Apoie o Coletivo Ambiente Crítico! |

Apoie o Coletivo Ambiente Crítico!

A campanha tem como objetivo apoiar o financiamento de atividades do Coletivo Ambiente Crítico em seu trabalho pela preservação ambiental e justiça social

Project by: Juliana Martellet Job
R$ 1.140,00
pledged
goal R$ 2.000,00

21
backers

57%
pledged

21
days to go

The first goal has been reached! The project will come to life but the funding goes on until 06/01/2020 - 23:59

BY

Juliana Martellet Job

Juliana Martellet Job

R$ 10
Mimo surpresa
5 backers
Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para tod@s @s apoiadores, @s quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.
R$ 30
Mimo surpresa 2
4 backers
Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para tod@s @s apoiadores, @s quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.
R$ 50
Mimo surpresa 3
9 backers
Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para tod@s @s apoiadores, @s quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.
R$ 70
Mimo surpresa 4
3 backers
Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para tod@s @s apoiadores, @s quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.
R$ 100
Mimo surpresa 5
3 backers
Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para tod@s @s apoiadores, @s quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.

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Back with any value!

Somos um grupo de estudantes e profissionais de diversas áreas que unem seus conhecimentos para cooperar com comunidades e movimentos sociais, na busca por preservação ambiental e justiça social na região metropolitana de Porto Alegre.

Desde 2015, temos atuado nas causas que acreditamos cobrindo os custos do próprio bolso. Com o crescimento do grupo e expansão de suas atividades, é necessário buscar financiamento para que o coletivo continue viável e democrático para seus membros. O financiamento coletivo objetiva cobrir os custos básicos de transporte e alimentação dxs mais de 15 participantes do coletivo durante o próximo ano de atuação, além de auxiliar na produção de materiais de divulgação das causas.

Seu apoio é importante para que possamos continuar nosso trabalho em defesa dos direitos sociais e ambientais!

Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para todos os apoiadores, os quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.

Calculamos que o valor de 50 reais por pessoa seria ideal para atingirmos nossa meta, mas seja consciente no valor de sua doação. Nos apoie de acordo com suas condições financeiras, pois qualquer contribuição é bem-vinda e já nos ajuda muito.

Contribuindo com o coletivo Ambiente Crítico, você estará apoiando os projetos nas temáticas: 

  • Preservação ambiental;

  • Educação ambiental crítica em escolas públicas;

  • Regularização fundiária em comunidade ameaças de remoção;

  • Pesquisa independente sobre os usos da orla de Porto Alegre;

  • Acompanhamento da revisão do Plano Diretor de Porto Alegre;

  • Apoio ao movimento Salve Jacuí, contra a instalação de uma mina de carvão às margens de um rio que abastece a região metropolitana. 

Saiba mais sobre nossos projetos:

O projeto Preserva Arado e o debate sobre a orla de Belém Novo consiste em uma parceria com o movimento de moradores Preserva Belém Novo. Vem sendo desenvolvido pelo Ambiente Crítico desde 2015 em vínculo com organizações que atuam na zona sul de Porto Alegre, com destaque para o Instituto Econsciência e ONG Amigos da Terra.

Desde então, foram desenvolvidas duas frentes de atuação, relacionadas, mas independentes:

Campanha Preserva Arado: organizada em defesa da preservação da Fazenda do Arado Velho, cuja paisagem está ameaçada pelo projeto de construção de um dos maiores empreendimento de Porto Alegre. Toda a Zona Sul de Porto Alegre corre o risco de sofrer mudanças significativas nas suas dinâmicas sociais e econômicas. Possui um website próprio:  www.preservaarado.wordpress.com

Debate sobre a orla de Belém Novo: concebemos uma orla de Belém Novo como um espaço de grande importância cultural para a cidade de Porto Alegre, assim realizamos reflexões e ações que promovam um uso democrático e harmonioso com o ambiente natural.

 

O projeto de Educação Ambiental Crítica na Escola Estadual de Ensino Médio Padre Reus teve início em janeiro de 2017, à partir de professoras de Biologia da escola. Trabalhadores em educação e membros do Coletivo Ambiente Crítico articularam o projeto em três frentes indissociáveis de atuação: formação pedagógica; manejo de resíduos sólidos; e horta escolar orgânica. O Coletivo Ambiente Crítico se afastou do projeto no final de 2018, por entender que chegava ao fim seu ciclo de participação. Hoje o projeto tem autonomia, sendo tocado pela comunidade escolar: alunos, ex alunos e profissionais da educação.

