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#NãoEstouSó

um EP do gênero Hip Hop/Trap, com influências no samba e outros gêneros regionais, que aborda questões vinculadas ao feminismo negro relacionando com o rap

Projeto por: Larissa Rebouças Almeida da Silva
R$ 950,00
arrecadado
meta R$ 1.036,00

15
benfeitores

92%
arrecadado

48
dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 29/01/2019 - 23:59

POR

Larissa Rebouças Almeida da Silva

Larissa Rebouças Almeida da Silva

Bacharelando Interdisciplinar em Artes, artista visual e MC.

R$ 15
laristickers
6 benfeitores apoiando
Kit com adesivos das artes mais legais que Lari posta no Instagram. Por que não corre lá e dá uma olhada? @damgelari
R$ 35
laribags
4 benfeitores apoiando
E se for pra carregar adesivos, que tal levar também sustentabilidade e muito estilo com essas belíssimas ecobags?
R$ 80
larinecas
7 benfeitores apoiando
Agora, calma, descansa! Que tal um cafézinho? As larinecas além de estilosas são divertidas e caem bem no seu café da manhã.

 

Olá, sou Larissa Rebouças, sou formanda do BI de Artes, artista visual e venho, por meio desse financiamento coletivo, pedir sua ajuda para me lançar na música como rapper.

 

Financiamento coletivo: é uma maneira excelente de financiar minha ideia, testar com o público e construir comunidade. Há um prazo de 60 dias para a arrecadação, cada um colabora com o quanto puder e em troca recebe uma recompensa se a meta mínima for atingida, do contrário, todos recebem seu dinheiro de volta.

 

Sobre o meu projeto: um EP do gênero Hip Hop/Trap, com influências no samba e outros gêneros regionais, que aborda questões vinculadas ao feminismo negro relacionando com a história do Rap.

 

#NãoEstouSó

 

Você já ouviu falar sobre a solidão da mulher negra? É um fenômeno social destacado em pesquisas que apontam que a maioria dos homens brancos preferem se relacionar com mulheres brancas, mulheres brancas preferem se relacionar com homens brancos, mulheres negras com homens negros, mas homens negros dão preferência a se relacionar com mulheres brancas, isso é resultado da rejeição afetiva fruto de uma invisibilização midiática da mulher negra.

 

Os estudos antropológicos a respeito da mulher negra baiana na década de 1930 interpretaram Salvador como uma sociedade matriarcal com base nas hierarquias do candomblé, hoje o contraponto nas universidades passa por questões socioeconômicas do período pós-escravista, quando houve muito abandono afetivo por parte dos pais, assim, a solidão da mulher negra reflete em nossa cultura.

 

Mas só falar de solidão não é o suficiente, se você é negra e já passou por esse sentimento de rejeição e já está familiarizada com o assunto, aí vai uma pergunta: só ler sobre realmente fez você se sentir melhor? Porque se você se sentiu, pelo contrário, mais refém da solidão, vulnerável e impotente para mudar essa realidade, é sinal de que estamos discutindo isso da forma errada. A realidade é que o casamento não vai ser o futuro de muitas de nós, e isso não é um problema. Quero propor uma nova discussão sobre o assunto na internet através da #NãoEstouSó, com ela, quero que mulheres que já trabalham questões vinculadas ao feminismo negro dentro de suas redes sociais, sejam blogueiras ou youtubers, dentro de seus recortes profissionais, professoras, médicas, advogadas, jornalistas, artistas, para que elas possam falar de suas próprias vivências não apenas como uma denúncia, mas com a postura corajosa do enfrentamento. E eu fiz isso nas minhas músicas, quero a oportunidade de poder compartilhar isso com você.

O que o Hip Hop tem a ver com isso? O assunto mais recorrente na música é o amor, mas como a mulher negra está em uma situação de invisibilidade social é comum a ressalva romântica em características físicas de mulheres brancas, fomentando estereótipos, porém no Hip Hop, um movimento que se originou nas periferias com o intuito de denunciar a desigualdade racial, os artistas procuram valorizar a beleza negra. Mas o que se pode observar ainda não é representatividade, sendo que o machismo é tão marcante que há poucas mulheres bem sucedidas no rap, e menos ainda negras.

 

*A previsão para o lançamento do EP fica para o dia 19/02/2019 na seguinte conta do soundcload: https://soundcloud.com/laricareboucas


 

Recompensas: No financiamento coletivo ninguém sai perdendo, a forma de retribuir quem colabora com a arrecadação são as recompensas, elas variam de acordo com o valor da colaboração.

