BOA COMPANHIA FAZ O DIA CLAREAR |

BOA COMPANHIA FAZ O DIA CLAREAR

O bloco Escravos da Mauá completa 25 carnavais na região portuária e convoca as cabrochas e a rapaziada para botarmos juntos o bloco na rua.

Projeto por: Escravos da Mauá
R$ 15.970,00
arrecadado
meta R$ 10.000,00

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POR

Escravos da Mauá

Escravos da Mauá

A Associação do B.E.M. é a organização social que representa o coletivo de fundadores, foliões e simpatizantes do Bloco Escravos da Mauá perante os órgão públicos e as outras instâncias administrativas ligadas ao Carnaval de rua do rio de Janeiro. O bloco Escravos da Mauá foi criado no carnaval de 1993 por um grupo de amigos, quase todos funcionários do INT - Instituto Nacional de Tecnologia, que tem sede na Avenida Venezuela, nos arredores da Praça Mauá. Desde então, partindo do belo Largo de São Francisco da Prainha, na rua Sacadura Cabral, o bloco percorre as ruas do bairro da Saúde, nas proximidades da Praça Mauá, da Pedra do Sal e do Morro da Conceição. Seus sambas cantam a história do bairro, que é berço dos primeiros Ranchos e do "carnaval de rua" do Rio de Janeiro e já foi local de moradia, trabalho e/ou encontro para grandes chorões e sambistas cariocas como Pixinguinha, João da Baiana, Sinhô e Donga.

R$ 35
Prainha
20 benfeitores apoiando
Citação nominal nos agradecimentos, em banner exposto no carro de som na ocasião do glorioso desfile, dia 19 de fevereiro.
R$ 50
Saúde
58 benfeitores apoiando
Seu nome aparece em banner no carro de som e você recebe um lindo imã de geladeira “Escravos da Mauá: eu boto o bloco na rua”, a ser retirado no ensaio de 12/02
R$ 75
Conceição
22 benfeitores apoiando
Citação no banner, imã de geladeira “Escravos da Mauá: eu boto o bloco na rua” e ainda acesso a uma plataforma onde está o arquivo digital com os sambas do bloco para você criar a sua playlist
R$ 150
Valongo
38 benfeitores apoiando
Além da citação no banner, imã de geladeira e arquivo digital com os sambas do bloco, retire, no ensaio de 12/02 uma camiseta do bloco dos últimos 6 anos (2011 a 2016), do tipo que adere ao seu corpinho

indisponível.
R$ 250
Gamboa
5 benfeitores apoiando
Seu nome estará no banner, você ganha imã de geladeira, arquivo digital com os sambas do bloco + a camiseta do ano + DVD "Boa Companhia faz o dia Clarear" - depoimentos e imagens das rodas de samba dos primeiros 15 anos do bloco

indisponível.
R$ 400
Harmonia
3 benfeitores apoiando
Poucos terão tanto: nome no banner, imã de geladeira, arquivo digital com os sambas do bloco, 1 camiseta 2017, DVD Boa Companhia faz o dia Clarear 15 anos e... direito de cantar uma música junto com o Fabuloso Grupo Eu Canto Samba no ensaio do dia 12/02!

indisponível.

O bloco Escravos da Mauá foi um dos pioneiros da retomada do Carnaval de rua no Rio de Janeiro.  Ao nos preparararmos para o nosso 25º cortejo pela região portuária, decidimos sair do formato dos patrocínios (marketing cultural) e vamos desfilar com o que mobilizarmos em nossas redes de afeto e território.

Foto: Antonio Carlos Ribeiro

A infraestrutura mínima para fazermos um cortejo bacana é nossa primeira meta: sairmos cantando o samba pelas ruas com carro de som que ofereça segurança para todos e o nucleo principal da bateria de Mestre Penha, que nos acompanha há mais de 10 anos. Além disso, para estarmos todos na mesma energia, dois ensaios com samba e bateria devem ser realizados, em janeiro e fevereiro, sempre no Largo de São Francisco da Prainha. Mas claro que podemos fazer mais e melhor! Se a segunda meta for atingida, teremos o glorioso carro pipa, chapeus para a bateria feitos pela oficinas pre carnavalescas, ventarolas, controle do trânsito e o fabuloso abre alas de pernas de pau do Escravos da Mauá!
Nos últimos anos, o investimento do bloco na sustentabilidade de projetos locais transformou o desfile num momento de compartilhamento com agentes culturais locais. Buscar a continuidade desse projeto está ligada ao espírito que move o grupo na direção da valorização do patrimônio histórico e imaterial carioca. Contamos com as cabrochas e rapaziada para botar o bloco na rua!

As contribuições podem se dar em 6 níveis e cada um deles leva o nome de ícones do samba e da culltura popular que nos inspiaram e são nossos ídolos, representam simbolicamente aquilo em que acreditamos e queremos que seja cada vez mais valorizado: a história e o patrimônio material e imaterial da Pequena Àfrica.

Foto: Mauricio Hora


Foto: Luiz Fernando Nogueira (Neném)

O bloco Escravos da Mauá foi um dos pioneiros da retomada do Carnaval de rua no Rio de Janeiro.  Ao nos preparararmos para o nosso 25º cortejo pela região portuária, decidimos sair do formato dos patrocínios (marketing cultural) e vamos desfilar com o que mobilizarmos em nossas redes de afeto e território.

Foto: Antonio Carlos Ribeiro

A infraestrutura mínima para fazermos um cortejo bacana é nossa primeira meta: sairmos cantando o samba pelas ruas com carro de som que ofereça segurança para todos e o nucleo principal da bateria de Mestre Penha, que nos acompanha há mais de 10 anos. Além disso, para estarmos todos na mesma energia, dois ensaios com samba e bateria devem ser realizados, em janeiro e fevereiro, sempre no Largo de São Francisco da Prainha. Mas claro que podemos fazer mais e melhor! Se a segunda meta for atingida, teremos o glorioso carro pipa, chapeus para a bateria feitos pela oficinas pre carnavalescas, ventarolas, controle do trânsito e o fabuloso abre alas de pernas de pau do Escravos da Mauá!
Nos últimos anos, o investimento do bloco na sustentabilidade de projetos locais transformou o desfile num momento de compartilhamento com agentes culturais locais. Buscar a continuidade desse projeto está ligada ao espírito que move o grupo na direção da valorização do patrimônio histórico e imaterial carioca. Contamos com as cabrochas e rapaziada para botar o bloco na rua!

As contribuições podem se dar em 6 níveis e cada um deles leva o nome de ícones do samba e da culltura popular que nos inspiaram e são nossos ídolos, representam simbolicamente aquilo em que acreditamos e queremos que seja cada vez mais valorizado: a história e o patrimônio material e imaterial da Pequena Àfrica.

Foto: Mauricio Hora


Foto: Luiz Fernando Nogueira (Neném)

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