Atualmente, o CAC está estudando iniciar novo projeto de Educação Ambiental Crítica em escola pública, que ainda não foi definida.

 

O projeto Vila Boa Esperança consiste em uma rede articulada na defesa do direito à moradia da comunidade da Vila Boa Esperança, localizada no Bairro Agronomia/Porto Alegre. O Coletivo Ambiente Crítico se insere, em conjunto com o Grupo de Assessoria Justiça Popular, como parceiros da Associação de Moradores da Vila Boa Esperança. A comunidade, com cerca de 100 famílias, enfrenta o desafio de regularização fundiária em um contexto de disputa judicial com diversos atores, como a UFRGS (proprietária da área), a Prefeitura de Porto Alegre, a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal. Um agravante do contexto judicial é a alegada incidência de pontos com risco geológico na área.

 

*Foto: Fernando Stankuns

As diretrizes e regulações que identificam a função social de cada área do município são registradas em forma de lei, que em cidades com mais de 20 mil habitantes são organizadas no Plano Diretor. O Plano Diretor é um instrumento básico da política urbana, e de acordo com o Estatuto da Cidade seu conteúdo deve ser revisado a cada 10 anos juntamente com a população.

Tendo em vista seus impactos nos usos, construções e funções sociais de uma cidade, o Coletivo Ambiente Crítico percebe a importância de acompanhar o processo de revisão do Plano Diretor de Porto Alegre (PDDUA), que deverá ser concluído até o ano de 2020 e estabelece o projeto de cidade que desejamos. Por ser a revisão desse instrumento alvo de disputa de diferentes grupos da sociedade civil (construção civil, ambientalistas, movimentos sociais, comerciantes, entre outro atores) decidimos, enquanto Coletivo Ambiente Crítico, unir esforços com o Coletivo Cidade Que Queremos (CCQQ), o qual procura articular diversos movimentos sociais da cidade a fim de construir de um entendimento plural sobre o urbano e assim ampliar o debate em torno dessa revisão.

Foi construído um movimento para disputar as eleições de 2018 do CMDUA, conselho do plano diretor de Porto Alegre, que conquistou maior participação e representação popular. No mesmo ano, o coletivo atuou como apoiador do projeto Planos Populares de Ação Regional de Porto Alegre, promvoido pelo IAB-RS com apoio do CPLAB e EMAV da UFRGS e patrocínio do CAU-RS.

A orla de Porto Alegre pode ser entendida como espaço de intensa disputa política, dado que nela uma grande diversidade de atividades econômicas, culturais e sociais estão estabelecidas. Esta característica, no entanto, não lhe é exclusiva. Assim como diversas outras cidades com orla do País, a capital gaúcha tem uma profunda relação com as águas que constituem seu limite geográfico e que fazem com que seu território seja alvo de conflitos específicos, como a discussão em torno do Cais Mauá, Pontal do Estaleiro Só e Fazenda do Arado. Além disso, a faixa de interface da cidade com o Lago Guaíba é arena de diferentes usos contraditórios geradores de tensões sociais e ambientais que explicam as transformações que produziram a heterogênea paisagem presente que se estende desde as Ilhas do Delta do Jacuí até a praia do Lami.

Na busca da compreensão desses processos, traçamos a seguinte problemática de investigação: “Como a orla de Porto Alegre está sendo produzida a partir de seus usos sócio-ambientais?” O projeto de pesquisa está alojado no Instituto de Geociências da UFRGS (IGEO) e é coordenado pelo prof. geógrafo Nelson Rego. No entanto, foi dada confiança e autonomia aos integrantes do Coletivo Ambiente Crítico para o desenvolvimento da pesquisa.

 

O projeto teve início no Coletivo quando moradores do Assentamento Apolônio de Carvalho entraram em contato denunciando um projeto. Proposto pela empresa Copelmi, o projeto visa a construção de uma mina de carvão a céu aberto nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul. O Coletivo Ambiente Crítico viu a necessidade de se unir a outras entidades e movimentos, devido ao tamanho do empreendimento. Foi então que passamos a integrar o Comitê de Combate à Megamineração no RS, apoiando com pareceres técnicos, apontando as contradições do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Também nos fazemos presentes nas audiências públicas para o debate do empreendimento e em ações junto aos moradores do Assentamento Apolônio de Carvalho.

