Centro de Tradições em Movimento |

Centro de Tradições em Movimento

Espaço com oficinas de formação cidadã, laboratório com utilização de ervas afropindorâmicas e ambulatório de terapias holístico-ancestrais.


Projeto por: Centro Cultural de Tradições Afro Brasileiras Ylê Asè Egi Omim
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POR

Centro Cultural de Tradições Afro Brasileiras Ylê Asè Egi Omim

Centro Cultural de Tradições Afro Brasileiras Ylê Asè Egi Omim

Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras Yle Asé Egi Omim, busca desde 2008, consolidar ideias que valorizem e visibilizem os povos tradicionais de matriz africana. O Centro integra o Ylê Asè Egi Omim, casa de candomblé situada em Santa Teresa, centro do Rio de Janeiro, sob a condução de Wanda Araújo, Yalorixá, jornalista e educadora social, com ampla experiência com o trabalho sócio-cultural com jovens e populações marginalizadas. Além de desenvolver projetos sociais, culturais, educativos e de memória, com ênfase na reflexão ativa e afirmação de humanidades baseadas na cultura e cosmogonia afropindorâmica, o Centro de Tradições possui um espaço situado em plena Floresta da Tijuca, local com rica biodiversidade, com fauna e flora presentes no dia a dia do Terreiro. 

  Sabe-se que a prática de utilização das ervas nos povos de matriz afropindorâmica, privilegia os saberes ancestrais, a memória e a     cultura familiar, apoiando e substituindo muitas vezes o atendimento de saúde tradicional. Com este projeto, o Centro Cultural   pretende desenvolver um antigo sonho: consolidar um espaço de oficinas de formação cidadã, um laboratório de experimentação   sistemáticos, com a utilização de ervas medicinais do povo de matriz africana, além de um ambulatório de saúde mental, com   formação e terapias ancestrais de tratamento holístico.

  Partindo da abundância que nos cerca, já temos o espaço físico (salas de pesquisa e atendimento, sala de oficinas e exposição e   biblioteca pública), espaço para plantação dos canteiros de ervas, pessoal capacitado e precisamos de recursos para fazer a   manutenção das salas do ambulatório e laboratório e o pagamento dos especialistas que se dedicarão ao programa.

  Paralelo a todos esses projetos, desde o advento da pandemia, estamos realizando quinzenalmente o programa online "No pé do   berimbau", um programa pensado por pretos e que fala de pretitude, que necessita de recursos financeiros para custear os   convidados e a equipe envolvida. (http://www.nopedoberimbau.com)

- Pretendemos com essas experiências, construir coletivamente o “Livro Preto” que é de “tarja   preta”, mas sem efeitos colaterais! (Yá   Wanda Araújo). 

  O financiamento do Centro Cultural é uma perspectiva de capacitação, pesquisa, parceria e fortalecimento não só deste projeto, mas   das ações do Centro de tradições como um todo. Estimamos que seria importante um valor de cerca de R$ 10.000,00 mensais   inicialmente para realizar as obras, compras de maquinário e equipamentos e depois sua manutenção, 70% será destinado ao   pagamento de profissionais envolvidos nos projetos (oficinas, ambulatório, laboratório e programa online) e 30% será destinado para a   manutenção do espaços (pagamento de contas, pinturas, pequenas construções, materiais para a composição de canteiros, compra   de maquinário e mobiliário). 

  Após 1 ano de experimentação, o programa de laboratório e ambulatório, pretende se estender para as comunidades do entorno do   Centro Cultural (Cerro Corá, Prazeres, Fallet, Fogueteiro e Ramos) e se tornar um polo de apoio aos interessados pelo assunto,   atendendo e capacitando cerca de 100 pessoas por mês.

O Centro Cultural de Tradições, tem parceria com a Muda Outras Economias, uma rede de financiamento que experimenta outras economias baseada na alegria e na abundância. A Muda opera em uma plataforma online, e nela, a comunidade pode ofertar e adquirir produtos e serviços através de uma moeda social complementar, a MUDA. Desse forma, todo colaborador da rede de apoiadores do Centro de Tradições em Movimento, recebe Mudas para desfrutar dos produtos e serviços ofertados na plataforma da Muda. Para saber mais é só acessar: https://linktr.ee/MudaOutrasEconomias

Fotos e edições: Cristiane Cotrim e Ivam Cruz


Alguns projetos já desenvolvidos pelo Centro de Tradições:

. Imagens de Axé – série de postais com imagens que expressam o cotidiano da religião dos orixás;

. Encontro de Jovens de Terreiro, que promoveu mesas-redondas com especialistas para discutir a intolerância religiosa, a relação entre tradição e contemporaneidade e os desafios do candomblé frente às novas tecnologias;

. Revista Eletrônica Pitàn Dudu, com o registro e a reflexão sobre aspectos da cultura de matriz africana;

. Colônia de Férias Erês, Curumins e Quilombolas

. Orin Dudu, CD com músicas coletadas em terreiros históricos no Rio de Janeiro;

. Sou de Terreiro, projeto virtual, com vídeos e textos com imagens e textos afirmativos sobre o que é ser de terreiro;

. Conversas de Terreiro, série de oficinas de sensibilização e entrevistas a dirigentes de casas de candomblé.

. Campanha ajude seu irmão, com a distribuição de cestas básicas e quentinhas para população desistida, moradora de rua ou/e das comunidades do Centro

. No pé do berimbau, programa de entrevistas online, criado para falar de pretitude!


