De Peito Aberto |

De Peito Aberto

DE PEITO ABERTO será um documentário colaborativo sobre amamentação. Hoje, 13/12, é o último dia para doações. Para aderir, contribua agora!

Projeto por: Graziela Mantoanelli
R$ 85.260,00
arrecadado
meta R$ 67.500,00

695 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Graziela Mantoanelli

Graziela Mantoanelli

R$ 20
Colostro
179 benfeitores apoiando
Sua energia nos dá o primeiro impulso de vida. Sua recompensa: · Nosso sincero agradecimento na página do Facebook e no site do filme.
R$ 40
Apojadura
207 benfeitores apoiando
Seu afeto e generosidade alimentam os primeiros dias de vida do filme. Suas recompensas: · Bottom especial da campanha · Nosso agradecimento no Facebook e no site do filme
R$ 80
Canção de Ninar
123 benfeitores apoiando
Vamos dormir a noite toda com o seu acalanto. Suas recompensas: · Música original da Isadora Canto composta para o filme · Bottom especial da campanha · Nosso agradecimento no material do filme
R$ 160
Mamada Noturna
106 benfeitores apoiando
Passaremos noites sem dormir, lembrando do seu carinho e dedicação. Suas recompensas: · Lancheira térmica da BebêChila · Bottom especial da campanha · Nosso agradecimento no material do filme
R$ 320
Slingada
10 benfeitores apoiando
Vamos nos amarrar no wrap sling! Suas recompensas: · Wrap sling da marca Sampa Sling · Música original da Isadora Canto composta para o filme · Bottom especial da campanha · Nosso agradecimento no material do filme
R$ 500
Canguru
13 benfeitores apoiando
Que bom ter você grudada nessa causa! Suas recompensas: · Uma mochila da BebêChila · 2 ingressos para o lançamento do filme em São Paulo · Bottom especial da campanha · Nosso agradecimento no material do filme
R$ 1.000
Jorrando Leite
7 benfeitores apoiando
Vamos fazer jorrar o leite materno por todo o país! Suas recompensas: · Seu logotipo publicado · Post exclusivo no Facebook · 10 DVDs do filme · 20 bottons da campanha · 4 ingressos para o lançamento em São Paulo · Música original da Isadora Canto composta para o filme
R$ 2.500
Banco de Leite
2 benfeitores apoiando
O que seria do nosso futuro sem a sua generosidade? Suas recompensas*: · Convite para uma sessão de pré-corte do filme, em que ouviremos as suas observações antes do corte final · Convite para sessão cabine com jornalistas e participantes do filme · 10 ingressos para o lançamento em São Paulo · 20 DVDs do documentário · Música exclusiva de Isadora Canto para o filme · 50 bottons · Seu logotipo no site e nos créditos finais * Temos restrições para associação do filme a algumas marcas, sobretudo da indústria alimentícia, mamadeiras, bicos, chupetas, em concordância com a NBCAL. Se sua empresa tem essas características, consulte-nos antes de doar, pelo e-mail filmes@deusdara.net.
R$ 5.000
Cama Compartilhada
1 benfeitor apoiando
Vamos entrelaçar nossos pés e ficar juntinhos! Suas recompensas: - Convite para sessão com a versão pré-editada do filme - Convite para sessão cabine para imprensa e convidados - Sessão especial só para você e seus convidados - 50 DVDs - Sua marca na home do site, na contracapa do DVD, nos cartazes das sessões comunitárias e nos créditos finais do filme * Temos restrições para a associação de filme com algumas marcas, sobretudo da indústria alimentícia, mamadeiras, bicos, chupetas, em concordância com a NBCAL. Se a sua empresa tem essas características, consulte-nos antes de patrocinar, pelo e-mail filmes@deusdara.net.
R$ 10.000
Livre Demanda
1 benfeitor apoiando
Viva! Abriremos nosso peito e coração para você! Suas recompensas: · Seu logotipo na abertura do filme · Convite para discutir a versão pré-editada do filme · Convite para sessão cabine com jornalistas e participantes do filme · 100 DVDs do documentário · 100 bottons · Seu logotipo na home do site, na contracapa do DVD e nos cartazes das sessões comunitárias · Sessão especial só para você e convidados

O documentário DE PEITO ABERTO acompanhará cinco mulheres durante os seis primeiros meses de vida de seus filhos. Elas terão o desafio de alimentá-los exclusivamente de leite materno, como recomenda a Organização Mundial da Saúde. 

E você, que fizer uma doação, ajudará a escolher as mães que serão personagens desse filme. Os benfeitores poderão indicar e votar.

