[MG] De Quebrada pra Quebrada |

[MG] De Quebrada pra Quebrada

Colabore para distribuirmos 50 cestas básicas + Kit de Higiene + a produção de materiais de trabalho para artistas da cena da Literatura Marginal

Projeto por: Karine Silva Oliveira
R$ 33.176,00
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Karine Silva Oliveira

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Neste momento em que vivemos em isolamento social, artistas das periferias de Belo Horizonte que faziam sua renda circulando pelos saraus/slams, vê, sua fonte de renda comprometida ao não estarem se apresentando e nem tendo onde/como produzir seus materiais que também auxiliavam na renda.

Deste modo, vendo como necessidade, nos organizaremos em um grupo para levar essas cestas básicas aos artistas, adotando todas as medidas de higienização, deixando em suas próprias residências. Além das cestas básicas, serão produzidos kits de higiene afim de garantir que estes permaneçam com suas condições de auto-cuidado. O projeto também visa garantir com a grana levantada, a produção de um material a ser produzido em Home Office, mas com uma tiragem impressa de 2 mil exemplares para serem comercializados por estes artistas, garantindo assim uma fonte mínima de renda. Com essa ação, garantimos que artistas tenham seu trabalho valorizado, mas não só, em um momento de vulnerabilidade garantimos a curto prazo um retorno em que estes não se sintam invalidados.

O projeto é uma das acões da Casa de Cultura @coletivoz junto à @editoravenasabiertas que objetiva e contribui para periferias saudáveis a partir de ações socioculturais, ambientais, de formação pessoal/profissional e de economia solidária. Visando sua transformação sócio-econômica-ambiental-e-cultural, a lhes tornar um polo de referência de mobilização, engajamento, educação e desenvolvimento comunitários para as demais comunidades e cidades do entorno.

A casa de Cultura Coletivoz é um espaço de fortalecimento das artes periféricas. Na trajetória literária de 2008 a 2020, o Coletivoz circulou, inspirado pelo Sarau da Cooperifa e o movimento da Literatura Marginal-Periférica (SP), por centenas de bares, ruas, praças, esquinas, escolas, centros culturais, bibliotecas, teatros, universidades, dentre outros espaços da cidade, região metropolitana e interior de Minas Gerais. Conquistou uma recepção calorosa e afetiva nesses espaços que abriram-se para essa novíssima literatura efervescente que espalhou-se por várias cidades do Brasil, por meio da força protagonista dos coletivos culturais de saraus, slams, duelos mc’s, grafitti, etc., que são articulados por jovens e adultos oriundos de periferias, favelas e ocupações urbanas.

A Venas Abiertas foi fundada em 2018 e é uma Editora Popular que produz projetos de publicação coletiva, individual e independente com base nas estratégias economia solidária/cooperativa, plataformas crowdfoundin (financiamento coletivo) e parcerias institucionais (grupos, escolas, editais, etc.). Atualmente, a editora se localiza em uma das periferias da regional Barreiro de BH, e vem há dois anos publicando artistas à margem do sistema literário brasileiro em várias cidades do país. Sua 1a publicação foi o livro coletânea poética "À luta, à voz - Coletivoz Sarau de Periferia" em março de 2018. É um novo selo editorial fomentador dessa e outras cenas literárias de saraus, slams, ruas, bares, e grupos de mulheres, negras/os, jovens/adultos periféricos, estudantes, etc. Nessa jornada, já  produziu mais de 25 livros, como por exemplo os seguintes títulos:

  • 2018: Raízes-Resistência Histórica/Escritoras negras/Antologia Mulherio das Letras/Haicais, etc.
  • 2019: Vila Sapo/José Falero, Ancestralidades/Escritores Negros, Raízes-Resgate Ancestral/Escritoras Negras, etc.

Construiu, assim, um rico catálogo de publicações qualificadas com estilos e estéticas diversificadas que vem de outres lugares e vozes da sociedade. Com isso, a Venas Abiertas constitue sua trajetória de ocupação reexistente-negra-marginal-periférica do/no mercado literário brasileiro, que é dominado por uma elite branca de classe média de escritores e editoras.

Aqui vai um link falando um pouco sobre nós e o trabalho que vem sendo desenvolvido nas periferias  de Belo Horizonte: https://globoplay.globo.com/v/8229709/

O trabalho contempla diversas periferias de Belo Horizonte e Região Metropolitana, a partir do momento em que se trabalha a entrega e participação de artistas espalhados por todas essas quebradas.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

COLABORAÇÕES EXTERNAS

R$1.000,00

colaborador

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Karine Silva Oliveira ainda não publicou nenhuma notícia.

