Fossas Sépticas - Comunidade 29 de Março |

Fossas Sépticas - Comunidade 29 de Março

Instalação de fossas sépticas para moradores da comunidade 29 de Março, localizada Curitiba-PR, cujas casas foram destruídas por um incêndio em dezembro d

Projeto por: Tamiris Xavier Campos
R$ 15.500,00
arrecadado
meta R$ 15.000,00

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Tamiris Xavier Campos

Tamiris Xavier Campos
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Quarta Recompensa
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Quem doar R$ 100,00 vai receber um agradecimento na página do Facebook + Fotos exclusivas do dia da Instalação das Fossas por e-mail + Video exclusivo do dia da Instalação das Fossas + Nome no Banner de Patrocinadores, que vai estar na entrada da comunidade no dia.
R$ 400
Quinta Recompensa
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Este é o valor mínimo estimado para construção de uma fossa séptica. Então doando R$ 400,00 ou mais, você se torna um patrocinador oficial de uma fossa séptica e, além de todas as demais recompensas, recebe também um vídeo exclusivo da construção da fossa que você ajudou a construir! Não é o máximo?!

Por que a 29 de Março

Em 07 de dezembro de 2018 houve um incêndio de grandes proporções que atingiu dezenas de casas da comunidade 29 de Março, no bairro CIC, em Curitiba. Além das casas, as centenas de moradores(as) do local perderam roupas, móveis, comida, documentos e tudo mais que o fogo pode consumir, exceto suas vidas.

No final de semana aterior ao Natal, voluntários de uma ONG construíram 21 casas sobre a área então vazia e mais 17 no mês de fevereiro de 2019. Dezenas de outras casas estão sendo reconstruídas pelos moradores da comunidade, que não podem mais esperar para ter um teto para suas famílias.

Até o momento, não há fornecimento de água encanada nem coleta/tratamento de esgoto no local, o que torna sua habitação insalubre e indigna para essas famílias. A maioria das casas ainda não tem banheiro e, as poucas que têm, não têm onde despejar seu esgoto.

A utilização de fossas sépticas feitas com galões plásticos já é conhecida como uma alternativa sustentável para o destino de esgotos residenciais. O modelo que está sendo instalado nas casas da comunidade 29 de Março foi adaptado pelo engenheiro e consultor ambiental Felipe do Valle, especialmente para as residências daquela comunidade.

 

A importância do projeto

A precariedade do saneamento básico no Brasil é um problema que atinge principalmente os lares mais pobres. A falta de condições para o descarte apropriado de esgoto doméstico expõe milhares de famílias a condições insalubres e desconfortáveis, além ser um fator de poluição do meio ambiente.

As famílias da comunidade 29 de Março não podem esperar por medidas e soluções do governo, pois a necessidade é imediata.

O objetivo é reduzir o risco de doenças decorrentes do contato de humanos e animais com o esgoto doméstico, além de fazer com que a água descartada chegue ao solo e mananciais com potencial ínfimo de poluição.

Por meio deste projeto, com a instalação de mais 30 fossas sépticas na comunidade, esperamos oferecer uma condição de vida mais digna às famílias beneficiadas, além de um destino mais adequado para mais de 4 milhões de litros de esgoto por ano, que seriam despejados sem qualquer tratamento no meio ambiente.

Como a ideia surgiu

Após algumas visitas à comunidade para levar doações e contatos com líderes da comunidade e de algumas organizações empenhadas na busca de melhorias nas condições de vida das pessoas que moram na comunidade, surgiu a ideia de instalar fossas sépticas nas residências.

O pontapé inicial deste projeto foi dado pela Denise Campos e pelo Felipe do Valle, auxiliados por Tamiris Xavier e Carlos Henrique Silvestrin, que também estiveram presentes desde a primeira fossa instalada.

 

O que já fizemos até agora

A partir da reunião de doações e de trabalho de um grupo de amigos e da própria comunidade, até o momento, foram entregues 11 fossas sépticas, que beneficiarão 14 famílias da comunidade 29 de Março.

 

 

O que é fossa séptica

Fossas sépticas são unidades de tratamento de esgoto doméstico, nas quais o tratamento se dá por processos naturais ocorridos durante a decantação e a decomposição dos próprios dejetos.

Há diversos tipos de fossa séptica possíveis. Por tanto, para este projeto, pensamos na alternativa com melhor custo-benefício: reutilizando tambores plásticos originalmente usados para armazenamento e transporte alimentício.

Cada fossa é construída pelos seguintes materiais:

o   3 tambores plásticos de 200 L a 250 L;

o   7 joelhos de PVC de 100 mm;

o   1 Tê para esgoto de 100 mm;

o   Aproximadamente 3 m de cano de PVC de 100 mm;

o   2 anéis de vedação de 100 mm;

o   1 tampa (CAP) para tê PVC de 102 mm;

o   1 flange de 20 mm;

o   1 joelho PVC de 20 mm;

o   Aproximadamente 2 m de cano de PVC de 20 mm;

o   Pedra brita e areia para filtro do último tambor;

o   Materiais acessórios (como cola, selante e aplicadores).

Ferramentas:

o   Furadeira;

o   Serra Copo dentada de 100 mm;

o   Serra para cano PVC;

Pá, cortadeira, picareta e carrinho de mão.

 

 

 

 

O trabalho de instalação das fossas

As fossas serão montadas pela equipe idealizadora do projeto e pelos moradores da comunidade. Os próprios moradores serão responsáveis por cavar os buracos onde as fossas serão instaladas, porém, infelizmente, nem todas as casas contam com moradores com condições de fazer este trabalho, que é pesado e cansativo. Muitas famílias são compostas por crianças, idosos e pessoas com limitações físicas para fazer este trabalho. Por isso, estimamos o custo adicional para pagamento de mão de obra para cavar alguns dos buracos (R$ 50,00 por fossa).

