Investiga Menina! |

Investiga Menina!

Campanha de financiamento coletivo para incentivar meninas negras a seguirem a carreira de cientistas, inspiradas por pesquisadoras negras renomadas.

Projeto por: Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado
R$ 5.400,00
arrecadado
meta R$ 11.364,00

20
benfeitores

48%
arrecadado

25
dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 12/11/2018 - 23:59


POR

Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado

Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado

R$ 20
Adesivos Investiga Menina!
5 benfeitores apoiando
Para contribuições a partir de R$20,00, retribuiremos com uma recompensa simbólica, que serão dois adesivos para carros, cadernos e demais locais de acordo com a preferência da colaboradora ou do colaborador.

395 disponíveis.
R$ 40
Squeeze Investiga Menina!
7 benfeitores apoiando
Para contribuições a partir de R$40,00, nossa recompensa será uma Squeeze temática do Projeto.

493 disponíveis.
R$ 60
Oficina Mulheres Cientista e a Química
1 benfeitor apoiando
Para contribuições a partir de R$60,00, iremos oferecer uma recompensa de experiência, na qual a colaboradora ou colaborador do Projeto poderá participar de uma Oficina, com uma das pesquisadoras participantes. A oficina será realizada na sede do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, com data e horário a serem definidos.

99 disponíveis.
R$ 100
Tradicional Feijoada das Dandaras
9 benfeitores apoiando
Para contribuições a partir de R$ 100,00, a recompensa será uma festa, com uma deliciosa feijoada, na sede do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado, na cidade de Goiânia, com data e horário a serem definidos.

89 disponíveis.

Que tal nos ajudar a mover as estruturas e incentivar, cada vez mais, meninas negras a se tornarem grandes cientistas?

Sabemos que a ciência brasileira é dominada majoritariamente por homens brancos, segundo estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2017, a frequência escolar ao ensino superior de pessoas brancas é de 32,9% contra 16,7% de pessoas negras. Isso representa quase o dobro de pessoas brancas tendo mais acesso ao ensino superior em relação a pessoas negras. Se pensarmos em mulheres negras, as estatísticas ainda são mais cruéis e desiguais, já que apenas 9,3% de mulheres negras, com 25 anos ou mais de idade, cursaram o ensino superior completo, contra 17,5% de mulheres brancas.

As estatísticas nos mostram que o espaço acadêmico ainda é pouco ocupado por mulheres negras. Entretanto, não podemos aceitar essa ideia de que o conhecimento científico é um universo masculino. A ciência precisa da diversidade e da diferença. Mudar as estruturas e promover transformação social é o que move o Projeto Investiga Menina!, que tem por objetivo confrontar e mudar a história científica do Brasil, trazendo, cada vez mais, meninas e mulheres negras às carreiras científicas.

Conheça o Investiga Menina!

O Investiga Menina! nasceu na cidade de Goiânia, de uma parceria entre o Movimento Negro, o Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado e a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão  (LPEQI) e do Coletivo Negr@ Ciata do Instituto de Química.

Nosso projeto tem como objetivo promover ações coletivas trazendo cientistas negras renomadas para trocar experiências com alunas e alunos da comunidade escolar, além de mostrar que mulheres negras também fazem ciência e contribuem vastamente com o conhecimento científico e o desenvolvimento de tecnologias. Mostramos aos estudantes de escolas públicas, principalmente às meninas negras, que elas podem seguir a carreira científica e obterem sucesso como cientistas. Essa inspiração vem das histórias de vidas e trajetória profissionais de nossas cientistas negras, que mostram, nas vivências promovidas em escolas, que a ciência também é para meninas negras.

As ações promovidas pelo Investiga Menina! visam, também, melhorar a visão crítica de estudantes e contribuir para a formação de professoras e professores. Nosso projeto se interessa por estudos de planejamento, design e desenvolvimento de intervenções pedagógicas (IPs) no ensino de ciências e suas tecnologias, que aproximem estudantes da escola básica das práticas científicas. O foco é visibilizar as práticas, as pesquisas, a história de vida e a contribuição do povo negro e da diáspora na construção do conhecimento científico e no desenvolvimento de aparatos tecnológicos. O Investiga Menina! contribui, assim, para a implementação da Lei 10.639/03, que versa sobre a necessidade do ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio.

