[MG] Salve o Bar do Cacá! |

[MG] Salve o Bar do Cacá!

Contribua para que o Samba volte a dar o tom no Bar do Cacá. A pandemia fechou nossas portas, mas o Samba precisa tocar.

Projeto por: Bar do Caca
R$ 6.165,00
arrecadado
meta R$ 15.000,00

25
benfeitores

41%
arrecadado

22
dias restantes

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POR

Bar do Caca

Bar do Caca
R$ 10
Obrigado do fundo do nosso quintal!
4 benfeitores apoiando
Para agradecer sua colaboração iremos te enviar uma carta de agradecimento via e-mail com todo o nosso carinho!
R$ 20
O Samba agradece!
13 benfeitores apoiando
Você receberá um vídeo de agradecimento + a publicação de sua foto em nossa rede social.

37 disponíveis.
R$ 50
Assine nossa parede
8 benfeitores apoiando
Uma parede do Bar do Cacá será reservada para receber assinatura de todos que contribuírem.

90 disponíveis.
R$ 100
O Samba vai até você
1 benfeitor apoiando
A Cozinha do Cacá vai enviar até você uma porção especial de um tira gosto preparado por Dona Regina!

49 disponíveis.
R$ 200
O Samba é pra você
1 benfeitor apoiando
Você pode escolher um samba que será cantado especialmente pra você, por um dos artistas convidados pelo Bar do Cacá para Lives.

29 disponíveis.
R$ 1.000
O Samba recebe Você!
1 benfeitor apoiando
O Samba do Cacá fará um pocket show para os doadores residentes em BH e/ou região metropolitana. Para aqueles que não residem em BH a recompensa é válida, desde que as despesas de deslocamento sejam custeadas pelo próprio contemplado.

49 disponíveis.

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Outro valor

 

O Bar do Cacá existe desde 1987, são 34 anos dedicados ao Samba. Um negócio que começou com meu falecido irmão e com meu cunhado. Eu assumi logo após me formar na Ultramig. Desde então, me dedico integralmente ao Bar. No início, um negócio simples e despretensioso, mas o Axé que o público encontrou aqui fez do Samba do Cacá uma referência. Já recebi, em meu bar, artistas de renome nacional. Mas o que mais me deixa feliz é ver pessoas de todos os cantos de Minas Gerais e do Brasil virem prestigiar nossos Domingos de Samba e dias de festa.

A pandemia fechou meu bar. Distanciamento social é algo impensável quando falamos do Bar do Cacá. Os domingos de samba ao som da banda Simplicidade são o oposto do que é preconizado pela Organização Mundial da Saúde. São centenas de pessoas cantando, dançando e festejando. Nos últimos meses acumulei R$48.807,38 (quarenta e oito mil, oitocentos e sete reais e trinta e oito centavos) em dívidas. Incluindo água e luz, fornecedores de bebidas e comerciantes locais. O Bar era (e é) minha única renda, não sou aposentado, não imaginaria nunca ver meu comércio de portas fechadas por tanto tempo. Há dias em que chego a imaginar que é simplesmente um pesadelo, que os meninos da banda vão chegar pra ensaiar às quartas e aos domingos às 17h a casa vai estar aberta e repleta de gente bonita, alegre e disposta a celebrar a vida. Mas, a realidade é outra. Um galpão vazio, os instrumentos empoeirados, o silêncio ensurdecedor, uma melancolia sem fim.

Meu sonho é ter condição de receber com qualidade a todos que chegarem até aqui. Acho que herdei o coração de minha, Dona Bené, benzedeira que largava o que estava fazendo para benzer quem batesse à porta (aliás, cultuamos religião vinda da África). Sou assim, quero abrir a Casa, o Samba do Cacá e receber todos que chegarem até nós. Mas, receber com qualidade, tendo espaço e conforto para todos. Mesmo quando a prefeitura flexibilizou a abertura dos bares e restaurantes eu não tive coragem de abrir, pois não acho justo deixar as pessoas do lado de fora (pensando em número reduzido e distanciamento). E sei que, se eu abrir, todos virão e isso vai gerar aglomeração e eu não posso ser irresponsável. Tenho 66 anos, minha irmã, que trabalha comigo no bar, tem 72. Tenho um irmão com Alzheimer e sou eu que cuido dele. Então, tenho esperado que tudo se normalize para voltar a abrir meu bar. Mas isso só será possível com a ajuda de todos vocês!

 

 

A minha prioridade é pagar os comerciantes locais como armazéns e distribuidora de bebidas, pois sei da importância do valor que eles têm empenhado comigo para a manutenção de seus próprios negócios. Se conseguirmos ultrapassar a meta inicial, vamos seguir com o pagamento das dívidas com os fornecedores de médio porte, também pensando na sustentabilidade do negócio desses nossos parceiros. E, por fim, voltar à mesa para negociar com Cemig e Copasa, que atualmente estão irredutíveis quanto às propostas que fiz dentro do que é possível. E, por acreditar que podemos ir muito além da meta inicial proposta, ao finalizar o pagamento das dívidas, queremos trabalhar na revitalização do Negócio, desde a parte física, ao marketing e relação com a comunidade. Queremos trazer mais vida às paredes, mais conforto aos clientes, mais visibilidade para o negócio e mais benefícios para a comunidade.

