Casa do Jongo |

Casa do Jongo

A Casa do Jongo, no Morro da Serrinha em Madureira, é uma referencia do patrimônio imaterial carioca.


Projeto por: Dyonne Boy
R$ 2.530,00
arrecadado por mês
meta R$ 7.100,00

33
assinantes

36%
arrecadado

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ASSINATURAS
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10 assinantes mensais
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11 assinantes mensais
R$ 60 por mês
4 assinantes mensais
R$ 100 por mês
5 assinantes mensais
POR

Dyonne Boy

Dyonne Boy

Para manter a sede do Jongo da Serrinha precisamos de sua colaboração!  São atividades para cerca da 400 alunos de todas as idades além de eventos mensais e a manutenção do Centro de Memória permanente. Você pode ser um “sócio-torcedor” do Jongo da Serrinha nos incluindo no seu orçamento mensal!

O Jongo da Serrinha é uma organização social com cerca de 60 anos, criada no bairro de Madureira, zona norte do Rio, que promove ações integradas entre cultura, arte, saúde, memória, desenvolvimento social, trabalho e renda. Há 17 anos é uma associação sem fins lucrativos e vem atuando em parceria com o poder público, privado e instituições internacionais para o desenvolvimento social de populações afro-brasileiras. . Em 2015, foi inaugurada a Casa do Jongo com atividades de arte, cultura e educação, baseadas nas heranças de matriz africanas.

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Em 2005, o jongo foi registrado como Patrimônio Imaterial do Sudeste pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN). O Jongo da Serrinha teve importante papel na solicitação do registro bem como na articulação de ações de salvaguarda deste bem.

Em 2015, em parceira com a Prefeitura, o Jongo da Serriha criou sua nova sede  transformando um galpão abandonado num centro cultural municipal, o único da rede situado dentro de uma favela na cidade. Com cerca 2000m2 de área, a Casa do Jongo ganhou projeto do RUA Arquitetos e foi destaque na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2016. A Casa tem uma estreita parceria com as escolas públicas da região, implementa atividades de geração de renda e oferece lazer gratuito de alta qualidade num projeto de elaboração de políticas públicas, economia solidária, arte e educação popular.

Nesses cerca de 60 anos de trabalho continuado, o Jongo da Serrinha virou uma referência da cultura afro-carioca no país.

O Grupo ganhou diversos prêmios entre eles a Medalha de Ordem ao Mérito Cultural (Presidência da República), , Cultura Viva (MINC), Prêmio Asas (MINC), Orilaxé (Afroreggae), Cultura Nota Dez (Secretaria de Cultura do Estado do RJ)e Itaú-Unicef (2005 e 2007).

Dyonne Boy ainda não publicou nenhuma notícia.

Para manter a sede do Jongo da Serrinha precisamos de sua colaboração!  São atividades para cerca da 400 alunos de todas as idades além de eventos mensais e a manutenção do Centro de Memória permanente. Você pode ser um “sócio-torcedor” do Jongo da Serrinha nos incluindo no seu orçamento mensal!

O Jongo da Serrinha é uma organização social com cerca de 60 anos, criada no bairro de Madureira, zona norte do Rio, que promove ações integradas entre cultura, arte, saúde, memória, desenvolvimento social, trabalho e renda. Há 17 anos é uma associação sem fins lucrativos e vem atuando em parceria com o poder público, privado e instituições internacionais para o desenvolvimento social de populações afro-brasileiras. . Em 2015, foi inaugurada a Casa do Jongo com atividades de arte, cultura e educação, baseadas nas heranças de matriz africanas.

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Em 2005, o jongo foi registrado como Patrimônio Imaterial do Sudeste pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN). O Jongo da Serrinha teve importante papel na solicitação do registro bem como na articulação de ações de salvaguarda deste bem.

Em 2015, em parceira com a Prefeitura, o Jongo da Serriha criou sua nova sede  transformando um galpão abandonado num centro cultural municipal, o único da rede situado dentro de uma favela na cidade. Com cerca 2000m2 de área, a Casa do Jongo ganhou projeto do RUA Arquitetos e foi destaque na Bienal de Arquitetura de Veneza em 2016. A Casa tem uma estreita parceria com as escolas públicas da região, implementa atividades de geração de renda e oferece lazer gratuito de alta qualidade num projeto de elaboração de políticas públicas, economia solidária, arte e educação popular.

Nesses cerca de 60 anos de trabalho continuado, o Jongo da Serrinha virou uma referência da cultura afro-carioca no país.

O Grupo ganhou diversos prêmios entre eles a Medalha de Ordem ao Mérito Cultural (Presidência da República), , Cultura Viva (MINC), Prêmio Asas (MINC), Orilaxé (Afroreggae), Cultura Nota Dez (Secretaria de Cultura do Estado do RJ)e Itaú-Unicef (2005 e 2007).

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