Santana, 35 anos de música |

Santana, 35 anos de música

Festival de música em comemoração aos 35 anos dos espetáculos musicais promovidos por Santana nas cidades de Pedro Osório/Cerrito/RS.

Projeto por: Glaci Salusse Borges
R$ 5.225,00
arrecadado
meta R$ 32.510,00

59 benfeitores
apoiaram essa campanha

Não foi dessa vez :/

A meta de arrecadação não foi atingida e todas as colaborações foram estornadas. Obrigado pelo apoio ainda assim!

POR

Glaci Salusse Borges

Glaci Salusse Borges

R$ 10
Sou amiga(o) do Santana e quero apoiar!
2 benfeitores apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais

148 disponíveis.
R$ 30
Sou amiga(o), apoio e quero um adesivo.
1 benfeitor apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais * Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

149 disponíveis.
R$ 50
Apoio e quero ir ao show.
8 benfeitores apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais * Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 ingresso para um dos três dias do evento 19, 20 ou 21/10/2018. **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

141 disponíveis.
R$ 85
Consuelo de Paula, presente!
2 benfeitores apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 ingresso para um dos 3 dias de show * 01 livro " A poesia do descuido" Consuelo de Paula. http://www.consuelodepaula.com.br/apoesiadosdescuidos/. **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

3 disponíveis.
R$ 120
Ana Paula da Silva e Perequê, presentes!
1 benfeitor apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 CD da Ana Paula Silva, compositora, intérprete e produtora. Com 21 anos de carreira lançou e produziu seis álbuns, um songbook e realizou shows e turnês no Brasil e exterior. https://www.facebook.com/pg/crioulabrasil/about/?ref=page_internal * 01 CD "Encanto Caiçara" de Luis Perequê, músico e compositor, gravou seu primeiro disco em 1992. É considerado o principal interlocutor da Cultura Caiçara. http://luispereque.blogspot.com/p/luis-pereque.html **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

14 disponíveis.
R$ 150
Batuque de Cordas, presente!
5 benfeitores apoiando
* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Camiseta com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 CD Lundu do Batuque de Cordas, formado por Vinícius Corrêa e Claudio Veiga. Os violões compõem uma intensa trama musical cheia de timbres, ritmos e melodias em constante diálogo, onde o traço mais marcante é a originalidade com que o duo aborda os arranjos e as composições que integram o seu repertório. https://www.youtube.com/watch?v=a1-O1STpyis **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

20 disponíveis.
R$ 170
Nádia Campos, Levi e Joaci, presentes!
Seja o primeiro a apoiar!
* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 CD " Cantigas do Beira Rio" de Nádia Campos, que é cantadeira, música, compositora, pesquisadora, educadora. O amor pelas coisas simples lhe conduziu pelas raízes brasileiras e latinas. http://nadiacampos.com.br/ * 01 CD " Purunga" de Levi Ramiro - Musico instrumentista, violeiro e artesão . Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana. http://www.leviramiro.com.br/#fwdmspPlayer0?catid=0&trackid=0 * 01 CD "No dizer do Sertão" de Joaci Ornelas, é cantador, violeiro, compositor e instrumentista. A viola está hoje ligada ao seu trabalho de forma essencial, desde de interpretações de peças barroca, modas, cantigas e batuques de violeiros do interior de Minas ou em suas próprias composições. https://soundcloud.com/joaci-ornelas **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

15 disponíveis.
R$ 195
Socorro Lira e Joaci Ornelas, presentes!
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* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Camiseta com arte do evento, criado pelo artista Vicente Marques * 01 CD " Viva Viola" Joaci Ornellas. https://soundcloud.com/joaci-ornelas * 01 DVD “Amazônia entre águas e desertos" Socorro Lira. https://www.youtube.com/user/liraprocult **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

10 disponíveis.
R$ 250
Pacotão do evento, puro mimo!!
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* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 05 Camisetas com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

45 disponíveis.
R$ 350
Vicente Marques, presente!
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* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 desenho de Pedro Osório em aquarela e nanquim, tamanho A4 do artista Vicente Marques **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

