"A selva que nos escapa": um pedaço de Mata Atlântica no coração de São Paulo |

"A selva que nos escapa": um pedaço de Mata Atlântica no coração de São Paulo

No penúltimo andar do mais alto arranha-céu de São Paulo, uma selva-laboratório prefigura o Éden do amanhã. Um experimento cuja conclusão não está escrita.

Projeto por: CHARLY MICKAEL ANDRAL 24171374880
R$ 7.410,00
arrecadado
meta R$ 11.111,00

36
benfeitores

66%
arrecadado

16
dias restantes

PARCELE SEU PAGAMENTO EM ATÉ 6 VEZES

A primeira meta foi batida! O projeto será realizado, mas a arrecadação continua até 30/05/2021 - 23:59

POR

CHARLY MICKAEL ANDRAL 24171374880

CHARLY MICKAEL ANDRAL 24171374880
R$ 30
apoiador - visitante
11 benfeitores apoiando
Você se torna apoiador do projeto: poderá visitar a selva durante as jornadas Portas-Abertas e será avisado com antecedência das atividades organizadas - tais como workshops, experiências culinárias, entre outras - como forma de conseguir vagas com mais facilidade.
R$ 70
muda agora, planta amanha
5 benfeitores apoiando
Vamos fazer mudas. Que tal adotar uma agora e pegá-la no futuro? Daqui o fim do ano ela terá virado uma plantinha. Ao final da instalação, você será convidado para recuperar sua planta. Assim, a selva vai se espalhando. Muda de quê? Temos muitas opções, desde bromelinas delicadas até a robusta ora-pro-nóbis, cujas folhas podem ser cozinhadas. Conversaremos de antemão para escolhermos juntos uma espécie da Mata Atlântica que lhe corresponda.

35 disponíveis.
R$ 130
Mata sua fome
7 benfeitores apoiando
A selva vai se desdobrar em experimentos culinários. Chefes de cozinha vão pensar sobre o tema e montar almoços e jantares. Quer participar? Essa recompensa vale um "menu", sabendo que esses encontros vão acontecer mais para frente, em função da evolução da pandemia, e sempre com um número de participantes bem limitado.
R$ 170
Cozinhar uns PANCs
4 benfeitores apoiando
Taioba, ora-pro-nóbis, peixinho... muitas plantas brasileiras são riquíssimas, mas continuam ignoradas pela culinária paulistana. São chamadas de 'PANCs' (Plantas Alimentícias Não Convencionais). Quer aprender a cozinhar algumas delas? A nossa amiga Vilma coordena uma horta comunitária orgânica e sabe muito sobre estas plantas. Com ela vamos aprender a cozinhar um prato salgado e um doce. Você voltará para sua casa com seu prato, o estômago cheio, e uma muda da planta que cozinhou. Esta atividade será realizada em grupos reduzidos, conforme a evolução da epidemia.

36 disponíveis.
R$ 280
vir "acampar" na selva
7 benfeitores apoiando
Passar a noite na selva, encarando São Paulo. Melhor avisar que nossa selva-laboratório está mais perto do acampamento do que da noite gourmet. Mas com certeza vai ser uma experiência forte. Você tem até novembro para usar essa recompensa. Ela vale para duas pessoas, nas noites entre domingo e quinta-feira. Entrada a partir de 17h, saída antes das 10h da manhã do dia seguinte.

43 disponíveis.
R$ 880
Imersão
2 benfeitores apoiando
De sexta-feira à noite até domingo de tarde, você passa um fim de semana na selva. Vale para os finais de semana do mês de maio.

2 disponíveis.
R$ 1.000
admirador secreto
1 benfeitor apoiando
Você quer simplesmente nos ajudar, e não quer nada em troca.
R$ 10.000
super-mecena
Seja o primeiro a apoiar!
Aqui está escrito 10.000, mas na verdade é só para falar que estamos abertos a todo tipo de contribuição, que não seja necessariamente financeira. Bom, mesmo assim se você quiser mandar 10.000, tudo bem.

Não encontrou o que queria?

Apoie com qualquer valor

O que aconteceria se a natureza tomasse conta de um antigo escritório, no centro de São Paulo?


Por um ano, o “andar43” se deixa transbordar pela vegetação. Uma experiência lúdica, sensível, imprevisível.





Banho de floresta


O edifício Mirante do Vale está no epicentro da cidade de São Paulo, na beira de um rio hoje invisível: o Anhangabaú. Antes dos arranha-céus, antes do motor a diesel, se estendia aqui uma floresta. A Mata Atlântica é o ecossistema que mais sofreu desde a colonização do Brasil: 93% de sua área original foi desmatada. Hoje, é o segundo ecossistema mais ameaçado de extinção no planeta. Nossa proposta inicial é trazer de volta um pedaço da Mata Atlântica ao Vale do Anhangabaú, bem no coração de São Paulo. Será que uma selva pode se desenvolver numa caixa de concreto? Bem no penúltimo andar do prédio mais alto da cidade?



