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O Terreiro Contemporâneo é um quilombo urbano situado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Criado pela Companhia Rubens Barbot, a Incubadora Afro Brasileira e o Instituto Brasil Social. Surgiu em meados dos anos 90 com intuito de realizar encontros, pesquisas e apresentações com protagonismo negro.
Com o passar dos anos a instituição superou inúmeras adversidades e desde então vem se reerguendo de mais uma dessas fissuras e principalmente da falta de recursos de diversas naturezas.

Rubens Barbot - Bailarino e coreografo fundador da cia Rubens Barbot
Gerida pela Cia de Dança Rubens Barbot (1990) e a Confraria do Impossível a partir de 2018, o quilombo serve de residência artística para diversos grupos teatrais como: Grupo Emú, Corpo Cruzado, dentre outros. Já se apresentaram por lá diversas peças de dança e teatro, como o espetáculo Mercedes do Grupo Emú, sobre a primeira bailarina negra do Teatro Municipal do RJ; É o maior realizador do Cineclube Atlântico Negro; a Mostra 2ª Black; o espetáculo Esperança na Revolta (vencedor do prêmio Shell por melhor direção). O quilombo é um celeiro de criação, produção e distribuição.

Premiação de "Esperança na revolta" em 2018. O Terreiro ganha sua premiação no ano seguinte.
Em seu currículo o Terreiro foi laureado pelo principal prêmio de teatro do Brasil. Em 2020, foi homenageado com Prêmio Shell na categoria Inovação e que juntos correspondem ao fortalecimento, preservação e memoria da arte negra no Rio de Janeiro.

A Confraria do Impossível foi fundada em 2010 por André Lemos. Inicialmente sua abordagem era feita como Coletivo artístico de multilinguagens e contou com a colaboração e participação de artistas periféricos como Diego de Abreu, Márcio Fecher, Marcos Marján entre outros.
A partir de 2015 com a entrada de Reinaldo Junior, uma nova roupagem foi dada ao coletivo tendo como mote principal a racialização de nossos projetos. Desde então realizamos diversos experimentos artísticos nas ruas sobre genocídio da população negra, empoderamento feminino, luta de classes, intolerância religiosa, manipulação dos meios de comunicação, ancestralidade entre outros.
Em 2019, a Confraria do Impossível decide ampliar seu espaço e discurso artístico para o mundo e mercado coorporativo tornando-se a primeira empresa brasileira de descolonização do pensamento ocidental a partir de produtos de arte, cultura e educação negra.
Assine o terreiro! Ajude a manter e reconstruir esse legado para a cidade do Rio de Janeiro.