5 disponíveis.
R$ 4.000
Luthier Agostinho Cardoso, presente!
Seja o primeiro a apoiar!
* Agradecimentos nas redes sociais * 01 Adesivo com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Sacola Ecológica com arte do evento criado pelo artista Vicente Marques * 01 Violão modelo clássico com tampo de Cedro Canadense e Caixa de Cabreúva gaúcha, construído pelo Luthier Agostinho Cardoso (Dominus Luthier). https://www.facebook.com/agostinho.cardoso.luthier **As recompensas poderão ser retiradas em Pedro Osório nas noites dos shows, em Pelotas e Porto Alegre em local a combinar ou pelo correio com frete a cobrar. Calcule o frete aqui: http://www2.correios.com.br/sistemas/precosPrazos/

01 disponível.
No extremo sul do Rio Grande do Sul, pertinho do Uruguai, existe uma pequena cidade chamada Pedro Osório. Com um povo simpático e acolhedor e outrora nominado Olimpo, o município é margeado pelo Rio Piratini, rodeado de belezas naturais e cortado por uma linha férrea, características que lhe conferem um clima bucólico e acolhedor. Pedro Osório se tornou um lugar musical e especial: entre seus oito mil habitantes, está Reinaldo Schöffer. Ou melhor, Santana. O frentista, nascido em Herval (RS) em 1951, chegou a ser vereador; mas sua vocação está no fascinante universo da cultura. Santana é um apaixonado pelas artes em geral e pela música em particular. 

A história de Santana e de Pedro Osório mudou em 10 de outubro de 1980, quando ele compra o primeiro disco do músico e compositor baiano Elomar Figueira de Mello, “Nas quadradas das águas perdidas”. O encantamento pela obra resultou no primeiro espetáculo promovido por Santana, com a apresentação do artista em 10 de setembro de 1983. A experiência levou Elomar de volta à cidade em mais outras duas ocasiões. 

A falta de teatros e espaços culturais adequados na cidade não intimidou Santana. Depois daquela primeira experiência e sempre apoiado por amigos igualmente amantes da música, ele levou à cidade mais de cem artistas, entre eles Xangai, Turíbio Santos, Katya Teixeira, Daniela Lasalvia, Pereira da Viola, João Omar, Daniel Wolf e Pedro Munhoz. 

O amor de Santana à música e a atmosfera de contemplação à arte criada por um público extremamente sensível e respeitoso colocaram Pedro Osório de vez na rota musical brasileira. E assim Santana, involuntariamente, acabou virando uma referência entre aqueles que conhecem música para além do circuito comercial. Em 2014, Santana deu mais um passo neste sentido ao incluir Pedro Osório na agenda de eventos do Projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, idealizado e coordenado pela cantora e compositora paulista, Katya Teixeira. 

As apresentações musicais promovidas por Santana acontecem de maneira colaborativa. O frentista coloca dinheiro do seu próprio bolso para viabilizar as apresentações. Os músicos, por sua vez, participam sem cachê, recebendo apenas o valor arrecadado na bilheteria e na venda de suas obras. E uma rede de amigos e apoiadores cuida, voluntariamente, de toda a produção.

Resistência e amor à música

O ano de 2018, portanto, marca os 35 anos de todo este movimento de pura resistência e amor à cultura. Para comemorar, esse grupo de amigos apaixonados está buscando viabilizar, a partir de um financiamento coletivo, um festival previsto para acontecer entre os dias 15 e 21 de outubro deste ano, nas cidades vizinhas de Pedro Osório e Cerrito, que um dia foram uma só. 

Durante a semana de 15 a 18 de outubro, serão realizadas exposição fotográfica; rodas de cantorias, de poesia e de conversação; oficinas gratuitas de música, dança e de construção de instrumentos musicais para alunos das escolas municipais e estaduais, além da comunidade em geral, com músicos e oficineiros locais e da região.

No final de semana — sexta-feira (19), sábado (20) e domingo (21) — acontecerão apresentações coletivas com mais de 20 músicos já confirmados de diversos estados brasileiros.

O financiamento coletivo servirá para custear os gastos com as passagens aéreas e terrestres, hospedagem, alimentação, materiais gráficos, registros fotográfico e de vídeo, equipamento de som e de luz e cenário para um elenco de aproximadamente 30 pessoas.  O valor arrecadado na bilheteria dos espetáculos será revertido para a criação da Fundação Cultural Santana, que terá como objetivo promover a cultura na região sul do Rio Grande do Sul.

