrigo Lélis

Designer Visual: Gabriel F.

Vídeos: Thiago Sabino

Produção: Taís Felippe

Realização: Companhia Setor de Áreas Isoladas

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos


Acompanhe nossos ensaios através das redes sociais!  https://www.instagram.com/ciasetordeareasisoladas/

 

 

 

Júpiter e A Gaivota.
É impossível viver sem o teatro.

No espaço vazio de um palco, mais uma companhia latino-americana precisa fazer teatro. Encarando as escuras águas do lago tchekhoviano eles fitam o não-saber dos tempos que virão. O "logo-antes", é aí onde estão. Júpiter está irado, o mitificador está à espreita e todas as espécies de gaivotas continuam sendo abatidas por homens que não sabem o que fazer com seus próprios egos. Os tempos não estão fáceis, nem para a companhia e nem para o público. Suas incertezas abraçam suas obsessões, é preciso carregar a cruz e suportar, e entre taquicardias, ansiedades, gotas de passiflora e quase-depressões um personagem resolve o enigma: é impossível viver sem o teatro.

 

 

 

 

Júpiter e a Gaivota. É impossível viver sem o teatro, é o segundo espetáculo de uma trilogia teatral dedicada ao grande dramaturgo russo Anton Tchekhov. A Moscou! Um palimpsesto, abriu o projeto da trilogia com uma re-escrita da obra As três irmãs. Nesta segunda criação o grupo explora a obra mais emblemática do teatro russo A Gaivota, com a proposta de lançar novos olhares sobre o texto tratando de questões urgentes da nossa atual realidade sócio-política mundial e do fazer artístico nos tempos atuais.

Clássicos são obras que se re-significam com os ciclos históricos por carregarem questões atemporais que nos permitem refletir melhor sobre a realidade e o estar no mundo contemporâneo. Este é o mote que norteou a escolha da companhia em revisitar A Gaivota, obra escrita entre 1895 e 1896 cujo tema principal é o próprio teatro. Tchekhov traz o problema do artista, explorando os contrastes entre glória e fardo, sucesso e anonimato, moderno e decadente. A obra torna-se atualíssima quando expõe questões latentes como a capacidade humana de cultivar a integridade, a  preservação de seus valores e a persistência por seus ideais mesmo em grandes períodos de crise.

É preciso resistir! Os tempos estão difíceis, o lago não está para peixe, mas como somos gaivotas persistentes, seguimos em frente! Precisamos! Com muito orgulho lançamos a campanha de patrocínio colaborativo. Contamos com o seu apoio pra fazer nossa Gaivota voar mais bonita! Não importa o quanto você pode contribuir, toda ajuda é divina! 

Direção e dramaturgia: Ada Luana

Elenco: Ada Luana, Áquila Silver, Camila Meskell, Júlia Rizzo, Rodrigo Lélis, Rômulo Mendes e Taís Felippe.

Direção musical e trilha sonora original: Filipe Togawa

Músicos: Filipe Togawa e Kalley Seraine

Iluminação e Fotografia: Diego Bresani

Cenografia e Figurinos: Roustang Carrilho

Montagem e operação de luz: Rodrigo Lélis

Designer Visual: Gabriel F.

Vídeos: Thiago Sabino

Produção: Taís Felippe

Realização: Companhia Setor de Áreas Isoladas

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos


Acompanhe nossos ensaios através das redes sociais!  https://www.instagram.com/ciasetordeareasisoladas/

 

 

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