AzMina - para mulheres de A a Z |

AzMina - para mulheres de A a Z

Uma organização sem fins lucrativos que aposta em educação e jornalismo investigativo independente, crítico, divertido e gratuito


Meta 1: R$ 1.200

Entrega: Esse valor já dá uma forcinha para pagar as contas da revista, garantindo que nós não dependamos inteiramente de anúncios e possamos garantir nossa independência editorial!

Celebração: Todos os colaboradores fixos do nosso Recorrente serão parte do nosso Conselho Editorial de Leitor@s, receberão conteúdo exclusivo e poderão opinar no formato e pautas da revista. Ao atingir essa meta sortearemos prêmios de nossos produtos personalizados entre os colaboradores!!!

Meta 2: R$ 5.500

Entrega: Com esse valor já garantimos a operação básica da Revista AzMina e conseguimos publicar ao menos uma reportagem e uma coluna por semana.

Celebração: Todos os colaboradores fixos do nosso Recorrente serão parte do nosso Conselho Editorial de Leitor@s, receberão conteúdo exclusivo e poderão opinar no formato e pautas da revista. Além disso, eles têm preferência quando nossos cursos online têm vagas limitadas. Mas, além disso, se liga nas recompensas para cada faixa de colaboração aí ao lado! Quando batermos essa meta, a gente vai organizar um super debate sobre temas feministas com entrada franca pra todos os assinantes.

Meta 3: R$ 10.000

Entrega: Com esse valor já garantimos uma operação bem mais qualificada da Revista AzMina, com uma profissional dedicada em tempo integral à revista, mais reportagens investigativas, colunas, vídeos.

Celebração: Todos os colaboradores fixos do nosso Recorrente serão parte do nosso Conselho Editorial de Leitor@s, receberão conteúdo exclusivo e poderão opinar no formato e pautas da revista. Além disso, eles têm preferência quando nossos cursos online têm vagas limitadas. Mas, além disso, se liga nas recompensas para cada faixa de colaboração aí ao lado! Quando batermos essa meta, a gente vai mandar pra todos os assinantes um brinde comemorativo surpresa :)

Meta 4: R$ 15.000

Entrega: Com esse valor conseguimos abrir um setor de minidocumentários! Além de garantir uma operação bem mais qualificada da Revista AzMina, com uma profissional dedicada em tempo integral à revista, mais reportagens investigativas, artigos, vídeo-reportagens e ensaios de moda. E, claro, sempre pagando ao menos o piso do Sindicato de Jornalistas para nossas profissionais - não vamos precarizar a mão de obra feminina não!

Celebração: Todos os colaboradores fixos do nosso Recorrente serão parte do nosso Conselho Editorial de Leitor@s, receberão conteúdo exclusivo e poderão opinar no formato e pautas da revista. Além disso, eles têm preferência quando nossos cursos online têm vagas limitadas. Mas, além disso, se liga nas recompensas para cada faixa de colaboração aí ao lado! Quando batermos essa meta, a gente vai organizar uma super festa feminista!

Meta 5: R$ 20.000

Entrega: Com esse valor conseguimos abrir um setor fotorreportagem além do de minidocumentários! Além de garantir uma operação bem mais qualificada da Revista AzMina, com duas profissionais dedicadas em tempo integral à revista, mais reportagens investigativas, artigos, vídeo-reportagens e ensaios de moda. E, claro, sempre pagando ao menos o piso do Sindicato de Jornalistas para nossas profissionais - não vamos precarizar a mão de obra feminina não!

Celebração: Todos os colaboradores fixos do nosso Recorrente serão parte do nosso Conselho Editorial de Leitor@s, receberão conteúdo exclusivo e poderão opinar no formato e pautas da revista. Além disso, eles têm preferência quando nossos cursos online têm vagas limitadas. Mas, além disso, se liga nas recompensas para cada faixa de colaboração aí ao lado! Quando batermos essa meta, a gente vai organizar um super debate feminista seguido de show com bandas de minas, de graça pra todas e todos que colaboram com o recorrente!

Tem dúvidas sobre sua assinatura?

