ComunicaSul no Chile |

ComunicaSul no Chile

A ComunicaSul existe desde 2012 para realizar coberturas pela América Latina. Em mais uma empreitada, nos lançamos na missão de cobrir as eleições chilenas

Projeto por: Vanessa Martina Silva
R$ 1.200,00
arrecadado
meta R$ 500,00

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Vanessa Martina Silva

Vanessa Martina Silva
R$ 25
Agradecimento público!
2 benfeitores apoiando
Agradecimento público em nossas redes sociais
R$ 50
América Latina em 78 ritmos
3 benfeitores apoiando
E-book interativo América Latina em 78 ritmos, de Don Ivan, LatinidaDJ + Print do fotojornalista Elineudo Meira, o Chokito
R$ 100 + FRETE
A Delação do Diabo Velho
5 benfeitores apoiando
Livro "A delação do Velho Diabo", do jornalista Caio Teixeira autografado pelo autor + print do fotojornalista Elineudo Meira, o Chokito

5 disponíveis.
R$ 100 + FRETE
Curuguaty, o combate paraguaio por Terra
1 benfeitor apoiando
Curuguaty, o combate paraguaio por Terra, Justiça e Liberdade, do jornalista Leonardo Wexell Severo, autografado pelo autor + print do fotojornalista Elineudo Meira, o Chokito

9 disponíveis.

Apoiando nosso projeto, você estará contribuindo com a pluralidade de vozes na cobertura da eleição mais importante do ano na América Latina.


O Chile viveu marchas importantíssimas em 2019 e fez a região acreditar que o berço do neoliberalismo seria também a sua tumba. Será? É o que será definido nas eleições presidenciais que ocorrem em 21 de novembro.


Gabriel Boric representa a esperança de uma esquerda jovem e renovada. José Antonio Kast é a direita bolsonarista que flerta com o fascismo de Pinochet e Sebastián Sichel, do partido governista, está em maus lençóis com a queda de popularidade e a possibilidade de impeachment de Sebastián Piñera.


É esse intrincado xadrez e a realidade do país andino que a ComunicaSul quer contar.


O levante de 2019 foi por igualdade e direitos humanos, aposentadoria digna, moradia de qualidade, educação e saúde públicas.


Como usaremos o dinheiro arrecadado?

Trabalhamos com o idealismo de jornalistas como Gabriel Garcia Márquez, Rodolfo Walsh e Vito Gianotti, por isso, nosso trabalho é totalmente voluntário. Muitas vezes — na esmagadora maioria delas, tiramos dinheiro do nosso bolso para pagar passagem e outras despesas.


O dinheiro que arrecadamos é colocado em um fundo comum (todo socialistinhas eles) e com esse recurso pagamos a hospedagem — sempre dando preferência a hospedagens coletivas (hotéis de sindicatos ou associações) — alimentação, transporte e demais custos da viagem.


Por isso, a quantidade de jornalistas enviados ao país depende de você, AMADE! e do total do bolo arrecadado! 

 

Quem somos? 

Composta por comunicadores de todo o Brasil, a rede ComunicaSul – Comunicação Colaborativa foi criada, em 2012, para cobrir as eleições da Venezuela daquele ano.

A iniciativa ocorreu partir da mobilização de vários setores sociais para viabilizar a ida de uma equipe de comunicação ao país caribenho com o objetivo de fazer daquela cobertura jornalística a mais ampla possível.

Com fotógrafos, redatores, jornalistas com variadas áreas de atuação, registramos a histórica reeleição do ex-presidente Hugo Chávez.

Esta iniciativa pioneira partiu da necessidade de termos notícias direto da fonte, sem intermediação de agências e outros meios de comunicação sobre a disputa eleitoral daquele país.

Daí vem a missão da ComunicaSul de interpretar os países e suas lutas populares e sociais, bem como as relações econômicas do Brasil e as demais nações do continente no contexto de uma estratégia de desenvolvimento para a integração da América Latina.

