Cabaret Indigno em Berlim! |

Cabaret Indigno em Berlim!

Ajude-nos a levar artistas do Cancioneiro Queer para Berlim, onde irão estrear "Cabaret Indigno" junto à atriz, cantora e pianista paulistana Cida Moreira

Projeto por: Marcelo Kuna
R$ 5.820,00
arrecadado
meta R$ 5.000,00

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POR

Marcelo Kuna

Marcelo Kuna

Artista do corpo e cantor graduado em Comunicação das Artes do Corpo (PUC-SP). Criador do concerto cênico "Cancioneiro Queer" (www.facebook.com/cancioneiroqueer) e de trabalhos que se interessam pelo trânsito entre Dança, Teatro, Performance e Música.

R$ 10
Stories do amor
32 benfeitores apoiando
Para quem fizer a contribuição neste valor inicial, faremos a gravação de stories de Instagram em agradecimento. Compartilharemos amor virtual e faremos merchand ao mesmo tempo! Quem sabe dessa relação não sai até uma nova hashtag? #cancioneiroqueerberlim #wirmüssennachberlin #cidamoreirainberlin
R$ 30
CD Duo Roble - "Los Gomías"
8 benfeitores apoiando
DUO ROBLE O Duo Roble nasceu em 2004, inspirado na mítica associação de dois nomes muito conhecidos no mundo do Tango, Troilo e Grela. A escolha do nome "Roble" (Carvlaho) se deve à preciosa qualidade que esta madeira confere no processo de elaboração de outra paixão, o vinho. Formado por Matheus Almeida no violão e Renato Hanriot no Bandoneon, o duo propõe novas interpretações e arranjos para a formação, com um repertório baseado na música argentina, como o tango, a milonga e a música folclórica, e também na música brasileira. MATHEUS RODRIGUES: Natural de Belo Horizonte, iniciou seus estudos em música (violão e teoria) aos sete anos de idade na Fundação de Educação Artística, onde estudou até o ano de 2006. Formou-se em violão (licenciatura) na escola de música da UEMG em dezembro de 2005. Possui mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013) e mestrado em Sonologia pela Escola de Música da UFMG (2014). Compositor e multi-intrumentista, trabalha com música desde os quinze anos de idade, tocando violão, guitarra e contra-baixo elétrico em diversos grupos de rock, jazz e MPB e também dando aulas de instrumento e musicalização. RENATO HANRIOT: Também natural de Belo Horizonte, iniciou seus estudos de música muito cedo, com oito anos de idade com o professor de canto Nino Crimi, passando depois para o violino, piano e violão. Com quinze anos iniciou seus estudos no bandoneon, inicialmente sozinho e depois contando com a instrução do compositor e bandoneonista Rufo Herrera. Participa do Blás Rivera Quartet (Rio), Quinteto Dialeto, grupo Falua, Tropezón Armónico e Groovy Tango Experience além de gravar como free-lancer para diversos músicos do Brasil. Em 2005, se apresentou como solista convidado pela Orquestra Nacional de Brasília.

42 disponíveis.
R$ 30
CD "Do Baião a Piazzolla"
10 benfeitores apoiando
Custo: R$ 20,00 (CD) + R$ 10,00 (Envio) “Do Baião a Piazzolla” realiza um resgate da cultura latino-americana em suas formas tradicionais, porém com uma roupagem contemporânea, misturando-se elementos seculares com novas possibilidades sonoras. Como o próprio nome indica, transita entre vários estilos: do gênero popular nordestino do título à música erudita, passando pelo maracatu, drum'n'bass, rock'n'roll e tango. O resultado é um resgate da música latino-americana com roupagens renovadas e espaço para o improviso a partir de referências do jazz. MATHEUS RODRIGUES O músico já participou de diversas bandas, criou trilhas para espetáculos de dança e tocou ao vivo durante exibições de filmes. Entre os conjuntos musicais que já integrou estão Blackbird, Elefante Groove e Grupo Falua. Com o bandoneonista Renato Hanriot, fundou o Duo Roble, projeto que resultou no lançamento do disco Los gomías, de 2007. Renato, inclusive, participa da concepção dos arranjos de quatro faixas de Do Baião a Piazzolla, além de tocar no álbum. Atualmente, trabalha como músico dos cantores Camila de Ávila, Isadora Rodrigues e Sérgio Di Napolli, é baixista do grupo Na Mosca e, há mais de quatro anos, coordena o Matheus Rodrigues Septeto. Com a banda, já se apresentou no Savassi Festival, um dos maiores eventos de jazz de Belo Horizonte, nas edições de 2010, 2012 e 2013. O conjunto também tocou no 39º Festival de Inverno de Itabira e no Verão Arte Contemporânea de 2014, com duas apresentações no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) da capital mineira. O público também pode conhecer o trabalho do Septeto em apresentações regulares em casas como o Café com Letras.