Este financiamento coletivo, portanto, se propõe a realizar um evento que tem uma dupla missão: agradecer ao Santana que, com sua generosidade, abnegação e resistência, plantou em Pedro Osório a semente do amor e do respeito à música e de valorização da cultura nacional e conquistar um espaço de formação de público e de novos artistas, de fomento da cultura.

Colabore. Faça parte deste sonho. Tua doação é fundamental para viabilizarmos este projeto de amor à cultura!


Presenças Confirmadas começam a convidar para participar do Financiamento Coletivo

 

Levi Ramiro, presença confirmada em outubro, é natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, hoje residente em Pirajuí, o violeiro e artesão que se iniciou na música tocando violão popular. Em meados de 1995 adotou a viola como principal instrumento, absorvendo seu universo cultural que veio de encontro com suas raízes, motivo pelo qual ampliou sua produção musical, tanto na arte de tocar como na de fabricar o instrumento. Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana.

                  

Hoje é dia das mulheres darem os seus recados Daniela Lasalvia e Nádia Campos convidam.

Daniela Lasalvia é cantora, compositora e multi-instrumentista (piano, violão e viola caipira), utiliza também a percussão vocal e corporal, aprendidas em oficinas com Stênio Mendes e Fernando Barba (grupo Barbatuques). 

Iniciou sua carreira profissional em 1996, encaminhada pelo multi-instrumentista, cantador e arranjador mineiro Dércio Marques, com participação em shows, discos e inúmeros projetos que ele dirigiu, o que a possibilitou conhecer, trabalhar e aprender com outros mestres como o maestro Zé Gomes, Stênio Mendes, Fernando Barba, Vidal França, José Eduardo Gramani, entre outros. Também dividiu o palco com alguns ícones da nossa música, como Elba Ramalho, Zezé Motta, Almir Sater, Geraldo Espíndola, Renato Teixeira e outros. Em 2000, participou da Orquestra Orgânica Performática criada por Stênio Mendes e Fernando Barba como núcleo de experimentação de percussão corporal e música espontânea.

Em 2006, Dani lançou seu álbum (duplo) de estreia “Madregaia”, que reúne diferentes facetas musicais, primando por repertório eclético, em uma mescla que vai da MPB à world music, passando por blues, fados e outros estilos, fruto de sua parceria com Dércio Marques que assinou a direção musical junto com Dani. O CD conta também com a participação de Zé Gomes, Renato Braz, Luis Perequê, Grupo Tarumã, Grupo Tarancón, Toninho Ferragutti, Cao Alves, Toninho Carrasqueira, Stênio Mendes, Juh Vieira, Tatto Ferraz, Edu Santana, Grupo Vozes Bugras, Toumani Diabate entre outros; transformando este trabalho num registro sonoro de encontros que inspiraram canções.                                                       

                        

Nádia Campos é cantadeira, música, compositora, pesquisadora, educadora. Canta desde os seis anos de idade. Sua voz não tem fronteiras. Caminha com seu violão aprendendo e soltando trovas de muitas partes. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. O amor pelas coisas simples lhe conduziu pelas raízes brasileiras e latinas. Percorreu diversos rincões pesquisando ritmos, cantos e tradições.

Estudou em algumas escolas de música e fez da própria vida sua principal escola. Aos nove anos participou do disco infantil “Enrola Bola” do músico mineiro Rubinho do Vale. Participou de diversos trabalhos como: Andejo de Joaci Ornelas; Cantilenas de Jardim de Fernando Guimarães; Umamakaia – espírito do vento de Sotero Sol; Cavaleiro Macunaíma de João Bá; da coletânia O Jardim de Todos, poemas musicados de Carlos Rodrigues Brandão. Dividiu palco com Dércio Marques, Doroty Marques, João Bá, Pena Branca, Katya Teixeira, Pereira da Viola, Fernando Guimarães, João Arruda, Levi Ramiro, Joaci Ornelas, Carlinhos Antunes, dentre outros. Tem a voz como seu principal instrumento junto com as cordas e percussão. 

Sua arte é a busca da comunhão com a natureza, com o todo!

                      

 

Violão construído por  Dominus Luthier Agostinho Cardoso para ser uma das recompensas desse projeto de Financiamento Coletivo,Santana, 35 anos de música.