Imaginem: Flores delicadas, hastes onduladas, folhas respirando… todas voltadas para a luz, olhando em direção às janelas. Parecem contemplar a cinza selva paulistana. Que contraponto. Um afago em tempos de quarentena. Esperamos que vocês se encantem com a descoberta desta bolha de natureza. E quem sabe, ir além. O encantamento cria disposição mental, abre brechas, enquanto a natureza propicia a contemplação. O que pode surgir desse mergulho no verde?


Com o tempo a selva-laboratório vai evoluir. Algumas plantas vão crescer, outras vão germinar, enquanto algumas, provavelmente, vão apodrecer. A instalação em si vai se transformando. Pouco a pouco começarão a brotar possibilidades, novas perspectivas se apresentarão, assim como dúvidas e obstáculos. O experimento vai durar cerca de um ano, e as temporadas vão inspirar seus capítulos. Convidamos vocês a entrar, andar adiante e trilhar conosco algumas alegorias.



 



Capítulo 1. Um outono na Mata


Se trata primeiro de plantar e observar os vegetais mais de perto. Acreditamos que conhecer, respeitar, preservar, são processos interligados. O que as florestas têm para nos ensinar? 


Workshops, conferências, materiais audiovisuais, o andar43 vai oferecer uma tribuna para educadores e pesquisadores, procurando divulgar conhecimentos acerca da Mata Atlântica. 


Nosso intuito é identificar elementos do mundo biológico que ressoem com temáticas sociais, filosóficas. Questionar por exemplo a velha ideia de que a “lei da selva” é mera violência e competição, enquanto pesquisas científicas apontam que a cooperação e simbiose aparecem cada vez mais como elementos chaves no funcionamento do mundo biológico.  




Criar pontes entre disciplinas, estimular o ecossistema científico e relacioná-los com saberes "práticos" promete renovar a curiosidade do público. Claro que vamos abordar o sexo das plantas. 


Sobretudo, vamos fazer com que o conhecimento não fique na teoria. Cozinhar os PANC’s (Plantas Alimentícias Não Convencionais) da Mata Atlântica, aprender sobre ervas medicinais, se iniciar na permacultura, passar a noite acampando por lá…  experimentamos e exploramos, mãos na massa, pés na terra.  





O que seria um jardim que ressona com o mundo de hoje? 


Esta campanha tem várias metas, que podem ser conectadas aos diferentes capítulos da intervenção. Depois deste outono na Mata se anuncia inverno cheio de dúvidas, uma primavera híbrida, e um verão frutífero. 


Esta semente de projeto se desenvolverá graças às suas contribuições financeiras. A campanha tem várias metas, as primeiras servem para viabilizar o projeto, arcando os custos básicos para conseguir receber vocês em boas condições.



As seguintes ajudarão a escrever os capitulos seguintes da intervenção, desenvolver atividades com pesquisadores e conhecedores da Mata, e convidar outros artistas a criar intervenções no espaço.

As últimas metas tem como objetivo permitir que a “selva” se estenda através do prédio, densifica-la, doar mudas de várias espécies e contaminar a vizinhança de um jeito bom.


Contribuições não financeiras são também muito bem vindas. Você é pesquisador, artista, você tem conhecimentos empíricos de convivência com a natureza… aguardamos suas propostas e reservamos um orçamento para você desenvolver suas ideias.


Se você acha que pode contribuir de algum outra maneira no florescimento do projeto, por favor escrevam no Instagram do Andar43! https://www.instagram.com/andar43.sp/

O dossiê de apresentação fica no link aqui.



O que é o Andar43?

 

Um antigo escritório que procura dialogar com a cidade e com nossos tempos. É também a MEI de Charly Andral, artista e produtor cultural que cresceu no mato, na França.


O espaço se vira sem patrocínios e dinheiro público, mas com muita ajuda de amigos e apoiadores. Itamara, namorada, os vizinhos Felipe e Rodrigo, os editores Alfredo, Denise e Natalia. 


Esta instalação foi plantada junto com o Reinaldo Apablaza, designer e permacultor chileno. As ilustrações são do Luc Sanciaume (@parks.sparks).

Alguem mais quier se meter?


O Instagram do Andar43 :

https://www.instagram.com/andar43.sp/

 

(foto @vincent_catala )

 

CHARLY MICKAEL ANDRAL 24171374880 ainda não publicou nenhuma notícia.

O que aconteceria se a natureza tomasse conta de um antigo escritório, no centro de São Paulo?


Por um ano, o “andar43” se deixa transbordar pela vegetação. Uma experiência lúdica, sensível, imprevisível.