390 disponíveis.
R$ 40
1 CD autografado por Cida Moreira
10 benfeitores apoiando
Você receberá em sua casa uma cópia autografada do álbum "Soledade" (2015), de Cida Moreira, com canções inéditas e clássicos de Chico Buarque, Jards Macalé e Milton Nascimento, entre outros. Com capa criada por Humberto Vieira a partir de foto de Diego Ciarlariello, o décimo álbum da cantora paulistana Cida Moreira, Soledade, foi lançado em agosto de 2015, em edição da gravadora Joia Moderna. Cida - cabe ressaltar - foi a cantora que inspirou o DJ Zé Pedro a abrir a Joia Moderna em 2011. No disco, promovido com o clipe da música Forasteiro (Thiago Pethit e Hélio Flanders, 2010), Cida sintetiza sua trajetória musical em 15 faixas que aglutinam 16 músicas lançadas em disco, em período que vai de 1928 ao ano de 2015. Eis, na ordem do CD, as músicas reunidas pela artista em Soledade: 1. Viola quebrada (Mário de Andrade, 1928) 2. Bom dia (Nana Caymmi e Gilberto Gil, 1967) 3. Um gosto de sol (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) 4. Moreninha (tema de domínio público) 5. Forasteiro (Thiago Pethit e Hélio Flanders, 2010) 6. Poema (Alice Ruiz, 2015) - vinheta 7. Poema da Rosa (Jards Macalé e Augusto Boal a partir de poema de Bertolt Brecht, 1969) 8. Oitava cor (Luis Filipe Gama e Tiago Torres da Silva, 2015) 9. Preciso cantar (Arthur Nogueira e Dand M, 2013) - vinheta 10. Feito um picolé no sol (Nico Nicolaiewski, 1985) 11. Outra cena (Taiguara, 1976) 12. Construção (Chico Buarque, 1971) 13. A última voz do Brasil (Tico Terpins, Zé Rodrix, Armando Ferrante Jr. e Próspero Albanese, 1985) 14. O pulso (Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer e Tony Bellotto, 1989) - com citação de A queda (André Frateschi, 2014) 15. As pastorinhas (Noel Rosa e João de Barro, 1934) - vinheta Fonte: Site Tratore e Blog "Notas Musicais", do crítico musical carioca Mauro Ferreira.

