Cd Tempo |

Cd Tempo

Campanha para gravar o primeiro cd do cantor e compositor Paulo Brito.

Projeto por: Renata Brito
R$ 15.790,00
arrecadado
meta R$ 15.000,00

68 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Renata Brito

Renata Brito

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muito obrigado!! Você receberá um email de agradecimento personalizado + agradecimento em nossa fanpage.
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que bacana, nosso projeto está tomando forma! Você receberá o cd virtual para download + agradecimento em nossa fanpage.
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que incrível sua contribuição!! Você receberá um cd autografado + email personalizado de agradecimento.
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nem temos como agradecer! Você receberá um cd autografado + convite para o lançamento. O lançamento será em São Paulo.
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Nós estamos cada vez mais perto e você faz parte disso! Receberá uma camiseta do projeto + cd autografado + agradecimento em nossa fanpage
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que legal!!! Você receberá um cd autografado + email personalizado de agradecimento + bloco do projeto
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nossa, estamos sem palavras para agradecer!! Ganhou um encontro com Paulo Brito, aonde ele cantará canções do cd + um cd autografado. Os encargos de deslocamento fora de São Paulo serão pagos pelo benfeitor.
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Seja o primeiro a apoiar!
dessa forma você ou sua empresa entra como patrocinador e terá a logomarca no cd, bem como em todo material de divulgação do mesmo.
CD Tempo 


A gravação do CD Tempo surge do meu prazer de cantar. Acho que desde sempre, o canto foi ocupando um espaço e dando sentido à minha vida. Esse registro também vai possibilitar que as pessoas me conheçam a partir de uma música que está em mim. Eu acho que sempre esteve, e também uma música que me acompanhou, me formou: poética, existencial, religiosa, política e cultural. Uma música que deu sentido a tudo.


Claro, definitivo ter nascido em Vila Isabel, frequentado por muitos anos a Escola de Samba Mangueira. Depois o Salgueiro e a Portela. E ter tido um avô, como meu Avô Lauro, que me mostrou todo um universo musical. Ouvia de tudo: Aracy de Almeida, Marian Anderson, Adoniram Barbosa, Carmem Miranda, Mario Reis, The Platters, Wagner, Schubert, Elizeth Cardoso, Lena Horne, Dalva de Oliveira, Angela Maria, Demônios da Garoa, Noel Rosa, Caymmi entre outros.

Quando adolescente, uns 12 anos, comecei a cantar uns sambas no botequim da esquina lá de casa e depois cantava com amigos, Bossa Nova, Jovem Guarda. Mas o que eu gostava mesmo eram os sambas das escolas: samba de terreiro, samba enredo. E sempre, Noel, Lamartine, Caymmi, que meu avô já tinha me apresentado.


 Ao mesmo tempo, destaque principal nessa minha memória musical para Clementina de Jesus, a quem tive a honra de conhecer e de assistir seus shows. Adorava Clementina, Mãe Quelé, ouvir e ver Clementina era um cataclisma, uma coisa de paixão. Tinha também nisso tudo Cartola, Nelson Cavaquinho, Pixinguinha, João da Baiana, Candeia.


Depois,  veio o teatro. Meu tio Sergio Britto foi a grande influência na minha formação teatral. Foi ele que abriu todas as portas.  Estreei com o diretor argentino Victor Garcia no espetáculo “Autos Sacramentales” de Calderon de Labarca. Meu tio Sergio também fazia parte do elenco. Isso em Shiraz, no Irã. Volto pro Brasil e entro no Grupo Ventoforte, sob a direção de Ilo Krugli, ainda no Rio. Depois fundamos aqui em São Paulo, o Teatro Ventoforte. Aí foi um tempo de fazer teatro, mas o que mais gostava era de cantar nos espetáculos. Nos espetáculos do Ventoforte a música era um elemento fundamental.


Um dia meu tio chegou lá em casa, ele estava em temporada em São Paulo e eu resolvi cantar prá ele. Ele não me conhecia cantor. Ouviu e disse: “Paulinho, você é cantor! O que você vai fazer com isso? Se você quiser eu posso te dirigir!” Pena que não deu tempo.


