Projeto Campo Favela |

Projeto Campo Favela

Auxílio de Ponta a Ponta: Levando alimentos de pequenos produtores agrícolas para as famílias carentes das favelas

Projeto por: Projeto Campo Favela
R$ 37.452,00
arrecadado
meta R$ 10.000,00

210 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Projeto Campo Favela

Projeto Campo Favela
R$ 20
Boa ação
9 benfeitores apoiando
Obrigado por sua boa ação. Toda boa ação gera uma nova boa ação. Com certeza essa ajuda vai beneficiar uma família a se alimentar melhor.
R$ 50
Nosso muito obrigado!
18 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 20 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação nos ajuda a manter o agricultor cultivando e os moradores de favelas se alimentando adequadamente
R$ 100
Esperança
31 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 40 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação nos ajuda a manter a distribuição de alimentos saudáveis por um preço baixo a quem precisa, e traz esperança as pessoas.
R$ 200
Otimismo
15 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 80 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação permite que os pequenos agricultores possam escoar seus produtos de alta qualidade aos mais necessitados. Pessoas sem condição tem agora alimentos, e podem ter uma vida mais otimista.
R$ 400
Nascem os Guerreiros
5 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 160 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação permite que nosso guerreiros continuam produzindo alimentos saudáveis para os trabalhadores das comunidades. Além disso, traz força para aqueles que precisam receber os alimentos gratuitamente e continuar nessa guerra
R$ 800
Entusiasmo
2 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 320 quilos de alimentos. Obrigado pelo seu entusiasmo em ajudar o projeto! Nem que seja para fazer alfinetes, o entusiasmo é importante para impulsionarmos a ação. Juntos e apaixonados em ajudar aos próximos chegaremos mais longe.
R$ 1.000
Sorrisos e alegrias
2 benfeitores apoiando
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 400 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação auxilia na distribuição de alimentos saudáveis por um preço baixo a quem precisa. Além de um pouco de alegria para os pequenos agricultores! Com certeza trará sorrisos! Sorrisos de satisfação, sorrisos de agradecimento!
R$ 2.000
Gratidão
Seja o primeiro a apoiar!
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 800 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação será lembrada por todos aqueles que de alguma forma estão sendo beneficiados com esse projeto. Esse valor é o equivalente a 1/5 de um caminhão - 1 tonelada de alimentos! Gratidão é a palavra do momento.
R$ 5.000
Auto estima
Seja o primeiro a apoiar!
Sua doação nos ajudou a comprar aproximadamente 2000 quilos de alimentos. Muito obrigado! Sua ação nos ajuda a comprar meio caminhão de alimentos e vender de forma subsidiada para aqueles trabalhadores informais, ou pessoas mais necessitadas com dificuldade de pagar pelas refeições. Essa ação mantém a dignidade de trabalhadores que querem manter uma vida normal, mas que está abalada com a restrição orçamentária. Sua ação traz autoestima . Obrigado.

De um lado estão os pequenos agricultores, que em função da COVID-19 não têm para onde vender os alimentos que eram destinados aos restaurantes, merenda escolar e Ceagesp; e do outro lado, estão os moradores das favelas das grandes cidades que perderam os seus empregos informais em função da epidemia, tendo cada vez mesno dinheiro para comprar alimentos. 

Reportagens como "Comerciantes da Ceagesp afirmam que movimento caiu 60% após coronavírus", "Produtor rural destroi toneladas de alimento no cinturão verde de São Paulo" e "Sem ações específicas, 86% dos moradores de favelas vão passar fome por causa do coronavírus" são comuns atualmente, e reforçam a necessidade de auxiliar as duas pontas da cadeia de alimentos.  