Sabemos que o ambiente do aleitamento é complexo. Há inúmeras armadilhas e interesses por trás do desmame precoce. Nosso objetivo é registrar, na prática, os obstáculos que as mães enfrentam para oferecer amamentação exclusiva - e como elas os superam.

Será uma obra poética sobre a relação entre mães e bebês. Mas também um documentário informativo que nos ajude a entender por que o tempo de aleitamento materno exclusivo é tão baixo no Brasil, de apenas 54 dias.

Escolhemos o financiamento coletivo para garantir a autonomia e a integridade do conteúdo. Mais de 600 pessoas já contribuíram e assim estão ajudando as mães a trocarem experiências e apoio.

Atingimos meta mínima de doações, de R$ 67.500, o que permitirá custear os itens básicos da produção. 

A partir de agora, as novas doações serão usadas para investirmos em pós-produção, distribuição e ampla divulgação do filme, garantindo que chegue às pessoas que mais necessitam das informações nele contidas. 

Se você quer se juntar a nós nessa empreitada, escolha uma recompensa na coluna ao lado e faça uma doação até as 23h59 deste domingo, 13 de dezembro.

Após esse prazo, começaremos a avançar em pontos específicos do filme - tais como a escolha das personagens - e não serão aceitas novas adesões. 

Qualquer dúvida, entre em contato com a gente. 

Muito obrigada!

Graziela Mantoanelli, atriz e produtora cultural

depeitoaberto.ofilme@gmail.com

Intimista e engajado, o documentário contará histórias de mães enfrentando obstáculos pessoais, sociais e familiares para conseguir oferecer exclusivamente amamentação nos 6 primeiros meses de vida da criança. É um filme dedicado à maternidade.  

A ideia é revelar aspectos culturais, socioeconômicos, de saúde e bem estar ligados ao tema, e também as ferramentas e informações disponíveis por cada uma para superar as dificuldades.

CONTEÚDO

PERSONAGENS - Cinco mães com questões relacionadas à amamentação: solidão, sofrimento, culpa, responsabilidade - tudo isso atrelado aos sentimentos de amor supremo, vínculo incondicional e aconchego.

ESPECIALISTAS - Médicos pediatras, psiquiatras, psicólogos e nutricionistas serão consultados conforme as questões que surgirem no próprio filme.

TEMAS - Blocos temáticos aprofundarão questões como a da licença obrigatória de apenas quatro meses (quando a ONU recomenda ao menos seis), a do suporte à amamentação em horário de trabalho, a da vida produtiva da mulher e a da amamentação em locais públicos. 

DE PEITO ABERTO foi idealizado pela atriz Graziela Mantoanelli e logo recebeu a adesão da apresentadora Chris Nicklas (Amamentar É). 

Junto com o diretor Leonardo Brant, formou-se uma equipe com Iana Paro (roteiro), André Albuquerque (direção de fotografia), José Sampaio (montagem e finalização), Marcio Arantes (trilha sonora), Isadora Canto (música tema original), Carlos Gonzalez (pesquisa), Regina Mizuno (design) e Gabriela Trevisan (fotografia).

O pessoal da Taturana Mobi (Livia Almendary e Carol Misorelli) fará a mobilização social e a distribuição do filme por todo país, em sessões gratuitas em salas de cinema alternativas, seguidas de debate.

 

Há muitas maneiras de participar do desenvolvimento deste filme.

Nossa ideia é fazer um grande mapeamento das iniciativas, organizações e comunidades que trabalham por essa causa. A sua ajuda divulgando essa campanha agora e depois que o filme estiver pronto também é muito valiosa.

A mobilização social começa com a presente campanha de financiamento coletivo, passa por um processo colaborativo de produção até a distribuição gratuita, em salas de cinema alternativas seguidas de debate, sessões em casas de parto, associações e movimentos pró-amamentação espalhadas por todo o país, além dos meios televisivos e plataformas digitais.

 

Os recursos arrecadados por essa camapanha de financiamento coletivo vão custear a equipe do projeto.

Na primeira meta, vamos remunerar o diretor de fotografia, a trilha sonora, o montador e o trabalho de mobilização social. A segunda meta garantirá o roteiro, música original e design. Na terceira garantiremos reforço de pesquisa, produção e distribuição.

A equipe idealizadora do projeto, composta por produtora executiva, diretor e apresentadora, só serão remunerados a partir da quarta meta, quanto iremos reforçar nossa comunicação.

Nossa intenção é disponibilizar o produto para um número cada vez maior de pessoas. Queremos chegar às telas de cinema, de TV, plataformas digitais e de video on demand. O eventual licenciamento do produto servirá para complementar os custos acima descritos. Ao final da produção, os financiadores receberão um relatório para acompanhar, com transparência, como seu dinheiro foi investido.