5 disponíveis.
R$ 40
1 CD autografado por Cida Moreira
11 benfeitores apoiando
Você receberá em sua casa uma cópia autografada do álbum "Soledade Solo" (2017), de Cida Moreira, com canções de Belchior, Leonard Cohen e Tom Waits, entre outros. Falar sobre cantar canções... e gravar canções... e viver canções... tarefa de responsabilidade difusa, no meio de tudo que um artista pode realizar como seu. Num dia de 2015, em plena fase de gravação de SOLEDADE, a soledade brasileira que estava entranhada em mim, fiz um show descompromissado na nossa linda Casa de Francisca. Este show foi gravado e filmado por Murilo Alvesso e Césinha. Passou o tempo... SOLEDADE estreou, embelezou, justificou meu espanto brasileiro, ampliou meu amor por este país. E a outra Soledade ficou guardada, até vir à tona numa manhã de domingo, quando eu e Zé Pedro Selistre ouvimos... ficamos perplexos e encantados com tudo que ali estava cantado... um estado poético e musical, um sentimento de soledade pessoal, referenciado em canções que não entraram no SOLEDADE; e outros muitos sentidos vindos da memória, da poesia, de uma viagem antiga pelas cidades, pelos amores, pelas grandes referências a um estado de alma feminino, de uma artista que em tudo canta um Brasil profundo, e suas experiências estéticas e gostos pelo contundente, pelo estranho, pelo radical, pela palavra rasgada no piano solitário e na voz de uma mulher que acredita que cantar canções traz pra dentro de sua vida um sentido, um fio precioso, capaz de costurar qualquer tecido; esburacados tecidos que somos nós, com nossas lembranças, nossas ideologias e sonhos, cumpridos ou não debaixo deste céu, através dos ventos que levam tudo; só nos deixando a poesia, dona de mim. Cida Moreira São Paulo, Fevereiro / 2017 FICHA TÉCNICA 1. A última sessão de música (Milton Nascimento, 1973) 2. Cajuína (Caetano Veloso, 1979) 3. Na hora do almoço (Belchior, 1971) 4. Recanto escuro (Caetano Veloso, 2011) 5. Preciso cantar (Arthur Nogueira e Dand M, 2013) 6. Querido diário (Chico Buarque, 2011) 7. Viagem (João de Aquino e Paulo César Pinheiro, 1972) 8. À beira do Pantanal (Raul Seixas e Cláudio Roberto, 1980) 9. Os açougueiros felizes (Les joyeux bouchers) (Boris Vian e Jimmy Walter, 1955, em versão em português de Letícia Coura, 2001) 10. Fortíssimo (Bruno Canfora e Michael Wertmüller, 1966) 11. Chelsea Hotel (Leonard Cohen, 1974) 12. Forasteiro (Hélio Flanders e Thiago Pethit, 2010) 13. She (Marianne Faithfull e Angelo Badalamenti, 1995) 14. Anywhere I lay my head (Tom Waits, 1985) 15. Youkali tango (Roger Farney e Kurt Weill, 1934) Fonte: Site Joia Moderna

4 disponíveis.
R$ 50
Postal de agradecimento
15 benfeitores apoiando
Custo: €10 (Postal) + €0,90 (Envio) Enviaremos um cartão postal de agradecimento assinado por nós, diretamente de Berlim!

83 disponíveis.
R$ 100
1 Sessão de Masterização de Músicas
3 benfeitores apoiando
Com essa recompensa você adquire uma sessão de masterização das suas faixas de áudio (até seis músicas por sessão). A masterização digital é feita no sistema Pro Tools. *Para masterizações acima de seis faixas, favor comprar duas sessões!* Portfólio: www.soundcloud.com/matheusrodrigues Matheus Rodrigues, além de ter gravado e mixado seu próprio disco "Do Baião a Piazzolla", também gravou e mixou o disco "Chorando com Bellini", de Léo Barreto, em homenagem ao compositor mineiro Bellini Andrade. Fez a gravação, mixagem e masterização do single "Passagem", de Gabriel Lisboa. Criou e gravou trilhas sonoras da Cia Fusion de Danças Urbanas para os espetáculos "Meráki" (2013), "Quando efé" (2014), fez a montagem da trilha do espetáculo "Pai contra mãe" (2016) e atualmente finaliza a trilha do espetáculo infantil "Mexerica" (2018). Fez a adaptação, composição e gravação para o espetáculo de dança "Insoólito" (2002) da Cia Será Quê?. Possui Mestrado em Sonologia pela UFMG.
R$ 120
Curso de Elaboração de Projetos
2 benfeitores apoiando
Duração: dois dias (4 horas/dia) Carga Horária: 8 horas/aula Quando: data a ser combinada após o retorno do grupo Onde: Sede do Pigmalião Escultura que Mexe. R. Pouso Alegre, 155 - Loja 1 - Floresta, Belo Horizonte - MG SOBRE MARINA ABELHA: Atriz, produtora e jornalista. Marina é pós-graduada em Marketing, com vasta experiência em elaboração de projetos para leis de incentivo a cultura, em editais culturais e no desenvolvimento de projetos de captação de recursos. É produtora do Pigmalião Escultura que Mexe, renomado grupo de teatro de bonecos de Belo Horizonte. Com o grupo já aprovou inúmeros projetos nas leis de incentivo e em editais como Rumos Itaú Cultural, Petrobrás e Unimed.

