Informais do tênis no set-point! |

Informais do tênis no set-point!

Contribua para garantir o bem-estar de 25 famílias que foram gravemente afetadas pela crise e tinham no tênis a sua principal ou única fonte de renda.

Projeto por: José Nilton Machado Dalcim ME
R$ 16.785,00
arrecadado
meta R$ 15.000,00

175 benfeitores
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POR

José Nilton Machado Dalcim ME

José Nilton Machado Dalcim ME
R$ 15
Você em TenisBrasil!
8 benfeitores apoiando
- Tenha o seu nome citado em nosso mural online de agradecimento, disponível no site e redes sociais de TenisBrasil. - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil
R$ 25
Eu ouvi voucher de desconto?
16 benfeitores apoiando
- Voucher com desconto de 15% em produtos selecionados na loja PróSpin - Tenha o seu nome citado em nosso mural online de agradecimento
R$ 50
Desconto + Aula Teste
20 benfeitores apoiando
- 1 Aula-teste com um dos Top 25 profissionais selecionados para o projeto (veja lista ao lado). Você poderá repassar essa aula a uma outra pessoa. - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados na loja PróSpin - Tenha o seu nome citado no mural online de TenisBrasil
R$ 60
Sorteio do Kit Carol Meligeni - Fila
2 benfeitores apoiando
Sorteio do Kit Carol Meligeni - Fila - Participação no sorteio do conjunto (blusa [G] e shorts-saia [M]). - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil
R$ 60
Sorteio do Kit Felipe Meligeni - Fila
4 benfeitores apoiando
- Participação no sorteio do conjunto (camiseta e agasalho). Tamanho G. - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil
R$ 60
Sorteio do Kit João Menezes - Copa Davis
6 benfeitores apoiando
- Participação no sorteio do conjunto (camiseta e shorts). Tamanho G - Voucher com desconto de 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil *Material foi utilizado por Menezes no confronto com Barbados, em 2019
R$ 60
Sorteio do Kit Marcelo Zormann - Fila
3 benfeitores apoiando
Sorteio do Kit Marcelo Zormann - Fila - Participação no sorteio do conjunto (agasalho com calça). Tamanho G. - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil
R$ 60
Sorteio do Kit Orlando Luz - Nike*
11 benfeitores apoiando
- Participação no sorteio do conjunto (camiseta, shorts, 2 munhequeiras e faixa). Tamanho G. - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionados da PróSpin - Nome citado no mural de TenisBrasil *Coleção produzida para 2020
R$ 80
Experiência Pro!
7 benfeitores apoiando
- Vídeo-análise de golpe por Léo Azevedo, Patrícia Medrado ou Suzana Silva + 1 Aula-teste com um dos Top 25 profissionais do projeto + nome citado no mural online de TB + voucher de 15% de desconto na PróSpin
R$ 100
Sorteio de 2 Raquetes Wilson! o/
38 benfeitores apoiando
- Participação no sorteio de 2 raquetes Wilson - Vídeo-análise de um renomado treinador do Brasil - Nome citado no mural online de TB + voucher de 15% de desconto - Aula-teste com um dos 25 selecionados
R$ 125
Aluguel de Quadra + Sorteio de 2 Raquete
6 benfeitores apoiando
- Direito a 1h de uso de quadra, em horário diurno (inclusive no fim de semana), na Academia Reinaldo Junqueira Tênis e Squash. Local: Brooklin/SP - Válido a partir de 15 de Junho - Direito a participar do sorteio de 2 raquetes Wilson - Voucher com 15% de desconto em produtos selecionado na loja PróSpin.

4 disponíveis.
R$ 200
Aluguel de Quadra (2 horas) - Tennis Exp
Seja o primeiro a apoiar!
- Direito a 2 horas de locação* de uma quadra de tênis com um acompanhante, na Tennis Experience. - Válido a partir de 15 de junho. - Não é permitido o uso deste espaço para aulas de tênis. O não cumprimento desta regra acarreta resultará na perda do direito de uso da recompensa. *Mediante disponibilidade e agendamento prévio

10 disponíveis.
R$ 250
Clubinho Beach Tennis - Tennis Experienc
Seja o primeiro a apoiar!
- Pelo período de um mês, você pode jogar beach tennis todos os dias*. Esta recompensa permite que você jogue com um acompanhante de sua escolha, na Tennis Experience. Esta recompensa é pessoal e intransferível. - Não é permitido o uso deste espaço para aulas de beach tennis. O não cumprimento desta regra resultará na perda do direito de uso da recompensa. - Local: Rua Flórida, 1970 - Terraço Plaza Centenário, no Brooklin. *Mediante disponibilidade e agendamento prévio.