   

                                

                                                          

                                            


Hoje é dia de João Bá. Compositor e cantador brasileiro. Aos doze anos, começou a compor e cantar. Sua obra reúne mais de duzentas músicas  gravadas por artistas de referência no cenário musical brasileiro, como Hermeto Pascoal, Almir Sater, Dércio Marques, Marlui Miranda, Diana Pequeno, Gereba, Vidal França. Com 80 anos é considerado um dos mais respeitados cantadores vivos.                                                                                                                                                                            João Bá convida

                                                                                             

 
“Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo. Quando ela canta parece colher as melodias de um prado, sem esforço, de uma maneira natural”, Luís Antônio Giron, Radio Cultura de SP. 
 
Consuelo de Paula é uma das poucas artistas de sua geração que possui, de fato, uma obra auto-referente na forma e no conteúdo. Possui forte presença de palco e carisma, revelando-se primorosa intérprete de sua própria obra e de outros autores. Sua expressão artística é marcada por profunda coerência, sensibilidade e dedicação aos elementos da cultura musical brasileira, com tudo o que ela tem de particular e de universal, de modo a sempre nos colocar diante de algo novo, inusitado e surpreendente, sempre a nos mostrar onde mora o Brasil. Com uma trajetória singular, Consuelo se apresenta como herdeira da arte musical brasileira e mantém compromisso com a contemporaneidade, compromisso esse expresso na maneira inovadora de compor, harmonizar e interpretar. Refinamento erudito, elegância popular e boas idéias são elementos constantes em sua obra, o que lhe tem assegurado profundo respeito, admiração e reconhecimento do público e da crítica especializada. 
http://www.consuelodepaula.com.br/consuelodepaula.htm
Consuela do Paula convida
                                                                                            

 


Batuque de Cordas apresenta um espetáculo essencialmente instrumental e violonístico. Os violões compõem uma intensa trama musical cheia de timbres, ritmos e melodias em constante diálogo, evidenciando assim, um dos traços mais marcantes do Batuque de Cordas que é a originalidade com que o duo aborda os arranjos e as composições que integram o seu repertório.

Cláudio Veiga                                                                                                                                                                                                                                                Iniciou seus estudos musicais no Instituto dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo no ano de 1983 e, a seguir, na Escola Estadual Senador Alberto Pasqualini, entre 1986-88 estudando no Curso Técnico em Música (Especialização em Instrumento – violão e flauta-doce). Estudou com Eustáquio Grillo (violão), Lia Rejane Barcelos (Musicoterapia), Lincoln Andrade (canto coral), Sergio Vasconcellos Correa (harmonia) e Ruffo Herrera (composição). Participa como músico do Grupo Cuidado Que Mancha – Música – Teatro e Literatura de Porto Alegre desde o ano de 2006; compôs a Trilha do Espetáculo de Teatro de Sombras O Patinho Feio em 2008 que recebeu o Prêmio de Melhor Trilha Sonora do Prêmio Tibicuera de Teatro de Porto Alegre em 2010.

Vinicius Corrêa                                                                                                                                                                                                                                            Nasceu em Porto Alegre em 1965 e iniciou os estudos de violão clássico em 1982 no Liceu Musical Palestrina em Porto Alegre. Em 1999 foi um dos organizadores e fundadores da Associação Gaúcha do Violão onde exerceu o cargo de vice-presidente e coordenou a edição das Revistas Assovio. Foi um dos compositores selecionados na sétima edição do Encontro Latino-americano de compositores, e teve a estreia de uma obra sua na mostra realizada em maio de 2001 em Porto Alegre.

Batuque de Cordas convida   

                                                                                          

Ele nasceu em Vitória da Conquista, sertão da Bahia, maestro, compositor, arranjador e instrumentista, João Omar desenvolve peças para violão solo, quarteto de cordas, orquestra, coro e composição de trilhas sonoras. Tem trabalhado na produção operística de sua autoria e em trabalhos de revisão, edição e apresentação de óperas de Elomar Figueira Mello, seu pai e um dos mais importantes compositores brasileiros. Premiado pelo Prêmio Sharp 98, melhor arranjador, categoria regional. Desenvolve sua carreira independente com um estilo que busca a afirmação da cultura brasileira e da identidade sertaneja através da sua música de estilo regional e perfil erudito, com inspiração em elementos da cultura popular. Material do acervo de entrevistas de Simone Vara.

