A Casa de Jajja |

A Casa de Jajja

O projeto é sobre moradias autoconstruídas por mulheres em zonas rurais.

Projeto por: Mariana Montag
R$ 27.926,00
arrecadado
meta R$ 60.000,00

125
benfeitores

46%
arrecadado

14
dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 04/07/2019 - 23:59

POR

Mariana Montag

Mariana Montag

R$ 10
14 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Vamos continuar ativando nossas redes e ver o poder da nossa união! Bora! de 10 em 10 - chegamos todxs juntxs lá!
R$ 30
Muito obrigada!
20 benfeitores apoiando
Muito obrigada pela sua contribuição! Você receberá um e-mail com um poema que nos inspira feito por mulheres de Uganda!
R$ 50
Foto de agradecimento!
27 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você receberá por e-mail uma especial foto de agradecimento!
R$ 100
Vídeo de agradecimento!
35 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você receberá no seu e-mail um vídeo cheio de gratidão!
R$ 300
Transmissão ao vivo!
7 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você participará de uma transmissão ao vivo para conhecer a Jajja e o vilarejo de Kikajjo!
R$ 500
Manual de construção da Casa de Jajja!
5 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você participará de uma transmissão ao vivo para conhecer a Jajja e o vilarejo de Kikajjo + você receberá via e-mail o manual construtivo que desenvolvemos com muito carinho para pensarmos um jeito de trabalhar com mais leveza!
R$ 650
Print fine art do artista Pegge!
4 benfeitores apoiando
Muito obrigada! O Pegge tem como foco da sua arte a figura do negro e sua força. Ao saber do projeto sentiu muita empatia com Jajja, se conectou e pintou uma tela para essa união. Essa recompensa é uma print desse lindo processo! *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 800
Cesta artesanal
2 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você participará de uma transmissão ao vivo para conhecer a escola e as crianças + Receberá uma linda cesta feita pelas mulheres de Kikajjo. As cestas são feitas em um grupo de mulheres de muita força de união! *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 1.000
Tapetes feitos por Jajja!
8 benfeitores apoiando
Muito obrigada! Você receberá um lindo tapete artesanal de Uganda feito pelas mulheres de Kikajjo. *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso. *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 1.500
Tapete + Cesta feitos por Jajja!
1 benfeitor apoiando
Uau! Muito obrigada! Você receberá um tapete e uma cesta feitos do artesanato local, o quão a Jajja faz tão bem. Seu lar vai ficar mais perto de Uganda! *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 3.000
Encontro A Casa de Jajja!
Seja o primeiro a apoiar!
Uau! Muito obrigada! Nos juntaremos em dia de muitas trocas, compartilharemos tudo sobre o projeto e experimentaremos comidas locais. Não fique de fora! Vem! *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 5.000
Encontro A Casa de jajja+manual+cesta
Seja o primeiro a apoiar!
Uau! Muito obrigada! Nos juntaremos em dia de muitas trocas, compartilharemos tudo sobre o projeto e experimentaremos comidas locais + você receberá o manual de construção em seu e-mail + uma linda cesta feita por Jajja! Tudo de bom! *O encontro acontecerá em São Paulo. *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.
R$ 10.000
Tudo!
Seja o primeiro a apoiar!
Uau! Muito obrigada! Você leva TUDO, principalmente toda nossa gratidão! *São Paulo e Rio de Janeiro: as recompensas físicas deverão ser retiradas pessoalmente. *Outras localidades: frete não incluso.

As mulheres são lares

Olá <3 Lembrando que não é necessário escolher uma recompensa, você pode contribuir com qualquer valor, da maneira que achar melhor. É só clicar em APOIAR ou clicar em cima da recompensa escolhida :) 


O Projeto

O projeto desenvolvido é sobre relações de afeto e arquitetura, como prática emancipadora.

A pesquisa está sendo desenvolvida como trabalho de graduação. O afeto nasce através do envolvimento no Projeto Escola em Uganda, em kikajjo, vilarejo rural em Uganda, leste Africano. Lá conhecemos a Jajja Imaculate, uma senhora de 75 anos de muita força e fé, avó de Rose e Gift. Desenhamos e discutimos uma casa juntas. A arquitetura da casa não será apenas uma moradia para Jajja, mas uma prática emancipadora questionando os papeis de gênero, onde o processo de construção será feito através de oficinas de capacitação para mulheres.

