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[RJ] Comunicação Digital para Favelas

Colabore para capacitarmos 300 microempreendedores de favelas do Rio em Comunicação Digital, contribuindo para seus sustentos

Projeto por: Tássia di Carvalho
R$ 30.336,00
arrecadado
meta R$ 30.000,00

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Tássia di Carvalho

Tássia di Carvalho
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3 benfeitores apoiando
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297 disponíveis.
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E-book de Marketing Digital
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E-book de Marketing Digital feito pela Agência Is

296 disponíveis.
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E-books de Marketing Digital e Gestão
5 benfeitores apoiando
Você irá receber dois e-books, um da Agência Is sobre Marketing Digital e outro da Muzenza Mungongo (nossa parceira) em Gestão do Tempo e Negócios

295 disponíveis.
R$ 250
Uma hora de Consultoria online de Gestão
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Uma hora de Consultoria online de Gestão ou Marketing Digital

99 disponíveis.
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Curso online ou live nas suas redes soci
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A Tássia di Carvalho irá participar de uma live ou curso online do seu negócio falando de Marketing Digital ou sobre empreendedorismo na periferia

100 disponíveis.
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30 disponíveis.
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Comunicação completa
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Faremos assessoria de imprensa e gerenciamento de mídias sociais do seu negócio, evento ou empresa por um mês

10 disponíveis.

07 de abril. 20h29. Meu celular apitou. Era minha sogra me contando que naquele dia tinha vendido 20 máscaras de tecido. Ela não sabia, mas esse agradecimento me fez acordar. Eu estava receosa se o que eu tinha a ensinar poderia realmente ajudar um pequeno empreendedor de periferia. 20 máscaras em um dia ela havia fabricado e vendido. Com o dinheiro, comprou comida e pagou contas. Autonomia financeira adquirida após uma sessão de mentoria de comunicação digital, no dia 15 de março.

Ela é costureira, fabrica roupas sociais, vestidos de noiva, entre outros itens que não seriam mais primordiais a partir do dia 15/03. "Faz máscaras de tecidos", sugeri. "Eu mesma preciso de uma", completei. Ela relutou, mas expliquei a necessidade que estava surgindo e a readequação que ela poderia fazer. Orientei como ela poderia lucrar com isso e ela entendeu, estava com medo, mas foi com medo mesmo. Orientei como divulgar seus serviços pelas redes sociais. Algumas semanas depois, vários pedidos.

"Eu posso fazer isso para outros empreendedores", concluí. Já havia feito presencialmente em favelas como Providência e Complexo da Maré mas ver os resultados que minha sogra conseguiu, poderiam ajudar dezenas, centenas de outros pequenos negócios em favelas e territórios periféricos. Por que não fazer? Peguei todo meu conhecimento e medo e fui com medo mesmo, aplicando o que eu aprendi em 15 anos na área de comunicação social. Eu sei que o projeto é ousado: Capacitar 300 microempreendedores em comunicação digital e fazer acompanhamento assim como fiz com a minha sogra.

Neste momento, 72% dos 2 milhões de moradores de favelas do Rio de Janeiro não sabem como farão para se sustentar no meio da pandemia (dados do Data Favela). É o seu João do bar. A dona Ana do cachorro-quente. O Hugo do mototáxi. Eles tem nomes e rostos e assim como minha sogra, Kátia, eles precisam de apoio e suporte para que seus negócios não parem, mas sim se recriem no meio da pandemia. Os empreendimentos já estão sendo selecionados. Nossa meta é reunir os 300 assim que o matchfunding for encerrado.

Além dos ensinamentos, que será dado através do WhatsApp e outras plataformas digitais, vamos continuar dando suporte para os empreendimentos selecionados por seis meses após o curso, a postos para sanar qualquer dúvida. Podemos contar com sua doação? 

-Tássia di Carvalho, CEO e fundadora da Agência Is

 

Meu nome é Tássia di Carvalho. Sou uma mulher preta e periférica. Tenho mais de 10 anos de atuação na área de comunicação para ações de impacto social. Há quatro anos criei minha agência, a Is, trabalhamos com ações de impacto social. Sou formada em Jornalismo e Publicidade e Propaganda, tenho MBA em Mídias Sociais, tenho especializações em Comunicação Digital, Marketing Digital e Cultura Contemporânea. Trabalho há mais de 10 anos com comunicação em territórios periféricos. 

