[AM] WEMŪ'E HARIA TAPY'YIARIA |

[AM] WEMŪ'E HARIA TAPY'YIARIA

Ajude a distribuirmos 150 cestas básicas, kit’s de material de limpeza e higiene pessoal e 300 máscaras étnicas de proteção individual aos estudantes indígenas.

Projeto por: MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO
R$ 19.170,00
arrecadado
meta R$ 23.025,00

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POR

MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO

MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO
R$ 10
Abraços virtuais do MEIAM e Tecendo Rede
1 benfeitor apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Tecendo Redes - Construindo Saberes.
R$ 30
Abraços virtuais + Cartão com Saari
1 benfeitor apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Projeto Tecendo Redes - Construindo Saberes e Cartão com Saari.
R$ 50
Abraços virtuais + Cartão
6 benfeitores apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Projeto Tecendo Redes - Construindo Saberes e Cartão com Saari e Porantim.
R$ 100
Abraços virtuais + Cartão
8 benfeitores apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Projeto Tecendo Redes - Construindo Saberes, Cartão com Saari e Porantim e um conto indígena.
R$ 250
Abraços virtuais + Cartão e mais...
1 benfeitor apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Projeto Tecendo Redes - Construindo Saberes, Cartão com Saari e Porantim, um conto indígena e uma lenda indígena.
R$ 500
Abraços virtuais + Cartão e mais...
1 benfeitor apoiando
Aquela e/ou aquele que doar, receberá, via e-mail, abraços virtuais do MEIAM e do Projeto Tecendo Redes - Construindo Saberes, Cartão com Saari e Porantim, um conto indígena, uma lenda indígena e um Cartão de Agradecimento Especial na língua sateré-mawé.

Diante da ocorrência do COVID-19, adotarmos medidas e ações que minimizem as situações já vivenciados pelos estudantes indígenas de Manaus em situação de vulnerabulidade social, é o que almeja a presente ação Wemū'e Haria tapy'yiaria: wātka, wu'uka hawyi kupte'en wemū'e wato piat wahewakai satek-19 (nome na língua sateré-mawé), proposta pelo Projeto Tecendo Redes, Construindo Saberes: descolonizar, interculturalizar e democratizar para in-surgir, re-existir e re-viver e o Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (MEIAM).

Nosso objetivo central é realizar ações sociais e humanitárias, com os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social de Manaus, e que saíram de suas comunidades e aldeias em busca do ensino superior. Especificamente, almeja distribuir cestas básicas com gêneros alimentícios para os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social; elaborar e distribuir kits de material de limpeza e higiene pessoal, juntamentamente com o Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas; comprar da Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé (AMISM), máscaras étnicas de proteção individual, gerando renda para as mulheres e famílias Sateré-Mawé; e, por fim, realizar um processo de educação e conscientização (virtual) com os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social, das ações a serem adotadas no combate a proliferação do COVID-19.

As atividades da ação Wemū'e Haria tapy'yiaria: wātka, wu'uka hawyi kupte'en wemū'e wato piat wahewakai satek-19, ocorreão nos meses de JUNHO a AGOSTO do corrente ano. Todas as atividades e ações serão desenvolvidas nos bairros e Comunidades Indígenas localizadas nos contextos urbano e rural de Manaus. Contará com o apoio de organizações indígenas, em especial do Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas e da Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé. Por fim, ressaltamos que durante execução de todas as atividades, serão observadas as orientações e protocolos de prevenção ao COVID-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde (MS), Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas (SUSAM), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM) e Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (SEMSA).

O Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (MEIAM), é uma associação civil de estudantes indígenas, sem fins econômicos, partidários ou religiosos, regida por estatuto próprio e com sede na cidade de Manaus, que vem atuando, desde a sua criação, em defesa dos direitos dos estudantes indígenas e também enquanto elemento de articulação e intercâmbio de experiências entre os estudantes indígenas e não indígenas. Conforme seu estatuto, são objetivos do MEIAM: ser uma instância de defesa dos direitos dos estudantes indígenas e um órgão representativo dos seus interesses e anseios; associação de promoção, apoio, realização e incentivo de pesquisas e estudos, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações de conhecimentos técnicos, científicos e tradicionais das populações indígenas; instância de luta para implementação políticas de inclusão de estudantes indígenas tanto no ensino técnico quanto no superior, reivindicando também, ações que assegurem suas permanências e manutenções nesses níveis de ensino, dentre outros.