Hoje é dia de ouvir João Omar falando sobre o cavalheiro Santana.                                                               

                                                                                        

Victor Batista é cantor, compositor, violeiro autodidata, pesquisador da cultura popular e contador de estórias. Nasceu em Belo Horizonte/MG e iniciou sua carreira em 1991 com os grupos parafolclóricos Congá e Sarandeiros, ambos da UFMG, e com o grupo musical Minadouro. Cursou Canto Lírico pela Universidade Estadual de Minas Gerais e foi membro da Orquestra Mineira de Violas. Lançou seu primeiro CD em 2004, intitulado "Além da Serra do Curral", e em 2018 lançará seu 4º CD, batizado de "Coração Caminhador".  Ao longo de sua carreira, produziu e participou de vários projetos culturais pelo Brasil, como o "Encontro de Violeiros" em Ribeirão Preto e a "Virada Cultural de São Paulo". Como integrante do grupo Camerata Caipira, já se apresentou em países como Austrália, Portugal, Chile e Nova Zelândia.                  Há mais de 20 anos, atua na arte educação para crianças, jovens e adultos em escolas públicas de Minas Gerais e São Paulo. Estas experiências em eventos culturais infantis, somadas às pesquisas da cultura popular, foram os fatores primordiais e suficientes para desenvolver o projeto infantil "Contos de um Caipira".              Atualmente, Victor Batista reside em Pirenópolis/GO, onde atua como arte educador facilitando a iniciação à Flauta Doce para crianças; e Viola Caipira e Violão para jovens e adultos. Hoje é  ele quem convida   

                                                                                      

​Thiago Colombo é professor da Universidade Federal de Pelotas, bacharel e mestre em música pela UFRGS e doutorando pela UFBa. Ainda muito jovem, foi premiado em concursos no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Em 2003 lançou seu primeiro CD solo, intitulado Sonata, que recebeu três prêmios Açorianos de música. Em 2006 lançou o CD Reminiscências e em 2009 o Trezegraus. Nos últimos anos, tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários festivais de música da Argentina, Uruguai, Peru, França, Rússia, Itália, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Portugal, além de grande parte do território brasileiro. Para 2017 tem previsto o lançamento de seu novo álbum Latin Guitar Connections (CD, DVD e LP), gravado na Bath Spa University, em Bath (Inglaterra). Hoje é o dia dele convidar.                                                                                        

                                                                                    
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

No extremo sul do Rio Grande do Sul, pertinho do Uruguai, existe uma pequena cidade chamada Pedro Osório. Com um povo simpático e acolhedor e outrora nominado Olimpo, o município é margeado pelo Rio Piratini, rodeado de belezas naturais e cortado por uma linha férrea, características que lhe conferem um clima bucólico e acolhedor. Pedro Osório se tornou um lugar musical e especial: entre seus oito mil habitantes, está Reinaldo Schöffer. Ou melhor, Santana. O frentista, nascido em Herval (RS) em 1951, chegou a ser vereador; mas sua vocação está no fascinante universo da cultura. Santana é um apaixonado pelas artes em geral e pela música em particular. 

A história de Santana e de Pedro Osório mudou em 10 de outubro de 1980, quando ele compra o primeiro disco do músico e compositor baiano Elomar Figueira de Mello, “Nas quadradas das águas perdidas”. O encantamento pela obra resultou no primeiro espetáculo promovido por Santana, com a apresentação do artista em 10 de setembro de 1983. A experiência levou Elomar de volta à cidade em mais outras duas ocasiões. 

A falta de teatros e espaços culturais adequados na cidade não intimidou Santana. Depois daquela primeira experiência e sempre apoiado por amigos igualmente amantes da música, ele levou à cidade mais de cem artistas, entre eles Xangai, Turíbio Santos, Katya Teixeira, Daniela Lasalvia, Pereira da Viola, João Omar, Daniel Wolf e Pedro Munhoz. 

O amor de Santana à música e a atmosfera de contemplação à arte criada por um público extremamente sensível e respeitoso colocaram Pedro Osório de vez na rota musical brasileira. E assim Santana, involuntariamente, acabou virando uma referência entre aqueles que conhecem música para além do circuito comercial. Em 2014, Santana deu mais um passo neste sentido ao incluir Pedro Osório na agenda de eventos do Projeto Dandô – Circuito de Música Dércio Marques, idealizado e coordenado pela cantora e compositora paulista, Katya Teixeira. 