O que pretendemos alcançar com o Investiga Menina!

Os resultados pretendidos são basicamente:

1) evidenciar a importância de mulheres negras para o fazer ciência

2) incentivar meninas negras a seguirem a carreira de cientistas

3) sensibilizar e aumentar o interesse das e dos estudantes, futuras e futuros professores de ciência e suas tecnologias, sobre a importância de levarem temas referentes à lei 10639/03 em sua futura prática professoral

4) conscientizar alunas e alunos sobre a relação entre o conhecimento científico e o debate sobre questões sociais, históricas e culturais.

Buscamos, também, o deslocamento epistêmico do próprio currículo de formação de professoras e professores, ou seja, promover uma reflexão na comunidade universitária sobre a importância da inserção do tema relações étnicas raciais no ensino de ciência e suas tecnologias. Pretendemos, assim, mostrar às alunas e aos alunos que homens e mulheres negras também são criadores de conhecimentos e atuantes na construção e modificação da realidade. E que, com isso, possam buscar as carreiras cientificas e tecnológicas!

E como vamos alcançar esses objetivos?

Para isso, vamos realizar as Vivências Interculturais em Produção de Ciências, em que as pesquisadoras negras brasileiras irão compor o quadro de protagonistas em troca com alunas e alunos do Ensino Médio. Todas e todos estudantes poderão conhecer essas cientistas, saber sobre suas trajetórias, experiências de vida e, assim, se inspirarem na rotina de atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas por elas.

Veja algumas das Vivências Interculturais que já realizamos:

Além das Vivências Interculturais, também iremos desenvolver uma série de Objetos Virtuais de Aprendizagem (OVAs), vídeos com duração de 3 a 5 minutos cada um deles, que irão abordar a historiografia das mulheres cientistas contemporâneas. Esses OVAs serão disponibilizados nas ferramentas tecnológicas de divulgação e comunicação do projeto.

Pretendemos estender o Investiga Menina! a outras escolas da rede pública de ensino em Goiânia, que ainda não participaram de nossas Vivências Interculturais, por meio de Intervenções Pedagógicas e Oficinas ministradas pelas cientistas brasileiras. A fim de evidenciar o caráter interdisciplinar de nossas ações, baseadas no combate ao sexismo e no incentivo à escolha das carreiras de exatas, também iremos publicar duas Unidades de Aprendizado (UA), sendo o Volume I denominado “Mulheres e a construção da Ciência” e o Volume II denominado “Química e cidadania feminina: questionando os estereótipos de beleza”.

Um pouco da história do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado

O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado é um dos coletivos responsáveis pela idealização do Projeto Investiga Menina! Trata-se de uma organização da sociedade civil, feminista, sem fins lucrativos, fundada em Goiânia, em março de 2002. O grupo foi criado para contribuir com o processo de formação, capacitação e divulgação de conhecimentos sobre a população negra, especialmente mulheres negras e seus familiares. Ele tem como missão contribuir para a construção de uma sociedade justa, solidária, plural, antirracista e não sexista, afirmando o direito à cidadania, a partir de uma perspectiva feminista negra. O rupo promove ações educativas que abordam temáticas sobre gênero e raça, tendo mulheres negras como protagonistas do combate à violência contra a mulher.

A relação do Grupo com a comunidade local, estadual, nacional e internacional é de articulação política, de capacitação e de parceria no combate a todas as formas de discriminação de gênero, raça, classe e etnia, bem como na geração de trabalho e renda, preservando cultura e saberes tradicionais.

O apoio ao projeto e o nosso orçamento

Essa é uma campanha de financiamento coletivo que precisa do apoio de colaboradoras e colaboradores que acreditam no Projeto Investiga Menina! De início, buscamos alcançar nossa primeira meta de colaboração, no valor de R$11364,00. Se atingirmos a primeira meta, automaticamente a plataforma nos leva para a segunda meta e assim segue a campanha até a nossa terceira meta. É válido lembrar que essa campanha é TUDO ou NADA! Se não conseguirmos atingir a meta mínima em 60 dias, todo o dinheiro é devolvido para as apoiadoras e os apoiadores do Investiga.