5 disponíveis.
R$ 300
Análise especial de golpe
5 benfeitores apoiando
O especialista em biomecânica Ludgero Braga Neto analisa e emite laudo técnico de um golpe a sua escolha. Você filma e manda o vídeo para análise.

2 disponíveis.
R$ 600
Caixa de bolas Wilson Roland Garros (24
4 benfeitores apoiando
Adquira por um preço especial 24 tubos da marca Wilson Roland Garros, doadas pela Confederação Brasileira de Tênis.

01 disponível.

O tênis brasileiro também tem seus profissionais autônomos e informais, que estão passando por momentos preocupantes com o fechamento das quadras e lojas. Pensando neles, TenisBrasil lançou campanha solidária para que pessoas físicas ou jurídicas possam fazer doações, cabendo a elas recompensas por cada nível de contribuição feito.

Através de processo seletivo, onde as exigêncisa principais foram que o candidato (a) atuasse no mercado de tênis sem vínculo empregatício e tivesse nessa profissão a sua principal fonte de renda, TenisBrasil selecionou 25 participantes para esta ação. 

Agradecemos aos parceiros da campanha: a loja ProSpin, que ofecere vouchers de descontos; a boa vontade e disponibilidade de quatro grandes técnicos do nosso País, como Léo Azevedo, Ludgero Braga Neto, Orlando RosaPatrícia MedradoSuzana Silva, e à marca Wilson para o sorteio de raquetes.

Do total arrecadado, 89% será distribuído em parcelas idênticas a todos os participantes do grupo. Os demais 11% cobrirão despesas técnicas e contábeis do 'crowdfunding'. O valor a ser repassado a cada participante será feito diretamente em conta bancária do titular ou indicada por ele ao final do projeto, que durará 30 dias e apresentará duas metas: a primeira de R$ 15 mil e a seguinte de R$ 30 mil. 

Conheça uma breve história do grupo selecionado:

Adriano Sartori, 41 anos/Santa Catarina.

- O catarinense é professor de tênis em condomínios e também realiza aulas sociais com o objetivo de formar novos “campeões da vida”. No passado, Adriano atuou com tênis de alto rendimento por alguns anos, mas priorizou cuidar da família em vez de seguir viajando pelo circuito profissional.

-

André Brunetti, 41 anos/São Paulo

- Com 20 anos de carreira como professor de tênis, André até então ministrava aulas de forma autônoma em condomínios de diferentes regiões da capital paulista. Neste mês de abril, ele iria festejar o aniversário de 1 ano do filho Augusto com um evento de tênis, que precisou cancelar por conta da pandemia.

-

Braulio Homem, 37 anos/Minas Gerais

- Formado em Educação Física, durante toda a sua carreira no esporte atuou com tênis social. Bráulio não tem uma segunda fonte de renda e espera retomar suas aulas na Academia PQ Tennis para conseguir manter as despesas do lar e, ao lado da esposa, cuidar do filho de 2 anos.

-

André Luis Ribeiro da Silva, 34 anos/São Paulo

- Sem local fixo de trabalho, o dia a dia de André é formado por aulas de tênis no período da tarde e da noite, conforme a demanda surge. O professor utiliza o tênis para ajudar no desenvolvimento motor das crianças. André possui dois filhos, uma menina de 6 anos e um bebê de 11 meses, aos quais necessita pagar a pensão.

-

Cristiano Fernandes da Silva, 33 anos/São Paulo

- O tênis é a principal fonte de renda no lar de Cristiano, formado por sua esposa e mais dois filhos e dois enteados. De forma autônoma e sem local fixo, o professor oferece aulas para crianças e adultos, além de realizar solidariamente o ensino da modalidade para crianças de comunidades de São Paulo.

-

Diego Peres Chaves, 34 anos/Rio de Janeiro

- A pandemia obrigou o fechamento de todas as quadras e clubes, inclusive da Barra da Tijuca, região em que Diego realizava as suas aulas como instrutor. Entre terças e quintas, ele acorda às 4h40 para começar a trabalhar a partir das 6h, em ponto. Nesses dias, ele fica 13 horas na quadra, enquanto nos outros ele começa às 8h e, com alguns intervalos, encerra sua jornada próximo das 22h. A rotina praticamente o impedia de durante a semana ver a esposa.

