Gravação do CD EP “ÉPreta” |

Gravação do CD EP “ÉPreta”

ÉPreta é um projeto musical que reúne cinco cantoras negras do samba. Vozes de uma nova geração, vozes de resistência feminina preta.

Projeto por: Ana Beatriz Siilva
R$ 30.740,00
arrecadado
meta R$ 26.000,00

236 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Ana Beatriz Siilva

Ana Beatriz Siilva

R$ 35
• ÉPra somar
37 benfeitores apoiando
Toda ajuda é muito bem-vinda para este projeto ser concretizado! Todas nós agradecemos de coração. Você receberá nosso disco online antes do lançamento + agradecimento na página do projeto.

63 disponíveis.
R$ 50
 ÉPra embalar
92 benfeitores apoiando
A união faz a força! Para agradecer sua ajuda, enviaremos o disco físico. Também publicaremos seu nome no encarte do disco e na página do projeto.

57 disponíveis.
R$ 70
 ÉPara fortalecer
19 benfeitores apoiando
Um brinde! Leve um disco para casa, mais agradecimentos no disco e na página do projeto e, de quebra, 4 bolachas para copo personalizadas para apoiar uns bons drinques.

131 disponíveis.
R$ 100
 ÉPara lacrar!
63 benfeitores apoiando
Além do disco e dos agradecimentos você leva pra casa uma linda camisa "Pra matar preconceito". ÉPra arrasar no samba! Obs: O modelo de camisa será exibido em breve aqui e em nossa página do Facebook.

37 disponíveis.
R$ 200
 ÉPara chamar os amigos
30 benfeitores apoiando
Além dos agradecimentos, aqui você leva dois discos para casa, mais uma camisa "Pra matar preconceito" e ainda um Kit bar ÉPreta (abridor de garrafa personalizado + 4 bolachas), mais um par de brincos ÉPreta, da nossa parceira Del&Sol. Obs: Os modelos de camisa e do brinco serão exibidos em breve aqui e em nossa página do Facebook.

29 disponíveis.
R$ 500
 ÉPara sambar
5 benfeitores apoiando
Vem sambar, iaiá! Vem sambar, ioiô! Leve três discos + 1 Kit Bar ÉPreta + vídeo de agradecimento com uma das cantoras (publicado em nossa página no Facebook) + 1 par de ingressos para roda de samba de uma das cantoras (tratar com a produção) + 2 camisas "Pra matar preconceito".

45 disponíveis.
R$ 700
ÉPra compartilhar
1 benfeitor apoiando
Reservamos aqui uma recompensa especial para produtores e/ou grupos de roda de samba. As rodas de samba no Rio vêm crescendo exponencialmente, e cada uma possui uma identidade. Quer se tornar um apoiador oficial? Como recompensa oferecemos uma participação de uma das cantoras na sua roda, por 40 minutos + inserção da logo da roda no CD como apoiador oficial + vídeo de agradecimento na página.

69 disponíveis.
R$ 1.000
ÉPara juntar geral
1 benfeitor apoiando
Ao longo da trajetória das cantoras muitas parcerias foram feitas, e muitos estabelecimentos abriram suas portas para seus trabalhos. Reservamos aqui esta recompensa para estabelecimentos que queiram colaborar com esta inciativa. Como contrapartida faremos um vídeo com todas cantoras agradecendo e divulgando o estabelecimento, compartilhado pelas cantoras em seus perfis e na página oficial do projeto + inserção da logo no CD como apoiador oficial + pocket show voz e violão de 40 minutos com uma das cantoras + 3 discos + Kit Bar ÉPreta. Colabore!

47 disponíveis.

ÉPreta é um projeto de gravação de um EP com 7 faixas, cantadas por 5 cantoras negras, que têm suas carreiras consolidadas no samba. A iniciativa surge como desdobramento da gravação do clipe da música Pra matar preconceito, de Raul DiCaprio e Manu da Cuíca, protagonizado por diversas mulheres negras, entre elas as cantoras Marina Iris e Nina Rosa e lançado em maio de 2016. O clipe alcançou mais de 80 mil visualizações nas redes sociais. "Essa música virou uma febre nas rodas. Ela foi feita a partir de relatos de mulheres negras e hoje caminha com as próprias pernas pelos sambas da cidade. Fizemos o clipe e Maria Menezes nos presenteou com uma bela gravação no DVD do seu grupo, o Arruda. Agora teremos a oportunidade de gravá-la com cinco vozes", comentou Marina.