Assim como Jajja, as mulheres do vilarejo de Kikajjo cuidam de todos e todas, mas mulheres fortes também precisam ser cuidadas e voltarem a seus lares interiores. As vozes femininas do vilarejo rural de Kikkajo não são as únicas que não estão sendo escutadas, as mulheres rurais estão por todos os cantos do mundo trabalhando como força humana fundamental para sustentar nosso sistema.

O projeto da Casa de Jajja incia-se com o protótipo em Kikajjo, mas tem a possibilidade e intenção de se replicar para as mulheres e seus lares pelo mundo.

Os Valores

1. ACADEMIA X REALIDADE:

E se estudantes de arquitetura, em colaboração com profissionais, pudessem pensar soluções para problemas e demandas reais e ainda viabilizar? O projeto propõe que a academia ultrapasse os limites teóricos e especulativos para a prática. O projeto de graduação desenvolvido aqui é uma resposta a uma demanda e uma cliente real, possibilitando a ponte entre academia e realidade, um estúdio de projeto com a responsabilidade do acerto para viabilização.

2. MORADIA E GÊNERO:

O lar sempre foi visto e delegado sob os cuidados das mulheres, principalmente nas zonas rurais. No entanto, o planejamento e construção foram delegados aos homens. E se as mulheres as usuárias das casas desenvolvessem suas próprias casas? A criação da casa foi desenvolvida em colaboração com a usuária, a Jajja, e a pesquisa feita através da perspectiva de gênero. A viabilização do projeto – o processo construtivo – questionam os papéis de gênero através construção.

3. ARQUITETURA PRODUTO X ARQUITETURA PROCESSO:

A Casa vista como um produto pode beneficiar uma família, mas e se a casa e todo o processo de concepção fosse abordada como um processo? O desenho e as tecnologias foram eleitas após uma imersão no local, compreendendo as possibilidades de recursos naturais e humanos de forma a respeitar a cultura e o meio, além de compartilhar inovação. A casa será uma escola de capacitação em construção para mulheres, beneficiando outras pessoas durante o processo.

4. REPLICABILIDADE E ESCALABILIDADE:

O primeiro protótipo é a Casa de Jajja, no entanto o sistema construtivo permite flexibilidade e que possa ser replicado e reinterpretado em outras zonas rurais do mundo de zonas climáticas semelhantes.  O projeto ainda visa a sustentabilidade e escalabilidade, de modo que as mulheres envolvidas possam dar continuidade gerando uma cooperativa e rentabilizando o processo.

O Lar

A casa foi pensada em conjunto. Depois de muitas conversas, oficinas de desenho coletivo, pesquisa e troca o primeiro protótipo da Casa de Jajja nasceu.

O partido do projeto foi compreender a relação dos hábitos locais com os elementos essenciais do morar: o fogo, a água e o descansar. Todos os ambientes são organizados de baixo de uma cobertura independente: pilares que conectam treliças invertidas com a função de captar água para a casa. A Casa possui dois dormitórios rodeados por alpendres, em um núcleo mais privado construído com tijolos de adobe; uma cozinha horizontal central separada por painéis móveis do espaço compartilhado, a sala. Os painéis pivotantes separam a sala do espaço externo. As tarefas diárias do lar em sua maioria são feitas do lado de fora casa buscando uma sombra de árvore da forte incidência solar. Sendo assim, a Casa busca ter a flexibilidade de estar aberta, entre-aberta ou totalmente fechada. O módulo da casa e seus elementos foram todos pensados e dimensionados tendo a mulher como força humana construtiva e pensa na possibilidade da replicação, para uma ou mais formações familiares. Os módulos podem se unir.

 

Cronograma, Orçamento e Metas



Informações

Equipe do projeto: para nos conhecer um pouco mais clique aqui.
Equipe do financiamento: Mariana Montag, Shelly Dorf, Elisa Pires, Kaue Maciel, Bruna Romero, Amanda Antonon, Rafael Barão, Pegge e Mathilde Rousseaux. . 