-

Edson Rodrigues dos Santos, 38 anos/Rio de Janeiro

- O projeto social Paraty Tênis, realizado em uma praça pública, tem como um dos seus instrutores o Edson. O carioca também dá aulas particulares durante o dia, enquanto à noite atuava como garçom. Sem opções de trabalho, Edson tem se dedicado a cuidar do filho de 12 anos e terminar a faculdade de Educação Física na Unitau.

-

Felipe Munhoz Mazzaro, 32 anos/Minas Gerais

- Há dois anos o paulista decidiu se dedicar ao trabalho de professor de tênis e ir com a esposa e os dois filhos para Camanducaia, no sul de Minas. Por lá, Felipe arrendou uma quadra para começar a dar aulas, estava com 10 alunos quando tudo foi paralisado. O tênis era a sua única fonte de renda, pois a esposa ainda não conseguiu trabalho na nova cidade. Apesar das dificuldades, o professor acredita no potencial da região para o ensino do tênis.

-

Gabriel Jimbo, 23 anos/São Paulo

- O mais jovem participante do nosso crowdfuning. Gabriel está no tênis há 5 anos desde que recebeu a oportunidade de participar de um projeto social do Aldo “Batata” Brandão. Começou como boleiro, cresceu para rebatedor e até então vivia a transição para se tornar professor na AB Tennis. O dinheiro que recebia ia para pagar os cursos de capacitação no tênis e algumas contas da casa, que divide apenas com o seu pai de 76 anos.

-

Gilson do Amaral Puello, 46 anos/São Paulo

- Há 18 anos como professor de tênis, Gilson é locatário de uma quadra no Clube Abete, em Taubaté, onde oferece aulas para não sócios e vai a condomínios da região para realizar aulas particulares. A vida no tênis também é dedicada a alguns trabalhos pontuais para ser árbitro de torneios no Vale do Paraíba. Gilson é casado e tem uma filha de 9 anos. 

-

Ivanir Cardoso da Silva, 46 anos/Rio Grande do Sul

- Campeão de torneios no Paraná, Ivanir está há 25 anos no tênis como professor. Sua vida passou por mudanças quando caiu do telhado da quadra de tênis que alugava, resultando em fraturas e perda de um olho. Desde então, precisa ir para Curitiba, onde já fez 3 cirurgias de reconstrução facial. Infelizmente, Ivanir ainda não conseguiu se aposentar ou receber algum auxílio do governo, a sua renda vem de ajuda de conhecidos, ex-alunos e de uma aula que realiza aos sábados, em Porto Alegre.

-

Marcio André Ferreira, 44 anos/São Paulo

- Foi jogador de handebol, mas as contusões o impediram de seguir a carreira. O acontecimento não desanimou Marcio, que conseguiu seguir o sonho de dar aulas de tênis, um esporte que ele reconhece ser apaixonado há 20 anos. Este mesmo tênis lhe ajudou a superar 4 hérnias na coluna cervical, um problema que não lhe permitia sequer andar. A sua rotina até um mês atrás era formada por aulas em dois condomínios e em uma academia de Taubaté. No momento, cursa Educação Física por meio de plataforma online.  Marcio tem dois sonhos: criar um projeto social de iniciação infantil no tênis e ter o primeiro filho com a sua esposa, professora eventual na rede pública.

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Marcio Reney de Sousa, 40 anos/São Paulo

- Com esposa e dois filhos, um de 11 e outro de 4 anos, Marcio tinha o tênis presente em sua rotina durante todo o dia. Pela manhã, dava aulas em alguns condomínios, enquanto no período da tarde e da noite se deslocava até a Universidade de São Paulo (USP), onde trabalha como encordoador e responsável por conserto de raquetes. No caminho de volta pra casa, depois das 21h, faz pessoalmente a entrega das raquetes encordoadas e retirada de novos pedidos.