Com o dinheiro arrecadado, pretendemos:

  • Proporcionar a vinda das cientistas, arcando com passagem, hospedagem e alimentação;
  • Realizar, de início, duas oficinas com as pesquisadoras, marcando as Vivências Interculturais em Produção de Ciências;
  • Realizar reuniões periódicas entre o colegiado, o grupo de Mulheres Negras, o LPEQI e as gestoras do Investiga Menina;
  • Realizar a divulgação e promover a circulação de materiais de apoio ao projeto;
  • Desenvolver os OVAs;
  • Elaborar o Layout das Unidades de Aprendizado.

Apresentamos, a seguir, a estimativa dos custos que teremos e como iremos utilizar o dinheiro arrecadado.

 

 Participe da nossa campanha e nos ajude a fazer com que, cada vez mais, mais meninas negras escolham seguir a carreira de cientistas! Você também pode nos acompanhar no Facebook.
https://www.facebook.com/investigamenina

Adesivos Investiga Menina!

 

Que tal nos ajudar a mover as estruturas e incentivar, cada vez mais, meninas negras a se tornarem grandes cientistas?

Sabemos que a ciência brasileira é dominada majoritariamente por homens brancos, segundo estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2017, a frequência escolar ao ensino superior de pessoas brancas é de 32,9% contra 16,7% de pessoas negras. Isso representa quase o dobro de pessoas brancas tendo mais acesso ao ensino superior em relação a pessoas negras. Se pensarmos em mulheres negras, as estatísticas ainda são mais cruéis e desiguais, já que apenas 9,3% de mulheres negras, com 25 anos ou mais de idade, cursaram o ensino superior completo, contra 17,5% de mulheres brancas.

As estatísticas nos mostram que o espaço acadêmico ainda é pouco ocupado por mulheres negras. Entretanto, não podemos aceitar essa ideia de que o conhecimento científico é um universo masculino. A ciência precisa da diversidade e da diferença. Mudar as estruturas e promover transformação social é o que move o Projeto Investiga Menina!, que tem por objetivo confrontar e mudar a história científica do Brasil, trazendo, cada vez mais, meninas e mulheres negras às carreiras científicas.

Conheça o Investiga Menina!

O Investiga Menina! nasceu na cidade de Goiânia, de uma parceria entre o Movimento Negro, o Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado e a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Laboratório de Pesquisas em Educação Química e Inclusão  (LPEQI) e do Coletivo Negr@ Ciata do Instituto de Química.

Nosso projeto tem como objetivo promover ações coletivas trazendo cientistas negras renomadas para trocar experiências com alunas e alunos da comunidade escolar, além de mostrar que mulheres negras também fazem ciência e contribuem vastamente com o conhecimento científico e o desenvolvimento de tecnologias. Mostramos aos estudantes de escolas públicas, principalmente às meninas negras, que elas podem seguir a carreira científica e obterem sucesso como cientistas. Essa inspiração vem das histórias de vidas e trajetória profissionais de nossas cientistas negras, que mostram, nas vivências promovidas em escolas, que a ciência também é para meninas negras.

As ações promovidas pelo Investiga Menina! visam, também, melhorar a visão crítica de estudantes e contribuir para a formação de professoras e professores. Nosso projeto se interessa por estudos de planejamento, design e desenvolvimento de intervenções pedagógicas (IPs) no ensino de ciências e suas tecnologias, que aproximem estudantes da escola básica das práticas científicas. O foco é visibilizar as práticas, as pesquisas, a história de vida e a contribuição do povo negro e da diáspora na construção do conhecimento científico e no desenvolvimento de aparatos tecnológicos. O Investiga Menina! contribui, assim, para a implementação da Lei 10.639/03, que versa sobre a necessidade do ensino da história e da cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio.

O que pretendemos alcançar com o Investiga Menina!

Os resultados pretendidos são basicamente:

1) evidenciar a importância de mulheres negras para o fazer ciência

2) incentivar meninas negras a seguirem a carreira de cientistas

3) sensibilizar e aumentar o interesse das e dos estudantes, futuras e futuros professores de ciência e suas tecnologias, sobre a importância de levarem temas referentes à lei 10639/03 em sua futura prática professoral

4) conscientizar alunas e alunos sobre a relação entre o conhecimento científico e o debate sobre questões sociais, históricas e culturais.