Há quatro anos, eu era colunista de um jornal no Rio de Janeiro, cobria o lado positivo e o empreendedorismo de favelas e territórios periféricos. Quando saí de lá, comecei a empreender e criei a primeira agência de comunicação do país que trabalha exclusivamente com ações de impacto social, a Agência Is. Somos uma voz de resistência, inserindo pautas de impacto dentro de veículos de mídia tradicional e cuidando de todas as áreas de comunicação dessas iniciativas. Conseguimos resultados expressivos graças a nossa rede, composta majoritariamente por mulheres empreendedoras, assim como eu, que atuam em diversas áreas de comunicação: Designer, webdesigner, gestão, fotografia, filmagem, edição, entre outras.

 

Segundo o  IBGE, ao menos 2 milhões de pessoas vivem nas favelas do Rio. Queremos capacitar ao menos 300, sem distinção de região em que seu território está inserido.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

COLABORAÇÕES EXTERNAS

R$1.000,00

colaborador

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07 de abril. 20h29. Meu celular apitou. Era minha sogra me contando que naquele dia tinha vendido 20 máscaras de tecido. Ela não sabia, mas esse agradecimento me fez acordar. Eu estava receosa se o que eu tinha a ensinar poderia realmente ajudar um pequeno empreendedor de periferia. 20 máscaras em um dia ela havia fabricado e vendido. Com o dinheiro, comprou comida e pagou contas. Autonomia financeira adquirida após uma sessão de mentoria de comunicação digital, no dia 15 de março.

Ela é costureira, fabrica roupas sociais, vestidos de noiva, entre outros itens que não seriam mais primordiais a partir do dia 15/03. "Faz máscaras de tecidos", sugeri. "Eu mesma preciso de uma", completei. Ela relutou, mas expliquei a necessidade que estava surgindo e a readequação que ela poderia fazer. Orientei como ela poderia lucrar com isso e ela entendeu, estava com medo, mas foi com medo mesmo. Orientei como divulgar seus serviços pelas redes sociais. Algumas semanas depois, vários pedidos.

"Eu posso fazer isso para outros empreendedores", concluí. Já havia feito presencialmente em favelas como Providência e Complexo da Maré mas ver os resultados que minha sogra conseguiu, poderiam ajudar dezenas, centenas de outros pequenos negócios em favelas e territórios periféricos. Por que não fazer? Peguei todo meu conhecimento e medo e fui com medo mesmo, aplicando o que eu aprendi em 15 anos na área de comunicação social. Eu sei que o projeto é ousado: Capacitar 300 microempreendedores em comunicação digital e fazer acompanhamento assim como fiz com a minha sogra.

Neste momento, 72% dos 2 milhões de moradores de favelas do Rio de Janeiro não sabem como farão para se sustentar no meio da pandemia (dados do Data Favela). É o seu João do bar. A dona Ana do cachorro-quente. O Hugo do mototáxi. Eles tem nomes e rostos e assim como minha sogra, Kátia, eles precisam de apoio e suporte para que seus negócios não parem, mas sim se recriem no meio da pandemia. Os empreendimentos já estão sendo selecionados. Nossa meta é reunir os 300 assim que o matchfunding for encerrado.

Além dos ensinamentos, que será dado através do WhatsApp e outras plataformas digitais, vamos continuar dando suporte para os empreendimentos selecionados por seis meses após o curso, a postos para sanar qualquer dúvida. Podemos contar com sua doação? 

-Tássia di Carvalho, CEO e fundadora da Agência Is

 

Meu nome é Tássia di Carvalho. Sou uma mulher preta e periférica. Tenho mais de 10 anos de atuação na área de comunicação para ações de impacto social. Há quatro anos criei minha agência, a Is, trabalhamos com ações de impacto social. Sou formada em Jornalismo e Publicidade e Propaganda, tenho MBA em Mídias Sociais, tenho especializações em Comunicação Digital, Marketing Digital e Cultura Contemporânea. Trabalho há mais de 10 anos com comunicação em territórios periféricos. 

Há quatro anos, eu era colunista de um jornal no Rio de Janeiro, cobria o lado positivo e o empreendedorismo de favelas e territórios periféricos. Quando saí de lá, comecei a empreender e criei a primeira agência de comunicação do país que trabalha exclusivamente com ações de impacto social, a Agência Is. Somos uma voz de resistência, inserindo pautas de impacto dentro de veículos de mídia tradicional e cuidando de todas as áreas de comunicação dessas iniciativas. Conseguimos resultados expressivos graças a nossa rede, composta majoritariamente por mulheres empreendedoras, assim como eu, que atuam em diversas áreas de comunicação: Designer, webdesigner, gestão, fotografia, filmagem, edição, entre outras.

 

Segundo o  IBGE, ao menos 2 milhões de pessoas vivem nas favelas do Rio. Queremos capacitar ao menos 300, sem distinção de região em que seu território está inserido.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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