As apresentações musicais promovidas por Santana acontecem de maneira colaborativa. O frentista coloca dinheiro do seu próprio bolso para viabilizar as apresentações. Os músicos, por sua vez, participam sem cachê, recebendo apenas o valor arrecadado na bilheteria e na venda de suas obras. E uma rede de amigos e apoiadores cuida, voluntariamente, de toda a produção.

Resistência e amor à música

O ano de 2018, portanto, marca os 35 anos de todo este movimento de pura resistência e amor à cultura. Para comemorar, esse grupo de amigos apaixonados está buscando viabilizar, a partir de um financiamento coletivo, um festival previsto para acontecer entre os dias 15 e 21 de outubro deste ano, nas cidades vizinhas de Pedro Osório e Cerrito, que um dia foram uma só. 

Durante a semana de 15 a 18 de outubro, serão realizadas exposição fotográfica; rodas de cantorias, de poesia e de conversação; oficinas gratuitas de música, dança e de construção de instrumentos musicais para alunos das escolas municipais e estaduais, além da comunidade em geral, com músicos e oficineiros locais e da região.

No final de semana — sexta-feira (19), sábado (20) e domingo (21) — acontecerão apresentações coletivas com mais de 20 músicos já confirmados de diversos estados brasileiros.

O financiamento coletivo servirá para custear os gastos com as passagens aéreas e terrestres, hospedagem, alimentação, materiais gráficos, registros fotográfico e de vídeo, equipamento de som e de luz e cenário para um elenco de aproximadamente 30 pessoas.  O valor arrecadado na bilheteria dos espetáculos será revertido para a criação da Fundação Cultural Santana, que terá como objetivo promover a cultura na região sul do Rio Grande do Sul.

Este financiamento coletivo, portanto, se propõe a realizar um evento que tem uma dupla missão: agradecer ao Santana que, com sua generosidade, abnegação e resistência, plantou em Pedro Osório a semente do amor e do respeito à música e de valorização da cultura nacional e conquistar um espaço de formação de público e de novos artistas, de fomento da cultura.

Colabore. Faça parte deste sonho. Tua doação é fundamental para viabilizarmos este projeto de amor à cultura!


Presenças Confirmadas começam a convidar para participar do Financiamento Coletivo

 

Levi Ramiro, presença confirmada em outubro, é natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, hoje residente em Pirajuí, o violeiro e artesão que se iniciou na música tocando violão popular. Em meados de 1995 adotou a viola como principal instrumento, absorvendo seu universo cultural que veio de encontro com suas raízes, motivo pelo qual ampliou sua produção musical, tanto na arte de tocar como na de fabricar o instrumento. Com base nos valores da cultura caipira e misturando elementos que formam nossa Música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e a simplicidade da vida interiorana.

                  

Hoje é dia das mulheres darem os seus recados Daniela Lasalvia e Nádia Campos convidam.

Daniela Lasalvia é cantora, compositora e multi-instrumentista (piano, violão e viola caipira), utiliza também a percussão vocal e corporal, aprendidas em oficinas com Stênio Mendes e Fernando Barba (grupo Barbatuques). 

Iniciou sua carreira profissional em 1996, encaminhada pelo multi-instrumentista, cantador e arranjador mineiro Dércio Marques, com participação em shows, discos e inúmeros projetos que ele dirigiu, o que a possibilitou conhecer, trabalhar e aprender com outros mestres como o maestro Zé Gomes, Stênio Mendes, Fernando Barba, Vidal França, José Eduardo Gramani, entre outros. Também dividiu o palco com alguns ícones da nossa música, como Elba Ramalho, Zezé Motta, Almir Sater, Geraldo Espíndola, Renato Teixeira e outros. Em 2000, participou da Orquestra Orgânica Performática criada por Stênio Mendes e Fernando Barba como núcleo de experimentação de percussão corporal e música espontânea.

Em 2006, Dani lançou seu álbum (duplo) de estreia “Madregaia”, que reúne diferentes facetas musicais, primando por repertório eclético, em uma mescla que vai da MPB à world music, passando por blues, fados e outros estilos, fruto de sua parceria com Dércio Marques que assinou a direção musical junto com Dani. O CD conta também com a participação de Zé Gomes, Renato Braz, Luis Perequê, Grupo Tarumã, Grupo Tarancón, Toninho Ferragutti, Cao Alves, Toninho Carrasqueira, Stênio Mendes, Juh Vieira, Tatto Ferraz, Edu Santana, Grupo Vozes Bugras, Toumani Diabate entre outros; transformando este trabalho num registro sonoro de encontros que inspiraram canções.                                                       

                        

Nádia Campos é cantadeira, música, compositora, pesquisadora, educadora. Canta desde os seis anos de idade. Sua voz não tem fronteiras. Caminha com seu violão aprendendo e soltando trovas de muitas partes. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. O amor pelas coisas simples lhe conduziu pelas raízes brasileiras e latinas. Percorreu diversos rincões pesquisando ritmos, cantos e tradições.

