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EscolaQPrevine

O Programa visa formar agentes de prevenção de violências autoprovocadas em ambiente escolar, promovendo saúde emocional e prevenindo o comportamento suicid

Projeto por: GEPeSP - Grupo de Pesquisa em Suicídio e Prevenção
R$ 350,00
arrecadado
meta R$ 49.742,00

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dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 02/08/2019 - 23:59

POR

GEPeSP - Grupo de Pesquisa em Suicídio e Prevenção

GEPeSP - Grupo de Pesquisa em Suicídio e Prevenção

R$ 10
Agradecimento por e-mail
1 benfeitor apoiando
Em reconhecimento ao apoio à esta causa tão importante para a sociedade, o GEPeSP enviará um e-mail de agradecimento para os embaixadores da luta pela prevenção da violência autoprovocada e suicídio em nome dos parceiros, ASEC e Comunicação e Expressão.
R$ 20
Agradecimento nas redes
2 benfeitores apoiando
Em reconhecimento ao apoio à esta causa tão importante para a sociedade, o GEPeSP fará postagem nas redes sociais (Facebook) de agradecimento nominal aos embaixadores da luta pela prevenção da violência autoprovocada e suicídio em nome dos parceiros, ASEC e a Comunicação e Expressão.
R$ 50
Agradecimento por matéria em nosso site
1 benfeitor apoiando
Em reconhecimento ao apoio à esta causa tão importante para a sociedade, o GEPeSP publicará reportagem de agradecimento aos embaixadores da luta pela prevenção da violência autoprovocada em seu site em nome dos parceiros, ASEC e a Comunicação e Expressão.
R$ 70
Agradecimento por vídeo
Seja o primeiro a apoiar!
Em reconhecimento ao apoio à esta causa tão importante para a sociedade, o GEPeSP publicará vídeo de agradecimento aos embaixadores da luta pela prevenção da violência autoprovocada em sua página no Facebook em nome dos parceiros, ASEC e a Comunicação e Expressão.
R$ 100
Agradecimento nas escolas
2 benfeitores apoiando
Em reconhecimento ao apoio à esta causa tão importante para a sociedade, em forma de agradecimento aos embaixadores da luta pela prevenção da violência autoprovocada, o nome ou logo de cada apoiador estará em nossos materiais nos encerramentos de cada projeto nas escolas.

Cuidar para Prevenir

Este programa visa desenvolver habilidades emocionais para a vida de professores, funcionários, pais e alunos, bem como promover empatia com o sofrimento alheio. Nosso objetivo é formar uma equipe permanente e capacitada de multiplicadores de prevenção de violências autoprovocadas, como automutilação, pensamentos suicidas, tentativa de suicídio e suicídio consumado. O time formado será composto por alunos, professores e funcionários da escola.

 

O que é a EscolaQPrevine?

O Programa EscolaQPrevine é uma iniciativa que visa formar agentes de prevenção de violências autoprovocadas em ambiente escolar. Sua missão é promover saúde emocional e prevenir o comportamento suicida entre jovens e adolescentes. Para conhecer esse público e o nível de sofrimento emocional do ambiente escolar, realizamos uma pesquisa de diagnóstico com o adolescente com faixa etária de 9 a 15 anos, matriculados no Ensino Fundamental II, de 6 escolas públicas localizadas em bairros com maior incidência de vítimas de morte violenta intencional no município de Duque de Caxias – 2010 a 2015.

Dois conceitos interligados fundamentam o Programa proposto, sendo eles: saúde mental, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS); e o de habilidades socioemocionais, definido pela Base Nacional Comum Curricular (2017), também conhecido como educação emocional. Buscamos compreender a saúde, o estilo e a qualidade de vida, valores socioculturais, afetivos e relacionais de jovens e adolescentes em oficinas de trabalho com professores, educadores e alunos. Os professores e funcionários, que receberam a formação continuada em educação emocional, serão os futuros supervisores do trabalho de prevenção de violência autoprovocadas em sua comunidade escolar.

