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[SP] Rede Acolhendo Você: Contribua!

Contribua com a rede que presta acolhimento psicológico aos trabalhadores de serviços essenciais à população durante a pandemia da COVID-19.

Projeto por: Denise Morena de Souza
R$ 20.715,00
arrecadado
meta R$ 30.000,00

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Denise Morena de Souza

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Cuidar de quem cuida é uma preocupação urgente no contexto pandêmico, já que profissionais dos equipamentos públicos estão atuando em condições precarizadas, o que além de outros fatores, contribui para o esgotamento físico e psicológico destas pessoas. Pensando nisso, formou-se um grupo de psicólogos e psicanalistas que oferecem acolhimento online a trabalhadores da rede SUAS (Sistema Nacional de Informação do Sistema Único de Assistência Social) e SUS (Sistema Único de Saúde), em tempos de COVID-19. Os atendimentos acontecem por conversas virtuais individuais e/ou grupais, a depender do caso.

Adoecer e afastar-se do emprego é algo que custa a vida do trabalhador morador da periferia, que necessita do seu salário integral para o sustento digno de sua família. Compreender o adoecimento psíquico a partir das violências do trabalho é algo reduzido a “frescura” e vergonha. O processo de sucateamento das instituições públicas faz com que o trabalhador das redes de serviços essenciais, adote medidas paliativas em suas atuações. Ou seja, na ausência de recursos mínimos para execução do trabalho, adaptar-se a situações adversas torna-se corriqueiro e naturalizado, adaptando-se também, às microviolências cotidianas. É sabido que qualquer processo de violência vivenciada no espaço de trabalho, causa sofrimento, angústia, sensação de impotência e processos de adoecimento psíquico e fisiológico, entretanto, compreender estes sintomas e tratá-los é outro processo que a alienação do trabalho não permite.

Pretendemos sensibilizar o trabalhador para a compreensão do impacto destes processos de violência em sua saúde psíquica e atuar dentro de um contexto de crise no cuidado com a saúde mental deste trabalhador. Serão atendidos cerca de 60 trabalhadores atuantes em bairros periféricos da zona leste de São Paulo. Para a realização deste trabalho, necessitamos de apoio financeiro, compreendendo que nosso objetivo é manter a saúde destes trabalhadores que estão em atuação durante a pandemia covid-19. As doações arrecadadas, garantirão a manutenção de recursos como: rede de internet, energia elétrica para acolhimento online destes trabalhadores e pagarão os recursos utilizados pelos Psicólogos e Psicanalistas no que tange a estudos e pesquisas que contribuam para o enfrentamento à pandemia covid-19.

O coletivo Manifesto Crespo é formado por mulheres negras periféricas da cidade de São Paulo, que atuam desde 2011 com projetos educacionais voltados às temáticas raciais e de gênero. Considerando a desqualificação dos referidos temas na esfera pública e privada, faz-se necessário o debate sobre saúde mental. Compreendendo o racismo como um processo adoecedor e causador de sofrimento, observa-se na atual conjuntura um número de óbitos exacerbado, frente a ausência de recursos na rede SUS e SUAS que afetam diretamente a população negra. Dados apontam que o risco de óbito de pessoas negras por covid-19 é 85% maior em relação aos brancos, e ainda, que há um número significativo de óbitos de trabalhadores atuantes no enfrentamento da pandemia – 15% dos infectados por covid-19 são profissionais da saúde. Cabe ressaltar que tais mortes, têm ocorrido em maior número nas periferias de SP e, parte significativa destes trabalhadores reside nessas regiões. Estamos falando de trabalhadores negros e periféricos que atuam em serviços considerados essenciais à população.

Diante da pandemia de Covid-19, formou-se a Rede Acolhendo Você, com objetivo de oferecer acolhimento psicológico a trabalhadores das redes SUAS E SUS, atendendo à população do extremo leste da cidade, que tem suas condições de trabalho ainda mais precarizadas nesse momento. Constituída por psicólogas e psicanalistas que já atuam com este público por meio de atendimentos clínicos, a rede vem desenvolvendo este trabalho de forma virtual e de maneira autônoma, contando com seu apoio para ampliar o acolhimento a mais trabalhadoras durante a pandemia.

A região da Zona Leste de São Paulo, apresenta, especialmente nos seus extremos, altos índices de vulnerabilidade social, sendo mais fortemente impactada em momentos de crise econômica e sanitária, como a que vivemos hoje. Com alta concentração populacional, a zona leste é hoje também, a região com maior número de mortes por covid-19. Bairros como Cidade Tiradentes, Itaquera e Sapopemba foram apresentados como os bairros com mais casos e óbitos por Coronavírus.

