"A FORMAÇÃO E A CRÍTICA DE ARTE DO DRAMA BARROCO ALEMÃO", DE MICHEL AMARY |

"A FORMAÇÃO E A CRÍTICA DE ARTE DO DRAMA BARROCO ALEMÃO", DE MICHEL AMARY

PRÉ-VENDA DO LIVRO "A FORMAÇÃO E A CRÍTICA DE ARTE DO DRAMA BARROCO ALEMÃO", DE MICHEL AMARY.

Projeto por: Editora Urutau
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É de conhecimento geral a dificuldade de se publicar livros acadêmicos, seja por conta dos custos elevados de produção desse tipo de material ou pelo mísero incentivo de tal prática em nosso país, principalmente nos últimos anos, em que a universidade sofreu muitos cortes de verbas e múltiplos ataques do atual governo.

Nesse sentido, o selo acadêmico da editora Urutau — Margem da Palavra — busca viabilizar a publicação acadêmica por meio de uma política de pré-vendas.

Tradicionalmente tais publicações são dependentes do pagamento das pesquisadoras e pesquisadores ou de algum tipo de fomento do Estado. A parceria entre autoras/autores e editora tem como objetivo viabilizar a publicação diminuindo os impasses financeiros que tornam a materialização da pesquisa em formato livro viável. A pré-venda garantirá a produção, a circulação e o pagamento de 10% de direitos autorais em livros para quem os escreveu.

Essa pré-venda é do pesquisador Michel Amary para a publicação de sua dissertação: "A FORMAÇÃO E A CRÍTICA DE ARTE DO DRAMA BARROCO ALEMÃO" no formato livro.

As primeira meta é para a publicação de 50 exemplares e o valor minímo para isso é R$ 5.500,00.

Esse valor cobrirá os seguintes custos:

Preparação e revisão de texto;

Diagramação;

Capa;

Coordenação editorial e gráfica;

ISBN e ficha catalográfica;

Impressão dos livros no formato 16x23 cm, papel pólen 90 gr, com 200 páginas aproximadas;

Frete de envio dos livros;

10% de direitos autoriais.

Resumo do trabalho:

Nosso objetivo nesta investigação foi acompanhar o itinerário filosófico de Walter Benjamin na formulação do conceito de Trauerspiel, bem como a sua crítica de arte, no âmbito das experiências intelectuais que presidiram a elaboração desse tema na sua obra, Origem do Drama Barroco Alemão. Nosso esforço se concentrou, em uma linha retrospectiva da história, por buscar algumas das muitas fontes que alimentaram o preconceito contra o drama barroco entre os contemporâneos e apresentar o teor crítico com que Benjamin o expõe na historiografia da arte. Ao mesmo tempo, apontar como essas pedras fundantes do pensamento alemão, de certa forma, também influenciaram Benjamin em sua constituição original sobre o barroco alemão. Assim, nas singularidades das muitas peças que se encaixam em uma rítmica fragmentada, construímos um mosaico teórico que contemplou, de maneira micrológica, os fundamentos filosóficos e conceitos basilares na constituição da leitura de Benjamin sobre o drama barroco alemão e que o instigaram a ocupar-se da crítica de arte como salvação do deutschen Trauerspiel. Com esse propósito, separamos em três momentos nossa investigação. No primeiro, abordamos a compreensão do barroco alemão a partir de suas origens genéticas, apontando, na tradição alemã de estudos gregos dos séculos XVIII e XIX, a sua mistificação histórica. Aqui passamos por uma historiografia da arte – que se seguiu de Winckelmann até o Romantismo – que acabou por identificá-lo às tragédias áticas. Já no segundo capítulo, examinamos a compreensão epigonal do drama barroco sob a pretensão historicista e esteticista. Aqui, a visão mitológica é deixada de lado pela tentativa de inscrever o Trauerspiel na história, que não deixará também de ser mistificada pelos clássicos de Weimar, Goethe e Schiller, e, posteriormente, Nietzsche. Por fim, procuramos nos deter nas leituras de Benjamin e sua crítica de arte. Se, anteriormente, estavam em jogo as noções de símbolo e mito, aqui devemos circunscrever a compreensão de Benjamin sobre o drama barroco alemão, do ponto de vista histórico da alegoria, inscrevendo-o como reflexo da política de seu próprio tempo, e constituindo também respostas para os desafios do presente. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Editora Urutau ainda não publicou nenhuma notícia.