 

Dos índices de violência, para aulas de educação emocional

A Baixada Fluminense é região do estado do Rio de Janeiro tradicionalmente conhecida pela desigualdade social e pela extrema violência letal. Nos últimos 18 anos (2000 a 2018), em média 1862 pessoas morreram por homicídio doloso na Baixada Fluminense do estado Rio de Janeiro. Em média anualmente são 52 homicídios por 100 mil habitantes segundo dos dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro –ISP-RJ.

Duque de Caxias é uma das cidades que integram a Baixada Fluminense. Uma pesquisa de diagnóstico dos Homicídios em Municípios do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, realizada pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em 2016, mostrou que Duque de Caxias está entre municípios de maior incidência de homicídios dolosos do estado do Rio de Janeiro, como também possui bairros que lideram o ranking de incidência de vítimas de morte violenta intencional e tentativa de homicídio no município de Duque de Caxias – 2010 a 2015.

 

 

 

Conheça um pouco mais Duque de Caxias, a maior cidade da Baixada Fluminense

O município de Duque de Caxias pertence à Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro (RMRJ). Sua população é de 855.048 habitantes, distribuída entre 411.074 homens e 443.974 mulheres. Desse total, 99,6% da população é urbana e apenas 0,4% é rural. Sua base territorial é de 468 km2, dividida em quatro distritos e 40 bairros.

Duque de Caxias também se destaca por apresentar históricas desigualdades no que tange às suas condições sociodemográficas, econômicas e de infraestrutura segundo os dados populacionais, demográficos, territoriais e infraestrutura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Censos Demográficos.

Duque de Caxias é o quarto município do Estado em população, com densidade demográfica alta e crescimento populacional acelerado. A densidade demográfica do município é de 1.840,4 hab/km2, a 8º do estado. Do total de 855.048 habitantes de Duque de Caxias no ano de 2010, 47% ocupavam as faixas etárias entre 20 e 49 anos. Trata-se de população essencialmente jovem.

Infelizmente, o grupo etário mais vulnerável a mortes por homicídios é de 15 a 29 anos. Essa faixa etária representa 26% do total da população local. Os idosos correspondem apenas a 7% do total da população. Esse cenário é ainda mais preocupante quando observamos que jovens com a mesma faixa etária (15 a 29 anos), vítimas de homicídios, são também vulneráveis às mortes por suicídio em Duque de Caxias.

Segundo o Ministério da Saúde (SIM/DataSUS), Duaque de caxias ocupa a segunda posição no ranking de morte por suicídio, com 55 casos, registrados entre 2000 e 2015.

Foi com o intuito de minimizar essas estatísticas, que o GEPeSP idealizou o Programa EscolaQPrevine em parceria com instituições, experientes na formação em educação emocional para a vida de crianças e adolescentes, bem como na capacitação em técnicas de comunicação assertiva e não violenta, são elas: Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC) e Comunicação e Expressão.

A Secretaria Municipal de Educação de Duque de Caxias aceitou o convite do GEPeSP de compreender a magnitude do problema e ofertar ferramentas que pudessem amenizá-lo. Nosso primeiro passo foi elaborar um diagnóstico de violências autoprovocadas de jovens e adolescentes do sexto ao novo ano, matriculados em escolas da rede pública municipal, localizadas em área de Duque de Caxias.

Partimos da hipótese de jovens e adolescentes que convivem com a violência urbana, marcada por conflitos armados entre traficantes, milicianos e policiais, que sofrem no seu dia-a-dia violências físicas e emocionais praticadas por familiares próximos, ou seja, possuem históricos de violência (s), são mais vulneráveis ao comportamento suicida e automutilação.

Inspirados nos resultados da pesquisa piloto, construímos a metodologia do Programa EscolaQPrevine. Esta iniciativa busca promover a saúde emocional de professores, funcionários, pais e alunos, como também construir uma rede de proteção contra o comportamento suicida e a automutilação sem intenção suicida na comunidade escolar. Seis escolas municipais, distribuídas pelos distritos de Duque de Caxias, foram visitadas. Realizamos palestras e rodas de conversas sobre o tema com o intuito de sensibilizar os futuros candidatos a participar do programa.

