[RJ] Como se proteger do coronavírus? |

[RJ] Como se proteger do coronavírus?

Fortaleça a campanha para que o material produzido pelo Observatório de Favelas alcance milhares de moradores de favelas e periferias do Brasil.

Projeto por: Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
R$ 41.127,00
arrecadado
meta R$ 30.000,00

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POR

Observatório de Favelas do Rio de Janeiro

Observatório de Favelas do Rio de Janeiro
R$ 10
Muito obrigada!
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47 disponíveis.
R$ 30
Valeu, parça!
11 benfeitores apoiando
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139 disponíveis.
R$ 50
Tamo junto!
12 benfeitores apoiando
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88 disponíveis.
R$ 100
Tamo juntaço!
15 benfeitores apoiando
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35 disponíveis.
R$ 250
Fortaleceu, hein?
4 benfeitores apoiando
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6 disponíveis.
R$ 500
Arrasou, irmã/o!
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7 disponíveis.
R$ 1.000
Que isso, fera!
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10 disponíveis.
R$ 2.000
Fechamento purinho.
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3 disponíveis.
R$ 5.000
Eita! Um salve aqui de geral!
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2 disponíveis.

Com o dinheiro arrecadado,  iremos comprar equipamentos (2 computadores); adquirir ferramentas (email marketing, dados móveis, gerenciador de redes sociais e editor de imagens); ampliar a equipe que vem atuando diretamente nessa construção; patrocinar postagens nas redes sociais; e reestruturar o site da organização, inclusive garantindo a hospedagem de todo o conteúdo no domínio Observatório de Favelas; e  garantir a porcentagem da plataforma. Este apoio nos permitirá chegar em mais moradores de favelas e periferias e qualificar ainda mais o trabalho, que é o nosso grande desafio nessa campanha!

O Observatório de Favelas atua historicamente com proposições que visam a redução de desigualdades sociais e a garantia de direitos de moradores de favelas e periferias. Diante dos imensos desafios enfrentados por esses territórios e sujeitos no contexto da pandemia do Coronavírus, como seguimos comprometidos com a nossa natureza e missão? Essa foi a questão colocada e a resposta foi coletiva. Desde o início da quarentena, uma parte significativa da equipe Observatório de Favelas - uma equipe majoritariamente feminina, jovem, preta e periférica - vem se dedicando diariamente a produção de conteúdo (peças gráficas, áudios e vídeos) a partir do diálogo com especialistas e a divulgação desse conteúdo principalmente via whatsapp, mas também nos perfis institucionais do Observatório de Favelas no facebook, twitter, instagram e youtube. Como parte da estratégia de comunicação, paralelamente também pautamos a mídia hegemônica sobre o tema da campanha buscando sempre alcançar moradores de favelas e periferias e tensionar debates e a construção de políticas públicas que tenham como objetivo proteger essa população dos impactos da pandemia.

Fundado em 2001, o Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil sediada no conjunto de favelas da Maré, que busca  construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos. Atuamos nos eixos de Políticas Urbanas, Comunicação, Direito à Vida e Segurança Pública, Arte e Território e Educação.

Alguns dos nossos principais projetos: Conexões de Saberes (2002), incorporado pelo MEC. e ganhador do Prêmio Tecnologia Social da Fundação BB (2005) - em 2006, havia 31 universidades federais integradas ao programa; Programa de Redução da Violência Letal (2008), com o qual atuamos em 16 regiões metropolitanas; Programa Imagens do Povo, a partir do qual criamos a Escola de Fotógrafos Populares, o Banco Virtual de Imagens e a Agência de Fotógrafos; ESPOCC - Escola Popular de Comunicação Crítica e Agência de Narrativas, a partir da qual formamos profissionais de alta qualificação técnica em fotografia, vídeo e produção jornalística.

x Segundo dados da pesquisa “Economia das Favelas - Renda e Consumo nas Favelas Brasileiras”, desenvolvida pelos institutos Data Favela e Locomotiva (2020), no Brasil 13,6 milhões de pessoas moram em favelas e periferias.  No entanto, em geral os órgãos oficiais  e a mídia hegemônica não costumam priorizar nos debates sobre políticas públicas a perspectiva destes territórios e seus moradores, já vulnerabilizados pela dificuldade de acesso à direitos fundamentais (com limites de acesso à água, saneamento básico; condições de moradia; serviços de saúde precarizados, entre outros).

Avaliamos que em tempos de pandemia estamos vivendo o aprofundamento de todas as desigualdades históricas e estruturantes de nossa sociedade. A invisibilização das realidades de moradores de favelas e periferias nesse contexto,  agravam o quadro, uma vez que o acesso à informação é o primeiro passo para possibilitar engajamento nas orientações sobre prevenção e contágio da Covid-19.