Sinta-se a vontade de falar com a gente, estamos ansiosas para trocar com vocês! 
Site: A Casa de Jajja 
Ig: @acasadejajja
e-mail: acasadejajja@gmail.com

 

Vamos juntxs! 

 


The project

The project developed is about relationships of affection and architecture, as an emancipatory practice.

The research is being developed as graduation work. Affection arises through involvement in the Project ‘Escola em Uganda’, in Kikajjo, a rural village in Uganda, East Africa. There we met Jajja Imaculate, a 75-year old lady of great strength and faith, Rose's and Gift’s  grandmother. We drew and discussed a house together. The architecture of the house will not only be a home for Jajja, but an emancipatory practice questioning gender roles, where the building process will be done through construction workshops for women.

Like Jajja, women in the village of Kikajjo taken care of everyone, but strong women also need to be taken care ofr and return to their inner homes. The female voices of the rural village of Kikkajo are not the only ones that are not being heard. Rural women are all over the world working as a fundamental human force to sustain our system.

Jajja’s house project starts with the prototype in Kikajjo, but has the possibility and intention to replicate for women and their homes around the world.

 

Values

1. ACADEMY X REALITY:

What if architecture students, in collaboration with professionals, could think of solutions to real problems and demands and make those solutions a reality? This project proposes that the academy surpasses the theoretical and speculative limits and puts those ideas into practice. The undergraduate project developed here is a response to a demand from a real client, allowing the bridge between academia and reality. A project studio with the responsibility of creating a solution that will be  feasible.
 

2. HOUSING AND GENDER:

The house activities have always been seen and delegated under the care of women, especially in rural areas. However, planning and construction were delegated to men. What if women, who are the homemakers, developed their own homes? The creation of Jajja’s house was developed in collaboration with the user, Jajja, and the research was done from a gender perspective. The feasibility of the project and  the constructive process, questioned gender roles through construction.

3. ARCHITECTURE PRODUCT X ARCHITECTURE PROCESS:

The House is seen as a product that can benefit a family, but what if the home and the entire design process was addressed as a process? The design and the technologies were chosen after an immersion in the place, understanding the possibilities of natural and human resources in order to respect the culture and the environment, as well as sharing innovation. The house will be a training school under construction for women, benefiting other people during the process.

4. SUSTAINABILITY AND REPLICABILITY:

The first prototype is Jajja’s house, however, the construction system allows for flexibility and can be replicated in other rural areas of the world in similar climate zones. The project also aims at sustainability and replicability, so that the women involved can continue to generate a cooperative and make the process profitable.

 

The Home 

The house was thought out together. After many talks, moments of collective design, research and exchange the first prototype of the Jajja’s house was born.

The principle of the project was to understand the relation of the local habits with the essential elements of the living: the fire, the water and the rest. All environments are organized underneath an independent roof: pillars that connect inverted trusses with the function of capturing water. The house has two dormitories surrounded by porches, in a more private nucleus built with adobe bricks. There is a central horizontal kitchen separated by movable panels from the shared space, the living room. The pivoting panels separate the common area from the outer space. The daily chores of the home are mostly done outside the house looking for a tree shade of the strong solar incidence. Therefore, the House seeks the flexibility of being open, between-open or totally closed. The module of the house and its elements were all thought and dimensioned having the woman as a constructive human force and thinking about the possibility of replication for one or more family formations. The modules can join.

 

Informations

Project's time: click here to get to know us! 
Crowdfunding's time: Mariana Montag, Shelly Dorf, Elisa Pires, Kaue Maciel, Bruna Romero, Amanda Antonon, Rafael Barão, Pegge and Mathilde Rousseaux. . 

Feel free to connect with us! We're excited to talk to you! 
Website: A Casa de Jajja 
Ig: @acasadejajja
e-mail: acasadejajja@gmail.com

 

 

As mulheres são lares

Olá <3 Lembrando que não é necessário escolher uma recompensa, você pode contribuir com qualquer valor, da maneira que achar melhor. É só clicar em APOIAR ou clicar em cima da recompensa escolhida :) 


O Projeto

O projeto desenvolvido é sobre relações de afeto e arquitetura, como prática emancipadora.