PRINCIPAIS OBJETIVOS DO PROJETO:

  • Ligar os dois elos frágeis da cadeia de alimentos saudáveis: os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados e os mais carenciados nas cidades.
  • Ajudar as famílias carentes das favelas (pessoas que perderam os seus empregos informais com a pandemia), com a doação ou a venda a preço simbólico de alimentos saudáveis via associações locais (frutas, verdes e legumes, ovos) – sempre mantendo a dignidade e promovendo a auto-estima e alimentação saudável aos que mais necessitam.
  • Gerar renda para os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados que não estão conseguindo vender os alimentos que eram destinados aos restaurantes ou ao merenda escolar.
  • Contribuir com as associações que trabalham de forma continua com as comunidades mais desfavorecidas, com a doação de alimentos para distribuição juntos das famílias.
  • Trabalhar junto com as associações locais de moradores para encontrar a forma de distribuição dos alimentos mais apropriada a cada região – possibilidade de usar modelo doação + venda a preço simbólico.
  • Gerar renda para as atividades nas favelas, contribuindo com as associações locais no seu trabalho de apoio à comunidade - através do modelo de venda a preço simbólico.
  • Criar um vínculo entre as atividades nas favelas e os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados.

MISSÃO DO PROJETO:

“Levar, em tempos de COVID-19, frutas, verduras e legumes dos pequenos produtores agrícolas às associações locais e aos moradores carentes das favelas no Brasil, criando um modelo de negócios sustentável sem fins lucrativos no período pós-pandemia.”​

 

VISÃO DO PROJETO:

“Beneficiar 10% dos 13 milhões de favelados do Brasil, conseguindo angariar fundos para ações emergenciais e estruturar um canal de distribuição de produtos agrícolas que permitam doar ou vender a preços extremamente baixos 2.000 toneladas de alimento por semana.”

 

META PROJETO:

Arrecadar 200 mil reais - dividido em 5 etapas. 

 

DIFERENCIAIS CHAVE DO PROJETO:

  • Projeto nasceu do caráter emergencial do COVID-19, mas foi desenvolvido para ser sustentável pós pandemia - criação de um sistema que se auto alimentará com valor baixo de doações ou mesmo sem doações.
  • As doações, além de levarem alimentos saudáveis às famílias carentes das favelas, também geram renda para os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados.
  • As doações são usadas para comprar a preço justo alimentos de primeira qualidade diretamente dos pequenos produtores agrícolas (sem intermediários, o que permite eficiência de custos), e que são doados a associações locais de moradores e ONGs que acompanham a distribuição dos alimentos.
  • Tem por base um modelo misto de doação e venda a preços simbólicos dos produtos comprados durante o período da pandemia - modelo garante a dignidade e autoestima das famílias carentes, evitar aglomerações e direciona os produtos para os mais carentes.
  • Uso dos conhecimentos da equipe do projeto - grupo multidisciplinar de professores e pesquisadores do Insper - para aumentar a eficiência da logística de alimentos saudáveis para o segmento baixa renda.
  • Criação de vínculos entre pequenos produtores agrícolas e os moradores da favela para tornar os alimentos de boa qualidade disponíveis mesmo no período pós-pandemia, a preços acessíveis (sempre abaixo do preço de mercado).
  • O modelo criado permite multiplicar o impacto das doações, e se complementa a outros  projetos de distribuição de renda e implementados pelo governo e iniciativas privadas - moradores conseguem assim comprar mais alimento com o mesmo $ recebido dessas iniciativas.

 

O QUE COMPRAMOS COM A SUA DOAÇÃO:

  • Frutas, verduras e legumes. Com cada R$10 mil reais arrecadados, compramos aproximadamente 6 toneladas de alimentos, equivalente a 2 caminhões cheios.
  • Logística que garante o transporte dos alimentos do pequeno produtor agrícola às favelas e outras regiões carentes.

O QUE AS FAMÍLIAS RECEBEM:

  • Kits com alimentos saudáveis (média de 10-15kgs)– frutas, legumes, verduras e ovos (exemplo: batata doce, alface, bananas e ovos).
  • Marmitas que são preparadas com os nossos alimentos nas cozinhas comunitárias das associações de moradores e ONGs das regiões de baixa renda.