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Matheus Drumond Armanelli Telles, 28 anos/Minas Gerais

- Todos os dias, às 4h da manhã, Matheus acorda para conseguir chegar ao seu local de trabalho às 6h40, no Clube Asbemge. Sua função como auxiliar de professor de tênis é organizar a quadra, deixá-la pronta para a primeira aula que começa pontualmente às 7h. Com intervalos para almoçar e treinar, a sua programação com aulas só termina às 22h, o que lhe permite chegar em casa somente perto da meia-noite e recomeçar a rotina acordando quatro horas depois. Matheus vive com o pai, o irmão e tem uma filha. que recebe pensão e precisa de remédios para tratar a bronquite. A paralisação do tênis deixou Matheus sem fonte de renda, atrasando algumas contas de sua casa.

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Marli Souza de Oliveira, 55 anos/São Paulo

- Desde 2018, quando precisou fechar sua loja física de tênis, Marli faz encordoamento e realiza venda de acessórios diretamente em sua casa, onde também cuida sozinha de seus dois filhos. Marli teve de desistir da loja física após a separação com o pais das crianças, quando percebeu que não conseguiria conciliar as demandas comerciais com as tarefas do lar e criar os filhos. Por conta do fechamento da loja, ela começou a recolher raquetes pessoalmente nas residências dos tenistas, clubes e academias, além de contar com a ajuda de alguns colegas professores.

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Nívea Regina Sales da Silva, 33 anos/Amazonas

- A primeira aula de Nívea no Bosque Clube, localizado em Manaus, sempre começa às 6h30 e geralmente termina pouco depois da 10h. A rotina se alterna mesmo na parte da tarde, quando realiza mais aulas particulares, que se iniciam às 16h e podem ir até 22h a depender da região em que o aluno mora. Já tem algum tempo que Nívea é a única responsável pela renda do seu lar, já que a sua companhia se encontra desempregada.  

Otávio Reys Cerqueira Oliveira, 45 anos/Rio Grande do Sul

- Entre condomínios e clubes que permitem a entrada de professores externos, Otávio tinha aproximadamente 25 alunos que lhe ajudavam a manter todas as despesas do lar em dia, além de bancar o custo do aluguel de quadras que utilizava para dar aulas. Otávio é casado, sua esposa também está impossibilitada de trabalhar no momento e ambos têm uma filha de 5 anos.

-

Pedro Ítalo Oliveira de Aguiar, 26 anos/São Paulo

- A rotina de Pedro é dar aulas das 6h às 10h da manhã e retomada entre o período das 16h às 22h. Nos intervalos das aulas, Pedro procura se dedicar aos três filhos, um com 9 anos e um casal de gêmeos com 1 ano, em parceria com a sua esposa.  Aos sábados, o professor também está na quadra, mas somente na parte da manhã.

-

Pedro Stansky, 34 anos/ Paraná

- Praticamente durante dois terços do dia, entre segunda e sexta-feira, você encontrará o Pedro trabalhando como professor em uma das quadras da Marco Silva Academia de Tênis, localizada na região de Água Verde. O professor também dá aulas aos sábados e, se você achou que ele pararia por aí, se enganou. Pedro ainda consegue um tempinho para pelo menos uma vez por semana incentivar crianças em situações de vulnerabilidade a praticar tênis por meio de projeto social.

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Rebeca de Barros Pacheco Pereira, 27 anos/Rio de Janeiro

- Tenista profissional com ranking 330 de duplas na WTA, Rebeca vive exclusivamente do que consegue ganhar como premiação nos torneios em que compete, já que não possui nenhum patrocinador que lhe ofereça apoio financeiro. A tenista tem ajuda de marcas que lhe fornecem raquetes e suplementos alimentares. Esta paralisação geral do circuito profissional, confirmado por ora até julho, fez com que corresse atrás de ajuda das pessoas mais próximas para tentar bancar as principais despesas.

-

Rodrigo Aranha, 43 anos/Florianópolis

- Quem vê Rodrigo dando aula logo cedo por vezes não sabe que o professor tem problema de hérnia na região L5S1, que necessita de cirurgia, ou que rompeu ligamento cruzado anterior do joelho há 8 anos. Rodrigo entende que financeiramente não é possível se afastar do tênis, seja por 3 meses, cuidar do corpo com especialistas, então ele segue a sua rotina com certas limitações e dores. Rodrigo gosta de usar os seus finais de semana para visitar a mãe e o seu filho. 

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Sidnei Brasil Cabral, 56 anos/Rio Grande do Sul

- A mudança recente para Porto Alegre ainda impactava na baixa quantidade de aulas que Sidnei conseguia realizar semanalmente em condomínios e academias. O professor vive sozinho em imóvel alugado e precisar manter a pensão alimentícia de sua filha de 14 anos em dia, enquanto seu filho mais velho consegue se manter sozinho.