 

Os primeiros resultados da pesquisa: as rodas de conversa

A pesquisa consultou 1279 jovens e adolescentes que aceitaram participar das rodas de conversas. Nesses encontros, realizamos dinâmicas sobre a desconstrução de mitos e verdades em torno do comportamento suicida em 6 escolas de Duque de Caxias. Desse total, 23% disseram que já haviam sofrido violências autoprovocadas em algum momento de suas vidas e, inclusive, desde o início das aulas no ano letivo de 2018.

 

O mapa abaixo ilustra as modalidades de violências autoprovocadas por escolas.

 

 

Por quê precisamos da sua ajuda?

Dar continuidade a este programa é um sonho. E vocês podem nos ajudar a realizar! O objetivo é expandir o trabalho que foi executado na escola piloto E. M. Roberto Weguelin de Abreu, em Imbariê - no qual 312 jovens e adolescentes e uma equipe de 10 professores, 2 funcionários e uma representante do conselho de pais foram impactados. A ampliação acontecerá em duas etapas.

 

 

Em ambas as etapas, os valores arrecadados serão investidos nos seguintes itens: material didático, monitoria certificada, supervisão de campo, descolamento da equipe,  e alimentação e lanche para os participantes das escolas. Para obter maiores informações sobre o orçamento do Programa, acesse: https://bit.ly/2KeUckY

 

Impacto esperado

Esperamos impactar mais 1500 adolescentes e 50 professores, gestores e funcionários que aceitaram participar do projeto em três outros distritos de Duque de Caxias. A implantação do programa piloto EscolaQPrevine na Escola Municipal Roberto Weguelin de Abreu sinalizou inúmeros benefícios para a comunidade escolar e para o bairro de maneira geral. As avaliações da equipe de professores e educadores da escola Roberto Weguelin resumem qualitativamente  a esse impacto.

 

 

Depoimentos

“A experiência de colocar em prática uma das ferramentas apresentadas durante os encontros de formação do Programa EscolaQPrevine foi desafiadora e empolgante. Os temas abordados têm auxiliado consideravelmente minha prática docente. Tenho refletido e repensado aspectos significativos da relação professor/aluno. Também, tenho avaliado a qualidade da comunicação que estabeleço com os alunos” (Professora de inglês do segundo segmento do ensino fundamental).

 

“A implementação da ferramenta de desenvolvimento de habilidades socioemocionais “Mapa da empatia” foi bastante surpreendente e desestabilizadora. Surpreendente porque demonstrou uma eficácia que eu inicialmente não esperava quanto à sua capacidade de mobilização dos alunos, fazendo-os revelar seus conflitos, suas contradições, suas limitações, suas potencialidades, suas emoções, enfim - como se fizessem, pela primeira vez, uma viagem orientada para dentro de si mesmos. E desestabilizadora porque impactou consideravelmente as minhas “certezas” sobre a diversidade comportamental dos adolescentes e como podemos, mesmo nós, orientadores educacionais, interpretar equivocadamente determinadas ações e reações dos nossos alunos e, a partir dessa interpretação errônea, fazer intervenções que podem piorar a situação do discente” (Orientador educacional).

 

Cuidar para Prevenir

Este programa visa desenvolver habilidades emocionais para a vida de professores, funcionários, pais e alunos, bem como promover empatia com o sofrimento alheio. Nosso objetivo é formar uma equipe permanente e capacitada de multiplicadores de prevenção de violências autoprovocadas, como automutilação, pensamentos suicidas, tentativa de suicídio e suicídio consumado. O time formado será composto por alunos, professores e funcionários da escola.

 

O que é a EscolaQPrevine?

O Programa EscolaQPrevine é uma iniciativa que visa formar agentes de prevenção de violências autoprovocadas em ambiente escolar. Sua missão é promover saúde emocional e prevenir o comportamento suicida entre jovens e adolescentes. Para conhecer esse público e o nível de sofrimento emocional do ambiente escolar, realizamos uma pesquisa de diagnóstico com o adolescente com faixa etária de 9 a 15 anos, matriculados no Ensino Fundamental II, de 6 escolas públicas localizadas em bairros com maior incidência de vítimas de morte violenta intencional no município de Duque de Caxias – 2010 a 2015.

