Quem Eles Pensam que eu Fui |

Quem Eles Pensam que eu Fui

Curta-metragem dramático de equipe feminina, a fim de produzir um filme sobre mulheres e feito por mulheres.

Projeto por: Débora Martins Fiuza Alves
R$ 3.315,00
arrecadado
meta R$ 4.000,00

34
benfeitores

82%
arrecadado

2
dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 12/12/2019 - 23:59

POR

Débora Martins Fiuza Alves

Débora Martins Fiuza Alves

R$ 20
Uma mãozinha
6 benfeitores apoiando
Muito obrigada por acreditar no nosso trabalho! Seu nome estará na lista de agradecimentos nos créditos do filme.
R$ 35
Seguidor
9 benfeitores apoiando
Além de seu nome nos créditos,você receberá o link para assistir o filme em casa e um lindo bottom com a arte do filme.
R$ 45
Integrante
4 benfeitores apoiando
- Nome nos créditos - Link para assistir ao filme - Bottom com a arte do filme - Pôster digital
R$ 70
Companheiro de luta
2 benfeitores apoiando
- Nome nos créditos - Link para assistir ao filme - Bottom com a arte do filme - Pôster impresso
R$ 100
Manifestante
12 benfeitores apoiando
- Nome nos créditos - Link para assistir ao filme - Bottom com a arte do filme - Ecobag do filme
R$ 200
Guerreiro
1 benfeitor apoiando
- Nome nos créditos - Link para assistir ao filme - Bottom com arte do filme - Pôster impresso - Ecobag do filme
R$ 500
Linha de frente
Seja o primeiro a apoiar!
- Nome nos créditos - Link para assistir ao filme - Bottom com arte do filme - Pôster impresso - Ecobag do filme - Convite para exibição
R$ 1.000
Plano de combate
1 benfeitor apoiando
- Nome nos créditos como produtor executivo - Link para assistir ao filme - Bottom - Ecobag do filme - Pôster impresso - Convite para exibição
R$ 2.000
O resgate
Seja o primeiro a apoiar!
- Logo nos créditos como empresa patrocinadora - Link para assistir ao filme - Bottom + Ecobag do filme - Convite para exibição - Arte inspirada no filme pelo artista @simografia

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“Quem eles pensam que eu fui” é um projeto de curta-metragem dramático que partiu da necessidade de falar sobre violência contra a mulher, especificamente o feminicídio. O Brasil tem a quinta maior taxa de feminicídio do mundo, um número assustador que ressalta uma cultura de violência enraizada, que deve ser apontada e combatida. Precisamos falar sobre feminicídio.

 

 
 
 

Nossa história acompanha Bia que, ao passar por um processo de luto, entra em contato com a morte pela primeira vez de forma tão pessoal e angustiante. O drama acompanha o dia do sepultamento de sua namorada, em meio a desconfortáveis comentários de desconhecidos sobre a morte, conselhos falhos de amigos sobre a vida e memórias insistentes que revezam entre o aconchego e a melancolia. Bia enfrenta sua própria raiva, procurando aceitar a natureza da morte e da dor enquanto retém, como um grito, a verdade sobre as circunstâncias do óbito de Iris.

O filme tem em sua maioria personagens mulheres e relações de cumplicidade entre mulheres, motivo que também inspirou o relacionamento entre Bia e Iris, aderindo mais uma camada ao curta em tributo a visibilidade LGBT.

 
 
 
 
 

Com uma equipe de chefias femininas, o curta-metragem é uma história sobre mulheres, contada por mulheres. Somos universitárias e recém-formadas, com sede de fazer arte através do cinema independente.

Roteiro e Direção: @thebinha

Ass de direção: @luisagiesteira

Direção de fotografia: @dandanmynssen

Produção: @natalia_as

Social Mídia: @r.o.berta

Mídia online: @tathimynssen

Direção de arte: @prsephone e Michele Nagy

Ass de direção de arte: @agathamontoto e @simografia

Direção de som: @marivonsecken 

 

 

Apesar de tratar de um tema denso e pesado, o filme deseja trazê-lo de forma sutil e sensível, usando a dificuldade da protagonista de lidar com seus próprios sentimentos e as interferências de terceiros para falar do tabu e dos preconceitos que permeiam o assunto. O projeto pretende dar um rosto às vítimas de feminicídio, mas também àqueles que sentem com a perda, interrompendo o danoso processo de limitá-los a números em meio à dolorosa estatística do crime no Brasil.

 
 
 
 
 
COMPARTILHAMENTO EM MASSA
 
 

Débora Martins Fiuza Alves ainda não publicou nenhuma notícia.

 

“Quem eles pensam que eu fui” é um projeto de curta-metragem dramático que partiu da necessidade de falar sobre violência contra a mulher, especificamente o feminicídio. O Brasil tem a quinta maior taxa de feminicídio do mundo, um número assustador que ressalta uma cultura de violência enraizada, que deve ser apontada e combatida. Precisamos falar sobre feminicídio.

 

 
 
 

Nossa história acompanha Bia que, ao passar por um processo de luto, entra em contato com a morte pela primeira vez de forma tão pessoal e angustiante. O drama acompanha o dia do sepultamento de sua namorada, em meio a desconfortáveis comentários de desconhecidos sobre a morte, conselhos falhos de amigos sobre a vida e memórias insistentes que revezam entre o aconchego e a melancolia. Bia enfrenta sua própria raiva, procurando aceitar a natureza da morte e da dor enquanto retém, como um grito, a verdade sobre as circunstâncias do óbito de Iris.

O filme tem em sua maioria personagens mulheres e relações de cumplicidade entre mulheres, motivo que também inspirou o relacionamento entre Bia e Iris, aderindo mais uma camada ao curta em tributo a visibilidade LGBT.

 
 
 
 
 

Com uma equipe de chefias femininas, o curta-metragem é uma história sobre mulheres, contada por mulheres. Somos universitárias e recém-formadas, com sede de fazer arte através do cinema independente.

Roteiro e Direção: @thebinha

Ass de direção: @luisagiesteira

Direção de fotografia: @dandanmynssen

Produção: @natalia_as

Social Mídia: @r.o.berta

Mídia online: @tathimynssen

Direção de arte: @prsephone e Michele Nagy

Ass de direção de arte: @agathamontoto e @simografia

Direção de som: @marivonsecken 

 

 

Apesar de tratar de um tema denso e pesado, o filme deseja trazê-lo de forma sutil e sensível, usando a dificuldade da protagonista de lidar com seus próprios sentimentos e as interferências de terceiros para falar do tabu e dos preconceitos que permeiam o assunto. O projeto pretende dar um rosto às vítimas de feminicídio, mas também àqueles que sentem com a perda, interrompendo o danoso processo de limitá-los a números em meio à dolorosa estatística do crime no Brasil.

 
 
 
 
 
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