É de conhecimento geral a dificuldade de se publicar livros acadêmicos, seja por conta dos custos elevados de produção desse tipo de material ou pelo mísero incentivo de tal prática em nosso país, principalmente nos últimos anos, em que a universidade sofreu muitos cortes de verbas e múltiplos ataques do atual governo.

Nesse sentido, o selo acadêmico da editora Urutau — Margem da Palavra — busca viabilizar a publicação acadêmica por meio de uma política de pré-vendas.

Tradicionalmente tais publicações são dependentes do pagamento das pesquisadoras e pesquisadores ou de algum tipo de fomento do Estado. A parceria entre autoras/autores e editora tem como objetivo viabilizar a publicação diminuindo os impasses financeiros que tornam a materialização da pesquisa em formato livro viável. A pré-venda garantirá a produção, a circulação e o pagamento de 10% de direitos autorais em livros para quem os escreveu.

Essa pré-venda é do pesquisador Michel Amary para a publicação de sua dissertação: "A FORMAÇÃO E A CRÍTICA DE ARTE DO DRAMA BARROCO ALEMÃO" no formato livro.

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Resumo do trabalho:

Nosso objetivo nesta investigação foi acompanhar o itinerário filosófico de Walter Benjamin na formulação do conceito de Trauerspiel, bem como a sua crítica de arte, no âmbito das experiências intelectuais que presidiram a elaboração desse tema na sua obra, Origem do Drama Barroco Alemão. Nosso esforço se concentrou, em uma linha retrospectiva da história, por buscar algumas das muitas fontes que alimentaram o preconceito contra o drama barroco entre os contemporâneos e apresentar o teor crítico com que Benjamin o expõe na historiografia da arte. Ao mesmo tempo, apontar como essas pedras fundantes do pensamento alemão, de certa forma, também influenciaram Benjamin em sua constituição original sobre o barroco alemão. Assim, nas singularidades das muitas peças que se encaixam em uma rítmica fragmentada, construímos um mosaico teórico que contemplou, de maneira micrológica, os fundamentos filosóficos e conceitos basilares na constituição da leitura de Benjamin sobre o drama barroco alemão e que o instigaram a ocupar-se da crítica de arte como salvação do deutschen Trauerspiel. Com esse propósito, separamos em três momentos nossa investigação. No primeiro, abordamos a compreensão do barroco alemão a partir de suas origens genéticas, apontando, na tradição alemã de estudos gregos dos séculos XVIII e XIX, a sua mistificação histórica. Aqui passamos por uma historiografia da arte – que se seguiu de Winckelmann até o Romantismo – que acabou por identificá-lo às tragédias áticas. Já no segundo capítulo, examinamos a compreensão epigonal do drama barroco sob a pretensão historicista e esteticista. Aqui, a visão mitológica é deixada de lado pela tentativa de inscrever o Trauerspiel na história, que não deixará também de ser mistificada pelos clássicos de Weimar, Goethe e Schiller, e, posteriormente, Nietzsche. Por fim, procuramos nos deter nas leituras de Benjamin e sua crítica de arte. Se, anteriormente, estavam em jogo as noções de símbolo e mito, aqui devemos circunscrever a compreensão de Benjamin sobre o drama barroco alemão, do ponto de vista histórico da alegoria, inscrevendo-o como reflexo da política de seu próprio tempo, e constituindo também respostas para os desafios do presente. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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