SEGURANÇA DA OPERAÇÃO:

Contamos com diversos parceiros chaves no processo para garantir a operação e o controle de que os produtos são de qualidade e de fato entregues ou vendidos aqueles que precisam:

  • As associações locais das favelas tratam da distribuição dos alimentos (via cozinhas comunitárias ou outros canais)
  • Os pequenos produtores agrícolas são cadastrados pela equipe desse projeto, e os são alimentos sempre analisados por integrantes do projeto antes de serem entregues as comunidades carentes. 
  • Alunos e professores do Insper que estão desenvolvendo um aplicativo de celular) que permitirá programar as entregas, evitando aglomerações em tempos de pandemia e garantindo que os alimentos são entregues às famílias mais carentes (Nota: assim que estiver pronto, colocaremos informações aqui no site).

 

A SUSTENTABILIDADE DO MODELO – novos ciclos de compra, venda e doação de alimentos:

  • O valor arrecadado com a venda a preço simbólico – associações trabalham com o preço simbólico de R$12,00 ou R$6,00 reais por kit - é novamente investido na compra de alimentos aos pequenos produtores agrícolas.
  • As doações sustentadas permitirão continuar alimentando o processo.

 

SAIU NA MÍDIA:

Insper conhecimento: https://www.insper.edu.br/noticias/acao-leva-6-toneladas-de-alimentos-paraisopolis/

 

ENTREGAS CONCLUÍDAS e EM ANDAMENTO:

O projeto já teve duas etapas iniciais concluídas - com arrecadação de professores,  amigos, e doadores institucionais. A seguir descreve-se brevemente essas duas entregas. 

  • Etapa 1 -  semana do dia 04 de abril em Paraisópolis (doações particulares e institucionais).

Foram distribuídos 9600 ovos, 3 toneladas de batata doce e 2 toneladas de bananas. Esse projeto contou com a parceria da Associação de Moradores de Paraisópolis; G10 Favelas; Canal Transformadores; Bistrô Mãos de Maria: Associação das Mulheres de Paraisópolis. Essa etapa do projeto contou sobretudo com a doação de particulares.

  • Etapa 2 -  semana do dia 12 de abril em Cidade de Tiradentes, Heliópolis, Jardim Colombo e no Centro de São Paulo (para os sem tetos)

Foram distribuídos 2.000 kits (500 para cada comunidade), cada kit com 13 quilos de alimentos (ovos, bananas, cebola, cenoura, alface entre outros produtos). As 27 toneladas de alimentos foram entregues as associações de cada comunidade que garantiram as vendas dos kits por preço subsidiado à população ou doação (no caso do sem teto, e alguns moradores da favela). Essa etapa do projeto contou com a doação do Instituto BEI.

  • Etapa 3 -  semana do dia 20 de abril em Capão Redondo

Nessa semana serão entregues frutas  provenientes de pequenos produtores agrícolas que forneciam merenda escolar e que não estão conseguindo escoar os seus produtos as escolas. Os produtos que estão estragando, foram comprados e serão entregues durante a semana no Capão Redondo. 

 

RECOMPENSAS:

Sabemos que em geral os projetos fornecem um brinde para aqueles que auxiliam nos projetos. Aqui, essa relação ganha-ganha recebe um sentido mais amplo, ao invés de distribuirmos brinde, minimizamos os custos para que mais pequenos produtores agrícolas e pessoas necessitadas sejam beneficiadas. 

 

EQUIPE:

  • Projeto criado e liderado pelos professores Lars Meyer Sanches e André Luís de Castro Duarte (Professores de operações e logística do Insper - Faculdade de Administração, Economia e Engenharia de São Paulo). Atualmente, esta equipe conta também com outros professores do Insper (Adalto Barbaceia Gonçalves - Professor de Finanças, Carla Ramos e Giuliana Isabella - Professoras de Marketing). Vários outros professores do Insper têm também contribuido para o projeto.
  • Alunos do 5º semetre do curso de Administração do Insper, e alunos do curso de Engenharia da Computação do Insper.

Em equipe e de forma totalmente voluntária, eles garantem as operações (contatos com os produtores agrícolas e as associações nas favelas), organizam as campanhas, e buscam parcerias.