-   

Tiago Henrique Carvalho de Oliveira, 35 anos/Bahia

- Duas programações de treinos entre manhã e tarde, no Porto Seguro Tênis Clube, fazem parte do cotidiano de Tiago. No tempo livre, o professor se dedica totalmente a um projeto social na cidade de Porto Seguro, ensinando tênis para mais de 100 crianças.

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Walter Siqueira, 53 anos/Minas Gerais

- A vida de Walter é dedicada integralmente ao tênis há 30 anos, principalmente por meio das aulas que oferecia no Teuto Esporte Clube. Há pouco mais de um mês, Walter teve o duríssimo baque de lidar com o falecimento de sua única filha. Em paralelo aos treinos privados, o professor atua com aulas em escolas estaduais, onde instaurou vários projetos de aulas de tênis e chegou a permanecer na mesma instituição de ensino por 23 anos.

-

Wilmar Pinheiro de Oliveira, 55 anos/Minas Gerais

- A paixão de Wilmar foi levada para os quatro filhos que jogam tênis e vivem em Belo Horizonte. O mais novo deles faz Educação Física, quer seguir os passos do pai como professor, que por sua vez precisa colaborar na mensalidade do caçula. O fechamento do clube em que trabalha na região de Ipatinga fez com que Wilmar perdesse toda a sua renda, exceto pela ajuda espontânea e pontual de pouco alunos que se solidarizam com o seu momento.

 

 

UOL - Blog Saque e Voleio

Em: 16/04/2020 15:14

Leia: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/


Bandsports

Em: 16/04/2020 15:13

Assista: https://youtu.be/dnzYVfdHIMY

Trecho do programa 1º Tempo, do Bandsports, apresentado por Elia Jr. 

O TenisBrasil Crowdfunding é citado a partir dos 10 minutos de programa.


ABC da Comunicação

Em: 16/04/2020 15:09

Leia: https://www.abcdacomunicacao.com.br/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis/


Esporte Alternativo

Em: 16/04/2020 15:08

Leia: https://www.esportealternativo.com.br/esportes/tenis/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis.html

 


Regional MT News

Em: 16/04/2020 15:07

Leia: https://regionalmtnews.com/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis/


Máquina do Esporte

Em: 16/04/2020 15:03

Leia: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/site-especializado-cria-crowdfunding-por-informais-do-tenis_39928.html

 


O tênis brasileiro também tem seus profissionais autônomos e informais, que estão passando por momentos preocupantes com o fechamento das quadras e lojas. Pensando neles, TenisBrasil lançou campanha solidária para que pessoas físicas ou jurídicas possam fazer doações, cabendo a elas recompensas por cada nível de contribuição feito.

Através de processo seletivo, onde as exigêncisa principais foram que o candidato (a) atuasse no mercado de tênis sem vínculo empregatício e tivesse nessa profissão a sua principal fonte de renda, TenisBrasil selecionou 25 participantes para esta ação. 

Agradecemos aos parceiros da campanha: a loja ProSpin, que ofecere vouchers de descontos; a boa vontade e disponibilidade de quatro grandes técnicos do nosso País, como Léo Azevedo, Ludgero Braga Neto, Orlando RosaPatrícia MedradoSuzana Silva, e à marca Wilson para o sorteio de raquetes.

Do total arrecadado, 89% será distribuído em parcelas idênticas a todos os participantes do grupo. Os demais 11% cobrirão despesas técnicas e contábeis do 'crowdfunding'. O valor a ser repassado a cada participante será feito diretamente em conta bancária do titular ou indicada por ele ao final do projeto, que durará 30 dias e apresentará duas metas: a primeira de R$ 15 mil e a seguinte de R$ 30 mil. 

Conheça uma breve história do grupo selecionado:

Adriano Sartori, 41 anos/Santa Catarina.

- O catarinense é professor de tênis em condomínios e também realiza aulas sociais com o objetivo de formar novos “campeões da vida”. No passado, Adriano atuou com tênis de alto rendimento por alguns anos, mas priorizou cuidar da família em vez de seguir viajando pelo circuito profissional.

