CALIFÓRNIA GULAG, de Ruth Gilmore
São Paulo, SP

CALIFÓRNIA GULAG, de Ruth Gilmore

O livro mais importante sobre a formação do "sistema industrial prisional" nos EUA. Pré-venda do 2° vol. da coleção "Raça e Capitalismo" (Igrá Kniga).

Campanha Financiada com Sucesso!

Finalizada em 14/12/2023

R$ 38.979

arrecadados da meta de R$ 34.900

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Você receberá 1 exemplar de "Califórnia Gulag", de Ruth W. Gilmore, em casa...assim que ele sair da gráfica! Comprando p...

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O PROJETO

O objetivo desta campanha é financiar o processo de edição e publicação de 1.000 exemplares do livro Califórnia Gulag, da geógrafa e abolicionista Ruth Wilson Gilmore. Trata-se do maior clássico sobre a formação e consolidação do "sistema industrial prisional" nos Estados Unidos.

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Retrato de Ruth Wilson Gilmore em CUNY

Sua publicação - que chega ao Brasil por meio da editora Igrá Kniga (https://www.igrakniga.com/publicacoes) traz para o português brasileiro os primeiros textos da autora. Ruth W. Gilmore é considerada, entre acadêmicos e ativistas, uma das mais importantes pensadoras da atualidade nos EUA. Ela é geógrafa, ativista e estudiosa do abolicionismo [não só] penal, do capitalismo racial, do encarceramento em massa, do racismo ambiental, da violência e do abandono organizados pelo estado e dos movimentos sociais de resistência que vão na direção da libertação social. Ela é diretora do Center for Place, Culture, and Politics e professora no Departamento de Earth and Environmental Sciences no centro de pós-graduação da CUNY [Center University of New York]. Gilmore foi co-fundadora de muitas organizações sociais de base, incluindo a "Critical Resistance" (juntamente com Angela Y. Davis e Rose Bras), a "California Prison Moratorium Project" e a "Central California Environmental Justice Network", e esteve presente no início das mobilizações do movimento abolicionista de mães do sul de Los Angeles (o Mothers ROC - Mothers Reclaiming Our Children), pioneiro em todo o país e largamente abordado no capítulo 5 do livro. Já lecionou na Ásia, África, Europa e América do Norte.

É autora, entre outros, do premiado "Califórnia Gulag" (UCPress, 2007; Igrá Kniga, 2023), que se encontra agora em pré-venda.

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Sinopse do livro: Desde 1980, o número de pessoas nas prisões dos EUA aumentou mais de 450%. Apesar de uma taxa de criminalidade caindo há décadas, o estado da Califórnia liderou essa expansão por meio do que ficou conhecido como o “maior projeto de construção prisional na história mundial”. Califórnia Gulag fornece a primeira explicação detalhada para esse boom prisional, demonstrando como as forças políticas e econômicas, globais e locais, se uniram para formar e consolidar o "sistema industrial prisional" nos EUA. A partir de um relato emocionante e rico em informações e análises teóricas e conjunturais, Ruth Wilson Gilmore examina esse fenômeno desde diferentes perspectivas para explicar como a expansão prisional ocorreu devido aos excedentes de capital financeiro, trabalho, terra e capacidade estatal tornados ociosos no processo de desindustrialização e do fim do estado de bem-estar social no país. Detalhando as crises que atingiram a economia da Califórnia com particular ferocidade, ela argumenta como as secas históricas da década de 1970 no estado, as mudanças nas disputas pelo poder econômico das terras agrícolas, as derrotas das lutas radicais, o enfraquecimento do poder do trabalho e a mudança nos padrões de investimento de capital formaram o cenário para o desenvolvimento do crescimento prisional. Os resultados – um caro e gigantesco sistema prisional, um grande número de jovens negros e latinos encarcerados e o aumento da justiça punitiva, como a lei three strikes – colocam questões profundas e preocupantes para o futuro da Califórnia, dos Estados Unidos e do mundo. Califórnia Gulag conta a história, a geografia e a economia política por trás da transformação do estado da Califórnia numa espécie de gulag dentro do território dos EUA. O livro conta também a inevitável e potente formação de grupos abolicionistas de mães que precisam se erguer e se organizar para fazer frente ao sequestro de seus filhos para dentro dos cárceres do Estado.

Confira o prefácio para a edição brasileira de Califórnia Gulag, escrito pelo diretor executivo da Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas e agora publicado no Le Monde Diplomatique Brasil:https://diplomatique.org.br/california-gulag/

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Pintura presente na exposição "Third World Mixtapes: The Infrastructure of Feeling", em NY, da artista Shellyne Rodriguez. Se chama "Syllabus in Rehearsal de Ruth Wilson Gilmore, 2023". Aqui, Rodriguez desenha Ruth Gilmore, uma de suas mentoras, ao lado de um bloco de construção literária presente em seu caminho formativo. Tomando emprestado para o subtítulo da exposição um termo cunhado por Gilmore, “a infraestrutura do sentimento” é uma base de consciência construída pelas histórias acumuladas de lugares radicais negros, que seguem se movimentando, “mesmo sob extrema restrição”, para criar bolsões de liberdade.