Já o Tecendo Redes, Construindo Saberes: descolonizar, interculturalizar e democratizar para in-surgir, re-existir e re-viver, pensado, construído e desenvolvido coletivamente com o MEIAM e a Universidade do Estado do Amazonas, envolve mais de 50 (cinquenta) estudantes indígenas do ensino superior, pertencentes a 15 (quinze) povos e vinculados aos cursos das áreas de saúde, educação, humanas, engenharias e outras. Ele é um espaço de discussão e cooperação interinstitucional, cujo objetivo principal é socializar experiências, desenvolver ações e atividades, estabelecer vínculos e relações para as permanências exitosas no ensino superior, bem como propor e criar mecanismos de cooperação entre os estudantes indígenas e não indígenas das Universidades do Amazonas, valorizando os conhecimentos, saberes, culturas, línguas, histórias e projetos futuros dos povos indígenas.

Na atualidade, vivencia a cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, situação de emergência em Saúde Pública em razão da pandemia do Coronavírus (COVID-19). É o Amazonas, o quinto estado brasileiro em número de casos confirmados, e Manaus, uma das cidades que confirmam situação de calamidade do sistema de saúde para atender pessoas com o COVID-19. Segundo dados do Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas, existem hoje em Manuas, aproximadamente, 1.500 estudantes indígenas no ensino superior (mais de 65% vivenciam situação de vulnerabilidade social), que migraram para capital manaura em busca do ensino superior, e que vivem em bairros pobres (de periferia), com pouco ou sem acesso a serviços públicos básicos, principalmente de saúde, e que atualmente estão passando fome, em razão do fechamento dos Restaurantes Univertários das Instituições de Ensino Superior, tanto públicas, quanto particulares.

Esses estudantes indígenas pertencem aos seguintes povos: Tikuna, Kokama, Kambeba (Região do Alto e Médio Solimões), Tukano, Dessana, Tariána, Baniwa, Baré, Pira-Tapuya, Wanana, (Região do Alto Rio Negro), Sateré-Mawé, Munduruku, Mura (Região do Baixo Amazonas), Apurinã (Região do Purus) dentre outros. E mais, eles estão reunidos em Comunidades e Organizações localizadas no contexto urbano (periférico) e rural de Manaus, dentre as quais citamos: Aldeia Karaura, Associação Comunidade Wotchimaücü, Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé, Comunidade Apurinã, Comunidade Kokama, Comunidade Munduruku, Comunidade Nações Indígenas, Comunidade Parque das Tribos (Bairro Indígena Parque das Tribos), Comunidade Waikiru, Comunidade Y’apyrehyt, Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam) e muitas outras.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO ainda não publicou nenhuma notícia.

Diante da ocorrência do COVID-19, adotarmos medidas e ações que minimizem as situações já vivenciados pelos estudantes indígenas de Manaus em situação de vulnerabulidade social, é o que almeja a presente ação Wemū'e Haria tapy'yiaria: wātka, wu'uka hawyi kupte'en wemū'e wato piat wahewakai satek-19 (nome na língua sateré-mawé), proposta pelo Projeto Tecendo Redes, Construindo Saberes: descolonizar, interculturalizar e democratizar para in-surgir, re-existir e re-viver e o Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (MEIAM).

Nosso objetivo central é realizar ações sociais e humanitárias, com os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social de Manaus, e que saíram de suas comunidades e aldeias em busca do ensino superior. Especificamente, almeja distribuir cestas básicas com gêneros alimentícios para os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social; elaborar e distribuir kits de material de limpeza e higiene pessoal, juntamentamente com o Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas; comprar da Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé (AMISM), máscaras étnicas de proteção individual, gerando renda para as mulheres e famílias Sateré-Mawé; e, por fim, realizar um processo de educação e conscientização (virtual) com os estudantes indígenas em situação de vulnerabilidade social, das ações a serem adotadas no combate a proliferação do COVID-19.