 

FOLHA DE S.PAULO

 

CRESCER

 

UOL

 

CATRACA LIVRE

 

O filme busca influenciar positivamente na prática da amamentação, com informação útil e de qualidade, bem como:

* VALORIZAR as mulheres que se dedicam a amamentar seus filhos, enfrentando preconceitos, falta de estrutura e de políticas públicas voltadas para o tema;

* FORTALECER as redes de mães de todo o país, com um instrumento de busca de melhores condições para o exercício da amamentação;

* CAPACITAR mulheres em período de amamentação a enfrentar as dificuldades do amamentar, com dicas, métodos e práticas de comprovado sucesso; oferecer acesso a redes e comunidades de apoio a essas mulheres;

* ESTIMULAR a criação de políticas públicas nas áreas da saúde, do trabalho, da educação e da assistência social a lidar com o tema de maneira mais avançada.

Constituímos importantes parcerias que estão nos apoiando com divulgação e algumas contrapartidas da campanha:

- Amamentar é

- Aleitamento.com

- Bebêchila

- Cinematerna

- Dança Materna

- Mama neném

Mães de Peito

- Mamusca

- SampaSling

 

Aqui colocamos exemplos das nossas recompensas

Além daquelas que não precisam de imagens para descrever:

- Acesso ao pré-corte do filme

- Diferentes disposição do seu logo

- Sessão exclusiva do Filme para convidados

Website: www.depeitoaberto.net

Facebook: www.facebook.com/depeitoaberto.ofilme

Contato: depeitoaberto.ofilme@gmail.com

O documentário DE PEITO ABERTO acompanhará cinco mulheres durante os seis primeiros meses de vida de seus filhos. Elas terão o desafio de alimentá-los exclusivamente de leite materno, como recomenda a Organização Mundial da Saúde. 

E você, que fizer uma doação, ajudará a escolher as mães que serão personagens desse filme. Os benfeitores poderão indicar e votar.

Sabemos que o ambiente do aleitamento é complexo. Há inúmeras armadilhas e interesses por trás do desmame precoce. Nosso objetivo é registrar, na prática, os obstáculos que as mães enfrentam para oferecer amamentação exclusiva - e como elas os superam.

Será uma obra poética sobre a relação entre mães e bebês. Mas também um documentário informativo que nos ajude a entender por que o tempo de aleitamento materno exclusivo é tão baixo no Brasil, de apenas 54 dias.

Escolhemos o financiamento coletivo para garantir a autonomia e a integridade do conteúdo. Mais de 600 pessoas já contribuíram e assim estão ajudando as mães a trocarem experiências e apoio.

Atingimos meta mínima de doações, de R$ 67.500, o que permitirá custear os itens básicos da produção. 

A partir de agora, as novas doações serão usadas para investirmos em pós-produção, distribuição e ampla divulgação do filme, garantindo que chegue às pessoas que mais necessitam das informações nele contidas. 

Se você quer se juntar a nós nessa empreitada, escolha uma recompensa na coluna ao lado e faça uma doação até as 23h59 deste domingo, 13 de dezembro.

Após esse prazo, começaremos a avançar em pontos específicos do filme - tais como a escolha das personagens - e não serão aceitas novas adesões. 

Qualquer dúvida, entre em contato com a gente. 

Muito obrigada!

Graziela Mantoanelli, atriz e produtora cultural

depeitoaberto.ofilme@gmail.com

Intimista e engajado, o documentário contará histórias de mães enfrentando obstáculos pessoais, sociais e familiares para conseguir oferecer exclusivamente amamentação nos 6 primeiros meses de vida da criança. É um filme dedicado à maternidade.  

A ideia é revelar aspectos culturais, socioeconômicos, de saúde e bem estar ligados ao tema, e também as ferramentas e informações disponíveis por cada uma para superar as dificuldades.

CONTEÚDO

PERSONAGENS - Cinco mães com questões relacionadas à amamentação: solidão, sofrimento, culpa, responsabilidade - tudo isso atrelado aos sentimentos de amor supremo, vínculo incondicional e aconchego.

ESPECIALISTAS - Médicos pediatras, psiquiatras, psicólogos e nutricionistas serão consultados conforme as questões que surgirem no próprio filme.

TEMAS - Blocos temáticos aprofundarão questões como a da licença obrigatória de apenas quatro meses (quando a ONU recomenda ao menos seis), a do suporte à amamentação em horário de trabalho, a da vida produtiva da mulher e a da amamentação em locais públicos. 