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O livro de Ruth W. Gilmore é o segundo volume da coleção Raça e Capitalismo, uma série de traduções que relaciona as transformações do capitalismo ao continuum carcerário racializado na história dos EUA. O primeiro livro da coleção, publicado em 2022, com prefácio da intelectual e ativista Juliana Borges, chama-se Capitalismo Carcerário, da também abolicionista penal estadunidense Jackie Wang. (Clique aqui para ver a resenha do livro feita pelo tradutor da obra no Le Monde Diplomatique Brasil e aqui para ler o comentário do advogado e jornalista Thiago Amparo na inclusão do livro na lista das 20 melhores leituras de 2022 pela revista Piauí).

Participe da campanha, divulgue o projeto e tenha uma boa leitura!!!

Acompanhe o Blog e as publicações da IK em: https://www.igrakniga.com/publicacoes.

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Título original "Golden Gulag", by Universtity of California Press.

Tradução do inglês para o português.

btCk1mI.jpgIlustração da REVISTACOMANDO especial para a edição brasileira do livro Califórnia Gulag, de Ruth Wilson Gilmore. Na imagem, o sol do Golden State (como é conhecido o estado da Califórnia) ilumina um complexo prisional que, por sua vez, lança uma sombra sobre todo o território do estado. Esse território, antes ocupado por diferentes formações naturais, indústrias, paisagens e economias agrícolas, passa a ser regido pela lógica punitiva e entra pro circuito de produção de presos e de prisões. O "sistema industrial prisional" se desenvolve nos espaços do abandono organizado pelo Estado, contaminando todos os poros das relações sociais ali presentes. O ônibus, presente aqui na imagem e descrito na abertura do livro pela autora, representa um agrupamento de pessoas afetadas pelo cárcere que se utilizam dos bolsões de ar dentro dessas mesmas estruturas para criarem organizações que ousem imaginar um mundo novo.

TÍTULOS E SUBTÍTULOS DA EDIÇÃO BRASILEIRA DE "CALIFÓRNIA GULAG"

Apresentação  Bruno Xavier

Prefácio  Dudu Ribeiro

Nota da autora à edição brasileira  Ruth Wilson Gilmore


Prólogo

O Ônibus

Cap. 1 - Introdução

O problema • O que se espera que as prisões façam e por quê? • Explicações dominantes e contraexplicações para o crescimento prisional  •  Olhando para trás para olhar para frente • Como usar esse livro

Cap. 2 - A economia política da Califórnia

O crescimento  •  As crises •  Transição  •  Crise e excedente  •  Os quatro excedentes  •  Conclusão

Cap. 3 - O ajuste prisional

Da reforma à punição • Capital para construção • A escolha do local das prisões • Produzindo mais prisioneiros • Industrializando a punição • Os porcos engordam, mas os suínos vão para o abate • Conclusão

Cap. 4 - Crime, terras agrícolas e capitalismo

Crescimento • Crise: dívida, desastres e reestruturação • A busca por um ajuste prisional • Prisões chegam à Corcoran • Oportunidades e restrições • Visões alternativas • Conclusão

Cap. 5 -  Mothers Reclaiming Our Children

Situando a Mothers ROC: algumas comparações históricas estratégicas • Gilbert Jones Livre: os primeiros anos da geografia política da Mothers ROC  • Do Imperial Courts às cortes do estado • O pedido de ajuda de uma mãe: lei, espaço e solidariedade • Um estado + duas leis = three-strikes • Vocês não vão ganhar dinheiro vendendo bolos: novas situações, novas estratégias  •  Da crise do lugar à política do espaço

Cap. 6 -  O que se pode fazer?

Dez teses

Epílogo

Outro ônibus

RECOMPENSAS

Além de “Califórnia Gulag”, de Ruth Wilson Gilmore, os apoiadores do projeto tem a opção de adquirir também outros livros do nosso catálogo. Veja abaixo quais são as recompensas:

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O livro Capitalismo Carcerário traz para o português brasileiro os primeiros textos de Jackie Wang. Ela é abolicionista penal, poeta e pesquisadora do Dpto. de Estudos Africanos e Afro-americanos na Universidade de Harvard, onde se especializou na investigação sobre raça e a economia política da polícia e das prisões nos EUA. O livro faz a atualização das dimensões raciais, econômicas, políticas, jurídicas e tecnológicas do problema do encarceramento em massa nos EUA. Ele é composto por sete ensaios que analisam as transformações do controle biopolítico de jovens infratores a partir da década de 1990, com a consequente adoção da prisão perpétua para menores de idade; a formação de um mercado racializado de dívidas "subprime" que promove a despossessão da população negra nos EUA; a formatação de um esquema oficial de pilhagem que se utiliza da polícia e da justiça criminal para prender e arrecadar dinheiro da população pobre, com o intuito de resolver o déficit fiscal dos municípios após a crise de 2008; o desenvolvimento e aplicação de tecnologias preditivas e algorítmicas no policiamento; e um debate poético sobre as possibilidades imaginativas do abolicionismo penal. Ele é o primeiro volume da Coleção Raça e Capitalismo.

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O que clones rebeldes, entidades de nuvens irreprimíveis, novos rituais, ruínas de prisões e pequenas feras telepáticas (entre outras coisas) podem nos ensinar sobre o fim das prisões? Sci-Fi Abolicionista é um livreto/zine que traz uma coleção de contos escritos por ativistas e acadêmicos envolvidos na abolição das prisões e na justiça transformadora no Reino Unido. Estas histórias não são todas explicitamente sobre a abolição das prisões, mas todas exploram a questão subjacente de como podemos viver bem juntos, abordando temas complexos como violência, vingança, cuidados e comunidade. Como tal, podem ajudar-nos a imaginar um futuro sem exclusão e punição. Junto com as histórias estão discussões dos workshops que foram organizados para escrever e compartilhar as histórias, além de exercícios de redação criativa e sugestões de discussão, incluídos para ajudar leitoras e leitores a explorar ideias sobre abolição e justiça transformadora de maneiras criativas.

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O livro Manifesto Contra o Trabalho, do grupo Krisis, ganha uma nova tradução. Vinte (e um) anos após seu lançamento, o cadáver anunciado na primeira frase do livro -- “Um cadáver domina a sociedade: o cadáver do trabalho” -- reuniu os trabalhadores de todo o mundo (reunidos enquanto cindidos e sem trabalho...) num empreendimento catastrófico global digno da analogia ao apocalipse. Nesse texto (anti)clássico da crítica do valor [wertkritik], escrito na Alemanha dez anos após a queda do muro entre os supostos dois mundos (capitalista e socialista), a seita Krisis (como se refere Paulo Arantes) revela como aquilo que aparece como valor ontológico do humano que produz seu próprio mundo (o trabalho como nossa essência social!) se constitui, historicamente de fato, como uma amálgama de ideologias-mistificações modernas amarradas ao entorno de um núcleo duro : o fetichismo da forma social da mercadoria. Na "moral da história", o Manifesto contra o trabalho nos convoca a pensar como a emancipação humana necessária (única saída para salvar a humanidade e o planeta) passa por derrubar, antes de mais nada, os modernos credos do Trabalho - deus sacrificial do capitalismo como religião.

EQUIPE - quem está por trás do projeto?

EDIÇÃO Bruno Xavier, Allan de Campos Silva e Guilherme Estevão

TRADUÇÃO Bruno Xavier

ILUSTRAÇÃO REVISTACOMANDO

REVISÃO E PREPARAÇÃO Allan de Campos Silva, Guilherme Estevão e Bruno Xavier

REVISÃO FINAL Helena Barbosa

REVISÃO DE PROVA Danielle Sales

PROJETO GRÁFICO, CAPA E DIAGRAMAÇÃO Gabriel Kerhart

NOTA DA AUTORA À EDIÇÃO BRASILEIRA Ruth Wilson Gilmore

PREFÁCIO Dudu Ribeiro

ORELHA Maria Luisa Mendonça

COORDENADOR DA COLEÇÃO “RAÇA E CAPITALISMO”  Bruno Xavier

CONSELHO EDITORIAL

Allan de Campos Silva

Bruno Xavier

Jean Tible

MINIBIO DAS PESSOAS ENVOLVIDAS

Bruno Xavier Graduado em Geografia pela USP e em Ciências Econômicas pela PUC-SP. É mestre em Geografia Humana pela USP e pela Center University of New York, onde travou contato, a partir da participação no seminário The Center for Place, Culture and Politics, com as discussões que entrelaçam as crises econômicas à problemática do cárcere na história estadunidense – naquele momento realizadas presencialmente com Ruth Gilmore, David Harvey e outros pesquisadores. Traduziu os livros Capitalismo carcerário, de Jackie Wang, e Califórnia Gulag, de Ruth W. Gilmore, ambos da coleção “Raça e Capitalismo”.