"A força do coletivo possibilitou que fizéssemos o clipe na raça, com orçamento baixo e muita dedicação. A ideia desse EP é justamente manter vivo o coletivo e ampliá-lo ainda mais. Vamos numa grande corrente!", completou Nina.

Diversas mulheres vêm reivindicando seu espaço hoje nas rodas de samba do Rio, seja como cantoras, compositoras ou instrumentistas, e tornando, assim, aos poucos, esses espaços mais igualitários e democráticos. 

Com o objetivo de apresentar suas vivências, tanto na música como fora dela, e as experiências, os afetos e as visões de mundo de tantas outras mulheres negras, reuniram-se então Marcelle Motta, Maria Menezes, Marina Iris, Nina Rosa e Simone Costa, cinco vozes expressivas da música popular carioca.
 

 

Foto: Bel Palmeira. Na sequência; Nina Rosa, Marina Iris, Simone Costa, Maria Menezes e Marcelle Motta.

Maria Menezes. Cantora de timbre marcante, de grave potente e raro, Maria  já compôs alguns grupos de samba e, desde 2009, integra o Arruda. De lá pra cá, foram gravados um CD e um DVD, além da participação no DVD do Samba Social Clube - nova geração. A cantora já se apresentou em palcos tradicionais do Rio de Janeiro: Teatro Rival, Parque Madureira, Samba Luzia, Feira das Yabás, Rio Scenarium.

Marcelle Motta já contabiliza dez anos de carreira, sua interpretação impressiona pela potência vocal. Já se apresentou em diversos estados do país e dividiu palco com grande nomes, como Elza Soares. Hoje faz parte do projeto Celeiro Samba Clube, se apresentando com regularidade no Samba Luzia. Marcelle está gravando seu primeiro disco.

Marina Iris completa este ano 10 anos de carreira. Desde 2013, se apresenta no show principal do Carioca da Gema. Seu disco de estreia foi lançado em dezembro de 2014, no Teatro Rival. De lá para cá, a cantora vem mostrando seu trabalho em Sescs, casas de show e festivais em diversas cidades. São Paulo, São Luis, Curitiba, Salvador, Berlim (Alemanha), Colônia (Alemanha), Rietberg (Alemanha). Marina está gravando seu segundo disco.

Nina Rosa é cantora e compositora. Nos seus mais de dez anos de carrreira já passou por muitos palcos do Rio e de outros estados. É também foliã e canta em blocos e bailes da cidade durante o carnaval. Hoje, além de outros projetos, avança na produção de seu primeiro trabalho solo.

Simone Costa é  nascida no subúrbio carioca, já passou por diversas casas shows e rodas de samba da cidade, hoje participa da Roda de Samba da Cabeça Branca, na zona oeste e compõe também a Roda de Samba Mafuá no Quintal, na Praça Mauá.

Foto: Bel Palmeira

Mas o que será financiado?

O valor mínimo estabelecido será utilizado para cobrir os custos que teremos com produção, produção gráfica, filmagem, fotografia,  gravação, mixagem, masterização e prensagem do disco, musicos, produção executiva, direitos autorais e elaboração e envio de recompensas. Acreditamos na coletividade como força transformadora, por isso apostamos no financiamento coletivo.

Confiamos nessa força para ultrapassarmos o valor mínimo e realizarmos esse grande projeto!

Colabore com esta inciativa, ajude a financiar um projeto artístico de qualidade, que visa a valorização da música popular brasileira e a força das mulheres pretas do Brasil!