18 disponíveis.
R$ 200
Aulas de canto em grupo
Seja o primeiro a apoiar!
Aulas semanais de Canto durante um mês. Os quatro alunos terão a oportunidade de trabalhar desde a afinação perfeita até a melhor interpretação de uma música a ser escolhida com antecedência pela professora. Quando: Datas à combinar diretamente com a professora. Onde: Belo Horizonte (MG), local à definir. Como: O pacote se inicia na primeira aula (não há aula experimental) e as aulas seguintes deverão ocorrer nas 3 semanas seguintes. O pacote não é transferível para terceiros e as aulas não terão reposição em caso de falta. Validade das aulas: Acontecerão após o retorno da viagem à Berlim e o pacote tem a duração de exatamente 1 mês. 1 aula por semana. SOBRE RAISSA BRANNT Natural de Belo Horizonte, Raissa Brant atua como cantora e atriz nos musicais " Branca de Neve", "Cinderela" e "Rapunzel" pela Cyntilante Produções. É cantora intérprete no Projeto "Cancioneiro Queer" e faz parte do grupo "Concentus Musicum" junto a Filarmônica de Minas Gerais. Já dividiu o Palco com grandes nomes da Música popular dentre eles "Juarez Moreira" e "Marcus Viana". Foi vencedora do concurso da série “Segunda Musical” da TV Assembléia. Por sua interpretação de Valletto, Fortuna e Pallade na montagem da ópera "L'Incoronazione di Popoea" de Claudio Monteverdi, sob direção de Márcio da Silva, recebeu uma bolsa para participar da temporada de estudos na Inglaterra da Accademia ed Opera Barroca. A cantora integra o Grupo de Ópera (GEO) da UEMG, sob orientaç&atild e; o de Sergio Anders, integrou o Seconda Prattica Ensemble sob direção de Elisete Xavier. Fez parte do Coral Ars Nova da UFMG sob direção e regência do maestro Rafael Grimaldi e posteriormente pela Maestrina Iara Fricke Matte. Participou das masterclasses de Cantores e intérpretes Nacionais e Internacionais para Ópera e Musical. A cantora iniciou sua formação musical na Escola de Música do Centro de Formação Artística do Palácio das Artes – CEFAR (Belo Horizonte/MG), na classe da professora Elisete Xavier. É formada pela Universidade do Estado de Minas Gerais na classe da professora Marisa Simões.

4 disponíveis.
R$ 320
Pacote de aula de canto com Leo Mendonza
Seja o primeiro a apoiar!
4 pacotes Individuais de Aulas de Canto Popular ou Belting (cada pacote de R$320,00 consiste em 4 aulas de 60 minutos cada). Quando: Sextas à tarde ou sábados pela manhã. Onde: Rua Dona Leonídia Leite, 19 - Floresta, Belo Horizonte - MG. @vocalcoachleomz Como: O pacote se inicia na primeira aula (não há aula experimental) e as aulas seguintes deverão ocorrer nas 3 semanas seguintes. O pacote não é transferível para terceiros e as aulas deverão ser fotografadas ou filmadas em parte para registro. Validade do pacote: Agosto de 2018. OBS.: As aulas que ultrapassarem o mês de agosto serão finalizadas em outubro e novembro. SOBRE LEO MENDONZA: Dramaturgo, ator, cantor e compositor. Obteve Licenciatura em Música pela UEMG em 2008. Participou de diversos musicais como “A Estrela Dalva” (2002), “A Pequena Sereia” versão Broadway (2010), "O menino Poeta" (2011); da opereta “A Capital Federal” de Arthur Azevedo (2006) e das óperas La Boheme (2005), “Dido e Enéas” (2005) e "L'Élisir d'Amore" (2008). Compositor premiado das trilhas dos espetáculos “O Corcunda de Notre Dame” (2002), “Pluft, O Fantasminha” (2013), “A Mandioca Brava” (2014). É também dramaturgo dos musicais “O Batuquinho” (1998/2014); “Lampiãozinho e Maria Bonitinha” (vencedor do Prêmio FUNARTE de Dramaturgia 2004), "A Arca de Vinícius" (2008), "Eu Não Sou Cachorro Não" (2012) e “A Princesa Frida” (2015).