Agora você já conhece um pouco de nossos projetos e de nosso trabalho, mas se quiser saber mais, pode nos escrever em coletivoambientecritico@gmail.com ou entrar em nosso site coletivoambientecritico.wordpress.com ou redes sociais. 

Seja hoje um apoiador do Coletivo Ambiente Crítico e ajude a promover um futuro com mais preservação ambiental e justiça social!

 

Juliana Martellet Job No posted news yet.

Somos um grupo de estudantes e profissionais de diversas áreas que unem seus conhecimentos para cooperar com comunidades e movimentos sociais, na busca por preservação ambiental e justiça social na região metropolitana de Porto Alegre.

Desde 2015, temos atuado nas causas que acreditamos cobrindo os custos do próprio bolso. Com o crescimento do grupo e expansão de suas atividades, é necessário buscar financiamento para que o coletivo continue viável e democrático para seus membros. O financiamento coletivo objetiva cobrir os custos básicos de transporte e alimentação dxs mais de 15 participantes do coletivo durante o próximo ano de atuação, além de auxiliar na produção de materiais de divulgação das causas.

Seu apoio é importante para que possamos continuar nosso trabalho em defesa dos direitos sociais e ambientais!

Para evitar a produção desnecessária de bens de consumo, propomos um financiamento cuja recompensa se dá na efetivação de nosso trabalho e não em grandes presentes físicos. Como agradecimento, enviaremos um pequeno mimo surpresa para todos os apoiadores, os quais podem acompanhar a aplicação de suas contribuições na evolução de nossos projetos em nosso site e redes sociais.

Calculamos que o valor de 50 reais por pessoa seria ideal para atingirmos nossa meta, mas seja consciente no valor de sua doação. Nos apoie de acordo com suas condições financeiras, pois qualquer contribuição é bem-vinda e já nos ajuda muito.

Contribuindo com o coletivo Ambiente Crítico, você estará apoiando os projetos nas temáticas: 

  • Preservação ambiental;

  • Educação ambiental crítica em escolas públicas;

  • Regularização fundiária em comunidade ameaças de remoção;

  • Pesquisa independente sobre os usos da orla de Porto Alegre;

  • Acompanhamento da revisão do Plano Diretor de Porto Alegre;

  • Apoio ao movimento Salve Jacuí, contra a instalação de uma mina de carvão às margens de um rio que abastece a região metropolitana. 

Saiba mais sobre nossos projetos:

O projeto Preserva Arado e o debate sobre a orla de Belém Novo consiste em uma parceria com o movimento de moradores Preserva Belém Novo. Vem sendo desenvolvido pelo Ambiente Crítico desde 2015 em vínculo com organizações que atuam na zona sul de Porto Alegre, com destaque para o Instituto Econsciência e ONG Amigos da Terra.

Desde então, foram desenvolvidas duas frentes de atuação, relacionadas, mas independentes:

Campanha Preserva Arado: organizada em defesa da preservação da Fazenda do Arado Velho, cuja paisagem está ameaçada pelo projeto de construção de um dos maiores empreendimento de Porto Alegre. Toda a Zona Sul de Porto Alegre corre o risco de sofrer mudanças significativas nas suas dinâmicas sociais e econômicas. Possui um website próprio:  www.preservaarado.wordpress.com

Debate sobre a orla de Belém Novo: concebemos uma orla de Belém Novo como um espaço de grande importância cultural para a cidade de Porto Alegre, assim realizamos reflexões e ações que promovam um uso democrático e harmonioso com o ambiente natural.

 

O projeto de Educação Ambiental Crítica na Escola Estadual de Ensino Médio Padre Reus teve início em janeiro de 2017, à partir de professoras de Biologia da escola. Trabalhadores em educação e membros do Coletivo Ambiente Crítico articularam o projeto em três frentes indissociáveis de atuação: formação pedagógica; manejo de resíduos sólidos; e horta escolar orgânica. O Coletivo Ambiente Crítico se afastou do projeto no final de 2018, por entender que chegava ao fim seu ciclo de participação. Hoje o projeto tem autonomia, sendo tocado pela comunidade escolar: alunos, ex alunos e profissionais da educação.

Atualmente, o CAC está estudando iniciar novo projeto de Educação Ambiental Crítica em escola pública, que ainda não foi definida.