Neste momento em que vivemos em isolamento social, artistas das periferias de Belo Horizonte que faziam sua renda circulando pelos saraus/slams, vê, sua fonte de renda comprometida ao não estarem se apresentando e nem tendo onde/como produzir seus materiais que também auxiliavam na renda.

Deste modo, vendo como necessidade, nos organizaremos em um grupo para levar essas cestas básicas aos artistas, adotando todas as medidas de higienização, deixando em suas próprias residências. Além das cestas básicas, serão produzidos kits de higiene afim de garantir que estes permaneçam com suas condições de auto-cuidado. O projeto também visa garantir com a grana levantada, a produção de um material a ser produzido em Home Office, mas com uma tiragem impressa de 2 mil exemplares para serem comercializados por estes artistas, garantindo assim uma fonte mínima de renda. Com essa ação, garantimos que artistas tenham seu trabalho valorizado, mas não só, em um momento de vulnerabilidade garantimos a curto prazo um retorno em que estes não se sintam invalidados.

O projeto é uma das acões da Casa de Cultura @coletivoz junto à @editoravenasabiertas que objetiva e contribui para periferias saudáveis a partir de ações socioculturais, ambientais, de formação pessoal/profissional e de economia solidária. Visando sua transformação sócio-econômica-ambiental-e-cultural, a lhes tornar um polo de referência de mobilização, engajamento, educação e desenvolvimento comunitários para as demais comunidades e cidades do entorno.

A casa de Cultura Coletivoz é um espaço de fortalecimento das artes periféricas. Na trajetória literária de 2008 a 2020, o Coletivoz circulou, inspirado pelo Sarau da Cooperifa e o movimento da Literatura Marginal-Periférica (SP), por centenas de bares, ruas, praças, esquinas, escolas, centros culturais, bibliotecas, teatros, universidades, dentre outros espaços da cidade, região metropolitana e interior de Minas Gerais. Conquistou uma recepção calorosa e afetiva nesses espaços que abriram-se para essa novíssima literatura efervescente que espalhou-se por várias cidades do Brasil, por meio da força protagonista dos coletivos culturais de saraus, slams, duelos mc’s, grafitti, etc., que são articulados por jovens e adultos oriundos de periferias, favelas e ocupações urbanas.

A Venas Abiertas foi fundada em 2018 e é uma Editora Popular que produz projetos de publicação coletiva, individual e independente com base nas estratégias economia solidária/cooperativa, plataformas crowdfoundin (financiamento coletivo) e parcerias institucionais (grupos, escolas, editais, etc.). Atualmente, a editora se localiza em uma das periferias da regional Barreiro de BH, e vem há dois anos publicando artistas à margem do sistema literário brasileiro em várias cidades do país. Sua 1a publicação foi o livro coletânea poética "À luta, à voz - Coletivoz Sarau de Periferia" em março de 2018. É um novo selo editorial fomentador dessa e outras cenas literárias de saraus, slams, ruas, bares, e grupos de mulheres, negras/os, jovens/adultos periféricos, estudantes, etc. Nessa jornada, já  produziu mais de 25 livros, como por exemplo os seguintes títulos:

  • 2018: Raízes-Resistência Histórica/Escritoras negras/Antologia Mulherio das Letras/Haicais, etc.
  • 2019: Vila Sapo/José Falero, Ancestralidades/Escritores Negros, Raízes-Resgate Ancestral/Escritoras Negras, etc.

Construiu, assim, um rico catálogo de publicações qualificadas com estilos e estéticas diversificadas que vem de outres lugares e vozes da sociedade. Com isso, a Venas Abiertas constitue sua trajetória de ocupação reexistente-negra-marginal-periférica do/no mercado literário brasileiro, que é dominado por uma elite branca de classe média de escritores e editoras.

Aqui vai um link falando um pouco sobre nós e o trabalho que vem sendo desenvolvido nas periferias  de Belo Horizonte: https://globoplay.globo.com/v/8229709/

O trabalho contempla diversas periferias de Belo Horizonte e Região Metropolitana, a partir do momento em que se trabalha a entrega e participação de artistas espalhados por todas essas quebradas.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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