4 disponíveis.
R$ 350
Curso de gravação de áudio em estúdio
1 benfeitor apoiando
Duração: três dias (4 horas/dia) Carga Horária: 12 horas/aula Curso de captação de áudio em estúdio, do nível iniciante ao intermediário, para gravação multipista em computadores por meio de plataformas como Pro Tools, Logic Audio Platinum e programas similares. A abrangência do curso será para a microfonação, técnicas de microfonação, técnicas de mixagem, entre outros métodos relacionados à produção acústica. Participantes sairão, ao final do curso, com material para praticar mixagens. Serão gravadas canções ao vivo com músicos convidados, durante o curso. Matheus Rodrigues, além de ter gravado e mixado seu próprio disco "Do Baião a Piazzolla", também gravou e mixou o disco "Chorando com Bellini", de Léo Barreto, em homenagem ao compositor mineiro Bellini Andrade. Fez a gravação, mixagem e masterização do single "Passagem", de Gabriel Lisboa. Criou e gravou trilhas sonoras da Cia Fusion de Danças Urbanas para os espetáculos "Meráki" (2013), "Quando efé" (2014), fez a montagem da trilha do espetáculo "Pai contra mãe" (2016) e atualmente finaliza a trilha do espetáculo infantil "Mexerica" (2018). Fez a adaptação, composição e gravação para o espetáculo de dança "Insoólito" (2002) da Cia Será Quê?. Possui Mestrado em Sonologia pela UFMG.

4 disponíveis.

Nos leve para Berlim! Estamos pedindo a sua ajuda para concretizar a realização de apresentação única, no dia 30 de setembro de 2018, em Berlim, Alemanha, do trabalho original "Cabaret Indigno" (Unwürdiges Kabarett), resultado do encontro entre artistas do espetáculo “Cancioneiro Queer” com a artista convidada Cida Moreira, renomada atriz, cantora e pianista paulistana. A estreia será no Teatro no Delphi, um antigo cinema mudo berlinense da década de 1920, que foi preservado como tal e transformado em casa de espetáculos (https://bit.ly/2lCjmwh). 

 

O Que é Cancioneiro Queer?

Um concerto performático criado pelo artista do corpo e cantor Marcelo Kuna, Cancioneiro Queer é um espetáculo cênico-musical com canções da República de Weimar, Teatro Musical Brasileiro, Broadway, Off Broadway e Ópera, que discute corpos queer e o amor em suas diferentes formas, por meio da canção. Mais informações no Instagram @cancioneiroqueer e no: www.facebook.com/cancioneiroqueer.

Foto: Sofia Pacheco/29º Inverno Cultural UFSJ

 

Quem é Cida Moreira?

Atriz, pianista e cantora, sendo a música sua expressão primordial. Todo seu trabalho artístico, seja no teatro ou cinema, é permeado por sua atuação musical. Com uma carreira multifacetada de quase 40 anos, desenvolveu estilo único, o que a coloca como uma artista singular no panorama brasileiro. Em seu extenso currículo podemos enumerar onze discos, onze filmes, quatro minisséries de TV, três novelas, incontáveis direções musicais em teatro e três direções gerais, além de gerir e direcionar todo o seu trabalho musical, em inúmeros shows musicais. Trabalhou com grandes diretores, atores e cantores, além de ser especialmente reconhecida por suas colaborações com uma nova geração de artistas brasileiros como Thiago Pethit (@thiagopethit) e Filipe Catto (@filipecatto). www.facebook.com/cidamoreiraoficial 

 

Foto: Ana Colla/Grande Hotel Ronaldo Fraga

 

Por que vamos à Berlim?

Como diz a canção de 1800 de Franz von Suppé: "Du bist verrückt mein Kind, du musst nach Berlin" (Você está louca/o, minha filha/o. Você deve ir à Berlin). Então, nós decidimos levar nossa loucura à "cidade criativa" para apresentar um trabalho original chamado "Cabaret Indigno". Ele é um misto de canções do nosso repertório original do Cancioneiro Queer, com sucessos apresentados por Cida Moreira ao longo de sua amplamente reconhecida carreira como uma das maiores intérpretes brasileiras, em especial do repertório brechtiano.