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André Brunetti, 41 anos/São Paulo

- Com 20 anos de carreira como professor de tênis, André até então ministrava aulas de forma autônoma em condomínios de diferentes regiões da capital paulista. Neste mês de abril, ele iria festejar o aniversário de 1 ano do filho Augusto com um evento de tênis, que precisou cancelar por conta da pandemia.

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Braulio Homem, 37 anos/Minas Gerais

- Formado em Educação Física, durante toda a sua carreira no esporte atuou com tênis social. Bráulio não tem uma segunda fonte de renda e espera retomar suas aulas na Academia PQ Tennis para conseguir manter as despesas do lar e, ao lado da esposa, cuidar do filho de 2 anos.

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André Luis Ribeiro da Silva, 34 anos/São Paulo

- Sem local fixo de trabalho, o dia a dia de André é formado por aulas de tênis no período da tarde e da noite, conforme a demanda surge. O professor utiliza o tênis para ajudar no desenvolvimento motor das crianças. André possui dois filhos, uma menina de 6 anos e um bebê de 11 meses, aos quais necessita pagar a pensão.

-

Cristiano Fernandes da Silva, 33 anos/São Paulo

- O tênis é a principal fonte de renda no lar de Cristiano, formado por sua esposa e mais dois filhos e dois enteados. De forma autônoma e sem local fixo, o professor oferece aulas para crianças e adultos, além de realizar solidariamente o ensino da modalidade para crianças de comunidades de São Paulo.

-

Diego Peres Chaves, 34 anos/Rio de Janeiro

- A pandemia obrigou o fechamento de todas as quadras e clubes, inclusive da Barra da Tijuca, região em que Diego realizava as suas aulas como instrutor. Entre terças e quintas, ele acorda às 4h40 para começar a trabalhar a partir das 6h, em ponto. Nesses dias, ele fica 13 horas na quadra, enquanto nos outros ele começa às 8h e, com alguns intervalos, encerra sua jornada próximo das 22h. A rotina praticamente o impedia de durante a semana ver a esposa.

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Edson Rodrigues dos Santos, 38 anos/Rio de Janeiro

- O projeto social Paraty Tênis, realizado em uma praça pública, tem como um dos seus instrutores o Edson. O carioca também dá aulas particulares durante o dia, enquanto à noite atuava como garçom. Sem opções de trabalho, Edson tem se dedicado a cuidar do filho de 12 anos e terminar a faculdade de Educação Física na Unitau.

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Felipe Munhoz Mazzaro, 32 anos/Minas Gerais

- Há dois anos o paulista decidiu se dedicar ao trabalho de professor de tênis e ir com a esposa e os dois filhos para Camanducaia, no sul de Minas. Por lá, Felipe arrendou uma quadra para começar a dar aulas, estava com 10 alunos quando tudo foi paralisado. O tênis era a sua única fonte de renda, pois a esposa ainda não conseguiu trabalho na nova cidade. Apesar das dificuldades, o professor acredita no potencial da região para o ensino do tênis.

-

Gabriel Jimbo, 23 anos/São Paulo

- O mais jovem participante do nosso crowdfuning. Gabriel está no tênis há 5 anos desde que recebeu a oportunidade de participar de um projeto social do Aldo “Batata” Brandão. Começou como boleiro, cresceu para rebatedor e até então vivia a transição para se tornar professor na AB Tennis. O dinheiro que recebia ia para pagar os cursos de capacitação no tênis e algumas contas da casa, que divide apenas com o seu pai de 76 anos.

-

Gilson do Amaral Puello, 46 anos/São Paulo

- Há 18 anos como professor de tênis, Gilson é locatário de uma quadra no Clube Abete, em Taubaté, onde oferece aulas para não sócios e vai a condomínios da região para realizar aulas particulares. A vida no tênis também é dedicada a alguns trabalhos pontuais para ser árbitro de torneios no Vale do Paraíba. Gilson é casado e tem uma filha de 9 anos. 

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Ivanir Cardoso da Silva, 46 anos/Rio Grande do Sul

- Campeão de torneios no Paraná, Ivanir está há 25 anos no tênis como professor. Sua vida passou por mudanças quando caiu do telhado da quadra de tênis que alugava, resultando em fraturas e perda de um olho. Desde então, precisa ir para Curitiba, onde já fez 3 cirurgias de reconstrução facial. Infelizmente, Ivanir ainda não conseguiu se aposentar ou receber algum auxílio do governo, a sua renda vem de ajuda de conhecidos, ex-alunos e de uma aula que realiza aos sábados, em Porto Alegre.