 

laristickers: R$ 15,00

 

Kit com adesivos das artes mais legais que Lari posta no Instagram. Por que não corre lá e dá uma olhada? @damgelari

 

laribags: R$ 35,00

 

E se for pra carregar adesivos, que tal levar também sustentabilidade e muito estilo com essas belíssimas ecobags?

 

 

larinecas: R$ 80,00

 

Agora, calma, descansa! Que tal um cafézinho? As larinecas além de estilosas são divertidas e caem bem no seu café da manhã.

 

 

*Infelizmente, se quem quiser colaborar não for de Salvador, terá que pagar pelo frete.

 

Olá, sou Larissa Rebouças, sou formanda do BI de Artes, artista visual e venho, por meio desse financiamento coletivo, pedir sua ajuda para me lançar na música como rapper.

 

Financiamento coletivo: é uma maneira excelente de financiar minha ideia, testar com o público e construir comunidade. Há um prazo de 60 dias para a arrecadação, cada um colabora com o quanto puder e em troca recebe uma recompensa se a meta mínima for atingida, do contrário, todos recebem seu dinheiro de volta.

 

Sobre o meu projeto: um EP do gênero Hip Hop/Trap, com influências no samba e outros gêneros regionais, que aborda questões vinculadas ao feminismo negro relacionando com a história do Rap.

 

#NãoEstouSó

 

Você já ouviu falar sobre a solidão da mulher negra? É um fenômeno social destacado em pesquisas que apontam que a maioria dos homens brancos preferem se relacionar com mulheres brancas, mulheres brancas preferem se relacionar com homens brancos, mulheres negras com homens negros, mas homens negros dão preferência a se relacionar com mulheres brancas, isso é resultado da rejeição afetiva fruto de uma invisibilização midiática da mulher negra.

 

Os estudos antropológicos a respeito da mulher negra baiana na década de 1930 interpretaram Salvador como uma sociedade matriarcal com base nas hierarquias do candomblé, hoje o contraponto nas universidades passa por questões socioeconômicas do período pós-escravista, quando houve muito abandono afetivo por parte dos pais, assim, a solidão da mulher negra reflete em nossa cultura.

 

Mas só falar de solidão não é o suficiente, se você é negra e já passou por esse sentimento de rejeição e já está familiarizada com o assunto, aí vai uma pergunta: só ler sobre realmente fez você se sentir melhor? Porque se você se sentiu, pelo contrário, mais refém da solidão, vulnerável e impotente para mudar essa realidade, é sinal de que estamos discutindo isso da forma errada. A realidade é que o casamento não vai ser o futuro de muitas de nós, e isso não é um problema. Quero propor uma nova discussão sobre o assunto na internet através da #NãoEstouSó, com ela, quero que mulheres que já trabalham questões vinculadas ao feminismo negro dentro de suas redes sociais, sejam blogueiras ou youtubers, dentro de seus recortes profissionais, professoras, médicas, advogadas, jornalistas, artistas, para que elas possam falar de suas próprias vivências não apenas como uma denúncia, mas com a postura corajosa do enfrentamento. E eu fiz isso nas minhas músicas, quero a oportunidade de poder compartilhar isso com você.

O que o Hip Hop tem a ver com isso? O assunto mais recorrente na música é o amor, mas como a mulher negra está em uma situação de invisibilidade social é comum a ressalva romântica em características físicas de mulheres brancas, fomentando estereótipos, porém no Hip Hop, um movimento que se originou nas periferias com o intuito de denunciar a desigualdade racial, os artistas procuram valorizar a beleza negra. Mas o que se pode observar ainda não é representatividade, sendo que o machismo é tão marcante que há poucas mulheres bem sucedidas no rap, e menos ainda negras.

 

*A previsão para o lançamento do EP fica para o dia 19/02/2019 na seguinte conta do soundcload: https://soundcloud.com/laricareboucas


 

Recompensas: No financiamento coletivo ninguém sai perdendo, a forma de retribuir quem colabora com a arrecadação são as recompensas, elas variam de acordo com o valor da colaboração.

 

laristickers: R$ 15,00

 

Kit com adesivos das artes mais legais que Lari posta no Instagram. Por que não corre lá e dá uma olhada? @damgelari

 

laribags: R$ 35,00

 

E se for pra carregar adesivos, que tal levar também sustentabilidade e muito estilo com essas belíssimas ecobags?

 

 

larinecas: R$ 80,00

 

Agora, calma, descansa! Que tal um cafézinho? As larinecas além de estilosas são divertidas e caem bem no seu café da manhã.

 

 

*Infelizmente, se quem quiser colaborar não for de Salvador, terá que pagar pelo frete.

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