Um novo lugar para sonhar |

Um novo lugar para sonhar

Desde que Letícia nasceu, seus pais lutaram para lhe dar uma vida melhor. Mas depois de 4 cirurgias e 16 pinos na coluna, ela precisa de cuidados especiais

Projeto por: Guilherme Araujo Gomes de Souza
R$ 6.285,00
arrecadado
meta R$ 4.900,00

66 benfeitores
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POR

Guilherme Araujo Gomes de Souza

Guilherme Araujo Gomes de Souza

R$ 15
Grana ta curta, mas quero muito ajudar
11 benfeitores apoiando
E-mail agradecendo o apoio no sonho da Letícia
R$ 30
Vou ajudar, sonhar é bom né?
11 benfeitores apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia.
R$ 50
Adorei o sonho da Lelê, vou apoiar!
21 benfeitores apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia com agradecimento + Acesso a um album digital registrando o dia da entrega da cama
R$ 100
Vamos juntos melhor a vida da Lelê
10 benfeitores apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia com agradecimento + Acesso a um album digital registrando o dia da entrega da cama + Acesso prévio ao vídeo da entrega da cama na casa da Lelê
R$ 200
Que incrível essa família, vou ajudar
6 benfeitores apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia com agradecimento + Acesso a um album digital registrando o dia da entrega da cama + Acesso prévio ao vídeo da entrega da cama na casa da Lelê + Você receberá em sua casa uma foto da família da Lelê com dedicatória e agradecimento
R$ 500
Quero ajudar no sonho dessa família
2 benfeitores apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia com agradecimento + Acesso a um album digital registrando o dia da entrega da cama + Acesso prévio ao vídeo da entrega da cama na casa da Lelê + Você receberá em sua casa uma foto da família da Lelê com dedicatória e agradecimento + Você receberá um vídeo de agradecimento personalizado

18 disponíveis.
R$ 1.000
Eu vou realizar o sonho da Letícia
1 benfeitor apoiando
+ Um e-mail de agradecimento da Viviane, mãe da Letícia. + Uma linda foto digital da família de Letícia com agradecimento + Acesso a um album digital registrando o dia da entrega da cama + Acesso prévio ao vídeo da entrega da cama na casa da Lelê + Você receberá em sua casa uma foto da família da Lelê com dedicatória e agradecimento + Você receberá um vídeo de agradecimento personalizado + Você irá com a gente fazer a entrega da cama e participar desse dia tão importante na vida de Lelê (Garantimos transporte para a casa da família partindo de um ponto de encontro em São Paulo)

9 disponíveis.

Letícia nasceu com paralisia cerebral mas sua família sempre fez de tudo para lhe proporcionar qualidade de vida. Hoje ela tem 16 anos, já passou por quatro cirurgias e colocou 16 pinos na coluna. Agora, ela precisa ainda mais de cuidados especiais, principalmente ao movimentá-la. Por isso, para que ela tenha mais segurança e qualidade de vida, ela precisa de uma cama e um guincho hospitalares em sua casa. Contribua e ajuda a realizar esse sonho de Letícia.

 

Porque realizar esse sonho?

Como começa o seu dia? Você acorda, se espreguiça, levanta da cama, vai ao banheiro sozinho, toma um banho, escova os dentes sozinho, toma café da manhã... nada demais, certo? Mas o que você chama de rotina, para Letícia é um sonho impossível e para sua mãe, Viviane, uma batalha diária. 

A história das duas começa há 16 anos, quando Viviane descobriu que estava grávida pela segunda vez. Desde jovem, ela sempre sonhou em estudar para se tornar uma dentista e esperava que, assim que as crianças crescessem, pudesse prestar uma faculdade e realizar seu grande desejo de infância. 

Então, no dia 19 de maio, uma alegria encheu seu peito ao segurar Leticia pela primeira vez. O parto não foi fácil e levou horas para que a criança chegasse ao mundo, mas logo a mãe voltou para casa com sua filha. Porém, não demorou muito para que ela percebesse que alguma coisa estava errado. 

O sexto sentido de mãe é algo inexplicável. Ela sabe o que acontece com o filho. Mesmo que nenhuma outra pessoa perceba, a mãe é a primeira a notar qualquer coisa estranha acontecendo com sua cria. E Viviane sabia. Apesar de garantir que havia alguma coisa de errado com Letícia, ninguém acreditava nela e, por isso, demorou cerca de um ano e várias visitas a diferentes clínicas até que ela conseguisse marcar um eletroencefalograma. 

