Cê viu isso? Jornal Ambulante |

Cê viu isso? Jornal Ambulante

Jornal dos moradores da Pedreira Prado Lopes, promove informação e renda para o enfrentamento da Covid-19, veiculado em carro de som na comunidade.

Projeto por: Élida Ramirez Miranda
R$ 2.390,00
arrecadado
meta R$ 7.000,00

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Élida Ramirez Miranda

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Para que isso?

A pergunta de Valéria inspira profundos questionamentos. Até quando a periferia será ingnorada nessa pandemia? Até quando os pobres terão menos voz? Não podemos permitir isso, ainda mais nas circunstâncias sanitárias, econômicas e sociais atuais. Daí nasce o veículo de comunicação que circula pela periferia, Cê Viu isso?

Os mais pobres são impactados de forma diferente pela pandemia. Na  Pedreira Prado Lopes,  em Belo Horizonte, a realidade não é de isolamento social: comércio aberto, gente nas ruas  sem máscaras, eventos sociais e milhares de pessoas saindo diariamente para ganhar o pão. Dentro de casa, famílias vivem aglomeradas em poucos cômodos. Isso sem falar nas pessoas em situação de rua e dependência química perambulando na área conhecida como cracolândia, situada às margens da avenida Antônio Carlos. Para as lideranças comunitárias locais, além de água e sabão é preciso informação. Isso porque as orientações  sobre a pandemia, veiculadas pelo poder público e imprensa, quase sempre ignoram as circunstâncias que vivem essas pessoas. Muitos nem tem casa. Outros, dormem amontoados. Quase todos são vítimas de notícias falsas disseminadas mais facilmente em grupos com menos educação formal e digital. Por isso, boa parte dos cuidados não são tomados pelos mais de 9 mil moradores da região. Aí, o vírus circula mais livremente.   

E como fazer isso?

Para a informação sobre a Covid 19 circular em cada beco, é fundamental  envolver  a comunidade em toda a cadeia da produção de notícias sobre os impactos da pandemia. É integrar para conscientizar e propor caminhos possíveis, gerando renda e criando uma rede organizada de mobilização social. Acreditamos que esse é um bom começo. Na PPL, funcionárá assim: jornalistas e os moradores  produzirão o jornal popular de 10 minutos, veiculado em carro de som, moto e até bicicleta pelas ruas e becos da comunidade. Além de tratar de modo mais específico as ações para o enfrentamento dos efeitos do Covid-19, a ideia é fomentar os saberes e cultura locais, além de possíveis projetos comunitários. Trabalharemos para que, gradualmente, os envolvidos tenham condições de conduzirem sozinhos as ações, além de alterá-las para fazê-las crescer e prosperar. Ah, todo o conteúdo será produzido respeitando as orientações de isolamento. Dedicaremos toda nossa criatividade coletiva para fazer acontecer em segurança!

Quem fará isso?

Nós! Eu, Valéria, outros moradores da PPL e você. Seremos uma equipe técnica multidisciplinar  com a missão de 'informar a ação' de controle da doença e sobrevivência econômica possível segundo as peculiariedades dos moradores da Pedreia e Vila Senhor dos Passos.  E não precisamos de muito para começar! Veja no gráfico abaixo como planejamos investir. Ah, os percentuais podem variar mas a comunidade é sempre prioridade!

E depois disso? 

Vamos avaliar resultados, aperfeiçoar decisões e atualizar o projeto para tentar colabores permanentes, poder público e entidades. Quem sabe a gente amplia a ideia para as demais regionais de BH? Sonhamos que este seja um piloto possível de ser implementado onde houver vulnerabilidade social similar.

Quanto tempo dura isso?

Este financiamento pretende cobrir especificamente os custos da primeira etapa do projeto Cê Viu Isso? Além do custeio das bolsas para a comunidade, criaremos a linha editorial do jornal, a identeidade visual, o site e ainda faremos a produção junto aos moradores. Claro que também ativaremos grupos de whatsApp, redes sociais, ligaremos para conhecidos e desconhecidos para pedir ajuda. Quando necessário, bateremos às portas de possíveis parceiros. Somos cuidadosos mas não temos medo. Com luvas, máscaras, álcool em gel, sairemos às ruas  em busca de mais apoio! E conseguiremos reduzir os duros impactos da pandemia na PPL. Quem sabe, até em outras periferias?  

Por que faremos isso?

Você percebeu que será uma trabalheira danada, né? Sabe que a economia não está ajudando? Pior: tem gente que não se importa com a periferia, verdade? E mais: somos um grupo que também está passando por dificuldades financeiras! Porém, temos teto, comida e o direito econômico ao isolamento. Milhares daqueles que vivem na PPL, não têm. Além da gratidão por ter o mínimo, somos cidadãos inconformados. Informados. Parte da desigualdade social. Desejamos exercer o nosso compromisso ético, existencial. Porque simplesmente somos. Somos comunicação comunitária, humanitária, identitária. Identidade. Somos o servir para vir a ser,equidade. Somos entes, sentes?  