Estudou em algumas escolas de música e fez da própria vida sua principal escola. Aos nove anos participou do disco infantil “Enrola Bola” do músico mineiro Rubinho do Vale. Participou de diversos trabalhos como: Andejo de Joaci Ornelas; Cantilenas de Jardim de Fernando Guimarães; Umamakaia – espírito do vento de Sotero Sol; Cavaleiro Macunaíma de João Bá; da coletânia O Jardim de Todos, poemas musicados de Carlos Rodrigues Brandão. Dividiu palco com Dércio Marques, Doroty Marques, João Bá, Pena Branca, Katya Teixeira, Pereira da Viola, Fernando Guimarães, João Arruda, Levi Ramiro, Joaci Ornelas, Carlinhos Antunes, dentre outros. Tem a voz como seu principal instrumento junto com as cordas e percussão. 

Sua arte é a busca da comunhão com a natureza, com o todo!

                      

 

Violão construído por  Dominus Luthier Agostinho Cardoso para ser uma das recompensas desse projeto de Financiamento Coletivo,Santana, 35 anos de música.

   

                                

                                                          

                                            


Hoje é dia de João Bá. Compositor e cantador brasileiro. Aos doze anos, começou a compor e cantar. Sua obra reúne mais de duzentas músicas  gravadas por artistas de referência no cenário musical brasileiro, como Hermeto Pascoal, Almir Sater, Dércio Marques, Marlui Miranda, Diana Pequeno, Gereba, Vidal França. Com 80 anos é considerado um dos mais respeitados cantadores vivos.                                                                                                                                                                            João Bá convida

                                                                                             

 
“Consuelo canta com a autoridade de quem filtra e purifica a música. O resultado é um som sem contaminação, algo como o nascedouro da tradição e da modernidade, tudo ao mesmo tempo. Quando ela canta parece colher as melodias de um prado, sem esforço, de uma maneira natural”, Luís Antônio Giron, Radio Cultura de SP. 
 
Consuelo de Paula é uma das poucas artistas de sua geração que possui, de fato, uma obra auto-referente na forma e no conteúdo. Possui forte presença de palco e carisma, revelando-se primorosa intérprete de sua própria obra e de outros autores. Sua expressão artística é marcada por profunda coerência, sensibilidade e dedicação aos elementos da cultura musical brasileira, com tudo o que ela tem de particular e de universal, de modo a sempre nos colocar diante de algo novo, inusitado e surpreendente, sempre a nos mostrar onde mora o Brasil. Com uma trajetória singular, Consuelo se apresenta como herdeira da arte musical brasileira e mantém compromisso com a contemporaneidade, compromisso esse expresso na maneira inovadora de compor, harmonizar e interpretar. Refinamento erudito, elegância popular e boas idéias são elementos constantes em sua obra, o que lhe tem assegurado profundo respeito, admiração e reconhecimento do público e da crítica especializada. 
http://www.consuelodepaula.com.br/consuelodepaula.htm
Consuela do Paula convida
                                                                                            

 


Batuque de Cordas apresenta um espetáculo essencialmente instrumental e violonístico. Os violões compõem uma intensa trama musical cheia de timbres, ritmos e melodias em constante diálogo, evidenciando assim, um dos traços mais marcantes do Batuque de Cordas que é a originalidade com que o duo aborda os arranjos e as composições que integram o seu repertório.