Dois conceitos interligados fundamentam o Programa proposto, sendo eles: saúde mental, segundo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS); e o de habilidades socioemocionais, definido pela Base Nacional Comum Curricular (2017), também conhecido como educação emocional. Buscamos compreender a saúde, o estilo e a qualidade de vida, valores socioculturais, afetivos e relacionais de jovens e adolescentes em oficinas de trabalho com professores, educadores e alunos. Os professores e funcionários, que receberam a formação continuada em educação emocional, serão os futuros supervisores do trabalho de prevenção de violência autoprovocadas em sua comunidade escolar.

 

Dos índices de violência, para aulas de educação emocional

A Baixada Fluminense é região do estado do Rio de Janeiro tradicionalmente conhecida pela desigualdade social e pela extrema violência letal. Nos últimos 18 anos (2000 a 2018), em média 1862 pessoas morreram por homicídio doloso na Baixada Fluminense do estado Rio de Janeiro. Em média anualmente são 52 homicídios por 100 mil habitantes segundo dos dados do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro –ISP-RJ.

Duque de Caxias é uma das cidades que integram a Baixada Fluminense. Uma pesquisa de diagnóstico dos Homicídios em Municípios do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, realizada pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em 2016, mostrou que Duque de Caxias está entre municípios de maior incidência de homicídios dolosos do estado do Rio de Janeiro, como também possui bairros que lideram o ranking de incidência de vítimas de morte violenta intencional e tentativa de homicídio no município de Duque de Caxias – 2010 a 2015.

 

 

 

Conheça um pouco mais Duque de Caxias, a maior cidade da Baixada Fluminense

O município de Duque de Caxias pertence à Região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro (RMRJ). Sua população é de 855.048 habitantes, distribuída entre 411.074 homens e 443.974 mulheres. Desse total, 99,6% da população é urbana e apenas 0,4% é rural. Sua base territorial é de 468 km2, dividida em quatro distritos e 40 bairros.

Duque de Caxias também se destaca por apresentar históricas desigualdades no que tange às suas condições sociodemográficas, econômicas e de infraestrutura segundo os dados populacionais, demográficos, territoriais e infraestrutura do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – Censos Demográficos.

Duque de Caxias é o quarto município do Estado em população, com densidade demográfica alta e crescimento populacional acelerado. A densidade demográfica do município é de 1.840,4 hab/km2, a 8º do estado. Do total de 855.048 habitantes de Duque de Caxias no ano de 2010, 47% ocupavam as faixas etárias entre 20 e 49 anos. Trata-se de população essencialmente jovem.

Infelizmente, o grupo etário mais vulnerável a mortes por homicídios é de 15 a 29 anos. Essa faixa etária representa 26% do total da população local. Os idosos correspondem apenas a 7% do total da população. Esse cenário é ainda mais preocupante quando observamos que jovens com a mesma faixa etária (15 a 29 anos), vítimas de homicídios, são também vulneráveis às mortes por suicídio em Duque de Caxias.

Segundo o Ministério da Saúde (SIM/DataSUS), Duaque de caxias ocupa a segunda posição no ranking de morte por suicídio, com 55 casos, registrados entre 2000 e 2015.

Foi com o intuito de minimizar essas estatísticas, que o GEPeSP idealizou o Programa EscolaQPrevine em parceria com instituições, experientes na formação em educação emocional para a vida de crianças e adolescentes, bem como na capacitação em técnicas de comunicação assertiva e não violenta, são elas: Associação pela Saúde Emocional de Crianças (ASEC) e Comunicação e Expressão.

A Secretaria Municipal de Educação de Duque de Caxias aceitou o convite do GEPeSP de compreender a magnitude do problema e ofertar ferramentas que pudessem amenizá-lo. Nosso primeiro passo foi elaborar um diagnóstico de violências autoprovocadas de jovens e adolescentes do sexto ao novo ano, matriculados em escolas da rede pública municipal, localizadas em área de Duque de Caxias.