 

O projeto Vila Boa Esperança consiste em uma rede articulada na defesa do direito à moradia da comunidade da Vila Boa Esperança, localizada no Bairro Agronomia/Porto Alegre. O Coletivo Ambiente Crítico se insere, em conjunto com o Grupo de Assessoria Justiça Popular, como parceiros da Associação de Moradores da Vila Boa Esperança. A comunidade, com cerca de 100 famílias, enfrenta o desafio de regularização fundiária em um contexto de disputa judicial com diversos atores, como a UFRGS (proprietária da área), a Prefeitura de Porto Alegre, a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público Federal. Um agravante do contexto judicial é a alegada incidência de pontos com risco geológico na área.

 

*Foto: Fernando Stankuns

As diretrizes e regulações que identificam a função social de cada área do município são registradas em forma de lei, que em cidades com mais de 20 mil habitantes são organizadas no Plano Diretor. O Plano Diretor é um instrumento básico da política urbana, e de acordo com o Estatuto da Cidade seu conteúdo deve ser revisado a cada 10 anos juntamente com a população.

Tendo em vista seus impactos nos usos, construções e funções sociais de uma cidade, o Coletivo Ambiente Crítico percebe a importância de acompanhar o processo de revisão do Plano Diretor de Porto Alegre (PDDUA), que deverá ser concluído até o ano de 2020 e estabelece o projeto de cidade que desejamos. Por ser a revisão desse instrumento alvo de disputa de diferentes grupos da sociedade civil (construção civil, ambientalistas, movimentos sociais, comerciantes, entre outro atores) decidimos, enquanto Coletivo Ambiente Crítico, unir esforços com o Coletivo Cidade Que Queremos (CCQQ), o qual procura articular diversos movimentos sociais da cidade a fim de construir de um entendimento plural sobre o urbano e assim ampliar o debate em torno dessa revisão.

Foi construído um movimento para disputar as eleições de 2018 do CMDUA, conselho do plano diretor de Porto Alegre, que conquistou maior participação e representação popular. No mesmo ano, o coletivo atuou como apoiador do projeto Planos Populares de Ação Regional de Porto Alegre, promvoido pelo IAB-RS com apoio do CPLAB e EMAV da UFRGS e patrocínio do CAU-RS.

A orla de Porto Alegre pode ser entendida como espaço de intensa disputa política, dado que nela uma grande diversidade de atividades econômicas, culturais e sociais estão estabelecidas. Esta característica, no entanto, não lhe é exclusiva. Assim como diversas outras cidades com orla do País, a capital gaúcha tem uma profunda relação com as águas que constituem seu limite geográfico e que fazem com que seu território seja alvo de conflitos específicos, como a discussão em torno do Cais Mauá, Pontal do Estaleiro Só e Fazenda do Arado. Além disso, a faixa de interface da cidade com o Lago Guaíba é arena de diferentes usos contraditórios geradores de tensões sociais e ambientais que explicam as transformações que produziram a heterogênea paisagem presente que se estende desde as Ilhas do Delta do Jacuí até a praia do Lami.

Na busca da compreensão desses processos, traçamos a seguinte problemática de investigação: “Como a orla de Porto Alegre está sendo produzida a partir de seus usos sócio-ambientais?” O projeto de pesquisa está alojado no Instituto de Geociências da UFRGS (IGEO) e é coordenado pelo prof. geógrafo Nelson Rego. No entanto, foi dada confiança e autonomia aos integrantes do Coletivo Ambiente Crítico para o desenvolvimento da pesquisa.

 

O projeto teve início no Coletivo quando moradores do Assentamento Apolônio de Carvalho entraram em contato denunciando um projeto. Proposto pela empresa Copelmi, o projeto visa a construção de uma mina de carvão a céu aberto nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul. O Coletivo Ambiente Crítico viu a necessidade de se unir a outras entidades e movimentos, devido ao tamanho do empreendimento. Foi então que passamos a integrar o Comitê de Combate à Megamineração no RS, apoiando com pareceres técnicos, apontando as contradições do Estudo de Impacto Ambiental e do Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). Também nos fazemos presentes nas audiências públicas para o debate do empreendimento e em ações junto aos moradores do Assentamento Apolônio de Carvalho.

Agora você já conhece um pouco de nossos projetos e de nosso trabalho, mas se quiser saber mais, pode nos escrever em coletivoambientecritico@gmail.com ou entrar em nosso site coletivoambientecritico.wordpress.com ou redes sociais. 

Seja hoje um apoiador do Coletivo Ambiente Crítico e ajude a promover um futuro com mais preservação ambiental e justiça social!

 

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