[RJ] Como se proteger do coronavírus? |

[RJ] Como se proteger do coronavírus?

Fortaleça a campanha para que o material produzido pelo Observatório de Favelas alcance milhares de moradores de favelas e periferias do Brasil.

Projeto por: Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
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Observatório de Favelas do Rio de Janeiro

Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
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Com o dinheiro arrecadado,  iremos comprar equipamentos (2 computadores); adquirir ferramentas (email marketing, dados móveis, gerenciador de redes sociais e editor de imagens); ampliar a equipe que vem atuando diretamente nessa construção; patrocinar postagens nas redes sociais; e reestruturar o site da organização, inclusive garantindo a hospedagem de todo o conteúdo no domínio Observatório de Favelas; e  garantir a porcentagem da plataforma. Este apoio nos permitirá chegar em mais moradores de favelas e periferias e qualificar ainda mais o trabalho, que é o nosso grande desafio nessa campanha!

O Observatório de Favelas atua historicamente com proposições que visam a redução de desigualdades sociais e a garantia de direitos de moradores de favelas e periferias. Diante dos imensos desafios enfrentados por esses territórios e sujeitos no contexto da pandemia do Coronavírus, como seguimos comprometidos com a nossa natureza e missão? Essa foi a questão colocada e a resposta foi coletiva. Desde o início da quarentena, uma parte significativa da equipe Observatório de Favelas - uma equipe majoritariamente feminina, jovem, preta e periférica - vem se dedicando diariamente a produção de conteúdo (peças gráficas, áudios e vídeos) a partir do diálogo com especialistas e a divulgação desse conteúdo principalmente via whatsapp, mas também nos perfis institucionais do Observatório de Favelas no facebook, twitter, instagram e youtube. Como parte da estratégia de comunicação, paralelamente também pautamos a mídia hegemônica sobre o tema da campanha buscando sempre alcançar moradores de favelas e periferias e tensionar debates e a construção de políticas públicas que tenham como objetivo proteger essa população dos impactos da pandemia.

Fundado em 2001, o Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil sediada no conjunto de favelas da Maré, que busca  construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos. Atuamos nos eixos de Políticas Urbanas, Comunicação, Direito à Vida e Segurança Pública, Arte e Território e Educação.

Alguns dos nossos principais projetos: Conexões de Saberes (2002), incorporado pelo MEC. e ganhador do Prêmio Tecnologia Social da Fundação BB (2005) - em 2006, havia 31 universidades federais integradas ao programa; Programa de Redução da Violência Letal (2008), com o qual atuamos em 16 regiões metropolitanas; Programa Imagens do Povo, a partir do qual criamos a Escola de Fotógrafos Populares, o Banco Virtual de Imagens e a Agência de Fotógrafos; ESPOCC - Escola Popular de Comunicação Crítica e Agência de Narrativas, a partir da qual formamos profissionais de alta qualificação técnica em fotografia, vídeo e produção jornalística.

x Segundo dados da pesquisa “Economia das Favelas - Renda e Consumo nas Favelas Brasileiras”, desenvolvida pelos institutos Data Favela e Locomotiva (2020), no Brasil 13,6 milhões de pessoas moram em favelas e periferias.  No entanto, em geral os órgãos oficiais  e a mídia hegemônica não costumam priorizar nos debates sobre políticas públicas a perspectiva destes territórios e seus moradores, já vulnerabilizados pela dificuldade de acesso à direitos fundamentais (com limites de acesso à água, saneamento básico; condições de moradia; serviços de saúde precarizados, entre outros).

Avaliamos que em tempos de pandemia estamos vivendo o aprofundamento de todas as desigualdades históricas e estruturantes de nossa sociedade. A invisibilização das realidades de moradores de favelas e periferias nesse contexto,  agravam o quadro, uma vez que o acesso à informação é o primeiro passo para possibilitar engajamento nas orientações sobre prevenção e contágio da Covid-19.