DOADORES INSTITUCIONAIS:

O projeto vem ainda ganhando notoriedade e empresas vem buscando auxiliar:

* Oferecendo doações de alimentos (produtos)

* Vendendo produtos a preço simbólico como forma de escoar excedente de produção (principalmente empresas da área agrícola)

* Oferecendo serviços como transporte 

* Oferecendo contatos de associações de moradores em regiões necessitadas

* Realizando doações com valores maiores (nesses casos, é possível inclusive conversarmos para doar os alimentos em regiões diferentes das pré-agendadas)

Se esse for o seu caso, entre em contato diretamente

 

CONTATO: 

contato@campofavela.ong.br

 

PS: Todas as imagens nessa descrição são reais - foram coletadas na primeira e segunda etapa do projeto.

Saiu na Capa da Folha de São Paulo

Em: 10/05/2020 14:53

Em reportagem, fundadores do Campo Favela contam do impacto do projeto aos agricultores e moradores de favela. 

Fundação compra produção do cinturão verde de SP e doa para comunidades carentes


Iniciativa realizada por professores e alunos do Insper já distribuiu mais de 33 toneladas de alimentos a favelas de São Paulo

Em: 29/04/2020 16:32

Saiu na mídia!

Insper publica a reportagem abaixo. 

Confira!

Projeto Campo Favela Realiza Crowdfunding para Apoio a Pequenos Agricultores e Comunidade Carente


Etapa 1 Concluída = Ação leva 6 toneladas de alimentos para Paraisópolis

Em: 28/04/2020 09:58

Saiu na mídia!

Insper conhecimento publica a reportagem abaixo. 

Confira!

Etapa 1 Concluida = Ação leva 6 toneladas de alimentos para Paraisópolis


CampoFavela ajuda pequenos agricultores a escoar produção.

Em: 28/04/2020 09:56

Saiu no Valor Econômico!

Se você for assinante tem acesso a reportagem no link abaixo: 

CampoFavela ajuda pequenos agricultores a escoar produção.


De um lado estão os pequenos agricultores, que em função da COVID-19 não têm para onde vender os alimentos que eram destinados aos restaurantes, merenda escolar e Ceagesp; e do outro lado, estão os moradores das favelas das grandes cidades que perderam os seus empregos informais em função da epidemia, tendo cada vez mesno dinheiro para comprar alimentos. 

Reportagens como "Comerciantes da Ceagesp afirmam que movimento caiu 60% após coronavírus", "Produtor rural destroi toneladas de alimento no cinturão verde de São Paulo" e "Sem ações específicas, 86% dos moradores de favelas vão passar fome por causa do coronavírus" são comuns atualmente, e reforçam a necessidade de auxiliar as duas pontas da cadeia de alimentos.  

PRINCIPAIS OBJETIVOS DO PROJETO:

  • Ligar os dois elos frágeis da cadeia de alimentos saudáveis: os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados e os mais carenciados nas cidades.
  • Ajudar as famílias carentes das favelas (pessoas que perderam os seus empregos informais com a pandemia), com a doação ou a venda a preço simbólico de alimentos saudáveis via associações locais (frutas, verdes e legumes, ovos) – sempre mantendo a dignidade e promovendo a auto-estima e alimentação saudável aos que mais necessitam.
  • Gerar renda para os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados que não estão conseguindo vender os alimentos que eram destinados aos restaurantes ou ao merenda escolar.
  • Contribuir com as associações que trabalham de forma continua com as comunidades mais desfavorecidas, com a doação de alimentos para distribuição juntos das famílias.
  • Trabalhar junto com as associações locais de moradores para encontrar a forma de distribuição dos alimentos mais apropriada a cada região – possibilidade de usar modelo doação + venda a preço simbólico.
  • Gerar renda para as atividades nas favelas, contribuindo com as associações locais no seu trabalho de apoio à comunidade - através do modelo de venda a preço simbólico.
  • Criar um vínculo entre as atividades nas favelas e os pequenos produtores agrícolas do interior dos estados.