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CIA MARGINAL pela primeira vez na Europa com a sua colaboração!!!!!!!!! CIA MARGINAL for the first time in Europe with your collaboration!


Meta Básica: R$ 20.000

90% para a compra de 6 das 8 passagens para Portugal + 10% para Benfeitoria e gastos com recompensas (duas passagens + as diárias do grupo serão custeadas com investimentos pessoais)

Super Meta Marginal: R$ 40.000

60% para a compra de todas as passagens para Portugal + 30% para custear 10 diárias para o grupo + 10% para Benfeitoria e gastos com recompensas.

Em setembro de 2017, a CIA MARGINAL voa para a cidade do Porto, em Portugal, para participar do IV Encontro Internacional de Arte e Comunidade (MEXE) com seu trabalho mais recente: ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE. A primeira viagem internacional do grupo integra as comemorações dos seus 10 anos de resistência e depende do seu apoio para o custeio das passagens.

In September 2017, Cia Marginal flies to the city of Porto, in Portugal, to participate in the IV MEXE International Arts and Community Meeting: City – Collective Body starring their most recent play: Eles Não Usam Tênis Naique (They Don't Wear Nike Shoes). The first international trip of the group is part of the commemorations of its 10 years of resistance and depends upon your support to afford the flight tickets.

O MEXE constitui hoje um espaço incontornável de cruzamento e aprofundamento de práticas artísticas comunitárias realizadas em todo o mundo. A IV edição do Encontro, que acontece entre os dias 18 e 24 de setembro de 2017, terá como tema “Cidade – Corpo Coletivo”, reunindo espetáculos, instalações, performances, filmes e discussões que lançam desafios para uma reflexão sobre a cidade e seus múltiplos agenciamentos. (Mais informações sobre o MEXE IV: https://www.apele.org/mexe-iv)

MEXE constitutes a space for the meeting of comunitary artistic practices realized around the world. The meeting’s IV edition, which takes place between the 18th and 24th of September, addresses the following issue: "City - Collective Body", uniting shows, art installations, performances, films and debates which challenges the participants to think about the city and its multiple aspects. (More information on the MEXE IV: https://www.apele.org/mexe-iv)

Ao longo dos seus 10 anos de trabalho continuado,  a CIA MARGINAL desenvolveu uma linguagem cênica que articula território, memória e política, baseando-se em imersões sensíveis e reflexivas em contextos periféricos situados, e em diferentes maneiras de inscrever o “real” em cena. Com um elenco todo composto por artistas de bairros populares do Rio de Janeiro, o trabalho desafia a percepção de cidade de seus espectadores, desestabilizando referenciais previamente estabelecidos, como centro e periferia.

Over 10 years of continuous work, Cia Marginal has developed a singular scenic language that articulates issues as territory, memory and politics based on sensitive and deep immersions in contexts of peripheries inscribing the "real" into the scenes of their plays. With cast integrally compound of actors coming from popular neighborhoods in Rio de Janeiro, the work challenges the spectator’s perception of the city, putting into question previously established references such as center and periphery.

O espetáculo ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE traz para o palco o tema do tráfico de drogas nas favelas cariocas, por meio de um embate ideológico entre um pai e uma filha, ambos envolvidos com o “movimento”. Com cinco atores em cena, que se alternam nos dois papéis, ora defendendo a posição da filha, ora a posição do pai, a encenação explora a complexidade e as contradições do tema, encarando-o de diferentes perspectivas, do seu aspecto mais brutal à sua dimensão afetiva.

The spectacle ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE brings to stage the theme of drug trafficking in favelas of Rio de Janeiro through an ideological clash between father and daughter, both involved in the “movement”. With five actors on stage alternating in their roles representing the two, at one point defending the daughter’s position, at another point her father’s, the staging explores the complexity and the contradictions of the theme, looking at it from different angles, from its most brutal aspect to its affective dimension.

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Foto: Ratão Diniz

Com texto premiado de Marcia Zanelatto, o espetáculo foi também indicado ao Prêmio Questão de Crítica 2016 nas categorias Melhor Elenco e Melhor Direção. E, entre 2015 e 2016, realizou duas temporadas no Rio de Janeiro, nos teatros Glauce Rocha e Glaucio Gill, ambas com grande repercussão de público.

Based on an awarded text written by Marcia Zanelatto, the play has been nominated to the Theatre Prize “Questão de Crítica” 2016 in the categories of Best Cast and Best Direction and in 2015 and 2016 two seasons of the play were presented at the public theaters Glauce Rocha and Glaucio Gil in Rio de Janeiro, with great public recognition.

Tendo inicialmente priorizado a difusão de seus espetáculos na Maré (bairro sede do grupo), a partir de 2010, a CIA MARGINAL assumiu como estratégia política a apresentação de seus trabalhos em teatros do Centro e Zona Sul, visando o rompimento de fronteiras invisíveis e sua afirmação como grupo de teatro da cidade. O resultado desse processo foi uma mudança lenta mas gradual na relação dos gestores daqueles equipamentos e de seu público regular com a produção artística da periferia. Se inicialmente, esperava-se encontrar trabalhos identificados com a ideia de "projeto social", hoje, a cidade está muito mais aberta para reconhecer nesses trabalhos componentes que lhes são constituivos: pesquisa, experimentação, qualidade artística e autoria coletiva.