A pesquisa está sendo desenvolvida como trabalho de graduação. O afeto nasce através do envolvimento no Projeto Escola em Uganda, em kikajjo, vilarejo rural em Uganda, leste Africano. Lá conhecemos a Jajja Imaculate, uma senhora de 75 anos de muita força e fé, avó de Rose e Gift. Desenhamos e discutimos uma casa juntas. A arquitetura da casa não será apenas uma moradia para Jajja, mas uma prática emancipadora questionando os papeis de gênero, onde o processo de construção será feito através de oficinas de capacitação para mulheres.

Assim como Jajja, as mulheres do vilarejo de Kikajjo cuidam de todos e todas, mas mulheres fortes também precisam ser cuidadas e voltarem a seus lares interiores. As vozes femininas do vilarejo rural de Kikkajo não são as únicas que não estão sendo escutadas, as mulheres rurais estão por todos os cantos do mundo trabalhando como força humana fundamental para sustentar nosso sistema.

O projeto da Casa de Jajja incia-se com o protótipo em Kikajjo, mas tem a possibilidade e intenção de se replicar para as mulheres e seus lares pelo mundo.

Os Valores

1. ACADEMIA X REALIDADE:

E se estudantes de arquitetura, em colaboração com profissionais, pudessem pensar soluções para problemas e demandas reais e ainda viabilizar? O projeto propõe que a academia ultrapasse os limites teóricos e especulativos para a prática. O projeto de graduação desenvolvido aqui é uma resposta a uma demanda e uma cliente real, possibilitando a ponte entre academia e realidade, um estúdio de projeto com a responsabilidade do acerto para viabilização.

2. MORADIA E GÊNERO:

O lar sempre foi visto e delegado sob os cuidados das mulheres, principalmente nas zonas rurais. No entanto, o planejamento e construção foram delegados aos homens. E se as mulheres as usuárias das casas desenvolvessem suas próprias casas? A criação da casa foi desenvolvida em colaboração com a usuária, a Jajja, e a pesquisa feita através da perspectiva de gênero. A viabilização do projeto – o processo construtivo – questionam os papéis de gênero através construção.

3. ARQUITETURA PRODUTO X ARQUITETURA PROCESSO:

A Casa vista como um produto pode beneficiar uma família, mas e se a casa e todo o processo de concepção fosse abordada como um processo? O desenho e as tecnologias foram eleitas após uma imersão no local, compreendendo as possibilidades de recursos naturais e humanos de forma a respeitar a cultura e o meio, além de compartilhar inovação. A casa será uma escola de capacitação em construção para mulheres, beneficiando outras pessoas durante o processo.

4. REPLICABILIDADE E ESCALABILIDADE:

O primeiro protótipo é a Casa de Jajja, no entanto o sistema construtivo permite flexibilidade e que possa ser replicado e reinterpretado em outras zonas rurais do mundo de zonas climáticas semelhantes.  O projeto ainda visa a sustentabilidade e escalabilidade, de modo que as mulheres envolvidas possam dar continuidade gerando uma cooperativa e rentabilizando o processo.

O Lar

A casa foi pensada em conjunto. Depois de muitas conversas, oficinas de desenho coletivo, pesquisa e troca o primeiro protótipo da Casa de Jajja nasceu.

O partido do projeto foi compreender a relação dos hábitos locais com os elementos essenciais do morar: o fogo, a água e o descansar. Todos os ambientes são organizados de baixo de uma cobertura independente: pilares que conectam treliças invertidas com a função de captar água para a casa. A Casa possui dois dormitórios rodeados por alpendres, em um núcleo mais privado construído com tijolos de adobe; uma cozinha horizontal central separada por painéis móveis do espaço compartilhado, a sala. Os painéis pivotantes separam a sala do espaço externo. As tarefas diárias do lar em sua maioria são feitas do lado de fora casa buscando uma sombra de árvore da forte incidência solar. Sendo assim, a Casa busca ter a flexibilidade de estar aberta, entre-aberta ou totalmente fechada. O módulo da casa e seus elementos foram todos pensados e dimensionados tendo a mulher como força humana construtiva e pensa na possibilidade da replicação, para uma ou mais formações familiares. Os módulos podem se unir.