 

O que é "Cabaret Indigno" (Unwürdiges Kabarett)?

Transitando por um repertório eclético, que vai do erudito ao popular, este espetáculo cênico-musical é uma homenagem ao cancioneiro consagrado pela Dama Indigna, bem como à música brasileira de diversas épocas. Apresentadas em formato de cabaré, encontram-se canções da Música Popular Brasileira, do Teatro Musical Brasileiro, dos Cabarés Alemães da República de Weimar (1919-1933) — incluindo canções do prolífico compositor alemão, radicado em Nova Iorque, Kurt Weill (1900-1950) —, além das Modinhas Imperiais (1831) do compositor afro-brasileiro Lino José Nunes (1789-1847). Encenando musicalidade LGBT em tempos sombrios, Cabaret Indigno é uma proposta de resgate da canção como forma de construção de outras poéticas do corpo.

 

Foto: Ana Colla/Grande Hotel Ronaldo Fraga

 

Por que fazer financiamento coletivo?

A Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (SEC-MG) oferece o programa de apoio a viagens e passagens "Música Minas" para profissionais, pesquisadores e produtores da música mineira, após um processo de envio de proposta e rigorosa seleção feita por banca específica. Nossa proposta recebeu um apoio de R$ 36.535,52. Atualmente, esse valor consegue cobrir a compra de 7 passagens, em classe econoômica, da equipe do projeto, saindo do Aeroporto de Confins, com destino ao aeroporto Tegel, em Berlim.

Porém, o contratenor Sérgio Anders, por exemplo, é cônjuge de servidor da SEC-MG e isso impede que ele possa receber ajuda de custo por esse programa de governo. A própria Cida Moreira não pode receber apoio desse edital, por não ser residente em Minas Gerais.

Todos sabemos como a crise política e econômica está afetando nossas vidas. Para a produção cultural, ela tem significado cortes contínuos e bastante significativos nas verbas de apoio ao fomento e produção artística, de forma a praticamente inviabilizar o exercício da profissão nas artes do corpo. 

Por isso, pedimos a sua contribuição para levar música brasileira ao exterior e encenar, num antigo cinema mudo da década de 1920, não apenas modinhas criadas por um compositor afrodescendente (Lino José Nunes), nunca antes encenadas na Alemanha, mas também o trabalho que vem sendo realizado pelos cantores-atores do Cancioneiro Queer desde 2016, de forma completamente independente, sem aporte das leis de incentivo à cultura, até o momento.

 

 

 

Nos leve para Berlim! Estamos pedindo a sua ajuda para concretizar a realização de apresentação única, no dia 30 de setembro de 2018, em Berlim, Alemanha, do trabalho original "Cabaret Indigno" (Unwürdiges Kabarett), resultado do encontro entre artistas do espetáculo “Cancioneiro Queer” com a artista convidada Cida Moreira, renomada atriz, cantora e pianista paulistana. A estreia será no Teatro no Delphi, um antigo cinema mudo berlinense da década de 1920, que foi preservado como tal e transformado em casa de espetáculos (https://bit.ly/2lCjmwh). 

 

O Que é Cancioneiro Queer?

Um concerto performático criado pelo artista do corpo e cantor Marcelo Kuna, Cancioneiro Queer é um espetáculo cênico-musical com canções da República de Weimar, Teatro Musical Brasileiro, Broadway, Off Broadway e Ópera, que discute corpos queer e o amor em suas diferentes formas, por meio da canção. Mais informações no Instagram @cancioneiroqueer e no: www.facebook.com/cancioneiroqueer.

Foto: Sofia Pacheco/29º Inverno Cultural UFSJ

 

Quem é Cida Moreira?