DE PEITO ABERTO foi idealizado pela atriz Graziela Mantoanelli e logo recebeu a adesão da apresentadora Chris Nicklas (Amamentar É). 

Junto com o diretor Leonardo Brant, formou-se uma equipe com Iana Paro (roteiro), André Albuquerque (direção de fotografia), José Sampaio (montagem e finalização), Marcio Arantes (trilha sonora), Isadora Canto (música tema original), Carlos Gonzalez (pesquisa), Regina Mizuno (design) e Gabriela Trevisan (fotografia).

O pessoal da Taturana Mobi (Livia Almendary e Carol Misorelli) fará a mobilização social e a distribuição do filme por todo país, em sessões gratuitas em salas de cinema alternativas, seguidas de debate.

 

Há muitas maneiras de participar do desenvolvimento deste filme.

Nossa ideia é fazer um grande mapeamento das iniciativas, organizações e comunidades que trabalham por essa causa. A sua ajuda divulgando essa campanha agora e depois que o filme estiver pronto também é muito valiosa.

A mobilização social começa com a presente campanha de financiamento coletivo, passa por um processo colaborativo de produção até a distribuição gratuita, em salas de cinema alternativas seguidas de debate, sessões em casas de parto, associações e movimentos pró-amamentação espalhadas por todo o país, além dos meios televisivos e plataformas digitais.

 

Os recursos arrecadados por essa camapanha de financiamento coletivo vão custear a equipe do projeto.

Na primeira meta, vamos remunerar o diretor de fotografia, a trilha sonora, o montador e o trabalho de mobilização social. A segunda meta garantirá o roteiro, música original e design. Na terceira garantiremos reforço de pesquisa, produção e distribuição.

A equipe idealizadora do projeto, composta por produtora executiva, diretor e apresentadora, só serão remunerados a partir da quarta meta, quanto iremos reforçar nossa comunicação.

Nossa intenção é disponibilizar o produto para um número cada vez maior de pessoas. Queremos chegar às telas de cinema, de TV, plataformas digitais e de video on demand. O eventual licenciamento do produto servirá para complementar os custos acima descritos. Ao final da produção, os financiadores receberão um relatório para acompanhar, com transparência, como seu dinheiro foi investido.

 

FOLHA DE S.PAULO

 

CRESCER

 

UOL

 

CATRACA LIVRE

 

O filme busca influenciar positivamente na prática da amamentação, com informação útil e de qualidade, bem como:

* VALORIZAR as mulheres que se dedicam a amamentar seus filhos, enfrentando preconceitos, falta de estrutura e de políticas públicas voltadas para o tema;

* FORTALECER as redes de mães de todo o país, com um instrumento de busca de melhores condições para o exercício da amamentação;

* CAPACITAR mulheres em período de amamentação a enfrentar as dificuldades do amamentar, com dicas, métodos e práticas de comprovado sucesso; oferecer acesso a redes e comunidades de apoio a essas mulheres;

* ESTIMULAR a criação de políticas públicas nas áreas da saúde, do trabalho, da educação e da assistência social a lidar com o tema de maneira mais avançada.

Constituímos importantes parcerias que estão nos apoiando com divulgação e algumas contrapartidas da campanha:

- Amamentar é

- Aleitamento.com

- Bebêchila

- Cinematerna

- Dança Materna

- Mama neném

Mães de Peito

- Mamusca

- SampaSling

 

Aqui colocamos exemplos das nossas recompensas

Além daquelas que não precisam de imagens para descrever:

- Acesso ao pré-corte do filme

- Diferentes disposição do seu logo

- Sessão exclusiva do Filme para convidados

Website: www.depeitoaberto.net

Facebook: www.facebook.com/depeitoaberto.ofilme

Contato: depeitoaberto.ofilme@gmail.com

RELATO DE ADRIANA B. BIATO

Em: 09/12/2015 17:31

Sou Adriana, trabalhadora autônoma, esposa e mãe de um menino super saudável de um ano e meio.

"Durante toda a gestação do pequeno Ícaro me informei sobre parto, pois estava em busca de um parto normal e respeitoso, como conseguimos ao final de uma gestação saudável, mas um pouco angustiante por causa das frequentes mudanças de médicos. Ícaro permaneceu comigo e mamou nos primeiros minutos de vida, o que acredito que tenha facilitado a amamentação.

A princípio não tive problema algum e obtive a orientação de Doula, pediatra adepta ao aleitamento materno. A amamentação era muito cansativa, os primeiros meses foram extremamente cansativos. Ícaro não dormia por longas horas, mas mamava por cerca de 40 minutos a cada duas horas.

