CASA AGROECOLÓGICA NO ASS. ROSA LUXEMBURGO |

CASA AGROECOLÓGICA NO ASS. ROSA LUXEMBURGO

Construção coletiva de uma “casa modelo” agroecológica, com recursos locais e sustentáveis

Projeto por: Escola Popular Rosa Luxemburgo
R$ 12.365,00
arrecadado
meta R$ 10.000,00

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Escola Popular Rosa Luxemburgo

Escola Popular Rosa Luxemburgo
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R$ 50
Carta nominal
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R$ 175
KIT MST I (mini)
22 benfeitores apoiando
Boné e livro do MST. Agradecimento pela contribuição com o seu nome nas redes sociais. (opcional). A sua ajuda será muito importante para nós!
R$ 275
Kit MST II
16 benfeitores apoiando
Cachaça artesanal de produção familiar de assentados do MST, boné e livro do MST. Agradecimento pela contribuição com o seu nome nas redes sociais. (opcional). A sua ajuda será muito importante para nós!

A Escola Popular Rosa Luxemburgo localiza-se no Ass. Rosa Luxemburgo, município de Agudos, região centro-oeste do estado de São Paulo, Brasil. A escola é uma organização formada por trabalhadores e trabalhadoras rurais que buscam promover a agroecologia, por meio da formação e capacitação de seus integrantes em práticas alternativas de produção que incentivem sistemas econômicos solidários e sustentáveis.

Nossa proposta busca encontrar soluções relativas às condições de moradia das famílias assentadas e à produção agroecológica de alimentos, através da construção de um protótipo de moradia baseada em técnicas alternativas de construção e que dialogue com a realidade local, com o uso de recursos sustentáveis e trabalho e formação coletivos. Nosso objetivo é a construção de uma “casa modelo”, a partir de tecnologias construtivas que utilizam recursos locais e sustentáveis.

Está em processo de consolidação, na Escola, uma linha de produção de tijolos de adobe e BTC (bloco de terra comprimida), além de um centro de tratamento de bambu, e uma pequena marcenaria. Nesse sentido, em um momento de ausência de recursos voltados a políticas públicas para o combate ao déficit habitacional nos assentamentos de reforma agrária, queremos viabilizar a produção habitacional autogerida e agroecológica no Ass. Rosa Luxemburgo, e nos territórios adjacentes. 

A proposta contempla o enfrentamento ao problema decorrente das necessidades habitacionais das famílias assentadas e sobretudo, a recolocar em pauta os princípios da agroecologia e a ressignificação das relações de trabalho, gênero, saúde e meio ambiente na construção do território da reforma agrária.

Escola Popular Rosa Luxemburgo ainda não publicou nenhuma notícia.

A Escola Popular Rosa Luxemburgo localiza-se no Ass. Rosa Luxemburgo, município de Agudos, região centro-oeste do estado de São Paulo, Brasil. A escola é uma organização formada por trabalhadores e trabalhadoras rurais que buscam promover a agroecologia, por meio da formação e capacitação de seus integrantes em práticas alternativas de produção que incentivem sistemas econômicos solidários e sustentáveis.

Nossa proposta busca encontrar soluções relativas às condições de moradia das famílias assentadas e à produção agroecológica de alimentos, através da construção de um protótipo de moradia baseada em técnicas alternativas de construção e que dialogue com a realidade local, com o uso de recursos sustentáveis e trabalho e formação coletivos. Nosso objetivo é a construção de uma “casa modelo”, a partir de tecnologias construtivas que utilizam recursos locais e sustentáveis.

Está em processo de consolidação, na Escola, uma linha de produção de tijolos de adobe e BTC (bloco de terra comprimida), além de um centro de tratamento de bambu, e uma pequena marcenaria. Nesse sentido, em um momento de ausência de recursos voltados a políticas públicas para o combate ao déficit habitacional nos assentamentos de reforma agrária, queremos viabilizar a produção habitacional autogerida e agroecológica no Ass. Rosa Luxemburgo, e nos territórios adjacentes. 

A proposta contempla o enfrentamento ao problema decorrente das necessidades habitacionais das famílias assentadas e sobretudo, a recolocar em pauta os princípios da agroecologia e a ressignificação das relações de trabalho, gênero, saúde e meio ambiente na construção do território da reforma agrária.

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