Escreva para azminaresponde@azmina.com.br

AzMina é uma instituição sem fins lucrativos cujo objetivo é usar a informação e a educação para combater os diversos tipos de violência que atingem mulheres brasileiras, considerando as diversidades de raça, classe e orientação sexual. 

Já a Revista AzMina é uma publicação online e gratuita para mulheres de A a Z. Nela, há jornalismo investigativo acessível, de qualidade e sem rabo preso com anunciantes. N'AzMina a gente pensa diferente das revistas tradicionais, que acham que você está sempre feia e presa no corpo errado. Pra gente, você já é incrível do jeito que é e não precisa de nenhum pó de pirilimpimpim. O que você precisa é de uma equipe competente, diversa e ética de comunicadoras que desvende, questione, te informe sobre seus direitos e estimule a autorreflexão.

Devido ao apoio e engajamento de nossas queridas leitoras e leitores com a revista, AzMina foi crescendo e fundou recentemente um novo setor exclusivamente voltado à educação. Oferecemos cursos presenciais e online, palestras, oficinas e workshops elaborados por nossa equipe com o apoio de especialistas nas mais diversas áreas do conhecimento para lutar, por meio da educação, por uma sociedade mais justa, igualitária e democrática.

Em pouco mais de um ano de existência, já fizemos e apoiamos campanhas super relevantes e virais como a #CarnavalSemAssédio e a #MamiloLivre, reportagens profundas que desvendam realidades ainda inexploradas como o abuso sexual institucionalizado de meninas quilombolas no Goiás (reportagem premiada pela Associação Brasileira de Jornais e a Universidade do Texas), o aborto legal no Brasil (Premiada pelo Prêmio Synapsis), o crescimento desigual do desemprego entre homens e mulheres durante a crise, o aumento do assédio nas zonas de construção de Belo Monteviolências cometidas contra travestis prostitutas e muito mais! E em janeiro, daremos início ao nosso primeiro curso online e gratuito para capacitar professoras e professores a combater o abuso sexual infantil.

Somos uma equipe diversa apaixonada por este projeto e dedicada a usar o jornalismo e a educação para ajudar a melhorar o mundo, principalmente para nós, mulheres! Mas só continuaremos fazendo tudo isso se você assinar AzMina. A ideia é a seguinte: quem pode, assina com quanto quiser para permitir que continuemos produzindo conteúdo crítico também para as mulheres que não podem pagar por ele.

Prêmios desta fase

(vale para quem der upgrade no valor de colaboração também!)

R$ 10

Você leva um link para baixar, em alta resolução, um pôster exclusivo d'AzMina em homenagem à Frida Kahlo.

R$ 20

Você leva este lindo ímã de geladeira feminista.

R$ 30

Você leva este porta-cerveja feminista MARA.

R$ 35 em diante

Você leva nosso livro "Você já é feminista: abra este livro e descubra o porquê", que te ajuda a entender a história e as correntes do movimento. Aqui ele fica mais barato que nas livrarias, onde custa R$ 35.

 

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Fazemos um jornalismo independente porque é você quem paga a maior parte da conta através de doações.

Somos de graça e cabemos no seu bolso

Temos uma revista com acesso gratuito pensada especialmente para plataformas móveis — smartphones e tablets, mas também acessível do computador. Assim, conseguimos alcançar e conversar com mais mulheres.

Somos LGBTT friendly

Ou você conhece algum outro veículo com editoria para lésbica, colunista travesti e que usa também modelos transexuais?

Elaboramos cursos gratuitos para capacitar professores 

Em nossos cursos online, ensinamos professores a trabalharem em sala de aula temas importantíssimos, como a cultura do estupro, que geralmente não são abordados nos cursos de graduação das universidades.

 

Doadores e doadoras frequentes se tornam integrantes do nosso conselho editorial de leitoras e leitores

A gente aqui não tem ombusdman: as(os) nossas(os) críticas(os) são as(os) próprias(os) leitoras-doadoras(es). Integrantes do conselho têm acesso a conteúdos exclusivos de bastidores, podem opinar em pautas, participar de debates e encontros exclusivos e ainda dar o pitaco em cada edição da revista.