Montei com amigos aqui em São Paulo um grupo onde fazíamos batuques, curimbas, jongos etc. Aos poucos foram chegando as minhas primeiras composições. Sempre feitas para o repertório do grupo. O grupo se desfez, como tudo na vida, e eu continuei meus estudos. Fiz uns shows solos, me apresentei em projetos grupais.  Nunca mais parei.  Agora chega o momento do CD Tempo.

Suzana Amaral e Paulo Brito

Em: 24/06/2015 07:31

https://www.youtube.com/watch?v=AtWsoEMZqgE


Em cartaz no espetáculo Lenços e ventos

Em: 11/06/2015 08:25


CD Tempo 


A gravação do CD Tempo surge do meu prazer de cantar. Acho que desde sempre, o canto foi ocupando um espaço e dando sentido à minha vida. Esse registro também vai possibilitar que as pessoas me conheçam a partir de uma música que está em mim. Eu acho que sempre esteve, e também uma música que me acompanhou, me formou: poética, existencial, religiosa, política e cultural. Uma música que deu sentido a tudo.


Claro, definitivo ter nascido em Vila Isabel, frequentado por muitos anos a Escola de Samba Mangueira. Depois o Salgueiro e a Portela. E ter tido um avô, como meu Avô Lauro, que me mostrou todo um universo musical. Ouvia de tudo: Aracy de Almeida, Marian Anderson, Adoniram Barbosa, Carmem Miranda, Mario Reis, The Platters, Wagner, Schubert, Elizeth Cardoso, Lena Horne, Dalva de Oliveira, Angela Maria, Demônios da Garoa, Noel Rosa, Caymmi entre outros.

Quando adolescente, uns 12 anos, comecei a cantar uns sambas no botequim da esquina lá de casa e depois cantava com amigos, Bossa Nova, Jovem Guarda. Mas o que eu gostava mesmo eram os sambas das escolas: samba de terreiro, samba enredo. E sempre, Noel, Lamartine, Caymmi, que meu avô já tinha me apresentado.


 Ao mesmo tempo, destaque principal nessa minha memória musical para Clementina de Jesus, a quem tive a honra de conhecer e de assistir seus shows. Adorava Clementina, Mãe Quelé, ouvir e ver Clementina era um cataclisma, uma coisa de paixão. Tinha também nisso tudo Cartola, Nelson Cavaquinho, Pixinguinha, João da Baiana, Candeia.


Depois,  veio o teatro. Meu tio Sergio Britto foi a grande influência na minha formação teatral. Foi ele que abriu todas as portas.  Estreei com o diretor argentino Victor Garcia no espetáculo “Autos Sacramentales” de Calderon de Labarca. Meu tio Sergio também fazia parte do elenco. Isso em Shiraz, no Irã. Volto pro Brasil e entro no Grupo Ventoforte, sob a direção de Ilo Krugli, ainda no Rio. Depois fundamos aqui em São Paulo, o Teatro Ventoforte. Aí foi um tempo de fazer teatro, mas o que mais gostava era de cantar nos espetáculos. Nos espetáculos do Ventoforte a música era um elemento fundamental.


Um dia meu tio chegou lá em casa, ele estava em temporada em São Paulo e eu resolvi cantar prá ele. Ele não me conhecia cantor. Ouviu e disse: “Paulinho, você é cantor! O que você vai fazer com isso? Se você quiser eu posso te dirigir!” Pena que não deu tempo.


Montei com amigos aqui em São Paulo um grupo onde fazíamos batuques, curimbas, jongos etc. Aos poucos foram chegando as minhas primeiras composições. Sempre feitas para o repertório do grupo. O grupo se desfez, como tudo na vida, e eu continuei meus estudos. Fiz uns shows solos, me apresentei em projetos grupais.  Nunca mais parei.  Agora chega o momento do CD Tempo.

Suzana Amaral e Paulo Brito

Em: 24/06/2015 07:31

https://www.youtube.com/watch?v=AtWsoEMZqgE


Em cartaz no espetáculo Lenços e ventos

Em: 11/06/2015 08:25