Desde nossa estreia na Venezuela, realizamos as seguintes coberturas:

— implantação da Lei de Meios na Argentina, em 2012;

— eleições na Venezuela e no Equador em 2013;

— em 2014, acompanhamos o processo eleitoral na Bolívia;

— em 2018, cobrimos o golpe de Estado contra o presidente boliviano Evo Morales, na Bolívia;

— em 2019, estivemos no Chile, entre 8 e 14 de abril para cobrir os impactos da previdência privada;

— em 2019, estivemos nas eleições da Bolívia que recuperou a democracia do país;

— e, também em 2019, voltamos à Argentina com uma grande cobertura das eleições presidenciais do país.

Além das coberturas eleitorais, também acompanhamos processos de lutas populares em Paraguai, Guatemala e Honduras.

Temos uma proposta de agência de conteúdo, então todos os materiais criados pelo coletivo são de livre reprodução por meios de comunicação nacionais e internacionais, desde que citada a fonte e conferidos os devidos créditos. 

Por isso, é possível encontrar materiais produzidos pelo coletivo em portais como Hora do Povo, Carta Maior, Opera Mundi, Revista Fórum, Diálogos do Sul, Diário do Centro do Mundo, Blog do Nassif, Brasil de Fato, entre outros.


Acompanhe nosso trabalho:

Site

Siga nossa Página

Tem alguma dúvida? 

Entre em contato conosco pelo nosso e-mail comunicasulcolaborativa@gmail.com

Vanessa Martina Silva ainda não publicou nenhuma notícia.

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O Chile viveu marchas importantíssimas em 2019 e fez a região acreditar que o berço do neoliberalismo seria também a sua tumba. Será? É o que será definido nas eleições presidenciais que ocorrem em 21 de novembro.


Gabriel Boric representa a esperança de uma esquerda jovem e renovada. José Antonio Kast é a direita bolsonarista que flerta com o fascismo de Pinochet e Sebastián Sichel, do partido governista, está em maus lençóis com a queda de popularidade e a possibilidade de impeachment de Sebastián Piñera.


É esse intrincado xadrez e a realidade do país andino que a ComunicaSul quer contar.


O levante de 2019 foi por igualdade e direitos humanos, aposentadoria digna, moradia de qualidade, educação e saúde públicas.


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Trabalhamos com o idealismo de jornalistas como Gabriel Garcia Márquez, Rodolfo Walsh e Vito Gianotti, por isso, nosso trabalho é totalmente voluntário. Muitas vezes — na esmagadora maioria delas, tiramos dinheiro do nosso bolso para pagar passagem e outras despesas.


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A iniciativa ocorreu partir da mobilização de vários setores sociais para viabilizar a ida de uma equipe de comunicação ao país caribenho com o objetivo de fazer daquela cobertura jornalística a mais ampla possível.

Com fotógrafos, redatores, jornalistas com variadas áreas de atuação, registramos a histórica reeleição do ex-presidente Hugo Chávez.

Esta iniciativa pioneira partiu da necessidade de termos notícias direto da fonte, sem intermediação de agências e outros meios de comunicação sobre a disputa eleitoral daquele país.

Daí vem a missão da ComunicaSul de interpretar os países e suas lutas populares e sociais, bem como as relações econômicas do Brasil e as demais nações do continente no contexto de uma estratégia de desenvolvimento para a integração da América Latina.

Desde nossa estreia na Venezuela, realizamos as seguintes coberturas:

— implantação da Lei de Meios na Argentina, em 2012;

— eleições na Venezuela e no Equador em 2013;

— em 2014, acompanhamos o processo eleitoral na Bolívia;

— em 2018, cobrimos o golpe de Estado contra o presidente boliviano Evo Morales, na Bolívia;

— em 2019, estivemos no Chile, entre 8 e 14 de abril para cobrir os impactos da previdência privada;

— em 2019, estivemos nas eleições da Bolívia que recuperou a democracia do país;

— e, também em 2019, voltamos à Argentina com uma grande cobertura das eleições presidenciais do país.

Além das coberturas eleitorais, também acompanhamos processos de lutas populares em Paraguai, Guatemala e Honduras.

Temos uma proposta de agência de conteúdo, então todos os materiais criados pelo coletivo são de livre reprodução por meios de comunicação nacionais e internacionais, desde que citada a fonte e conferidos os devidos créditos. 

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