Conheça a campanha

JAMAIS NOS CALARÃO. Essa é a SelfLuv: nascido da pluralidade, amante da diversidade, feito por mulheres reais e sobre mulheres reais. É sobre corpos que resistem, corpos de variadas formas, de variadas vivências, de variadas dores e amores. Diga, você se sente representada, enquanto corpo feminino, na grande mídia? Melhor: você se sente pressionada socialmente para desgostar de seu próprio corpo e buscar um imaginário comum e padrão de corporiedade feminina? Você quer irromper com esse imaginário, acreditando que lida ou precisa lidar melhor com sua forma física? Se sim, venha conosco, o PROJETO SELFLUV é para você.
Criado por Daiane Dias e Amanda Veiratto, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro, este projeto fotográfico é um grito da diversidade, da resistência e do feminismo, num contexto social e político controverso, onde o conservadorismo ganha cada vez mais força.
Afinal, existem corpos que você nem imagina, e estamos aqui para mostrar isso.

Camila Mattos por Amanda Veiratto e Daiane Dias (respectivamente)*

NOVOS ARES. Temos agora um importante objetivo para que a SELFLUV ganhe cada vez mais pauta e visibilidade. O projeto não cabe mais apenas no Instagram, ele precisa sangrar e gritar em outros espaços, e com a abertura do Festival Integrado de Teatro Universitário (o FITU, um importante evento na cena cultural carioca), que ocorre dentro da Escola de Teatro e Artes Plásticas, uma das mais famosas do Brasil, na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, vemos agora uma chance de dar ao projeto uma exposição. Essa ideia surgiu com Matthaeus Braga, amigo das duas fotógrafas responsáveis pelo projeto, e que se propôs a produzir toda a exposição como forma de ser escada para que tantas mulheres possam se expressar e ocupar a universidade federal, outro alvo dentre os vários do governo vigente.
Além das fotógrafas e do produtor, temos uma equipe de cenógrafxs, composta por: Filipe Cruz, Wan Olissant, Sofia Magalhães e Monnique Motta. E também a assistência geral de Gabriella Freitas. Ou seja, um processo criativo marjoritariamente feminino, de uma obra feminista.

Ana Paula por Amanda Veiratto e Daiane Dias (respectivamente)*

Montar uma exposição demanda tempo, esforço e sobretudo, orçamento. Como é uma obra que surge, de antemão, no ambiente universitário e sem qualquer tipo de suporte financeiro, acreditamos no financimento coletivo como forma não só de conseguir apoio monetário, mas também de mostrar que esse é um trabalho feito por todxs nós. Todxs podem se apropriar do nosso conceito e dos espaços que ele visa ocupar. Afinal, não precisa ser mulher para acreditar na igualdade de genêro, no respeito e na representatividade.
Nossa exposição acontecerá dentro de uma instituição pública no bairro da Urca, Zona Sul do Rio de Janeiro, por quatro dias consecutivos, e será aberta ao público gratuitamente.
Para além disso, visamos uma tour para ocupar muitos outros ambientes e galerias.


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