Eu não definia o tempo de amamentação, adotei a livre demanda, mas dava uma olhadinha no relógio para entender o ritmo dele. Aí vem a parte mais complicada da maternidade: os pitacos! Ouvia de conhecidas e familiares: "ele está fazendo seu peito de chupeta", "dá uma mamadeira para ele", "o meu mamava por dez minutos", tinha também aquela pressão interna porque eu não podia abandonar meu trabalho, no mínimo o urgente tinha de ser feito. E como é do meu modo de ser: se eu estiver bem informada recuso qualquer palpite que me pareça incoerente, vou firme nas minhas resoluções.

Foi aí que comecei a pesquisar e descobri blogs como o amamentar é, assitia a vídeos e mais videos para saber se estava no caminho correto e descobri que sim, que deveria ignorar tantas "desinformações" que recebia em forma de palpite. Continuo na mesma profissão, mas sempre que posso auxilio outras mães, seja com informações a gestantes ou lactantes próximas, seja participando de grupos de auxílio a gestantes.

Fui convidada inclusive para dar uma palestra para as gestantes de minha cidade que são atendidas pelo SUS e escolhi o tema amamentação. Nesta ocasião deixei que o Dr. Moisés, Dr. Martins, Dra. Ana Heloísa e Bianca Balassiano falassem por mim através de seus vídeos, apenas selecionei os temas mais gerais da amamentação, organizei e passei adiante.

Acompanho o quanto as mães são desinformadas a respeito da  amamentação, o quanto são tentadas e incentivadas a dar uma mamadeira a seus filhos e desistir logo dessa difícil tarefa de amamentar seus pequenos. Enfim, acredito que "DE PEITO ABERTO" terá um alcance maior e auxiliará muitíssimas mães na fase mais importante de suas vidas."


Contagem regressiva: como ajudar o De Peito Aberto na reta final da campanha

Em: 03/12/2015 17:36

 

Pessoas querid@s, 

Entramos na reta final da campanha. Faltam apenas 10 dias e temos o enorme desafio de captar 70% da meta. Somos mulheres guerreiras e vamos conseguir realizar este filme tão importante, que ajudará a transformar o momento de maior fragilidade no momento de maior potência para a mulher! 

Vamos construir este filme juntas! Ao se tornar uma benfeitora, você poderá participar de um grupo fechado para discutir os conteúdos, personagens e abordagens do filme. Queremos fazê-lo a muitas mãos e muitas mães. 

Se você quer saber como ajudar nessa arranca final, aqui vai um mini-guia:

1. Faça a sua doação. Qualquer valor está valendo. O importante é fazer parte do grupo de benfeitores e contribuir com a construção do filme. Nesta mesma página, clique no botão "Apoiar esta campanha", na coluna à direita. 

2. Deixe o seu depoimento. Por que você se tornou um benfeitor do projeto? Pode ser em texto, vídeo, áudio. Envie para depeitoaberto.ofilme@gmail.com.

3. Compartilhe seu depoimento em suas redes sociais. Marque suas amigas do peito, convoque-as para o nosso grupo! 

4. Mude o seu avatar. É uma maneira simples e fácil de dizer aos que estão ao seu redor o quanto você está envolvida com essa causa. Melhor ainda se puder mudar o cabeçalho do seu perfil e da sua página com a contagem regressiva da campanha: http://twibbon.com/support/de-peito-aberto

5. Compartilhe diariamente as publicações da página do filme De Peito Aberto. E aproveite sempre para marcar mais e mais amigas do peito. 

6. Convoque todo mundo para o nosso piquenique de celebração para o impulso final da campanha! Confirme presença aqui: https://goo.gl/Lz55ma

 


Relato de Mariana Ferreira

Em: 01/12/2015 19:15

Relato de Mariana Ferreira

Meu nome é Mariana, tenho 27 anos, sou turismóloga e mãe de 3 bênçãos: Catharina de 7 anos, Rafael de 5 anos e Rebecca de 8 meses. Sempre amamentei e nunca cogitei não amamentar, era como um dever, uma coisa que tinha que ser feita... Tão natural como tomar banho, comer, sair...

Na minha primeira filha, não tinha o bico do seio, então foi muito doloroso. Ela sugava e eu chorava, mas nunca deixei de dar o peito um dia sequer. Passado os 20 dias eu já amamentava até de cabeça pra baixo. A Catharina mamou até uma semana depois que seu irmão nasceu...

Chegando na maternidade (para nos visitar), a primeira coisa que ela falou quando me viu foi: “Mamãe, eu quero tetinha”. ^^

Meu segundo filho foi tudo tranquilo, tinha bastante leite e mesmo voltando a trabalhar, nada interferiu na amamentação.