Banho de floresta


O edifício Mirante do Vale está no epicentro da cidade de São Paulo, na beira de um rio hoje invisível: o Anhangabaú. Antes dos arranha-céus, antes do motor a diesel, se estendia aqui uma floresta. A Mata Atlântica é o ecossistema que mais sofreu desde a colonização do Brasil: 93% de sua área original foi desmatada. Hoje, é o segundo ecossistema mais ameaçado de extinção no planeta. Nossa proposta inicial é trazer de volta um pedaço da Mata Atlântica ao Vale do Anhangabaú, bem no coração de São Paulo. Será que uma selva pode se desenvolver numa caixa de concreto? Bem no penúltimo andar do prédio mais alto da cidade?



Imaginem: Flores delicadas, hastes onduladas, folhas respirando… todas voltadas para a luz, olhando em direção às janelas. Parecem contemplar a cinza selva paulistana. Que contraponto. Um afago em tempos de quarentena. Esperamos que vocês se encantem com a descoberta desta bolha de natureza. E quem sabe, ir além. O encantamento cria disposição mental, abre brechas, enquanto a natureza propicia a contemplação. O que pode surgir desse mergulho no verde?


Com o tempo a selva-laboratório vai evoluir. Algumas plantas vão crescer, outras vão germinar, enquanto algumas, provavelmente, vão apodrecer. A instalação em si vai se transformando. Pouco a pouco começarão a brotar possibilidades, novas perspectivas se apresentarão, assim como dúvidas e obstáculos. O experimento vai durar cerca de um ano, e as temporadas vão inspirar seus capítulos. Convidamos vocês a entrar, andar adiante e trilhar conosco algumas alegorias.



 



Capítulo 1. Um outono na Mata


Se trata primeiro de plantar e observar os vegetais mais de perto. Acreditamos que conhecer, respeitar, preservar, são processos interligados. O que as florestas têm para nos ensinar? 


Workshops, conferências, materiais audiovisuais, o andar43 vai oferecer uma tribuna para educadores e pesquisadores, procurando divulgar conhecimentos acerca da Mata Atlântica. 


Nosso intuito é identificar elementos do mundo biológico que ressoem com temáticas sociais, filosóficas. Questionar por exemplo a velha ideia de que a “lei da selva” é mera violência e competição, enquanto pesquisas científicas apontam que a cooperação e simbiose aparecem cada vez mais como elementos chaves no funcionamento do mundo biológico.  




Criar pontes entre disciplinas, estimular o ecossistema científico e relacioná-los com saberes "práticos" promete renovar a curiosidade do público. Claro que vamos abordar o sexo das plantas. 


Sobretudo, vamos fazer com que o conhecimento não fique na teoria. Cozinhar os PANC’s (Plantas Alimentícias Não Convencionais) da Mata Atlântica, aprender sobre ervas medicinais, se iniciar na permacultura, passar a noite acampando por lá…  experimentamos e exploramos, mãos na massa, pés na terra.  





O que seria um jardim que ressona com o mundo de hoje? 


Esta campanha tem várias metas, que podem ser conectadas aos diferentes capítulos da intervenção. Depois deste outono na Mata se anuncia inverno cheio de dúvidas, uma primavera híbrida, e um verão frutífero. 


Esta semente de projeto se desenvolverá graças às suas contribuições financeiras. A campanha tem várias metas, as primeiras servem para viabilizar o projeto, arcando os custos básicos para conseguir receber vocês em boas condições.



As seguintes ajudarão a escrever os capitulos seguintes da intervenção, desenvolver atividades com pesquisadores e conhecedores da Mata, e convidar outros artistas a criar intervenções no espaço.

As últimas metas tem como objetivo permitir que a “selva” se estenda através do prédio, densifica-la, doar mudas de várias espécies e contaminar a vizinhança de um jeito bom.


Contribuições não financeiras são também muito bem vindas. Você é pesquisador, artista, você tem conhecimentos empíricos de convivência com a natureza… aguardamos suas propostas e reservamos um orçamento para você desenvolver suas ideias.


Se você acha que pode contribuir de algum outra maneira no florescimento do projeto, por favor escrevam no Instagram do Andar43! https://www.instagram.com/andar43.sp/

O dossiê de apresentação fica no link aqui.



O que é o Andar43?

 

Um antigo escritório que procura dialogar com a cidade e com nossos tempos. É também a MEI de Charly Andral, artista e produtor cultural que cresceu no mato, na França.


O espaço se vira sem patrocínios e dinheiro público, mas com muita ajuda de amigos e apoiadores. Itamara, namorada, os vizinhos Felipe e Rodrigo, os editores Alfredo, Denise e Natalia. 


Esta instalação foi plantada junto com o Reinaldo Apablaza, designer e permacultor chileno. As ilustrações são do Luc Sanciaume (@parks.sparks).

Alguem mais quier se meter?


O Instagram do Andar43 :

https://www.instagram.com/andar43.sp/

 

(foto @vincent_catala )

 

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