Contatos:

E-mail: egiomim@gmail.com

Instagram: @yleaseegiomim


Aceitamos doações diretas através de depósitos bancários: 

Banco Itaú (341)

Ag 0313

Cc 50170-2 

CNPJ: 09627968/0001-17

 

Pessoas que estão ajudando essa campanha a acontecer.

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Centro Cultural de Tradições Afro Brasileiras Ylê Asè Egi Omim ainda não publicou nenhuma notícia.

Centro Cultural de Tradições Afro-brasileiras Yle Asé Egi Omim, busca desde 2008, consolidar ideias que valorizem e visibilizem os povos tradicionais de matriz africana. O Centro integra o Ylê Asè Egi Omim, casa de candomblé situada em Santa Teresa, centro do Rio de Janeiro, sob a condução de Wanda Araújo, Yalorixá, jornalista e educadora social, com ampla experiência com o trabalho sócio-cultural com jovens e populações marginalizadas. Além de desenvolver projetos sociais, culturais, educativos e de memória, com ênfase na reflexão ativa e afirmação de humanidades baseadas na cultura e cosmogonia afropindorâmica, o Centro de Tradições possui um espaço situado em plena Floresta da Tijuca, local com rica biodiversidade, com fauna e flora presentes no dia a dia do Terreiro. 

  Sabe-se que a prática de utilização das ervas nos povos de matriz afropindorâmica, privilegia os saberes ancestrais, a memória e a     cultura familiar, apoiando e substituindo muitas vezes o atendimento de saúde tradicional. Com este projeto, o Centro Cultural   pretende desenvolver um antigo sonho: consolidar um espaço de oficinas de formação cidadã, um laboratório de experimentação   sistemáticos, com a utilização de ervas medicinais do povo de matriz africana, além de um ambulatório de saúde mental, com   formação e terapias ancestrais de tratamento holístico.

  Partindo da abundância que nos cerca, já temos o espaço físico (salas de pesquisa e atendimento, sala de oficinas e exposição e   biblioteca pública), espaço para plantação dos canteiros de ervas, pessoal capacitado e precisamos de recursos para fazer a   manutenção das salas do ambulatório e laboratório e o pagamento dos especialistas que se dedicarão ao programa.

  Paralelo a todos esses projetos, desde o advento da pandemia, estamos realizando quinzenalmente o programa online "No pé do   berimbau", um programa pensado por pretos e que fala de pretitude, que necessita de recursos financeiros para custear os   convidados e a equipe envolvida. (http://www.nopedoberimbau.com)

- Pretendemos com essas experiências, construir coletivamente o “Livro Preto” que é de “tarja   preta”, mas sem efeitos colaterais! (Yá   Wanda Araújo). 

  O financiamento do Centro Cultural é uma perspectiva de capacitação, pesquisa, parceria e fortalecimento não só deste projeto, mas   das ações do Centro de tradições como um todo. Estimamos que seria importante um valor de cerca de R$ 10.000,00 mensais   inicialmente para realizar as obras, compras de maquinário e equipamentos e depois sua manutenção, 70% será destinado ao   pagamento de profissionais envolvidos nos projetos (oficinas, ambulatório, laboratório e programa online) e 30% será destinado para a   manutenção do espaços (pagamento de contas, pinturas, pequenas construções, materiais para a composição de canteiros, compra   de maquinário e mobiliário). 

  Após 1 ano de experimentação, o programa de laboratório e ambulatório, pretende se estender para as comunidades do entorno do   Centro Cultural (Cerro Corá, Prazeres, Fallet, Fogueteiro e Ramos) e se tornar um polo de apoio aos interessados pelo assunto,   atendendo e capacitando cerca de 100 pessoas por mês.

O Centro Cultural de Tradições, tem parceria com a Muda Outras Economias, uma rede de financiamento que experimenta outras economias baseada na alegria e na abundância. A Muda opera em uma plataforma online, e nela, a comunidade pode ofertar e adquirir produtos e serviços através de uma moeda social complementar, a MUDA. Desse forma, todo colaborador da rede de apoiadores do Centro de Tradições em Movimento, recebe Mudas para desfrutar dos produtos e serviços ofertados na plataforma da Muda. Para saber mais é só acessar: https://linktr.ee/MudaOutrasEconomias

Fotos e edições: Cristiane Cotrim e Ivam Cruz


Alguns projetos já desenvolvidos pelo Centro de Tradições:

. Imagens de Axé – série de postais com imagens que expressam o cotidiano da religião dos orixás;

. Encontro de Jovens de Terreiro, que promoveu mesas-redondas com especialistas para discutir a intolerância religiosa, a relação entre tradição e contemporaneidade e os desafios do candomblé frente às novas tecnologias;

. Revista Eletrônica Pitàn Dudu, com o registro e a reflexão sobre aspectos da cultura de matriz africana;

. Colônia de Férias Erês, Curumins e Quilombolas

. Orin Dudu, CD com músicas coletadas em terreiros históricos no Rio de Janeiro;

. Sou de Terreiro, projeto virtual, com vídeos e textos com imagens e textos afirmativos sobre o que é ser de terreiro;

. Conversas de Terreiro, série de oficinas de sensibilização e entrevistas a dirigentes de casas de candomblé.

. Campanha ajude seu irmão, com a distribuição de cestas básicas e quentinhas para população desistida, moradora de rua ou/e das comunidades do Centro

. No pé do berimbau, programa de entrevistas online, criado para falar de pretitude!


Contatos:

E-mail: egiomim@gmail.com

Instagram: @yleaseegiomim


Aceitamos doações diretas através de depósitos bancários: 

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