Amamentar não é fácil e precisa de muito apoio. Mesmo já tendo amamentado dois filhos, essa terceira gestação veio para me mostrar que eu não sabia de nada, embora nunca achasse que soubesse.

A Rebecca teve muitas cólicas e eu achava que eu era culpada disso. Elas pioravam no fim da tarde, começo da noite, e eu sabia que tinha que dar muito colo e aconchego pra ela, então o peito sempre estava à disposição dela.

Com 10 dias de vida uma pessoa muito próxima veio me dizer que ela chorava de fome e que era um sinal que já precisava de outros alimentos (Oi?). Ela não foi a única, muitas pessoas vinham me dizer que meu leite era fraco e não a sustentava (mesmo com o peso aumentando - só na livre demanda).

Meus seios ficaram machucados, doloridos e até sangraram. Conversei com a minha doula para saber se era a pega que estava errada, não era. Fui na maternidade que ganhei ela e nada.... Estava tudo certo até então.

Com 20 dias eu tive mastite, fui para o pronto-socorro com febre alta, achando que ia morrer de dengue (que na época estava no auge - sério, meu corpo inteiro doía). Ninguém lá me diagnosticou com mastite, eu que pesquisei e cheguei a essa conclusão, pois todos os sinais batiam. Falei com meu médico e ele confirmou.

Não desisti da amamentação (não desistiria por nada nesse mundo), mas passou a ser um martírio amamentar. As lagrimas escorriam, mas a sensação boa de alimentar minha filha era maior do que qualquer dor. Lembro que certa noite estava lá eu sentada na madrugada, com ela nos braços e nós 2 chorávamos.... Meu marido olhava aquilo tudo e não sabia o que fazer, então ele me abraçava!

As pessoas ainda continuavam a dizer o quanto ela tinha fome e eu, debilitada, cansada, com sono e irritada, achei que realmente eu estava sem leite. Comecei a pensar que eu era uma mãe medíocre, que preferia ver minha filha chorar de fome do que ceder ao leite artificial por puro capricho. Eu apertava o seio de noite e não tinha uma gota, então eu cedi, comprei o ben(mal)dito leite artificial e fiz uma mamadeira (chorando). Ela não curtiu muito, mas tomou um pouco.

Confesso que o cessar do choro dela foi um alivio, mas não foi reconfortante. Ela tomava o leite artificial somente à noite, apenas uma vez, mas aquilo começou a me deixar pior. Não estava certo, aquilo não poderia estar acontecendo. Eu pensava: “Que raio de mãe sou eu? Logo EU que sou ligada na humanização, na criação com apego... Uma ativista pelo parto Natural e mamadas em livre demanda!”

E foi aí que eu joguei a lata (depois de 10 dias de uso) fora e coloquei na minha cabeça que eu era capaz SIM de alimentar minha filha, que ela não precisava de NADA além do meu leite e que era apenas uma fase na qual eu tinha que passar, e que tudo ficaria bem.

Eu aprendi e hoje mais do nunca, acredito que o leite começa a vir da Cabeça, rs... Pois foi a partir daquele momento que meus seios se encheram e minha filha não chorou mais. A amamentação fluiu como tinha que ser.

Voltei a trabalhar quando a Rebecca ia completar 5 meses. Aluguei uma bombinha e ela continuou a tomar só do meu leite.

A produção caiu um pouco, pois nem sempre dá para tirar leite aqui no trabalho (muito menos 3 vezes ao dia), então pouco antes dos 6 meses, começamos a introduzir os alimentos, mas ela continua a mamar e não abre mão =).

A melhor parte é quando volto para casa e ela está lá me esperando pra mamar. Eu a coloco no peito e parece que o mundo para, que os anjos cantam e ainda dizem AMÉM! Sério... Uma vez eu até disse para o meu marido: “SE EU NÃO PUDESSE MAIS AMAMENTAR, SERIA A PESSOA MAIS FRUSTRADA E INFELIZ DO MUNDO!” É um momento só meu, onde ela é todinha minha... Só minha!

Quero que ela mame o quanto quiser, onde quiser e o tempo que quiser. Meus outros dois filhos mamaram por dois anos e meio cada um. Era muitooo gostoso!

Gostaria muito que todas as mulheres amamentassem e compreendessem a importância disso para elas e para seus bebês.

Ainda bem que pessoas como vocês estão ai pra isso! Vocês estão alcançando o que eu (ainda) não consigo alcançar.

Todos os dias eu acordo e penso como posso mudar o mundo, aí eu olho para a minha bebê e tenho a resposta: - Vou começar por você filha. Te amamentando!