Diante dessa constatação, desde 19 de março de 2020, estamos colocando parte significativa da nossa energia na produção de uma campanha de comunicação voltada para moradores de favelas e periferias, com dicas e orientações de cuidados em tempo de pandemia. Esta iniciativa é fruto do nosso diagnóstico de que é preciso aproximar as informações destes territórios e seus moradores e buscar construir uma comunicação direta e afetiva,  que tenha potencial de mobilizar  esse público para ser protagonista de ações de enfrentamento à COVID-19. O material não enfoca um território específico com a perspectiva de que o conteúdo seja informativo para pessoas moradoras de qualquer periferia do Brasil e/ou que possa inspirar organizações territoriais a construírem seus próprios materiais.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

Observatório de Favelas do Rio de Janeiro ainda não publicou nenhuma notícia.

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O Observatório de Favelas atua historicamente com proposições que visam a redução de desigualdades sociais e a garantia de direitos de moradores de favelas e periferias. Diante dos imensos desafios enfrentados por esses territórios e sujeitos no contexto da pandemia do Coronavírus, como seguimos comprometidos com a nossa natureza e missão? Essa foi a questão colocada e a resposta foi coletiva. Desde o início da quarentena, uma parte significativa da equipe Observatório de Favelas - uma equipe majoritariamente feminina, jovem, preta e periférica - vem se dedicando diariamente a produção de conteúdo (peças gráficas, áudios e vídeos) a partir do diálogo com especialistas e a divulgação desse conteúdo principalmente via whatsapp, mas também nos perfis institucionais do Observatório de Favelas no facebook, twitter, instagram e youtube. Como parte da estratégia de comunicação, paralelamente também pautamos a mídia hegemônica sobre o tema da campanha buscando sempre alcançar moradores de favelas e periferias e tensionar debates e a construção de políticas públicas que tenham como objetivo proteger essa população dos impactos da pandemia.

Fundado em 2001, o Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil sediada no conjunto de favelas da Maré, que busca  construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos. Atuamos nos eixos de Políticas Urbanas, Comunicação, Direito à Vida e Segurança Pública, Arte e Território e Educação.

Alguns dos nossos principais projetos: Conexões de Saberes (2002), incorporado pelo MEC. e ganhador do Prêmio Tecnologia Social da Fundação BB (2005) - em 2006, havia 31 universidades federais integradas ao programa; Programa de Redução da Violência Letal (2008), com o qual atuamos em 16 regiões metropolitanas; Programa Imagens do Povo, a partir do qual criamos a Escola de Fotógrafos Populares, o Banco Virtual de Imagens e a Agência de Fotógrafos; ESPOCC - Escola Popular de Comunicação Crítica e Agência de Narrativas, a partir da qual formamos profissionais de alta qualificação técnica em fotografia, vídeo e produção jornalística.

x Segundo dados da pesquisa “Economia das Favelas - Renda e Consumo nas Favelas Brasileiras”, desenvolvida pelos institutos Data Favela e Locomotiva (2020), no Brasil 13,6 milhões de pessoas moram em favelas e periferias.  No entanto, em geral os órgãos oficiais  e a mídia hegemônica não costumam priorizar nos debates sobre políticas públicas a perspectiva destes territórios e seus moradores, já vulnerabilizados pela dificuldade de acesso à direitos fundamentais (com limites de acesso à água, saneamento básico; condições de moradia; serviços de saúde precarizados, entre outros).

Avaliamos que em tempos de pandemia estamos vivendo o aprofundamento de todas as desigualdades históricas e estruturantes de nossa sociedade. A invisibilização das realidades de moradores de favelas e periferias nesse contexto,  agravam o quadro, uma vez que o acesso à informação é o primeiro passo para possibilitar engajamento nas orientações sobre prevenção e contágio da Covid-19.

Diante dessa constatação, desde 19 de março de 2020, estamos colocando parte significativa da nossa energia na produção de uma campanha de comunicação voltada para moradores de favelas e periferias, com dicas e orientações de cuidados em tempo de pandemia. Esta iniciativa é fruto do nosso diagnóstico de que é preciso aproximar as informações destes territórios e seus moradores e buscar construir uma comunicação direta e afetiva,  que tenha potencial de mobilizar  esse público para ser protagonista de ações de enfrentamento à COVID-19. O material não enfoca um território específico com a perspectiva de que o conteúdo seja informativo para pessoas moradoras de qualquer periferia do Brasil e/ou que possa inspirar organizações territoriais a construírem seus próprios materiais.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

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