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Marcio André Ferreira, 44 anos/São Paulo

- Foi jogador de handebol, mas as contusões o impediram de seguir a carreira. O acontecimento não desanimou Marcio, que conseguiu seguir o sonho de dar aulas de tênis, um esporte que ele reconhece ser apaixonado há 20 anos. Este mesmo tênis lhe ajudou a superar 4 hérnias na coluna cervical, um problema que não lhe permitia sequer andar. A sua rotina até um mês atrás era formada por aulas em dois condomínios e em uma academia de Taubaté. No momento, cursa Educação Física por meio de plataforma online.  Marcio tem dois sonhos: criar um projeto social de iniciação infantil no tênis e ter o primeiro filho com a sua esposa, professora eventual na rede pública.

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Marcio Reney de Sousa, 40 anos/São Paulo

- Com esposa e dois filhos, um de 11 e outro de 4 anos, Marcio tinha o tênis presente em sua rotina durante todo o dia. Pela manhã, dava aulas em alguns condomínios, enquanto no período da tarde e da noite se deslocava até a Universidade de São Paulo (USP), onde trabalha como encordoador e responsável por conserto de raquetes. No caminho de volta pra casa, depois das 21h, faz pessoalmente a entrega das raquetes encordoadas e retirada de novos pedidos.

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Matheus Drumond Armanelli Telles, 28 anos/Minas Gerais

- Todos os dias, às 4h da manhã, Matheus acorda para conseguir chegar ao seu local de trabalho às 6h40, no Clube Asbemge. Sua função como auxiliar de professor de tênis é organizar a quadra, deixá-la pronta para a primeira aula que começa pontualmente às 7h. Com intervalos para almoçar e treinar, a sua programação com aulas só termina às 22h, o que lhe permite chegar em casa somente perto da meia-noite e recomeçar a rotina acordando quatro horas depois. Matheus vive com o pai, o irmão e tem uma filha. que recebe pensão e precisa de remédios para tratar a bronquite. A paralisação do tênis deixou Matheus sem fonte de renda, atrasando algumas contas de sua casa.

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Marli Souza de Oliveira, 55 anos/São Paulo

- Desde 2018, quando precisou fechar sua loja física de tênis, Marli faz encordoamento e realiza venda de acessórios diretamente em sua casa, onde também cuida sozinha de seus dois filhos. Marli teve de desistir da loja física após a separação com o pais das crianças, quando percebeu que não conseguiria conciliar as demandas comerciais com as tarefas do lar e criar os filhos. Por conta do fechamento da loja, ela começou a recolher raquetes pessoalmente nas residências dos tenistas, clubes e academias, além de contar com a ajuda de alguns colegas professores.

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Nívea Regina Sales da Silva, 33 anos/Amazonas

- A primeira aula de Nívea no Bosque Clube, localizado em Manaus, sempre começa às 6h30 e geralmente termina pouco depois da 10h. A rotina se alterna mesmo na parte da tarde, quando realiza mais aulas particulares, que se iniciam às 16h e podem ir até 22h a depender da região em que o aluno mora. Já tem algum tempo que Nívea é a única responsável pela renda do seu lar, já que a sua companhia se encontra desempregada.  

Otávio Reys Cerqueira Oliveira, 45 anos/Rio Grande do Sul

- Entre condomínios e clubes que permitem a entrada de professores externos, Otávio tinha aproximadamente 25 alunos que lhe ajudavam a manter todas as despesas do lar em dia, além de bancar o custo do aluguel de quadras que utilizava para dar aulas. Otávio é casado, sua esposa também está impossibilitada de trabalhar no momento e ambos têm uma filha de 5 anos.

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Pedro Ítalo Oliveira de Aguiar, 26 anos/São Paulo

- A rotina de Pedro é dar aulas das 6h às 10h da manhã e retomada entre o período das 16h às 22h. Nos intervalos das aulas, Pedro procura se dedicar aos três filhos, um com 9 anos e um casal de gêmeos com 1 ano, em parceria com a sua esposa.  Aos sábados, o professor também está na quadra, mas somente na parte da manhã.

