Casa da Diversidade da Maré |

Casa da Diversidade da Maré

Espaço seguro e de acolhimento à população LGBTI+, sobretudo travestis e transexuais, que foram expulsas de casa ou que estejam em situação de rua.


Projeto por: Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas
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POR

Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas

Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas

A Casa da Diversidade será um local de passagem ou de abrigamento provisório da população LGBTI+ e, ainda, de realização de atividades, buscando se tornar um espaço de segurança e referência para a população trans que transita ou reside em territórios favelados. Os objetivos da Casa da Diversidade da Maré se concentram na promoção da educação, cultura, lazer e empregabilidade das pessoas LGBTQI+ de favelas. Além disso, buscaremos promover o empoderamento e a inclusão digital dessas pessoas, especialmente das pessoas travestis e transexuais, através de ações que visem combater o preconceito, promover acesso à justica e à saúde bem como repensar o debate acerca da segurança pública e, de igual modo, produzir conteúdo nas mais diversas plataformas digitais para promoção da cidadania LGBTQI+ favelada. A ideia é que possamos inaugurar a Casa da Diversidade da Maré no início de 2021, por isso contamos com sua ajuda!

 

Missão do Grupo Conexão G de Cidadania LGBTI+​ de Favelas:

Lutar para garantir, promover, efetivar e ampliar políticas públicas de direitos humanos, saúde, educação e segurança pública para LGBTI+ vivendo nos territórios de favelas.

 

        

Histórico de atuação:

Organização da sociedade civil fundada por um grupo de jovens em março de 2006, na Nova Holanda, favela da Maré, com o objetivo de minimizar preconceitos vividos LGBTI+ nas comunidades, em uma atuação integrada e abrangente, com foco nos direitos humanos e promoção da saúde. O grupo tem servido como referência para o debate sobre o tema, sendo responsável pela organização de diversos seminários e da primeira Parada  do Orgulho LGBT realizada em território de favela, em 2012.

Buscando atuar de forma integrada e abrangente, a instituição procura incidir sobre diferentes campos visando à promoção dos direitos e da cidadania da população LGBTI+ favelada: empregabilidade, promoção da saúde, prevenção de violências, cultura, entre outros. A questão do respeito à diversidade sexual e a visibilidade da resistência e das vulnerabilidades a que esta população está sujeita.

Uma das principais conquistas é a articulação territorial de organizações públicas e organizações não governamentais para a ampliação da realização de ações voltadas para o segmento LGBTI+ de favelas. Entre as principais ações, estão:

A Semana da Diversidade da Maré (com atividades de saúde, orientação sobre direitos e parada da visibilidade LGBT), pesquisas, capacitação de profissionais das unidades de saúde de dentro e fora da favela para o atendimento das especificidades da população LGBT, atendimento e orientação em Núcleos Itinerantes de Direitos Humanos, entre outras atividades.

Nos níveis estadual e nacional, a pauta da população LGBTI+ e suas especificidades da vivência em favelas tem sido levada para gestores de políticas públicas e financiadores.

Em junho de 2018, o Grupo Conexão G e parceiros organizaram o I Seminário Nacional sobre Assassinatos da População LGBT, realizado no interior de uma favela. As intervenções consideram a interseccionalidade, ou seja, para o cruzamento de marcadores sociais que são utilizados para a produção das desigualdades sociais, sejam elas raça/etnia, de orientação sexual e identidade de gênero, de origem ou classe social. A partir do território e das vivências das pessoas LGBT, o Conexão G chama a atenção para as demandas, potencialidades e interesses da população LGBT de favelas.

O Grupo Conexão G é composto por:

Gilmara Cunha - Presidenta

Paulo Victor de Oliveira Lino - Vice Presidente

Gabriel dos Anjos Horsth - Diretor financeiro

Cris Lacerda - Coordenador de Comunicação

Mariah Rafaela - Coordenadora de Projetos

Ana Carolina - Administrativo Financeiro

Ayomi Araújo - Designer 

 

 

 

 

Pessoas que estão ajudando essa campanha a acontecer.

Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas ainda não publicou nenhuma notícia.

A Casa da Diversidade será um local de passagem ou de abrigamento provisório da população LGBTI+ e, ainda, de realização de atividades, buscando se tornar um espaço de segurança e referência para a população trans que transita ou reside em territórios favelados. Os objetivos da Casa da Diversidade da Maré se concentram na promoção da educação, cultura, lazer e empregabilidade das pessoas LGBTQI+ de favelas. Além disso, buscaremos promover o empoderamento e a inclusão digital dessas pessoas, especialmente das pessoas travestis e transexuais, através de ações que visem combater o preconceito, promover acesso à justica e à saúde bem como repensar o debate acerca da segurança pública e, de igual modo, produzir conteúdo nas mais diversas plataformas digitais para promoção da cidadania LGBTQI+ favelada. A ideia é que possamos inaugurar a Casa da Diversidade da Maré no início de 2021, por isso contamos com sua ajuda!

 

Missão do Grupo Conexão G de Cidadania LGBTI+​ de Favelas:

Lutar para garantir, promover, efetivar e ampliar políticas públicas de direitos humanos, saúde, educação e segurança pública para LGBTI+ vivendo nos territórios de favelas.

 

        

Histórico de atuação:

Organização da sociedade civil fundada por um grupo de jovens em março de 2006, na Nova Holanda, favela da Maré, com o objetivo de minimizar preconceitos vividos LGBTI+ nas comunidades, em uma atuação integrada e abrangente, com foco nos direitos humanos e promoção da saúde. O grupo tem servido como referência para o debate sobre o tema, sendo responsável pela organização de diversos seminários e da primeira Parada  do Orgulho LGBT realizada em território de favela, em 2012.

Buscando atuar de forma integrada e abrangente, a instituição procura incidir sobre diferentes campos visando à promoção dos direitos e da cidadania da população LGBTI+ favelada: empregabilidade, promoção da saúde, prevenção de violências, cultura, entre outros. A questão do respeito à diversidade sexual e a visibilidade da resistência e das vulnerabilidades a que esta população está sujeita.

Uma das principais conquistas é a articulação territorial de organizações públicas e organizações não governamentais para a ampliação da realização de ações voltadas para o segmento LGBTI+ de favelas. Entre as principais ações, estão:

A Semana da Diversidade da Maré (com atividades de saúde, orientação sobre direitos e parada da visibilidade LGBT), pesquisas, capacitação de profissionais das unidades de saúde de dentro e fora da favela para o atendimento das especificidades da população LGBT, atendimento e orientação em Núcleos Itinerantes de Direitos Humanos, entre outras atividades.

Nos níveis estadual e nacional, a pauta da população LGBTI+ e suas especificidades da vivência em favelas tem sido levada para gestores de políticas públicas e financiadores.

Em junho de 2018, o Grupo Conexão G e parceiros organizaram o I Seminário Nacional sobre Assassinatos da População LGBT, realizado no interior de uma favela. As intervenções consideram a interseccionalidade, ou seja, para o cruzamento de marcadores sociais que são utilizados para a produção das desigualdades sociais, sejam elas raça/etnia, de orientação sexual e identidade de gênero, de origem ou classe social. A partir do território e das vivências das pessoas LGBT, o Conexão G chama a atenção para as demandas, potencialidades e interesses da população LGBT de favelas.

O Grupo Conexão G é composto por:

Gilmara Cunha - Presidenta

Paulo Victor de Oliveira Lino - Vice Presidente

Gabriel dos Anjos Horsth - Diretor financeiro

Cris Lacerda - Coordenador de Comunicação

Mariah Rafaela - Coordenadora de Projetos

Ana Carolina - Administrativo Financeiro

Ayomi Araújo - Designer 

 

 

 

 

Pessoas que estão ajudando essa campanha a acontecer.

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