Compreendi a minha capacidade de alimentar meu bebê - Relato de Thiara Luz

Em: 19/11/2015 20:15

Relato de Thiara Luz

Meu nome é Thiara, sou arquiteta e doula e tenho o Thadeuzinho de 5 meses de idade.

Com cinco anos de casados decidimos engravidar. Eu imaginava que iria demorar um pouco, pois tinha um diagnóstico de endometriose descoberta em uma cirurgia de emergência para retirada do apêndice.

Após alguns meses de tentativas, o médico solicitou exames de sangue e a histerossalpingografia.

Com o resultado dos exames, ele disse que provavelmente eu não estava ovulando e que eu tinha uma das trompas obstruídas. Resultado: eu teria que tentar uma indução da ovulação inicialmente.

Então naquele mês eu fiquei aguardando a menstruação chegar para iniciar o tratamento. Estava com a menstruação atrasada mais de 10 dias, mas como sempre tive ciclos irregulares precisava de mais pra fazer um teste de farmácia.

Naquela mesma semana comecei me sentir diferente, seios sensíveis, umas cólicas diferentes e um borrão na calcinha e nada de menstruação chegar. Íamos viajar na sexta para a fazenda e resolvi levar um teste de farmácia.

Da sexta para o sábado sonhei fazendo o teste e dando positivo e acordei com uma certeza no coração. Após 3 minutos estava lá a segunda listra e com ela veio um turbilhão de emoções.

A partir daí veio uma fase de plenitude muito grande, o preparo para um parto que eu sonhava que fosse normal, muitas leituras, busca de informações, tudo sobre o parto.

Com relação à amamentação, eu tinha a informação de que deveria utilizar uma bucha e fazer uns movimentos nos mamilos já que eles eram planos e assim eu fiz.

Thadeuzinho nasceu no dia 17/05/2015, saudável, pesando 3.495kg depois de mais de 10 horas de trabalho de parto que resultaram numa cesárea.

A partir daí começa nossa história sobre a amamentação, que foi esquecida por mim na gestação, pois acreditava que bastava colocar meu filho no peito e tudo fluiria naturalmente.

Quando ele nasceu, não veio direto pro peito, e minha cesariana demorou um pouco mais que as normais, pois o médico aproveitou para tirar as lesões da endometriose que estavam no meu útero.

Então ele só veio mamar quando eu estava na sala de recuperação. Isso provavelmente demorou mais de uma hora. Depois disso na maternidade ele foi furado várias vezes para ver se tinha hipoglicemia e chegou a tomar complemento já na maternidade, mesmo eu tendo colostro suficiente para alimentá-lo.

Mas a mulher na sua hora mais frágil, com tantos medos, segue o que os médicos dizem se não tem conhecimento. Na volta pra casa, chorava ao dar de mamar. Meu bebê queria ficar no peito o tempo todo, e eu, com fissuras nos dois mamilos, chorava de dor ao amamentar.

Quando pesamos na pediatra, ele tinha perdido mais de 10% do peso então ela mandou complementar e foi aí que entrou a mamadeira. Tive mastite 1, 2, 3 e na quarta vez já estava desesperada querendo uma solução.

Foi aí que conheci o grupo de apoio ao aleitamento materno Amamenta Maceió. A partir daí compreendi a minha capacidade de alimentar o meu bebê e a importância desse ato no desenvolvimento físico e emocional do meu filho. Me empoderei e deixei de dar complemento a ele, que está sendo alimentado exclusivamente pelo meu leite e vai fazer seis meses semana que vem.

A partir da minha experiência, de muitas dificuldades na amamentação, resolvi ajudar outras mães, comecei a me envolver nos grupos e fiz um curso de doula aqui na minha cidade, coordenei um mamaço que teve a presença de mais de 100 pessoas. Aprendi que com conhecimento e apoio todas as mulheres passam por esse período de adaptação de uma forma bem mais leve.

Ainda há muito trabalho a ser feito, pois a gente vê a falta de conhecimento e apoio até dos próprios profissionais da área da saúde.


COBRANÇA PELO DESMAME É IGUAL À COBRANÇA PELO NASCIMENTO - RELATO DE SAMILA ANDRADE

Em: 18/11/2015 16:42

Relato de Samila Géssica Andrade

Eu amamento, atualmente, meu filho de 19 meses. Quando ele estava pra completar um ano e meio, fomos a um novo pediatra. Esse dito, assim que ouviu que eu ainda amamento o Raul, soltou um "mas ainda??? Assim você nunca vai conseguir trabalhar! Tem que tirar!". Eu, pacientemente (não sei de onde tirei paciência), respondi "Ele vai parar de mamar quando quiser, assim como ele mama quando ele quer.". E encerramos o assunto.