O exame visa registrar a atividade elétrica do cérebro e o resultado não poderia ser mais assustador: Letícia estava com paralisia cerebral, uma doença que eventualmente prejudicaria sua interatividade, locomoção e fala. Imediatamente, Viviane diz que sentiu um buraco abrir em seu peito, que ficou ainda mais profundo quando um dos médicos comparou sua filha com um “carro velho”, pois ela jamais “funcionaria direito”. Para ele, a criança não chegaria nem aos dois anos de idade. 

Inicialmente, o desespero bateu na mãe e em sua família – que não sabiam o que fazer. Porém, ela encontrou coragem até onde não sabia que tinha e decidiu que nada era mais importante que o bem estar de sua filha. Seu sonho de virar dentista ficou de lado e, agora, ela estava disposta a dedicar sua vida para fazer com que Leticia desafiasse os prognósticos. 

Hoje a garota está com 16 anos. Superou a previsão da medicina, mas agora precisa de ajuda. A família é carente e a situação deles está cada vez mais difícil. Viviane não trabalha mais para cuidar da filha e seu marido, José, recentemente perdeu o emprego. 

Atualmente, o mais importante é comprar uma cama hospitalar para Letícia. Por conta de sua condição, a garota passou por uma cirurgia onde colocou 16 pinos na coluna e se machuca com qualquer movimento brusco. Ela dorme em uma cama improvisada e sua qualidade de vida mudaria se conseguisse um leito adequado para sua condição. 

“Eu não sei se ela vai andar um dia. Mas a esperança nunca morre. A medicina fala que não, mas o sonho não vai morrer. Sempre tem a esperança. Agora, é tentar dar tudo que ela precisa pra ter uma qualidade de vida melhor”, diz Viviane.  

 

Como usaremos a sua doação?

Hoje, uma cama hospitalar que supra as necessidades da garota com recursos para subir e descer, que possa ser reclinada, que tenha um colchão impermeável adequado, possua mecanismos de proteção realmente seguros e que tenha uma longa vida útil, custa em média R$3.800,00, e o frete para sua entrega cerca de R$200,00.

Além dessa meta de conseguir a cama hospitalar, tem também uma segunda meta depois que a primeira for batida: conseguir um guincho para Letícia. Esse não é um guincho comum, é um guincho diferente, pois é um instrumento que ajudará a levantar a Letícia, como por exemplo para tirá-la da cama e colocá-la em sua cadeira de rodas. Esse guincho custa em média R$4.000,00.

O restante do valor é para cobrir os custos com a produção das recompensas, taxa do benfeitoria e da instituição financeira.

Letícia nasceu com paralisia cerebral mas sua família sempre fez de tudo para lhe proporcionar qualidade de vida. Hoje ela tem 16 anos, já passou por quatro cirurgias e colocou 16 pinos na coluna. Agora, ela precisa ainda mais de cuidados especiais, principalmente ao movimentá-la. Por isso, para que ela tenha mais segurança e qualidade de vida, ela precisa de uma cama e um guincho hospitalares em sua casa. Contribua e ajuda a realizar esse sonho de Letícia.

 

Porque realizar esse sonho?

Como começa o seu dia? Você acorda, se espreguiça, levanta da cama, vai ao banheiro sozinho, toma um banho, escova os dentes sozinho, toma café da manhã... nada demais, certo? Mas o que você chama de rotina, para Letícia é um sonho impossível e para sua mãe, Viviane, uma batalha diária. 

A história das duas começa há 16 anos, quando Viviane descobriu que estava grávida pela segunda vez. Desde jovem, ela sempre sonhou em estudar para se tornar uma dentista e esperava que, assim que as crianças crescessem, pudesse prestar uma faculdade e realizar seu grande desejo de infância. 

Então, no dia 19 de maio, uma alegria encheu seu peito ao segurar Leticia pela primeira vez. O parto não foi fácil e levou horas para que a criança chegasse ao mundo, mas logo a mãe voltou para casa com sua filha. Porém, não demorou muito para que ela percebesse que alguma coisa estava errado. 

O sexto sentido de mãe é algo inexplicável. Ela sabe o que acontece com o filho. Mesmo que nenhuma outra pessoa perceba, a mãe é a primeira a notar qualquer coisa estranha acontecendo com sua cria. E Viviane sabia. Apesar de garantir que havia alguma coisa de errado com Letícia, ninguém acreditava nela e, por isso, demorou cerca de um ano e várias visitas a diferentes clínicas até que ela conseguisse marcar um eletroencefalograma. 

