[SP] Fica em Casa São Remo! |

[SP] Fica em Casa São Remo!

Colabore para distribuirmos 200 cestas básicas, kits de higienização e materiais de educação em saúde para a comunidade de São Remo (SP).

Projeto por: Rafael Marques
R$ 33.288,00
arrecadado
meta R$ 29.850,00

108 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

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POR

Rafael Marques

Rafael Marques
R$ 25
Botton do Preta.ID
8 benfeitores apoiando
Disponibilização de um botton do Preta.ID

42 disponíveis.
R$ 50
Botton do Preta.ID
6 benfeitores apoiando
Disponibilização de um botton do Preta.ID

44 disponíveis.
R$ 100
Botton do Preta.ID
7 benfeitores apoiando
Disponibilização de um botton do Preta.ID

43 disponíveis.
R$ 200
Carta + Botton
4 benfeitores apoiando
Disponibilização de um botton do Preta.ID e a Carta de agradecimento em papel semente.

11 disponíveis.
R$ 500
Visita + Botton + Publicação + Carta
1 benfeitor apoiando
Faremos um texto descrevendo a contribuição vital da sua empresa ou pessoa física para nossa campanha, além de você ganhar uma carta e um botton do Preta.ID personalizados durante uma visita na Faculdade de Medicina da USP.

4 disponíveis.
R$ 1.000
Visita + Botton + Publicação + Carta
Seja o primeiro a apoiar!
Faremos um texto descrevendo a contribuição vital da sua empresa ou pessoa física para nossa campanha, além de você ganhar uma carta e um botton do Preta.ID personalizados durante uma visita na Faculdade de Medicina da USP.

100 disponíveis.
R$ 2.000
Visita + Botton + Publicação + Carta
1 benfeitor apoiando
Faremos um texto descrevendo a contribuição vital da sua empresa ou pessoa física para nossa campanha, além de você ganhar uma carta e um botton do Preta.ID personalizados durante uma visita na Faculdade de Medicina da USP.

4 disponíveis.
R$ 5.000
Visita+ Botton + Publicação + Carta
Seja o primeiro a apoiar!
Visita guiada à FMUSP + Botton Preta.ID + Publicação de agradecimento do apoio recebido em todas as nossas redes sociais + Carta de agradecimento em papel semente.

5 disponíveis.

A chegada da pandemia no início do ano ao Brasil impôs a grande parte da população adotar o isolamento social, essa conduta gerou uma enorme crise à economia, as comunidades possuem uma população com grande vulnerabilidade social e de saúde. Muitas famílias perderam sua forma de conseguir dinheiro. Muitas também dependem diretamente da comida oferecida na merenda escolar para garantir alimentação adequada à suas crianças, o que aumenta ainda mais a dificuldade desse isolamento.

Somado a fome, temos que considerar a saúde mental dessa população, que diante desse cenário, não possui garantia de retomada da vida. Assim, ficam cada vez mais expostas a problemas como depressão, transtorno do pânico e suicídio e o agravamento das doenças mentais em quem já as possui.

São Remo é uma comunidade da zona oeste do município de São Paulo, localizada ao lado do principal campus da Universidade de São Paulo (USP). O assentamento informal fica no bairro do Butantã, na divisa com Rio Pequeno, e tem cerca de 2,3 mil casebres, ocupados por 6 mil pessoas. A comunidade São Remo é um local onde comunidades do seu entorno, como Gelo, 1010, entre outras, tomam como referência para acesso ao sistema de saúde e a outros equipamentos de assistência que não são disponíveis em suas próprias comunidades, apresentando assim altos índices de vulnerabilidade.

Somos estudantes da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), integramos o Núcleo Ayé (Coletivo Negro da FMUSP) e somos os idealizadores do Preta.ID, plataforma de impulsionamento de projetos da juventude negra, que está administrando a campanha.

A Preta.ID surgiu para sanar a demanda de projetos que associam juventude, negritude e saúde, temos hoje dois responsáveis, Larissa Alexandre, estudante de Medicina da USP, moradora da zona leste de São Paulo, Itaim Paulista e estagiária na equipe de cirurgia da Dra. Angelita Gama; Rafael Marques Geraldo estudante de Fisioterapia da USP, focado em pesquisas e projetos que combatem o racismo nas práticas de saúde e nas políticas públicas de saúde.