Atriz, pianista e cantora, sendo a música sua expressão primordial. Todo seu trabalho artístico, seja no teatro ou cinema, é permeado por sua atuação musical. Com uma carreira multifacetada de quase 40 anos, desenvolveu estilo único, o que a coloca como uma artista singular no panorama brasileiro. Em seu extenso currículo podemos enumerar onze discos, onze filmes, quatro minisséries de TV, três novelas, incontáveis direções musicais em teatro e três direções gerais, além de gerir e direcionar todo o seu trabalho musical, em inúmeros shows musicais. Trabalhou com grandes diretores, atores e cantores, além de ser especialmente reconhecida por suas colaborações com uma nova geração de artistas brasileiros como Thiago Pethit (@thiagopethit) e Filipe Catto (@filipecatto). www.facebook.com/cidamoreiraoficial 

 

Foto: Ana Colla/Grande Hotel Ronaldo Fraga

 

Por que vamos à Berlim?

Como diz a canção de 1800 de Franz von Suppé: "Du bist verrückt mein Kind, du musst nach Berlin" (Você está louca/o, minha filha/o. Você deve ir à Berlin). Então, nós decidimos levar nossa loucura à "cidade criativa" para apresentar um trabalho original chamado "Cabaret Indigno". Ele é um misto de canções do nosso repertório original do Cancioneiro Queer, com sucessos apresentados por Cida Moreira ao longo de sua amplamente reconhecida carreira como uma das maiores intérpretes brasileiras, em especial do repertório brechtiano.

 

O que é "Cabaret Indigno" (Unwürdiges Kabarett)?

Transitando por um repertório eclético, que vai do erudito ao popular, este espetáculo cênico-musical é uma homenagem ao cancioneiro consagrado pela Dama Indigna, bem como à música brasileira de diversas épocas. Apresentadas em formato de cabaré, encontram-se canções da Música Popular Brasileira, do Teatro Musical Brasileiro, dos Cabarés Alemães da República de Weimar (1919-1933) — incluindo canções do prolífico compositor alemão, radicado em Nova Iorque, Kurt Weill (1900-1950) —, além das Modinhas Imperiais (1831) do compositor afro-brasileiro Lino José Nunes (1789-1847). Encenando musicalidade LGBT em tempos sombrios, Cabaret Indigno é uma proposta de resgate da canção como forma de construção de outras poéticas do corpo.

 

Foto: Ana Colla/Grande Hotel Ronaldo Fraga

 

Por que fazer financiamento coletivo?

A Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (SEC-MG) oferece o programa de apoio a viagens e passagens "Música Minas" para profissionais, pesquisadores e produtores da música mineira, após um processo de envio de proposta e rigorosa seleção feita por banca específica. Nossa proposta recebeu um apoio de R$ 36.535,52. Atualmente, esse valor consegue cobrir a compra de 7 passagens, em classe econoômica, da equipe do projeto, saindo do Aeroporto de Confins, com destino ao aeroporto Tegel, em Berlim.

Porém, o contratenor Sérgio Anders, por exemplo, é cônjuge de servidor da SEC-MG e isso impede que ele possa receber ajuda de custo por esse programa de governo. A própria Cida Moreira não pode receber apoio desse edital, por não ser residente em Minas Gerais.

Todos sabemos como a crise política e econômica está afetando nossas vidas. Para a produção cultural, ela tem significado cortes contínuos e bastante significativos nas verbas de apoio ao fomento e produção artística, de forma a praticamente inviabilizar o exercício da profissão nas artes do corpo. 

Por isso, pedimos a sua contribuição para levar música brasileira ao exterior e encenar, num antigo cinema mudo da década de 1920, não apenas modinhas criadas por um compositor afrodescendente (Lino José Nunes), nunca antes encenadas na Alemanha, mas também o trabalho que vem sendo realizado pelos cantores-atores do Cancioneiro Queer desde 2016, de forma completamente independente, sem aporte das leis de incentivo à cultura, até o momento.

 

 

 

Novas recompensas!

Em: 24/07/2018 16:36

Estamos no início da nossa terceira semana de financiamento coletivo e anunciamos não apenas uma, mas duas recompensas incríveis!

Por apenas R$40 você pode adquirir um dos dois últimos álbuns da Cida Moreira (Soledade Solo - 2017; Soledade - 2015), autografado pela própria!

Os envios serão feitos a partir de setembro.

Não perca essa oportunidade ;)