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Pedro Stansky, 34 anos/ Paraná

- Praticamente durante dois terços do dia, entre segunda e sexta-feira, você encontrará o Pedro trabalhando como professor em uma das quadras da Marco Silva Academia de Tênis, localizada na região de Água Verde. O professor também dá aulas aos sábados e, se você achou que ele pararia por aí, se enganou. Pedro ainda consegue um tempinho para pelo menos uma vez por semana incentivar crianças em situações de vulnerabilidade a praticar tênis por meio de projeto social.

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Rebeca de Barros Pacheco Pereira, 27 anos/Rio de Janeiro

- Tenista profissional com ranking 330 de duplas na WTA, Rebeca vive exclusivamente do que consegue ganhar como premiação nos torneios em que compete, já que não possui nenhum patrocinador que lhe ofereça apoio financeiro. A tenista tem ajuda de marcas que lhe fornecem raquetes e suplementos alimentares. Esta paralisação geral do circuito profissional, confirmado por ora até julho, fez com que corresse atrás de ajuda das pessoas mais próximas para tentar bancar as principais despesas.

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Rodrigo Aranha, 43 anos/Florianópolis

- Quem vê Rodrigo dando aula logo cedo por vezes não sabe que o professor tem problema de hérnia na região L5S1, que necessita de cirurgia, ou que rompeu ligamento cruzado anterior do joelho há 8 anos. Rodrigo entende que financeiramente não é possível se afastar do tênis, seja por 3 meses, cuidar do corpo com especialistas, então ele segue a sua rotina com certas limitações e dores. Rodrigo gosta de usar os seus finais de semana para visitar a mãe e o seu filho. 

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Sidnei Brasil Cabral, 56 anos/Rio Grande do Sul

- A mudança recente para Porto Alegre ainda impactava na baixa quantidade de aulas que Sidnei conseguia realizar semanalmente em condomínios e academias. O professor vive sozinho em imóvel alugado e precisar manter a pensão alimentícia de sua filha de 14 anos em dia, enquanto seu filho mais velho consegue se manter sozinho.

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Tiago Henrique Carvalho de Oliveira, 35 anos/Bahia

- Duas programações de treinos entre manhã e tarde, no Porto Seguro Tênis Clube, fazem parte do cotidiano de Tiago. No tempo livre, o professor se dedica totalmente a um projeto social na cidade de Porto Seguro, ensinando tênis para mais de 100 crianças.

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Walter Siqueira, 53 anos/Minas Gerais

- A vida de Walter é dedicada integralmente ao tênis há 30 anos, principalmente por meio das aulas que oferecia no Teuto Esporte Clube. Há pouco mais de um mês, Walter teve o duríssimo baque de lidar com o falecimento de sua única filha. Em paralelo aos treinos privados, o professor atua com aulas em escolas estaduais, onde instaurou vários projetos de aulas de tênis e chegou a permanecer na mesma instituição de ensino por 23 anos.

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Wilmar Pinheiro de Oliveira, 55 anos/Minas Gerais

- A paixão de Wilmar foi levada para os quatro filhos que jogam tênis e vivem em Belo Horizonte. O mais novo deles faz Educação Física, quer seguir os passos do pai como professor, que por sua vez precisa colaborar na mensalidade do caçula. O fechamento do clube em que trabalha na região de Ipatinga fez com que Wilmar perdesse toda a sua renda, exceto pela ajuda espontânea e pontual de pouco alunos que se solidarizam com o seu momento.

 

 

UOL - Blog Saque e Voleio

Em: 16/04/2020 15:14

Leia: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/saque-e-voleio/


Bandsports

Em: 16/04/2020 15:13

Assista: https://youtu.be/dnzYVfdHIMY

Trecho do programa 1º Tempo, do Bandsports, apresentado por Elia Jr. 

O TenisBrasil Crowdfunding é citado a partir dos 10 minutos de programa.


ABC da Comunicação

Em: 16/04/2020 15:09

Leia: https://www.abcdacomunicacao.com.br/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis/


Esporte Alternativo

Em: 16/04/2020 15:08

Leia: https://www.esportealternativo.com.br/esportes/tenis/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis.html

 


Regional MT News

Em: 16/04/2020 15:07

Leia: https://regionalmtnews.com/tenisbrasil-lanca-campanha-de-ajuda-aos-informais-do-tenis/


Máquina do Esporte

Em: 16/04/2020 15:03

Leia: https://maquinadoesporte.uol.com.br/artigo/site-especializado-cria-crowdfunding-por-informais-do-tenis_39928.html