A comunidade São Remo, ao lado do principal território da célebre Universidade de São Paulo, pouco tem acesso ao que é produzido pela comunidade científica vizinha. O isolamento social é quase impossível, dada a proximidade entre as casas e o tamanho delas, para comportar o número de residentes. Com isso, cenas como crianças brincando em quadras, na praça, empinando pipa na rua, são comuns. Nessas situações cabe nosso julgamento?
Como há a dificuldade para a ocorrência do isolamento, vale investir na prevenção do contágio. Já houveram campanhas para a distribuição de máscaras, que diminui o contágio e agora pretendemos distribuir totens contendo álcool em gel para os locais onde certamente haverá circulação de pessoas e possíveis aglomerações.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

COLABORAÇÕES EXTERNAS

R$1.000,00

colaborador

A campanha [SP] Fica em Casa São Remo! captou os valores acima através de ações de arrecadação independentes, ou seja, fora da plataforma Benfeitoria. Ficou com dúvidas? Clique aqui

Rafael Marques ainda não publicou nenhuma notícia.

A chegada da pandemia no início do ano ao Brasil impôs a grande parte da população adotar o isolamento social, essa conduta gerou uma enorme crise à economia, as comunidades possuem uma população com grande vulnerabilidade social e de saúde. Muitas famílias perderam sua forma de conseguir dinheiro. Muitas também dependem diretamente da comida oferecida na merenda escolar para garantir alimentação adequada à suas crianças, o que aumenta ainda mais a dificuldade desse isolamento.

Somado a fome, temos que considerar a saúde mental dessa população, que diante desse cenário, não possui garantia de retomada da vida. Assim, ficam cada vez mais expostas a problemas como depressão, transtorno do pânico e suicídio e o agravamento das doenças mentais em quem já as possui.

São Remo é uma comunidade da zona oeste do município de São Paulo, localizada ao lado do principal campus da Universidade de São Paulo (USP). O assentamento informal fica no bairro do Butantã, na divisa com Rio Pequeno, e tem cerca de 2,3 mil casebres, ocupados por 6 mil pessoas. A comunidade São Remo é um local onde comunidades do seu entorno, como Gelo, 1010, entre outras, tomam como referência para acesso ao sistema de saúde e a outros equipamentos de assistência que não são disponíveis em suas próprias comunidades, apresentando assim altos índices de vulnerabilidade.

Somos estudantes da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), integramos o Núcleo Ayé (Coletivo Negro da FMUSP) e somos os idealizadores do Preta.ID, plataforma de impulsionamento de projetos da juventude negra, que está administrando a campanha.

A Preta.ID surgiu para sanar a demanda de projetos que associam juventude, negritude e saúde, temos hoje dois responsáveis, Larissa Alexandre, estudante de Medicina da USP, moradora da zona leste de São Paulo, Itaim Paulista e estagiária na equipe de cirurgia da Dra. Angelita Gama; Rafael Marques Geraldo estudante de Fisioterapia da USP, focado em pesquisas e projetos que combatem o racismo nas práticas de saúde e nas políticas públicas de saúde.

A comunidade São Remo, ao lado do principal território da célebre Universidade de São Paulo, pouco tem acesso ao que é produzido pela comunidade científica vizinha. O isolamento social é quase impossível, dada a proximidade entre as casas e o tamanho delas, para comportar o número de residentes. Com isso, cenas como crianças brincando em quadras, na praça, empinando pipa na rua, são comuns. Nessas situações cabe nosso julgamento?
Como há a dificuldade para a ocorrência do isolamento, vale investir na prevenção do contágio. Já houveram campanhas para a distribuição de máscaras, que diminui o contágio e agora pretendemos distribuir totens contendo álcool em gel para os locais onde certamente haverá circulação de pessoas e possíveis aglomerações.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

Rafael Marques ainda não publicou nenhuma notícia.