 

A nossa equipe

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Uma revista do caralho? Não! Da buceta!

Em 28/08/2015 19:41

Matéria publicada na revista TPM em 28/09

Nana Queiroz cresceu em Pirituba, na periferia de São Paulo. Desde cedo ela tinha vontade de ser repórter, mas quando pegava uma revista teen nas mãos, sentia que aquilo não tinha nada a ver com ela. Eram páginas e páginas com peças de roupa de R$ 500, meninas magérrimas, de pele branca e muita maquiagem no rosto. "Isso fazia eu me sentir excluída. Como se tivesse menos direito de desfrutar da feminilidade por não poder pagar caro", recorda Nana. Foi ali, ainda na década de 90, que nasceu o desejo de fazer uma publicação que conversasse com todas as brasileiras, desejo esse que a jornalista, atualmente com 29 anos, vai concretizar semana que vem, com o lançamento da revista on-line AzMina. A publicação mensal reproduzirá o capricho de uma revista impressa, e tudo de graça, em formato digital, acessível via smartphone, tablet ou computador.

O site, que entra no ar dia 1º e foi financiado por crowdfunding, vai oferecer conteúdo para as mulheres cujos manuais de sexo, moda e beleza, dataram. Os quadrinhos terão espaço garantido e pra começar estarão lá o Garota Siririca, de Gabi Lovelove6 e o Menina Não Pode, de Libu. A seção Butina será exclusiva para escritoras lésbicas. Para Nana, também idealizadora da campanha #NãoMereçoSerEstuprada e autora do livro "Presos que menstruam", fazer uma revista do caralho não basta. AzMina quer ser uma revista da buceta.

"As brasileiras não querem só ler sobre dieta. Elas têm gostos diversos, então querem ser tratadas com diversidade. Desejam conteúdos profundos e críticos", define a jornalista, que pensou em batizar a revista de Biscate. "Fizemos alguns testes, e o nome não teve boa aceitação. Não queríamos que a revista falasse só para convertidas ao feminismo, mas para todas que não querem ser menosprezadas". Na capa da primeira edição, por exemplo, uma reportagem sobre as fábricas da China que exportam para confecções de roupas brasileiras. Incômodo e informativo.

O "saiba como fazer" ou aquelas "45 dicas para..." ficarão de fora das manchetes. As criadoras da revista tem certeza de que as mulheres querem e podem mais do que isso."Esse discurso de que liberdade sexual é saber chupar o cara do jeito certo é balela. Na verdade, é só mais um jeito de aprisionar as minas", diz a subeditora Helena Bertho, de 27 anos. "Agente não quer é cagar regra".

Beleza e moda estarão presentes, mas sem modelos esquálidas com padrões fictícios e looks que não cabem no bolso. "É importante para nós reconstruir o conceito de beleza brasileiro, que ainda celebra o padrão europeu. Escolhemos meninas que refletem a mulher que está nas ruas", explica a diretora de arte Larissa Ribeiro, de 32 anos. E vai ter Photoshop? "Não! Nada de esconder estria, celulite, nem espinha!", garante Larissa.

Na diversidade de colaboradoras estão Lola Aronovich, que leciona na Universidade Federal do Ceará e edita o blog feminista Escreva Lola Escreva, e a travesti sucesso no YouTube, Luísa Marilac. Para a coluna de estreia, ela entrevistou mães de transexuais. "Falei com a mãe de uma menina que tomou sete tiros na barriga. Não segurei a emoção e choramos juntas", lembra Luísa, que deixou a mansão na Espanha e os "bons drink" para trás e, hoje, mora em Guarulhos. Luísa garante que estamos todas no mesmo barco, "independentemente do pedaço de picanha entre as pernas", diz.

Vai lá: www.facebook.com/revistaazmina


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  • Nana Queiroz
  • Categoria: Cidades, Cultura e Arte, Educação, Esporte e Lazer, Inclusão Social, Saúde e Bem-Estar, Sustentabilidade, Política

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