 

Cronograma, Orçamento e Metas



Informações

Equipe do projeto: para nos conhecer um pouco mais clique aqui.
Equipe do financiamento: Mariana Montag, Shelly Dorf, Elisa Pires, Kaue Maciel, Bruna Romero, Amanda Antonon, Rafael Barão, Pegge e Mathilde Rousseaux. . 

Sinta-se a vontade de falar com a gente, estamos ansiosas para trocar com vocês! 
Site: A Casa de Jajja 
Ig: @acasadejajja
e-mail: acasadejajja@gmail.com

 

Vamos juntxs! 

 


The project

The project developed is about relationships of affection and architecture, as an emancipatory practice.

The research is being developed as graduation work. Affection arises through involvement in the Project ‘Escola em Uganda’, in Kikajjo, a rural village in Uganda, East Africa. There we met Jajja Imaculate, a 75-year old lady of great strength and faith, Rose's and Gift’s  grandmother. We drew and discussed a house together. The architecture of the house will not only be a home for Jajja, but an emancipatory practice questioning gender roles, where the building process will be done through construction workshops for women.

Like Jajja, women in the village of Kikajjo taken care of everyone, but strong women also need to be taken care ofr and return to their inner homes. The female voices of the rural village of Kikkajo are not the only ones that are not being heard. Rural women are all over the world working as a fundamental human force to sustain our system.

Jajja’s house project starts with the prototype in Kikajjo, but has the possibility and intention to replicate for women and their homes around the world.

 

Values

1. ACADEMY X REALITY:

What if architecture students, in collaboration with professionals, could think of solutions to real problems and demands and make those solutions a reality? This project proposes that the academy surpasses the theoretical and speculative limits and puts those ideas into practice. The undergraduate project developed here is a response to a demand from a real client, allowing the bridge between academia and reality. A project studio with the responsibility of creating a solution that will be  feasible.
 

2. HOUSING AND GENDER:

The house activities have always been seen and delegated under the care of women, especially in rural areas. However, planning and construction were delegated to men. What if women, who are the homemakers, developed their own homes? The creation of Jajja’s house was developed in collaboration with the user, Jajja, and the research was done from a gender perspective. The feasibility of the project and  the constructive process, questioned gender roles through construction.

3. ARCHITECTURE PRODUCT X ARCHITECTURE PROCESS:

The House is seen as a product that can benefit a family, but what if the home and the entire design process was addressed as a process? The design and the technologies were chosen after an immersion in the place, understanding the possibilities of natural and human resources in order to respect the culture and the environment, as well as sharing innovation. The house will be a training school under construction for women, benefiting other people during the process.

4. SUSTAINABILITY AND REPLICABILITY:

The first prototype is Jajja’s house, however, the construction system allows for flexibility and can be replicated in other rural areas of the world in similar climate zones. The project also aims at sustainability and replicability, so that the women involved can continue to generate a cooperative and make the process profitable.

 

The Home 

The house was thought out together. After many talks, moments of collective design, research and exchange the first prototype of the Jajja’s house was born.

The principle of the project was to understand the relation of the local habits with the essential elements of the living: the fire, the water and the rest. All environments are organized underneath an independent roof: pillars that connect inverted trusses with the function of capturing water. The house has two dormitories surrounded by porches, in a more private nucleus built with adobe bricks. There is a central horizontal kitchen separated by movable panels from the shared space, the living room. The pivoting panels separate the common area from the outer space. The daily chores of the home are mostly done outside the house looking for a tree shade of the strong solar incidence. Therefore, the House seeks the flexibility of being open, between-open or totally closed. The module of the house and its elements were all thought and dimensioned having the woman as a constructive human force and thinking about the possibility of replication for one or more family formations. The modules can join.

 

Informations

Project's time: click here to get to know us! 
Crowdfunding's time: Mariana Montag, Shelly Dorf, Elisa Pires, Kaue Maciel, Bruna Romero, Amanda Antonon, Rafael Barão, Pegge and Mathilde Rousseaux. . 

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Website: A Casa de Jajja 
Ig: @acasadejajja
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