Diante dessa constatação, desde 19 de março de 2020, estamos colocando parte significativa da nossa energia na produção de uma campanha de comunicação voltada para moradores de favelas e periferias, com dicas e orientações de cuidados em tempo de pandemia. Esta iniciativa é fruto do nosso diagnóstico de que é preciso aproximar as informações destes territórios e seus moradores e buscar construir uma comunicação direta e afetiva,  que tenha potencial de mobilizar  esse público para ser protagonista de ações de enfrentamento à COVID-19. O material não enfoca um território específico com a perspectiva de que o conteúdo seja informativo para pessoas moradoras de qualquer periferia do Brasil e/ou que possa inspirar organizações territoriais a construírem seus próprios materiais.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

COLABORAÇÕES EXTERNAS

R$1.000,00

colaborador

A campanha [RJ] Como se proteger do coronavírus? captou os valores acima através de ações de arrecadação independentes, ou seja, fora da plataforma Benfeitoria. Ficou com dúvidas? Clique aqui

Observatório de Favelas do Rio de Janeiro ainda não publicou nenhuma notícia.

Com o dinheiro arrecadado,  iremos comprar equipamentos (2 computadores); adquirir ferramentas (email marketing, dados móveis, gerenciador de redes sociais e editor de imagens); ampliar a equipe que vem atuando diretamente nessa construção; patrocinar postagens nas redes sociais; e reestruturar o site da organização, inclusive garantindo a hospedagem de todo o conteúdo no domínio Observatório de Favelas; e  garantir a porcentagem da plataforma. Este apoio nos permitirá chegar em mais moradores de favelas e periferias e qualificar ainda mais o trabalho, que é o nosso grande desafio nessa campanha!

O Observatório de Favelas atua historicamente com proposições que visam a redução de desigualdades sociais e a garantia de direitos de moradores de favelas e periferias. Diante dos imensos desafios enfrentados por esses territórios e sujeitos no contexto da pandemia do Coronavírus, como seguimos comprometidos com a nossa natureza e missão? Essa foi a questão colocada e a resposta foi coletiva. Desde o início da quarentena, uma parte significativa da equipe Observatório de Favelas - uma equipe majoritariamente feminina, jovem, preta e periférica - vem se dedicando diariamente a produção de conteúdo (peças gráficas, áudios e vídeos) a partir do diálogo com especialistas e a divulgação desse conteúdo principalmente via whatsapp, mas também nos perfis institucionais do Observatório de Favelas no facebook, twitter, instagram e youtube. Como parte da estratégia de comunicação, paralelamente também pautamos a mídia hegemônica sobre o tema da campanha buscando sempre alcançar moradores de favelas e periferias e tensionar debates e a construção de políticas públicas que tenham como objetivo proteger essa população dos impactos da pandemia.

Fundado em 2001, o Observatório de Favelas é uma organização da sociedade civil sediada no conjunto de favelas da Maré, que busca  construir experiências que superem as desigualdades e fortaleçam a democracia a partir da afirmação das favelas e periferias como territórios de potências e direitos. Atuamos nos eixos de Políticas Urbanas, Comunicação, Direito à Vida e Segurança Pública, Arte e Território e Educação.

Alguns dos nossos principais projetos: Conexões de Saberes (2002), incorporado pelo MEC. e ganhador do Prêmio Tecnologia Social da Fundação BB (2005) - em 2006, havia 31 universidades federais integradas ao programa; Programa de Redução da Violência Letal (2008), com o qual atuamos em 16 regiões metropolitanas; Programa Imagens do Povo, a partir do qual criamos a Escola de Fotógrafos Populares, o Banco Virtual de Imagens e a Agência de Fotógrafos; ESPOCC - Escola Popular de Comunicação Crítica e Agência de Narrativas, a partir da qual formamos profissionais de alta qualificação técnica em fotografia, vídeo e produção jornalística.

x Segundo dados da pesquisa “Economia das Favelas - Renda e Consumo nas Favelas Brasileiras”, desenvolvida pelos institutos Data Favela e Locomotiva (2020), no Brasil 13,6 milhões de pessoas moram em favelas e periferias.  No entanto, em geral os órgãos oficiais  e a mídia hegemônica não costumam priorizar nos debates sobre políticas públicas a perspectiva destes territórios e seus moradores, já vulnerabilizados pela dificuldade de acesso à direitos fundamentais (com limites de acesso à água, saneamento básico; condições de moradia; serviços de saúde precarizados, entre outros).

Avaliamos que em tempos de pandemia estamos vivendo o aprofundamento de todas as desigualdades históricas e estruturantes de nossa sociedade. A invisibilização das realidades de moradores de favelas e periferias nesse contexto,  agravam o quadro, uma vez que o acesso à informação é o primeiro passo para possibilitar engajamento nas orientações sobre prevenção e contágio da Covid-19.

Diante dessa constatação, desde 19 de março de 2020, estamos colocando parte significativa da nossa energia na produção de uma campanha de comunicação voltada para moradores de favelas e periferias, com dicas e orientações de cuidados em tempo de pandemia. Esta iniciativa é fruto do nosso diagnóstico de que é preciso aproximar as informações destes territórios e seus moradores e buscar construir uma comunicação direta e afetiva,  que tenha potencial de mobilizar  esse público para ser protagonista de ações de enfrentamento à COVID-19. O material não enfoca um território específico com a perspectiva de que o conteúdo seja informativo para pessoas moradoras de qualquer periferia do Brasil e/ou que possa inspirar organizações territoriais a construírem seus próprios materiais.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

 

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