E você com isso? 

Reagir coletivamente é mais que uma escolha. É uma urgência.

Mais que nunca, somos a reinvenção de nós mesmos.

!

 

 

 

Élida Ramirez Miranda ainda não publicou nenhuma notícia.

Para que isso?

A pergunta de Valéria inspira profundos questionamentos. Até quando a periferia será ingnorada nessa pandemia? Até quando os pobres terão menos voz? Não podemos permitir isso, ainda mais nas circunstâncias sanitárias, econômicas e sociais atuais. Daí nasce o veículo de comunicação que circula pela periferia, Cê Viu isso?

Os mais pobres são impactados de forma diferente pela pandemia. Na  Pedreira Prado Lopes,  em Belo Horizonte, a realidade não é de isolamento social: comércio aberto, gente nas ruas  sem máscaras, eventos sociais e milhares de pessoas saindo diariamente para ganhar o pão. Dentro de casa, famílias vivem aglomeradas em poucos cômodos. Isso sem falar nas pessoas em situação de rua e dependência química perambulando na área conhecida como cracolândia, situada às margens da avenida Antônio Carlos. Para as lideranças comunitárias locais, além de água e sabão é preciso informação. Isso porque as orientações  sobre a pandemia, veiculadas pelo poder público e imprensa, quase sempre ignoram as circunstâncias que vivem essas pessoas. Muitos nem tem casa. Outros, dormem amontoados. Quase todos são vítimas de notícias falsas disseminadas mais facilmente em grupos com menos educação formal e digital. Por isso, boa parte dos cuidados não são tomados pelos mais de 9 mil moradores da região. Aí, o vírus circula mais livremente.   

E como fazer isso?

Para a informação sobre a Covid 19 circular em cada beco, é fundamental  envolver  a comunidade em toda a cadeia da produção de notícias sobre os impactos da pandemia. É integrar para conscientizar e propor caminhos possíveis, gerando renda e criando uma rede organizada de mobilização social. Acreditamos que esse é um bom começo. Na PPL, funcionárá assim: jornalistas e os moradores  produzirão o jornal popular de 10 minutos, veiculado em carro de som, moto e até bicicleta pelas ruas e becos da comunidade. Além de tratar de modo mais específico as ações para o enfrentamento dos efeitos do Covid-19, a ideia é fomentar os saberes e cultura locais, além de possíveis projetos comunitários. Trabalharemos para que, gradualmente, os envolvidos tenham condições de conduzirem sozinhos as ações, além de alterá-las para fazê-las crescer e prosperar. Ah, todo o conteúdo será produzido respeitando as orientações de isolamento. Dedicaremos toda nossa criatividade coletiva para fazer acontecer em segurança!

Quem fará isso?

Nós! Eu, Valéria, outros moradores da PPL e você. Seremos uma equipe técnica multidisciplinar  com a missão de 'informar a ação' de controle da doença e sobrevivência econômica possível segundo as peculiariedades dos moradores da Pedreia e Vila Senhor dos Passos.  E não precisamos de muito para começar! Veja no gráfico abaixo como planejamos investir. Ah, os percentuais podem variar mas a comunidade é sempre prioridade!

E depois disso? 

Vamos avaliar resultados, aperfeiçoar decisões e atualizar o projeto para tentar colabores permanentes, poder público e entidades. Quem sabe a gente amplia a ideia para as demais regionais de BH? Sonhamos que este seja um piloto possível de ser implementado onde houver vulnerabilidade social similar.

Quanto tempo dura isso?

Este financiamento pretende cobrir especificamente os custos da primeira etapa do projeto Cê Viu Isso? Além do custeio das bolsas para a comunidade, criaremos a linha editorial do jornal, a identeidade visual, o site e ainda faremos a produção junto aos moradores. Claro que também ativaremos grupos de whatsApp, redes sociais, ligaremos para conhecidos e desconhecidos para pedir ajuda. Quando necessário, bateremos às portas de possíveis parceiros. Somos cuidadosos mas não temos medo. Com luvas, máscaras, álcool em gel, sairemos às ruas  em busca de mais apoio! E conseguiremos reduzir os duros impactos da pandemia na PPL. Quem sabe, até em outras periferias?  

Por que faremos isso?

Você percebeu que será uma trabalheira danada, né? Sabe que a economia não está ajudando? Pior: tem gente que não se importa com a periferia, verdade? E mais: somos um grupo que também está passando por dificuldades financeiras! Porém, temos teto, comida e o direito econômico ao isolamento. Milhares daqueles que vivem na PPL, não têm. Além da gratidão por ter o mínimo, somos cidadãos inconformados. Informados. Parte da desigualdade social. Desejamos exercer o nosso compromisso ético, existencial. Porque simplesmente somos. Somos comunicação comunitária, humanitária, identitária. Identidade. Somos o servir para vir a ser,equidade. Somos entes, sentes?  

E você com isso? 

Reagir coletivamente é mais que uma escolha. É uma urgência.

Mais que nunca, somos a reinvenção de nós mesmos.

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