Apesar de ser amplamente divulgada a necessidade do isolamento, para as pessoas que vivem nas periferias, é mais dificultado o acesso aos recursos necessários, tanto para se preservarem em casa, quanto para o acesso a atendimentos de saúde de qualidade.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

Denise Morena de Souza ainda não publicou nenhuma notícia.

Cuidar de quem cuida é uma preocupação urgente no contexto pandêmico, já que profissionais dos equipamentos públicos estão atuando em condições precarizadas, o que além de outros fatores, contribui para o esgotamento físico e psicológico destas pessoas. Pensando nisso, formou-se um grupo de psicólogos e psicanalistas que oferecem acolhimento online a trabalhadores da rede SUAS (Sistema Nacional de Informação do Sistema Único de Assistência Social) e SUS (Sistema Único de Saúde), em tempos de COVID-19. Os atendimentos acontecem por conversas virtuais individuais e/ou grupais, a depender do caso.

Adoecer e afastar-se do emprego é algo que custa a vida do trabalhador morador da periferia, que necessita do seu salário integral para o sustento digno de sua família. Compreender o adoecimento psíquico a partir das violências do trabalho é algo reduzido a “frescura” e vergonha. O processo de sucateamento das instituições públicas faz com que o trabalhador das redes de serviços essenciais, adote medidas paliativas em suas atuações. Ou seja, na ausência de recursos mínimos para execução do trabalho, adaptar-se a situações adversas torna-se corriqueiro e naturalizado, adaptando-se também, às microviolências cotidianas. É sabido que qualquer processo de violência vivenciada no espaço de trabalho, causa sofrimento, angústia, sensação de impotência e processos de adoecimento psíquico e fisiológico, entretanto, compreender estes sintomas e tratá-los é outro processo que a alienação do trabalho não permite.

Pretendemos sensibilizar o trabalhador para a compreensão do impacto destes processos de violência em sua saúde psíquica e atuar dentro de um contexto de crise no cuidado com a saúde mental deste trabalhador. Serão atendidos cerca de 60 trabalhadores atuantes em bairros periféricos da zona leste de São Paulo. Para a realização deste trabalho, necessitamos de apoio financeiro, compreendendo que nosso objetivo é manter a saúde destes trabalhadores que estão em atuação durante a pandemia covid-19. As doações arrecadadas, garantirão a manutenção de recursos como: rede de internet, energia elétrica para acolhimento online destes trabalhadores e pagarão os recursos utilizados pelos Psicólogos e Psicanalistas no que tange a estudos e pesquisas que contribuam para o enfrentamento à pandemia covid-19.

O coletivo Manifesto Crespo é formado por mulheres negras periféricas da cidade de São Paulo, que atuam desde 2011 com projetos educacionais voltados às temáticas raciais e de gênero. Considerando a desqualificação dos referidos temas na esfera pública e privada, faz-se necessário o debate sobre saúde mental. Compreendendo o racismo como um processo adoecedor e causador de sofrimento, observa-se na atual conjuntura um número de óbitos exacerbado, frente a ausência de recursos na rede SUS e SUAS que afetam diretamente a população negra. Dados apontam que o risco de óbito de pessoas negras por covid-19 é 85% maior em relação aos brancos, e ainda, que há um número significativo de óbitos de trabalhadores atuantes no enfrentamento da pandemia – 15% dos infectados por covid-19 são profissionais da saúde. Cabe ressaltar que tais mortes, têm ocorrido em maior número nas periferias de SP e, parte significativa destes trabalhadores reside nessas regiões. Estamos falando de trabalhadores negros e periféricos que atuam em serviços considerados essenciais à população.

Diante da pandemia de Covid-19, formou-se a Rede Acolhendo Você, com objetivo de oferecer acolhimento psicológico a trabalhadores das redes SUAS E SUS, atendendo à população do extremo leste da cidade, que tem suas condições de trabalho ainda mais precarizadas nesse momento. Constituída por psicólogas e psicanalistas que já atuam com este público por meio de atendimentos clínicos, a rede vem desenvolvendo este trabalho de forma virtual e de maneira autônoma, contando com seu apoio para ampliar o acolhimento a mais trabalhadoras durante a pandemia.

A região da Zona Leste de São Paulo, apresenta, especialmente nos seus extremos, altos índices de vulnerabilidade social, sendo mais fortemente impactada em momentos de crise econômica e sanitária, como a que vivemos hoje. Com alta concentração populacional, a zona leste é hoje também, a região com maior número de mortes por covid-19. Bairros como Cidade Tiradentes, Itaquera e Sapopemba foram apresentados como os bairros com mais casos e óbitos por Coronavírus.

Apesar de ser amplamente divulgada a necessidade do isolamento, para as pessoas que vivem nas periferias, é mais dificultado o acesso aos recursos necessários, tanto para se preservarem em casa, quanto para o acesso a atendimentos de saúde de qualidade.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

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