O recurso a ser aportado pelo financiamento ao qual estamos nos submetendo será, inicialmente, um suspiro pessoal, sem dúvida, pois sabemos da nossa responsabilidade para com os que nos fiaram todo esse tempo. Ao ter a oportunidade de divulgar o negócio e ampliar nossa net, podemos promover ações locais para fomentar a arte, o esporte e o bem estar da comunidade. Abrir o Bar do Cacá para aulas, assim como a Casa das Poesias abriu a portas para mim, que hoje estou fazendo aulas de canto, com o patrocínio da Casa das Poesias que é um Coletivo de Artistas que veio se instalar na Vila Andiroba em Setembro de 2020. Queremos também ser um ponto de referência para transmissão de saberes ancestrais, honrado assim a memória de nossa mãe.

 

 

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$15.000 seja alcançado.

 

 

 

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 1.500.000,00 ( um milhão e 500 mil reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo para recuperação de micro e pequenos negócios das periferias afetados pela pandemia. O Fundo Colaborativo segue aberto para novos parceiros que desejam destinar recursos para as periferias urbanas brasileiras.

 

 

 

 

Bar do Caca ainda não publicou nenhuma notícia.

 

O Bar do Cacá existe desde 1987, são 34 anos dedicados ao Samba. Um negócio que começou com meu falecido irmão e com meu cunhado. Eu assumi logo após me formar na Ultramig. Desde então, me dedico integralmente ao Bar. No início, um negócio simples e despretensioso, mas o Axé que o público encontrou aqui fez do Samba do Cacá uma referência. Já recebi, em meu bar, artistas de renome nacional. Mas o que mais me deixa feliz é ver pessoas de todos os cantos de Minas Gerais e do Brasil virem prestigiar nossos Domingos de Samba e dias de festa.

A pandemia fechou meu bar. Distanciamento social é algo impensável quando falamos do Bar do Cacá. Os domingos de samba ao som da banda Simplicidade são o oposto do que é preconizado pela Organização Mundial da Saúde. São centenas de pessoas cantando, dançando e festejando. Nos últimos meses acumulei R$48.807,38 (quarenta e oito mil, oitocentos e sete reais e trinta e oito centavos) em dívidas. Incluindo água e luz, fornecedores de bebidas e comerciantes locais. O Bar era (e é) minha única renda, não sou aposentado, não imaginaria nunca ver meu comércio de portas fechadas por tanto tempo. Há dias em que chego a imaginar que é simplesmente um pesadelo, que os meninos da banda vão chegar pra ensaiar às quartas e aos domingos às 17h a casa vai estar aberta e repleta de gente bonita, alegre e disposta a celebrar a vida. Mas, a realidade é outra. Um galpão vazio, os instrumentos empoeirados, o silêncio ensurdecedor, uma melancolia sem fim.

Meu sonho é ter condição de receber com qualidade a todos que chegarem até aqui. Acho que herdei o coração de minha, Dona Bené, benzedeira que largava o que estava fazendo para benzer quem batesse à porta (aliás, cultuamos religião vinda da África). Sou assim, quero abrir a Casa, o Samba do Cacá e receber todos que chegarem até nós. Mas, receber com qualidade, tendo espaço e conforto para todos. Mesmo quando a prefeitura flexibilizou a abertura dos bares e restaurantes eu não tive coragem de abrir, pois não acho justo deixar as pessoas do lado de fora (pensando em número reduzido e distanciamento). E sei que, se eu abrir, todos virão e isso vai gerar aglomeração e eu não posso ser irresponsável. Tenho 66 anos, minha irmã, que trabalha comigo no bar, tem 72. Tenho um irmão com Alzheimer e sou eu que cuido dele. Então, tenho esperado que tudo se normalize para voltar a abrir meu bar. Mas isso só será possível com a ajuda de todos vocês!

 

 

A minha prioridade é pagar os comerciantes locais como armazéns e distribuidora de bebidas, pois sei da importância do valor que eles têm empenhado comigo para a manutenção de seus próprios negócios. Se conseguirmos ultrapassar a meta inicial, vamos seguir com o pagamento das dívidas com os fornecedores de médio porte, também pensando na sustentabilidade do negócio desses nossos parceiros. E, por fim, voltar à mesa para negociar com Cemig e Copasa, que atualmente estão irredutíveis quanto às propostas que fiz dentro do que é possível. E, por acreditar que podemos ir muito além da meta inicial proposta, ao finalizar o pagamento das dívidas, queremos trabalhar na revitalização do Negócio, desde a parte física, ao marketing e relação com a comunidade. Queremos trazer mais vida às paredes, mais conforto aos clientes, mais visibilidade para o negócio e mais benefícios para a comunidade.

O recurso a ser aportado pelo financiamento ao qual estamos nos submetendo será, inicialmente, um suspiro pessoal, sem dúvida, pois sabemos da nossa responsabilidade para com os que nos fiaram todo esse tempo. Ao ter a oportunidade de divulgar o negócio e ampliar nossa net, podemos promover ações locais para fomentar a arte, o esporte e o bem estar da comunidade. Abrir o Bar do Cacá para aulas, assim como a Casa das Poesias abriu a portas para mim, que hoje estou fazendo aulas de canto, com o patrocínio da Casa das Poesias que é um Coletivo de Artistas que veio se instalar na Vila Andiroba em Setembro de 2020. Queremos também ser um ponto de referência para transmissão de saberes ancestrais, honrado assim a memória de nossa mãe.

 

 

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$15.000 seja alcançado.

 

 

 

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 1.500.000,00 ( um milhão e 500 mil reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo para recuperação de micro e pequenos negócios das periferias afetados pela pandemia. O Fundo Colaborativo segue aberto para novos parceiros que desejam destinar recursos para as periferias urbanas brasileiras.

 

 

 

 

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