Partimos da hipótese de jovens e adolescentes que convivem com a violência urbana, marcada por conflitos armados entre traficantes, milicianos e policiais, que sofrem no seu dia-a-dia violências físicas e emocionais praticadas por familiares próximos, ou seja, possuem históricos de violência (s), são mais vulneráveis ao comportamento suicida e automutilação.

Inspirados nos resultados da pesquisa piloto, construímos a metodologia do Programa EscolaQPrevine. Esta iniciativa busca promover a saúde emocional de professores, funcionários, pais e alunos, como também construir uma rede de proteção contra o comportamento suicida e a automutilação sem intenção suicida na comunidade escolar. Seis escolas municipais, distribuídas pelos distritos de Duque de Caxias, foram visitadas. Realizamos palestras e rodas de conversas sobre o tema com o intuito de sensibilizar os futuros candidatos a participar do programa.

 

Os primeiros resultados da pesquisa: as rodas de conversa

A pesquisa consultou 1279 jovens e adolescentes que aceitaram participar das rodas de conversas. Nesses encontros, realizamos dinâmicas sobre a desconstrução de mitos e verdades em torno do comportamento suicida em 6 escolas de Duque de Caxias. Desse total, 23% disseram que já haviam sofrido violências autoprovocadas em algum momento de suas vidas e, inclusive, desde o início das aulas no ano letivo de 2018.

 

O mapa abaixo ilustra as modalidades de violências autoprovocadas por escolas.

 

 

Por quê precisamos da sua ajuda?

Dar continuidade a este programa é um sonho. E vocês podem nos ajudar a realizar! O objetivo é expandir o trabalho que foi executado na escola piloto E. M. Roberto Weguelin de Abreu, em Imbariê - no qual 312 jovens e adolescentes e uma equipe de 10 professores, 2 funcionários e uma representante do conselho de pais foram impactados. A ampliação acontecerá em duas etapas.

 

 

Em ambas as etapas, os valores arrecadados serão investidos nos seguintes itens: material didático, monitoria certificada, supervisão de campo, descolamento da equipe,  e alimentação e lanche para os participantes das escolas. Para obter maiores informações sobre o orçamento do Programa, acesse: https://bit.ly/2KeUckY

 

Impacto esperado

Esperamos impactar mais 1500 adolescentes e 50 professores, gestores e funcionários que aceitaram participar do projeto em três outros distritos de Duque de Caxias. A implantação do programa piloto EscolaQPrevine na Escola Municipal Roberto Weguelin de Abreu sinalizou inúmeros benefícios para a comunidade escolar e para o bairro de maneira geral. As avaliações da equipe de professores e educadores da escola Roberto Weguelin resumem qualitativamente  a esse impacto.

 

 

Depoimentos

“A experiência de colocar em prática uma das ferramentas apresentadas durante os encontros de formação do Programa EscolaQPrevine foi desafiadora e empolgante. Os temas abordados têm auxiliado consideravelmente minha prática docente. Tenho refletido e repensado aspectos significativos da relação professor/aluno. Também, tenho avaliado a qualidade da comunicação que estabeleço com os alunos” (Professora de inglês do segundo segmento do ensino fundamental).

 

“A implementação da ferramenta de desenvolvimento de habilidades socioemocionais “Mapa da empatia” foi bastante surpreendente e desestabilizadora. Surpreendente porque demonstrou uma eficácia que eu inicialmente não esperava quanto à sua capacidade de mobilização dos alunos, fazendo-os revelar seus conflitos, suas contradições, suas limitações, suas potencialidades, suas emoções, enfim - como se fizessem, pela primeira vez, uma viagem orientada para dentro de si mesmos. E desestabilizadora porque impactou consideravelmente as minhas “certezas” sobre a diversidade comportamental dos adolescentes e como podemos, mesmo nós, orientadores educacionais, interpretar equivocadamente determinadas ações e reações dos nossos alunos e, a partir dessa interpretação errônea, fazer intervenções que podem piorar a situação do discente” (Orientador educacional).

 

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