A cobrança pelo desmame se equipara à cobrança pelo nascimento (Quando vai nascer? x Quando vai desmamar?). Para ambas as perguntas, minha resposta sempre será a mesma: QUANDO QUISER.


Praticamente ninguém passa imune aos desafios da amamentação - relato de Natália Brasil

Em: 17/11/2015 19:13

Relato de Natália Viana Brasil

Existe algum levantamento estatístico de quantos % das mulheres têm algum desafio na amamentação? Algum obstáculo?

Pergunto porque eu sempre me surpreendo como num grupo de mulheres a grande maioria passou perrengues - maiores ou menores, por mais ou menos tempo. Praticamente ninguém passa imune aos desafios da amamentação.

Sério, acho que do meu círculo de amigas eu fui a única que coloquei no peito, pronto. Estava plugada. Porém (observe que eu tenho um porém mesmo me considerando sem perrengues na amamentação, ou seja...) a segunda bebê tem um estalo, engole um ar danado e eu não consigo corrigir a pega de jeito nenhum.

Mas...

As histórias de amamentação são tão punks que considero não ter nada - porque é isso, meu grau de dificuldade é mínimo, mas existe. Eu que o desconsidero. Minha primeira filha eu amamentei até quando quis, até os seus 2 anos e 2 meses. A minha segunda filha atualmente se encontra com 2 meses mamando exclusivamente leite materno em livre semana. Quando eu fico pensando nas minhas duas histórias de amamentação, me lembro de uns perrengues que foram pontuais porém preocupantes pois eu nunca tinha escutado falar nisso e não sabia o que fazer. Por exemplo, uma madrugada em que acordei porque o peito explodindo, quente...

Saí desesperada consultando todas as amigas acordadas via whatsapp, grupos de mães do Facebook pra saber o que fazer. Quando a manhã chegou eu já tinha encontrado uma solução e resolvido a situação. Pequenas coisas assim pontuais. Mas é perrengue! Na hora eu suava frio.

Em quem a informação não chega, um caso como esse vira uma bola de neve, o peito ingurgita, lá vem febre, vem mastite... Pá rá rá... E acaba em desmame. Apoio e informação são fundamentais pra o sucesso da amamentação.


RELATO DE LUDMILA CASARIN

Em: 16/11/2015 18:50

Relato de Ludmila Casarin

Ganhei o Julio de cesariana, no dia 06/07/2015. Nasceu lindo, rosado, forte com 3,670kg e 49cm!

Logo que chegamos em casa, eu passei praticamente todo o tempo sozinha com ele. Meu marido voltou a trabalhar. Minha mãe mora em outra cidade e não pôde se ausentar por muito tempo!

Segundo dia em casa e eu tive muita febre. Nunca gostei de tomar remédios. Meu marido, apavorado, me levou pro hospital. Chegamos lá e meus pontos tinham inflamado. Foi feita drenagem e precisei de antibiótico por 7 dias.

Comecei a sentir o meu bico do seio rachando, saindo pele e sangue. Fiquei apavorada. Morria de dor a cada sugada que ele dava. Eu respirava fundo e orava pra Deus me dar forças pra continuar a dar mama!

Meu bebê precisava de mim e da mama dele. Ele mamava o tempo todo. Eu com o seio muito cheio ainda não conseguia ficar deitada. Doía, pesava, então era uma mamada e uma ordenhada rsrsrs para aliviar!

Mas o que mais me incomodava nisso tudo não foram as dores pra amamentar, nem meus pontos inflamados, e sim os pitacos de visitas falando pra eu desistir de amamentar pois eu estava com dor e não tinha que ficar com dor.

Eu mandava à m... mentalmente e continuava dando de mamar... Me considero muito forte, pois fiquei muito sozinha. Eu estava frágil, tinha um bebê nos braços e estava com os pontos da cesariana em cicatrização ainda cheia de dor!

Hoje meu bebê está cada dia mais lindo e mais saudável graças ao meu leite! Hoje eu estava olhando ele mamar super guloso e lembrando o 1°dia quando ele foi colocado no meu colo pra mamar... Que sensação maravilhosa ...

Mas depois da mamada ele me olhava com aquela boca escorrendo leitinho e dava um mini sorriso de satisfeito! Passava toda a minha dor e eu dizia: “Não vou desistir, não”. Hoje vejo ele lindo forte e saudável e digo: valeu a pena insistir! E vou amamentar enquanto tiver leite e ele quiser ♥