As ferramentas usadas são dos idealizadores do projeto e algumas também emprestadas da ONG que reconstruiu as primeiras casas na comunidade. Esta arrecadação visa o patrocínio da compra apenas dos materiais e do pagamento para a abertura de buracos para as casas em que os moradores não tenham condições de fazê-lo.

Tamiris Xavier Campos ainda não publicou nenhuma notícia.

Por que a 29 de Março

Em 07 de dezembro de 2018 houve um incêndio de grandes proporções que atingiu dezenas de casas da comunidade 29 de Março, no bairro CIC, em Curitiba. Além das casas, as centenas de moradores(as) do local perderam roupas, móveis, comida, documentos e tudo mais que o fogo pode consumir, exceto suas vidas.

No final de semana aterior ao Natal, voluntários de uma ONG construíram 21 casas sobre a área então vazia e mais 17 no mês de fevereiro de 2019. Dezenas de outras casas estão sendo reconstruídas pelos moradores da comunidade, que não podem mais esperar para ter um teto para suas famílias.

Até o momento, não há fornecimento de água encanada nem coleta/tratamento de esgoto no local, o que torna sua habitação insalubre e indigna para essas famílias. A maioria das casas ainda não tem banheiro e, as poucas que têm, não têm onde despejar seu esgoto.

A utilização de fossas sépticas feitas com galões plásticos já é conhecida como uma alternativa sustentável para o destino de esgotos residenciais. O modelo que está sendo instalado nas casas da comunidade 29 de Março foi adaptado pelo engenheiro e consultor ambiental Felipe do Valle, especialmente para as residências daquela comunidade.

 

A importância do projeto

A precariedade do saneamento básico no Brasil é um problema que atinge principalmente os lares mais pobres. A falta de condições para o descarte apropriado de esgoto doméstico expõe milhares de famílias a condições insalubres e desconfortáveis, além ser um fator de poluição do meio ambiente.

As famílias da comunidade 29 de Março não podem esperar por medidas e soluções do governo, pois a necessidade é imediata.

O objetivo é reduzir o risco de doenças decorrentes do contato de humanos e animais com o esgoto doméstico, além de fazer com que a água descartada chegue ao solo e mananciais com potencial ínfimo de poluição.

Por meio deste projeto, com a instalação de mais 30 fossas sépticas na comunidade, esperamos oferecer uma condição de vida mais digna às famílias beneficiadas, além de um destino mais adequado para mais de 4 milhões de litros de esgoto por ano, que seriam despejados sem qualquer tratamento no meio ambiente.

Como a ideia surgiu

Após algumas visitas à comunidade para levar doações e contatos com líderes da comunidade e de algumas organizações empenhadas na busca de melhorias nas condições de vida das pessoas que moram na comunidade, surgiu a ideia de instalar fossas sépticas nas residências.

O pontapé inicial deste projeto foi dado pela Denise Campos e pelo Felipe do Valle, auxiliados por Tamiris Xavier e Carlos Henrique Silvestrin, que também estiveram presentes desde a primeira fossa instalada.

 

O que já fizemos até agora

A partir da reunião de doações e de trabalho de um grupo de amigos e da própria comunidade, até o momento, foram entregues 11 fossas sépticas, que beneficiarão 14 famílias da comunidade 29 de Março.

 

 

O que é fossa séptica

Fossas sépticas são unidades de tratamento de esgoto doméstico, nas quais o tratamento se dá por processos naturais ocorridos durante a decantação e a decomposição dos próprios dejetos.

Há diversos tipos de fossa séptica possíveis. Por tanto, para este projeto, pensamos na alternativa com melhor custo-benefício: reutilizando tambores plásticos originalmente usados para armazenamento e transporte alimentício.

Cada fossa é construída pelos seguintes materiais:

o   3 tambores plásticos de 200 L a 250 L;

o   7 joelhos de PVC de 100 mm;

o   1 Tê para esgoto de 100 mm;

o   Aproximadamente 3 m de cano de PVC de 100 mm;

o   2 anéis de vedação de 100 mm;

o   1 tampa (CAP) para tê PVC de 102 mm;

o   1 flange de 20 mm;

o   1 joelho PVC de 20 mm;

o   Aproximadamente 2 m de cano de PVC de 20 mm;

o   Pedra brita e areia para filtro do último tambor;

o   Materiais acessórios (como cola, selante e aplicadores).

Ferramentas:

o   Furadeira;

o   Serra Copo dentada de 100 mm;

o   Serra para cano PVC;

Pá, cortadeira, picareta e carrinho de mão.

 

 

 

 

O trabalho de instalação das fossas

As fossas serão montadas pela equipe idealizadora do projeto e pelos moradores da comunidade. Os próprios moradores serão responsáveis por cavar os buracos onde as fossas serão instaladas, porém, infelizmente, nem todas as casas contam com moradores com condições de fazer este trabalho, que é pesado e cansativo. Muitas famílias são compostas por crianças, idosos e pessoas com limitações físicas para fazer este trabalho. Por isso, estimamos o custo adicional para pagamento de mão de obra para cavar alguns dos buracos (R$ 50,00 por fossa).

As ferramentas usadas são dos idealizadores do projeto e algumas também emprestadas da ONG que reconstruiu as primeiras casas na comunidade. Esta arrecadação visa o patrocínio da compra apenas dos materiais e do pagamento para a abertura de buracos para as casas em que os moradores não tenham condições de fazê-lo.

Tamiris Xavier Campos ainda não publicou nenhuma notícia.