 

 

 

ÉPreta é um projeto de gravação de um EP com 7 faixas, cantadas por 5 cantoras negras, que têm suas carreiras consolidadas no samba. A iniciativa surge como desdobramento da gravação do clipe da música Pra matar preconceito, de Raul DiCaprio e Manu da Cuíca, protagonizado por diversas mulheres negras, entre elas as cantoras Marina Iris e Nina Rosa e lançado em maio de 2016. O clipe alcançou mais de 80 mil visualizações nas redes sociais. "Essa música virou uma febre nas rodas. Ela foi feita a partir de relatos de mulheres negras e hoje caminha com as próprias pernas pelos sambas da cidade. Fizemos o clipe e Maria Menezes nos presenteou com uma bela gravação no DVD do seu grupo, o Arruda. Agora teremos a oportunidade de gravá-la com cinco vozes", comentou Marina.

"A força do coletivo possibilitou que fizéssemos o clipe na raça, com orçamento baixo e muita dedicação. A ideia desse EP é justamente manter vivo o coletivo e ampliá-lo ainda mais. Vamos numa grande corrente!", completou Nina.

Diversas mulheres vêm reivindicando seu espaço hoje nas rodas de samba do Rio, seja como cantoras, compositoras ou instrumentistas, e tornando, assim, aos poucos, esses espaços mais igualitários e democráticos. 

Com o objetivo de apresentar suas vivências, tanto na música como fora dela, e as experiências, os afetos e as visões de mundo de tantas outras mulheres negras, reuniram-se então Marcelle Motta, Maria Menezes, Marina Iris, Nina Rosa e Simone Costa, cinco vozes expressivas da música popular carioca.
 

 

Foto: Bel Palmeira. Na sequência; Nina Rosa, Marina Iris, Simone Costa, Maria Menezes e Marcelle Motta.

Maria Menezes. Cantora de timbre marcante, de grave potente e raro, Maria  já compôs alguns grupos de samba e, desde 2009, integra o Arruda. De lá pra cá, foram gravados um CD e um DVD, além da participação no DVD do Samba Social Clube - nova geração. A cantora já se apresentou em palcos tradicionais do Rio de Janeiro: Teatro Rival, Parque Madureira, Samba Luzia, Feira das Yabás, Rio Scenarium.

Marcelle Motta já contabiliza dez anos de carreira, sua interpretação impressiona pela potência vocal. Já se apresentou em diversos estados do país e dividiu palco com grande nomes, como Elza Soares. Hoje faz parte do projeto Celeiro Samba Clube, se apresentando com regularidade no Samba Luzia. Marcelle está gravando seu primeiro disco.

Marina Iris completa este ano 10 anos de carreira. Desde 2013, se apresenta no show principal do Carioca da Gema. Seu disco de estreia foi lançado em dezembro de 2014, no Teatro Rival. De lá para cá, a cantora vem mostrando seu trabalho em Sescs, casas de show e festivais em diversas cidades. São Paulo, São Luis, Curitiba, Salvador, Berlim (Alemanha), Colônia (Alemanha), Rietberg (Alemanha). Marina está gravando seu segundo disco.

Nina Rosa é cantora e compositora. Nos seus mais de dez anos de carrreira já passou por muitos palcos do Rio e de outros estados. É também foliã e canta em blocos e bailes da cidade durante o carnaval. Hoje, além de outros projetos, avança na produção de seu primeiro trabalho solo.

Simone Costa é  nascida no subúrbio carioca, já passou por diversas casas shows e rodas de samba da cidade, hoje participa da Roda de Samba da Cabeça Branca, na zona oeste e compõe também a Roda de Samba Mafuá no Quintal, na Praça Mauá.

Foto: Bel Palmeira

Mas o que será financiado?

O valor mínimo estabelecido será utilizado para cobrir os custos que teremos com produção, produção gráfica, filmagem, fotografia,  gravação, mixagem, masterização e prensagem do disco, musicos, produção executiva, direitos autorais e elaboração e envio de recompensas. Acreditamos na coletividade como força transformadora, por isso apostamos no financiamento coletivo.

Confiamos nessa força para ultrapassarmos o valor mínimo e realizarmos esse grande projeto!

Colabore com esta inciativa, ajude a financiar um projeto artístico de qualidade, que visa a valorização da música popular brasileira e a força das mulheres pretas do Brasil!

 

 

 

Se liga na novidade, que ÉPra lacrar! O modelo das camisas "Pra matar preconceito" já estão prontos! Já escolheu sua recompensa?

Em: 10/03/2017 13:44