Cláudio Veiga                                                                                                                                                                                                                                                Iniciou seus estudos musicais no Instituto dos Meninos Cantores de Novo Hamburgo no ano de 1983 e, a seguir, na Escola Estadual Senador Alberto Pasqualini, entre 1986-88 estudando no Curso Técnico em Música (Especialização em Instrumento – violão e flauta-doce). Estudou com Eustáquio Grillo (violão), Lia Rejane Barcelos (Musicoterapia), Lincoln Andrade (canto coral), Sergio Vasconcellos Correa (harmonia) e Ruffo Herrera (composição). Participa como músico do Grupo Cuidado Que Mancha – Música – Teatro e Literatura de Porto Alegre desde o ano de 2006; compôs a Trilha do Espetáculo de Teatro de Sombras O Patinho Feio em 2008 que recebeu o Prêmio de Melhor Trilha Sonora do Prêmio Tibicuera de Teatro de Porto Alegre em 2010.

Vinicius Corrêa                                                                                                                                                                                                                                            Nasceu em Porto Alegre em 1965 e iniciou os estudos de violão clássico em 1982 no Liceu Musical Palestrina em Porto Alegre. Em 1999 foi um dos organizadores e fundadores da Associação Gaúcha do Violão onde exerceu o cargo de vice-presidente e coordenou a edição das Revistas Assovio. Foi um dos compositores selecionados na sétima edição do Encontro Latino-americano de compositores, e teve a estreia de uma obra sua na mostra realizada em maio de 2001 em Porto Alegre.

Batuque de Cordas convida   

                                                                                          

Ele nasceu em Vitória da Conquista, sertão da Bahia, maestro, compositor, arranjador e instrumentista, João Omar desenvolve peças para violão solo, quarteto de cordas, orquestra, coro e composição de trilhas sonoras. Tem trabalhado na produção operística de sua autoria e em trabalhos de revisão, edição e apresentação de óperas de Elomar Figueira Mello, seu pai e um dos mais importantes compositores brasileiros. Premiado pelo Prêmio Sharp 98, melhor arranjador, categoria regional. Desenvolve sua carreira independente com um estilo que busca a afirmação da cultura brasileira e da identidade sertaneja através da sua música de estilo regional e perfil erudito, com inspiração em elementos da cultura popular. Material do acervo de entrevistas de Simone Vara.

Hoje é dia de ouvir João Omar falando sobre o cavalheiro Santana.                                                               

                                                                                        

Victor Batista é cantor, compositor, violeiro autodidata, pesquisador da cultura popular e contador de estórias. Nasceu em Belo Horizonte/MG e iniciou sua carreira em 1991 com os grupos parafolclóricos Congá e Sarandeiros, ambos da UFMG, e com o grupo musical Minadouro. Cursou Canto Lírico pela Universidade Estadual de Minas Gerais e foi membro da Orquestra Mineira de Violas. Lançou seu primeiro CD em 2004, intitulado "Além da Serra do Curral", e em 2018 lançará seu 4º CD, batizado de "Coração Caminhador".  Ao longo de sua carreira, produziu e participou de vários projetos culturais pelo Brasil, como o "Encontro de Violeiros" em Ribeirão Preto e a "Virada Cultural de São Paulo". Como integrante do grupo Camerata Caipira, já se apresentou em países como Austrália, Portugal, Chile e Nova Zelândia.                  Há mais de 20 anos, atua na arte educação para crianças, jovens e adultos em escolas públicas de Minas Gerais e São Paulo. Estas experiências em eventos culturais infantis, somadas às pesquisas da cultura popular, foram os fatores primordiais e suficientes para desenvolver o projeto infantil "Contos de um Caipira".              Atualmente, Victor Batista reside em Pirenópolis/GO, onde atua como arte educador facilitando a iniciação à Flauta Doce para crianças; e Viola Caipira e Violão para jovens e adultos. Hoje é  ele quem convida   

                                                                                      

​Thiago Colombo é professor da Universidade Federal de Pelotas, bacharel e mestre em música pela UFRGS e doutorando pela UFBa. Ainda muito jovem, foi premiado em concursos no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Em 2003 lançou seu primeiro CD solo, intitulado Sonata, que recebeu três prêmios Açorianos de música. Em 2006 lançou o CD Reminiscências e em 2009 o Trezegraus. Nos últimos anos, tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários festivais de música da Argentina, Uruguai, Peru, França, Rússia, Itália, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Portugal, além de grande parte do território brasileiro. Para 2017 tem previsto o lançamento de seu novo álbum Latin Guitar Connections (CD, DVD e LP), gravado na Bath Spa University, em Bath (Inglaterra). Hoje é o dia dele convidar.                                                                                        

                                                                                    
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

Glaci Salusse Borges ainda não publicou nenhuma notícia.