As atividades da ação Wemū'e Haria tapy'yiaria: wātka, wu'uka hawyi kupte'en wemū'e wato piat wahewakai satek-19, ocorreão nos meses de JUNHO a AGOSTO do corrente ano. Todas as atividades e ações serão desenvolvidas nos bairros e Comunidades Indígenas localizadas nos contextos urbano e rural de Manaus. Contará com o apoio de organizações indígenas, em especial do Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas e da Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé. Por fim, ressaltamos que durante execução de todas as atividades, serão observadas as orientações e protocolos de prevenção ao COVID-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS), Ministério da Saúde (MS), Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas (SUSAM), Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS/AM) e Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (SEMSA).

O Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (MEIAM), é uma associação civil de estudantes indígenas, sem fins econômicos, partidários ou religiosos, regida por estatuto próprio e com sede na cidade de Manaus, que vem atuando, desde a sua criação, em defesa dos direitos dos estudantes indígenas e também enquanto elemento de articulação e intercâmbio de experiências entre os estudantes indígenas e não indígenas. Conforme seu estatuto, são objetivos do MEIAM: ser uma instância de defesa dos direitos dos estudantes indígenas e um órgão representativo dos seus interesses e anseios; associação de promoção, apoio, realização e incentivo de pesquisas e estudos, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações de conhecimentos técnicos, científicos e tradicionais das populações indígenas; instância de luta para implementação políticas de inclusão de estudantes indígenas tanto no ensino técnico quanto no superior, reivindicando também, ações que assegurem suas permanências e manutenções nesses níveis de ensino, dentre outros.

Já o Tecendo Redes, Construindo Saberes: descolonizar, interculturalizar e democratizar para in-surgir, re-existir e re-viver, pensado, construído e desenvolvido coletivamente com o MEIAM e a Universidade do Estado do Amazonas, envolve mais de 50 (cinquenta) estudantes indígenas do ensino superior, pertencentes a 15 (quinze) povos e vinculados aos cursos das áreas de saúde, educação, humanas, engenharias e outras. Ele é um espaço de discussão e cooperação interinstitucional, cujo objetivo principal é socializar experiências, desenvolver ações e atividades, estabelecer vínculos e relações para as permanências exitosas no ensino superior, bem como propor e criar mecanismos de cooperação entre os estudantes indígenas e não indígenas das Universidades do Amazonas, valorizando os conhecimentos, saberes, culturas, línguas, histórias e projetos futuros dos povos indígenas.

Na atualidade, vivencia a cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, situação de emergência em Saúde Pública em razão da pandemia do Coronavírus (COVID-19). É o Amazonas, o quinto estado brasileiro em número de casos confirmados, e Manaus, uma das cidades que confirmam situação de calamidade do sistema de saúde para atender pessoas com o COVID-19. Segundo dados do Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas, existem hoje em Manuas, aproximadamente, 1.500 estudantes indígenas no ensino superior (mais de 65% vivenciam situação de vulnerabilidade social), que migraram para capital manaura em busca do ensino superior, e que vivem em bairros pobres (de periferia), com pouco ou sem acesso a serviços públicos básicos, principalmente de saúde, e que atualmente estão passando fome, em razão do fechamento dos Restaurantes Univertários das Instituições de Ensino Superior, tanto públicas, quanto particulares.

Esses estudantes indígenas pertencem aos seguintes povos: Tikuna, Kokama, Kambeba (Região do Alto e Médio Solimões), Tukano, Dessana, Tariána, Baniwa, Baré, Pira-Tapuya, Wanana, (Região do Alto Rio Negro), Sateré-Mawé, Munduruku, Mura (Região do Baixo Amazonas), Apurinã (Região do Purus) dentre outros. E mais, eles estão reunidos em Comunidades e Organizações localizadas no contexto urbano (periférico) e rural de Manaus, dentre as quais citamos: Aldeia Karaura, Associação Comunidade Wotchimaücü, Associação de Mulheres Indígenas Sateré-Mawé, Comunidade Apurinã, Comunidade Kokama, Comunidade Munduruku, Comunidade Nações Indígenas, Comunidade Parque das Tribos (Bairro Indígena Parque das Tribos), Comunidade Waikiru, Comunidade Y’apyrehyt, Movimento dos Estudantes Indígenas do Amazonas (Meiam) e muitas outras.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

MARCOS ANDRÉ FERREIRA ESTÁCIO ainda não publicou nenhuma notícia.