A Mulherada dos tambores contra COVID 19 |

A Mulherada dos tambores contra COVID 19

Arrecadação de recursos financeiros para distribuir 5000 máscaras caseiras e promover a geração de renda para costureiras das comunidades periféricas

Projeto por: Marilda Nascimento
R$ 710,00
arrecadado
meta R$ 5.000,00

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Marilda Nascimento

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O Instituto A Mulherada é uma entidade de direito privado da sociedade civil sem fins lucrativos do movimento negro de mulheres, fundado em 2001, a partir da identificação das demandas de muitas de suas integrantes e da situação vulnerabilidade  social da população feminina de Salvador.

Por identificar que mulheres integrantes do grupo sofriam violência doméstica  e familiar,  decidimos estar presentes nas frentes de batalhas para a construção da cidadania plena das mulheres, com isto A Mulherada é uma entidade referenciada por sua  dedicação na defesa dos direitos humanos das mulheres,  possui um bloco Afro de Carnaval que não se descuida de sua responsabilidade social,  que desfila com temas de empoderamento feminino e de preservação da Cultura Afrodescendente, além de uma banda feminina, cuja as letras  das músicas, propõem o engajamento da sociedade em prol dos direitos das mulheres.

Por outro lado, Salvador é uma cidade de encantos, ladeiras, becos e vielas, cercada de casarões antigos. Além de sons de berimbaus, batuques dos tambores e o sorriso largo e acolhedor que só o baiano tem, há um dado interessante sobre a primeira capital do país: sua população e majoritariamente composta por mulheres e em sua maioria mulheres negras e pobres em situação de vulnerabilidade e sem emprego ou renda.

Para conter a proliferação da Coronavírus 19, a Prefeitura de Salvador determinou o uso obrigatório de máscaras no transporte público, nos veículos particulares e em qualquer tipo de ambiente de atividade laboral, inclusive no comércio informal   o que certamente as mulheres negras estarão impossibilitadas de cumprir o referido decreto.

E por conta da Pandemia do Coronavírus  19, estamos impossibilitadas de exercer presencialmente nosso papel institucional de atenção e apoio as mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica   de nossa comunidade bem como de fornecer as marcara máscaras convencionais ou   caseiras para essas mulheres.

Sendo assim, pretendemos arrecadar recursos financeiros para  distribuir  gratuitamente  5000 máscaras de fabricação caseira  e promover a geração de renda para costureiras das comunidades periféricas. Serão beneficiados 2500 jovens e mulheres negras, LGBT, transgênero e travestis, cadastrados pela entidade que receberão 02 unidades.

Os resultados esperados são a contratação temporária de 10 costureiras residentes  em comunidades periféricas de Salvador  e geração de renda para as mesmas ; a  prevenção  contra a COVID -19  para 2500 jovens e mulheres negras, LGBT, transgênero e travestis.

Marilda Nascimento ainda não publicou nenhuma notícia.

O Instituto A Mulherada é uma entidade de direito privado da sociedade civil sem fins lucrativos do movimento negro de mulheres, fundado em 2001, a partir da identificação das demandas de muitas de suas integrantes e da situação vulnerabilidade  social da população feminina de Salvador.

Por identificar que mulheres integrantes do grupo sofriam violência doméstica  e familiar,  decidimos estar presentes nas frentes de batalhas para a construção da cidadania plena das mulheres, com isto A Mulherada é uma entidade referenciada por sua  dedicação na defesa dos direitos humanos das mulheres,  possui um bloco Afro de Carnaval que não se descuida de sua responsabilidade social,  que desfila com temas de empoderamento feminino e de preservação da Cultura Afrodescendente, além de uma banda feminina, cuja as letras  das músicas, propõem o engajamento da sociedade em prol dos direitos das mulheres.

Por outro lado, Salvador é uma cidade de encantos, ladeiras, becos e vielas, cercada de casarões antigos. Além de sons de berimbaus, batuques dos tambores e o sorriso largo e acolhedor que só o baiano tem, há um dado interessante sobre a primeira capital do país: sua população e majoritariamente composta por mulheres e em sua maioria mulheres negras e pobres em situação de vulnerabilidade e sem emprego ou renda.

Para conter a proliferação da Coronavírus 19, a Prefeitura de Salvador determinou o uso obrigatório de máscaras no transporte público, nos veículos particulares e em qualquer tipo de ambiente de atividade laboral, inclusive no comércio informal   o que certamente as mulheres negras estarão impossibilitadas de cumprir o referido decreto.

E por conta da Pandemia do Coronavírus  19, estamos impossibilitadas de exercer presencialmente nosso papel institucional de atenção e apoio as mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica   de nossa comunidade bem como de fornecer as marcara máscaras convencionais ou   caseiras para essas mulheres.

Sendo assim, pretendemos arrecadar recursos financeiros para  distribuir  gratuitamente  5000 máscaras de fabricação caseira  e promover a geração de renda para costureiras das comunidades periféricas. Serão beneficiados 2500 jovens e mulheres negras, LGBT, transgênero e travestis, cadastrados pela entidade que receberão 02 unidades.

Os resultados esperados são a contratação temporária de 10 costureiras residentes  em comunidades periféricas de Salvador  e geração de renda para as mesmas ; a  prevenção  contra a COVID -19  para 2500 jovens e mulheres negras, LGBT, transgênero e travestis.

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