Buscamos, também, o deslocamento epistêmico do próprio currículo de formação de professoras e professores, ou seja, promover uma reflexão na comunidade universitária sobre a importância da inserção do tema relações étnicas raciais no ensino de ciência e suas tecnologias. Pretendemos, assim, mostrar às alunas e aos alunos que homens e mulheres negras também são criadores de conhecimentos e atuantes na construção e modificação da realidade. E que, com isso, possam buscar as carreiras cientificas e tecnológicas!

E como vamos alcançar esses objetivos?

Para isso, vamos realizar as Vivências Interculturais em Produção de Ciências, em que as pesquisadoras negras brasileiras irão compor o quadro de protagonistas em troca com alunas e alunos do Ensino Médio. Todas e todos estudantes poderão conhecer essas cientistas, saber sobre suas trajetórias, experiências de vida e, assim, se inspirarem na rotina de atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas por elas.

Veja algumas das Vivências Interculturais que já realizamos:

Além das Vivências Interculturais, também iremos desenvolver uma série de Objetos Virtuais de Aprendizagem (OVAs), vídeos com duração de 3 a 5 minutos cada um deles, que irão abordar a historiografia das mulheres cientistas contemporâneas. Esses OVAs serão disponibilizados nas ferramentas tecnológicas de divulgação e comunicação do projeto.

Pretendemos estender o Investiga Menina! a outras escolas da rede pública de ensino em Goiânia, que ainda não participaram de nossas Vivências Interculturais, por meio de Intervenções Pedagógicas e Oficinas ministradas pelas cientistas brasileiras. A fim de evidenciar o caráter interdisciplinar de nossas ações, baseadas no combate ao sexismo e no incentivo à escolha das carreiras de exatas, também iremos publicar duas Unidades de Aprendizado (UA), sendo o Volume I denominado “Mulheres e a construção da Ciência” e o Volume II denominado “Química e cidadania feminina: questionando os estereótipos de beleza”.

Um pouco da história do Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado

O Grupo de Mulheres Negras Dandara no Cerrado é um dos coletivos responsáveis pela idealização do Projeto Investiga Menina! Trata-se de uma organização da sociedade civil, feminista, sem fins lucrativos, fundada em Goiânia, em março de 2002. O grupo foi criado para contribuir com o processo de formação, capacitação e divulgação de conhecimentos sobre a população negra, especialmente mulheres negras e seus familiares. Ele tem como missão contribuir para a construção de uma sociedade justa, solidária, plural, antirracista e não sexista, afirmando o direito à cidadania, a partir de uma perspectiva feminista negra. O rupo promove ações educativas que abordam temáticas sobre gênero e raça, tendo mulheres negras como protagonistas do combate à violência contra a mulher.

A relação do Grupo com a comunidade local, estadual, nacional e internacional é de articulação política, de capacitação e de parceria no combate a todas as formas de discriminação de gênero, raça, classe e etnia, bem como na geração de trabalho e renda, preservando cultura e saberes tradicionais.

O apoio ao projeto e o nosso orçamento

Essa é uma campanha de financiamento coletivo que precisa do apoio de colaboradoras e colaboradores que acreditam no Projeto Investiga Menina! De início, buscamos alcançar nossa primeira meta de colaboração, no valor de R$11364,00. Se atingirmos a primeira meta, automaticamente a plataforma nos leva para a segunda meta e assim segue a campanha até a nossa terceira meta. É válido lembrar que essa campanha é TUDO ou NADA! Se não conseguirmos atingir a meta mínima em 60 dias, todo o dinheiro é devolvido para as apoiadoras e os apoiadores do Investiga.

Com o dinheiro arrecadado, pretendemos:

  • Proporcionar a vinda das cientistas, arcando com passagem, hospedagem e alimentação;
  • Realizar, de início, duas oficinas com as pesquisadoras, marcando as Vivências Interculturais em Produção de Ciências;
  • Realizar reuniões periódicas entre o colegiado, o grupo de Mulheres Negras, o LPEQI e as gestoras do Investiga Menina;
  • Realizar a divulgação e promover a circulação de materiais de apoio ao projeto;
  • Desenvolver os OVAs;
  • Elaborar o Layout das Unidades de Aprendizado.

Apresentamos, a seguir, a estimativa dos custos que teremos e como iremos utilizar o dinheiro arrecadado.

 

 Participe da nossa campanha e nos ajude a fazer com que, cada vez mais, mais meninas negras escolham seguir a carreira de cientistas! Você também pode nos acompanhar no Facebook.
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