Having at first prioritized the circulation of its plays in the Maré (neighbourhood where group comes from), from 2010 on, Cia Marginal has assumed, as a political strategy, a movement to amplify its reach with presentation of their plays in theaters in the center and southern zone of Rio de Janeiro. Such movement has the objective of breaking invisible barriers as well as the consolidation of the Cia Marginal as a theater group of the city of Rio de Janeiro. The result of this process is a steady change in the relation between the managers of these facilities and its regular audience with the artistic production from the periphery. If, in the beginning, expectation was to see works identifiable with the label of "social project", nowadays, the city is more open to recognize in these works the components that constitute them: rigorous research, experimentation, artistic quality, and collective authorship.

Com a viagem a Portugal em setembro com ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE, a CIA MARGINAL deseja romper novas fronteiras, ampliando radicalmente sua escala de difusão. Colabore para o nosso voo, a resistência é coletiva!

With the trip to Portugal, in September, with ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE, the Cia Marginal wishes to break down barriers, radically amplifying its scale of diffusion. Collaborate with our flights, resistance is collective!

#VOAMARGINAL

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Foto: Renato Mangolin

3OlH39M.jpgFoto: Renato Mangolin

MxNC48K.jpgFoto: Renato Mangolin

FdpO2ik.jpgFoto: João Penoni

MAIS SOBRE ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE

ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE estreou em agosto de 2015, no teatro Glauce Rocha (Rio de Janeiro), dentro da ocupação Grandes Minorias. Em quatro semanas de temporada, levou um público enorme e diversificado ao teatro, entre artistas, estudantes, professores e ativistas, obtendo casa lotada durante toda a temporada (cerca de 3 mil pessoas). Em fins de 2016, o espetáculo entrou novamente em cartaz, por seis semanas, no teatro Gláucio Gill, mais uma vez obtendo grande repercussão de público.

ELES NÃO USAM TÊNIS NAIQUE foi também apresentado no Festival de Curitiba 2016, na mostra Periférico (Espaço Escola SESC de Ensino Médio), na mostra Comunidade em Ação (Galpão Gamboa), na Casa da Gávea, no Centro de Artes da Maré (CAM), em universidades públicas e unidades SESCs do Rio.

Em 2016, foi indicado para o Prêmio Questão de Crítica nas categorias MELHOR ELENCO e MELHOR DIREÇÃO.

Sinopse

Ambientado numa favela do Rio de Janeiro, o espetáculo narra o reencontro de um pai e uma filha que não se viam há muitos anos. Ele foi traficante nos anos 80, quando o comércio ilegal de drogas ainda mantinha um vínculo moral com a comunidade, ela é uma jovem traficante nos dias atuais. O espetáculo gira em torno de um embate ideológico entre os dois personagens, representados em cena por cinco atores que se alternam sucessivamente nos dois papeis, num jogo cênico em que nenhuma posição é fixa e onde a ficção está sempre sob o risco da realidade.

Ficha Técnica

Direção: Isabel Penoni / Texto: Márcia Zanelatto / Intervenção dramatúrgica: Cia Marginal / Elenco: Geandra Nobre, Jaqueline Andrade, Phellipe Azevedo, Rodrigo Maré Souza, Wallace Lino / Direção Musical: Thomas Harres / Trilha sonora original: Rodrigo Souza e Thomas Harres / Cenário: Guga Ferraz / Figurino: Raquel Theo / Luz: Pedro Struchiner / Programação gráfica: Daniel Kucera / Foto: Ratão Diniz / Assistente de fotografia: Aline Oliveira / Produção: Mariluci Nascimento / Assistente de produção: Priscilla Monteiro e Diogo Victor / Realização: Cia Marginal 

MAIS SOBRE A CIA MARGINAL

A CIA MARGINAL nasceu em 2005, dentro da REDES de Desenvolvimento da Maré. Ao longo de sua trajetória, manteve um núcleo estável de artistas, consolidou uma equipe de colaboradores e produziu quatro espetáculos – Qual é a nossa cara? (2007), Ô, Lili (2011) , In_Trânsito (2013) e Eles não usam tenis naique (2015). Com o recurso de editais públicos, realizou nos últimos anos, uma série de projetos de formação, produção e circulação. Vencedor dos Prêmios Myriam Muniz 2006 e 2012 (FUNARTE), dos Editais de Cultura da SEC-RJ de 2008 e 2010, do Prêmio Montagem Cênica 2011, do FATE 2011 e do Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, entre outros, ocupa hoje espaço fundamental na cena contemporânea do Rio de Janeiro. Em 2014, recebeu uma moção de louvor da Câmara Municipal do Rio de Janeiro por “representar o engajamento do teatro nos dias atuais”.

O grupo já apresentou seu trabalho nos mais importantes teatros e equipamentos culturais da cidade do Rio, como o teatro Glaucio Gill, o teatro Glauce Rocha, o teatro Sérgio Porto, a Sede das Cias, o Planetário da Gávea, o Galpão Gamboa, o Centro de Artes da Maré (CAM), além de Lonas e Arenas, universidades e escolas públicas, e unidades do SESC.

A CIA MARGINAL é formado pelos atores Geandra Nobre, Jaqueline Andrade, Phellipe Azevedo, Priscilla Monteiro, Rodrigo Maré Souza e Wallace Lino; pela produtora Mariluci Nascimento e pela diretora Isabel Penoni.

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Foto: Renato Mangolin

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  • Phellipe Azevedo
  • Categoria: Cidades, Cultura e Arte, Política

Phellipe Azevedo

Estudante do sétimo período de licenciatura em teatro na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro(UNIRIO). Ator da Cia. Marginal e membro fundador do Coletivo Paralelas.

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