O exame visa registrar a atividade elétrica do cérebro e o resultado não poderia ser mais assustador: Letícia estava com paralisia cerebral, uma doença que eventualmente prejudicaria sua interatividade, locomoção e fala. Imediatamente, Viviane diz que sentiu um buraco abrir em seu peito, que ficou ainda mais profundo quando um dos médicos comparou sua filha com um “carro velho”, pois ela jamais “funcionaria direito”. Para ele, a criança não chegaria nem aos dois anos de idade. 

Inicialmente, o desespero bateu na mãe e em sua família – que não sabiam o que fazer. Porém, ela encontrou coragem até onde não sabia que tinha e decidiu que nada era mais importante que o bem estar de sua filha. Seu sonho de virar dentista ficou de lado e, agora, ela estava disposta a dedicar sua vida para fazer com que Leticia desafiasse os prognósticos. 

Hoje a garota está com 16 anos. Superou a previsão da medicina, mas agora precisa de ajuda. A família é carente e a situação deles está cada vez mais difícil. Viviane não trabalha mais para cuidar da filha e seu marido, José, recentemente perdeu o emprego. 

Atualmente, o mais importante é comprar uma cama hospitalar para Letícia. Por conta de sua condição, a garota passou por uma cirurgia onde colocou 16 pinos na coluna e se machuca com qualquer movimento brusco. Ela dorme em uma cama improvisada e sua qualidade de vida mudaria se conseguisse um leito adequado para sua condição. 

“Eu não sei se ela vai andar um dia. Mas a esperança nunca morre. A medicina fala que não, mas o sonho não vai morrer. Sempre tem a esperança. Agora, é tentar dar tudo que ela precisa pra ter uma qualidade de vida melhor”, diz Viviane.  

 

Como usaremos a sua doação?

Hoje, uma cama hospitalar que supra as necessidades da garota com recursos para subir e descer, que possa ser reclinada, que tenha um colchão impermeável adequado, possua mecanismos de proteção realmente seguros e que tenha uma longa vida útil, custa em média R$3.800,00, e o frete para sua entrega cerca de R$200,00.

Além dessa meta de conseguir a cama hospitalar, tem também uma segunda meta depois que a primeira for batida: conseguir um guincho para Letícia. Esse não é um guincho comum, é um guincho diferente, pois é um instrumento que ajudará a levantar a Letícia, como por exemplo para tirá-la da cama e colocá-la em sua cadeira de rodas. Esse guincho custa em média R$4.000,00.

O restante do valor é para cobrir os custos com a produção das recompensas, taxa do benfeitoria e da instituição financeira.

CONSEGUIMOS!

Em: 16/09/2018 17:34

 Olá pessoal, tudo bem? 

Demorei para postar, aqui, peço desculpas. Mas trago boas notícias! Graças á vocês conseguimos arrecadar quantia mais que suficiente para uma cama hospitalar para Letícia. Mas ficamos encucados em não conseguir o guincho, sabiamos quanto o Guincho faria bem para elas na questão de mobilidade, segurança e saúde. Nisso ficamos quebrando a cabeça para saber como conseguir os dois, pesquisamos preços, sites, empresas diferentes, procuramos doações, descontos e no fim encontramos o Luiz da Nova era hospitalar, que trabalhar com aluguel de objetos hospitalares e tinha alguns equipamentos semi-novos em excelente estado que ele poderia vender pra gente cabendo no orçamento. Então compramos uma cama e um guincho hospitalares semi novos, revisados e com garantia. Um colchão hospitalar e uma cadeira de guincho novos, foi o melhor acordo que encontramos pela qualidade dos produtos e por conseguir comprar o guincho junto. Mas é claro que a entrega não poderia ser feita de qualquer maneira, né? Combinamos de "almoçar" na casa da Viviane no dia 27/07. Uma visita normal pra conversar sobre a cama e apertar Letícia, pelo menos foi isso que dissemos pra elas. Na verdade aparecemos lá com o pessoal da Nova era hospitalar com todo o equipamento pro quarto da Letícia e já fizemos a instalação e instrução de uso da cama e do guincho. Foi emocionante e divertido, Letícia adorou! Queria ficar dentro do quarto o tempo todo, se tirasse fazia birra e aparentemente ela não quer mais sair do Guincho, achou super divertido! 

Bom pessoal, eu só vim aqui contar isso para vocês que nos ajudaram MUITO nesse projeto e dizer que em breve teremos os vídeos de agradecimento e um vídeo maior do nosso bate papo com Viviane para vocês conhecerem essa mãe heroína que não deixa de sorrir e brincar nunca. 

MUITO OBRIGADO!