Dudu Ribeiro é formado em História pela Universidade Federal da Bahia e especialista em Gestão Estratégica de Políticas Públicas pela UNICAMP/FPA. Atualmente é Diretor Executivo da Iniciativa Negra por Uma Nova Política sobre Drogas, organização da sociedade civil que atua, desde 2015, pela construção de uma agenda de justiça racial e econômica promovendo ações de advocacy em Direitos Humanos e propondo reformas na atual política de combate às drogas.

Allan de Campos Silva é geógrafo e tradutor, com mestrado e doutorado em Geografia Humana. Atualmente realiza pós-doutorado pela UNESP. Traduziu Pandemia e Agronegócio: doenças infecciosas, capitalismo e ciência, de Rob Wallace, pela editora Igrá Kniga (2020).

Guilherme Estevão é graduado e mestre em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo. Pesquisador da área de geografia urbana e relações raciais, compõe o NEPEN – Núcleo de Estudantes e Pesquisadoras Negras do Departamento de Geografia da USP. Atua como professor da rede municipal de Mogi das Cruzes.

Helena Barbosa émestra e doutoranda em Estudos da Tradução pela Universidade de São Paulo, onde integra o Grupo de Estudos, Pesquisas e Ação em Feminismos, Gênero e Tradução. É tradutora, advogada indigenista, intérprete forense e batuqueira nas horas vagas.

REVISTACOMANDO é um coletivo de artes gráficas formado pelos artistas Guilherme Boso e Frederico Heer. Seus trabalhos são construídos a quatro mãos, propondo uma mistura de referências do universo da política, história da arte e cultura pop. Frequentemente, fazem uso das técnicas tradicionais da arte impressa, especialmente xilogravura e serigrafia, misturando e ampliando essas mídias, para construção de murais, álbuns, séries de cartazes, revistas e livros de artista, aproximando as artes visuais e o desenho gráfico.


Gabriel Kerhart é poeta, pesquisador e performer. É integrante do grupo Riverão. Vende livros, faz oficinas e trabalha como designer. Participou das exposições GIL70 e TOM ZÉ 80 anos. Publicou nas revistas: Artéria, Errática, Circuladô, Córrego, Pitomba.

Maria Luisa Mendonçaé doutora em Geografia Humana (USP), pesquisadora do Center for Place, Culture and Politics (CUNY) e codiretora da Rede Social de Justiça e Direitos Humanos (www.social.org.br). É autora do livro Economia Política do Agronegócio (Annablume, 2018) / Political Economy of Agribusiness (Fernwood, 2023).

Igrá Kniga é uma editora com um projeto editorial teórico e literário de crítica radical à modernização capitalista. Criado em 2020, suas últimas publicações, que podem ser encontradas em nosso site, são:

Capitalismo Carcerário, de Jackie Wang (também pela "Coleção Raça e Capitalismo");

O Sonho Curto dos Napëpë e a Pandemia, de Rafael Afonso Silva (com prefácio de Aílton Krenak);

Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis;

Pandemia & Agronegócio, de Rob Wallace;

Além disso, todos os posts do blog e alguns e-books com download gratuito também podem ser encontrados em nosso site:

Pandora Pandêmica, de Glauco Gonçalves;

Revista Rojava - YPG/YPJ (Crônicas ordinárias do front);

Carta da Ilha de Manus e outros textos, de Behrouz Boochani, Bulend Garadag e Allan de Campos.

ORÇAMENTO

Sabendo da importância e da relevância dessa obra para movimentos antiprisionais, organizações sociais de luta, intelectuais, acadêmicos e público brasileiro em geral, não medimos esforços na produção e edição deste livro. Por isso, optamos pelo "Financiamento Tudo ou Nada", pois acreditamos que nada do que foi pensado para essa obra pode ficar de fora. Para que o livro chegue até a leitora e o leitor, essa campanha precisa alcançar a meta estipulada nesse financiamento.

CRONOGRAMA

- Tradução: finalizada em abr/23

- Revisão da tradução e preparação do texto: de abr/23 à ago/23

- Revisão técnica: jul-set/23

- Prefácio e orelha: ago/23

- Capa: set/23

- Ilustração: mai-jul/23

- Diagramação: início em maio/23 e finalização em out/23

- Revisão de prova: out-nov/23

- Gráfica: nov-dez/23

- Entrega dos livros: você vai receber seu(s) exemplar(es) até começo de fevereiro de 2024.

ESPECIFICAÇÕES DO LIVRO

- aprox. 400 páginas

- papel pólen soft

- miolo preto e branco

- formato 14x21cm

- capa: papel cartão, laminação fosca

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Modalidade

Projeto, Meta Tudo ou Nada

A primeira meta de arrecadação precisa ser atingida para o projeto acontecer. Caso contrário, os apoiadores recebem o dinheiro de volta.

  • Recursos só são repassados se a meta mínima for atingida.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado.
  • Apoiadores recebem recompensas quando a campanha é bem-sucedida.