"Isolada em Si" - Lançamento do Livro Fotográfico da fotógrafa Flavia Macedo |

"Isolada em Si" - Lançamento do Livro Fotográfico da fotógrafa Flavia Macedo

Livro Fotógrafico, resultado de um projeto criado no isolamento em 2020, com uma série de 20 de Auto-retratos e textos com reflexões sobre o feminino.

Projeto por: Flavia Macedo
R$ 315,00
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meta R$ 10.000,00

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Flavia Macedo

Flavia Macedo
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ISOLADOS EM COLABORAÇAO
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EU ACREDITO EM VOCê
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A ARTE CURA
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ME LEVA QUE EU VOU
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Você certamente acredita na Arte e gosta de mim, então quero te presentear com um KIT Universo, com 12 fotos do Céu em formato de Imã, e uma conversa sobre o processo criativo para criação do "Isolada em Si", além de todas recompensas anteriores.

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Produção do lançamento do meu primeiro livro, "Isolada em si", com uma pequena tiragem de 100 cópias impressas do livro Fotografico 180º, em papel 440g fosco, composta pela série de 20 fotografias autorretratos , criados no início do isolamento social, em decorrência da pandemia que tem afetado milhões de pessoas ao redor do mundo, direta e indiretamente. 


Esse projeto é uma manifestação artística sobre a vulnerabilidade feminina, da sensação coletiva de solidão da mulher atual, do sistema social opressor, sobre o machismo estrutural, sobre a romantização a maternidade, relacionamentos abusivos, tabus sobre o corpo, da sobrecarga nas tarefas domésticas, e sobretudo, uma proposta de reflexão do quanto, nós mulheres, somos sempre as mais afetadas.

 

Durante a quarentena, a palavra que mais ouvimos foi: Ressignificar. Desde o início do isolamento social, em março de 2020, muitas pessoas precisaram se redescobrir, das mais diferentes formas. Reinventar a maneira de se relacionar, consumir, de trabalhar, de se comunicar, de habitar, se sustentar e sobreviver, ou até mesmo de conviver com a própria família em tempo integral. Um desafio pra todos.

 

Uma pesquisa da Gênero e Número e SOF, feita exclusivamente com mulheres durante a pandemia, aponta que entre tantas dimensões de desigualdades evidenciadas neste período, a sobrecarga de trabalho doméstico e de cuidado foi uma das questões que as mulheres sentiram logo que as medidas de isolamento social foram iniciadas. 

 

Comigo não foi diferente. Mãe de duas crianças que tiveram a vida escolar interrompida, minha rotina como profissional que, desde 2013, atuo no mercado de fotografia com foco no feminino, contando histórias de mulheres e suas famílias, me vi duplamente impossibilitada de desenvolver meu trabalho durante a quarentena. Essa atividade depende do contato físico com as pessoas fotografadas, e pela responsabilidade com os filhos fora da escola isso se tornou inviável.


Nesse momento, surgiu a ideia de aproveitar o período de isolamento para dar início a uma série de auto retratos que fizessem uma profunda pesquisa sobre mim, minhas experiencias e sentimentos e o papel da mulher no mundo, abordando temas como feminismo, maternidade, racismo, depressão, relacionamento abusivo, padrões estéticos, solidão feminina, autoconfiança, entre outros. 


 

Durante o processo criativo, me comprometi a produzir um retrato por dia, acompanhados de uma série de textos sobre cada assunto abordado. Diariamente, me propus a criar uma imagem, a partir da perspectiva da nudez, trazendo uma vulnerabilidade sobre temas que retratassem minhas experiências pessoais, A criação de cada autor-retrato, assim como os textos, foram elaborados no dia da publicação, no intuito de estimular a criatividade e produtividade naquela fase. Uma manutenção de sanidade, durante os dias de incerteza que o início da pandemia causou em muitas de nós. 

 

Nesse processo, a cada postagem nas plataforma destinada ao projeto, recebi centenas de mensagens de mulheres que se identificavam com as fotos, o que desencadeou em diversos diálogos intensos. Como um dos primeiros auto-retratos sobre o racismo sofrido por meu filho de 5 anos, que "viralizou", evidenciando a necessidade de falarmos sobre assuntos dolorosos, que a nossa sociedade banaliza. 

 

Assuntos que, por muitas vezes, são tabus, o que reforça uma pressão social sobre as mulheres, seus corpos e escolhas, as sobrecarregando psicologicamente e afetando suas conquistas, evolução, autoestima e autoconfiança. Nos acostumamos com o que jamais deveria virar rotina.


A série de auto retratos, que leva o nome de "Isolada em si", estava em processo de curadoria para integrar uma exposição, em 2021 em um grande local em SP. No entanto, nossa crença em um avanço na cura e no retorno de uma "normalidade" do convívio social, não se concretizou. 

 

Em 2021, vimos o avanço do vírus Covid-19, atingindo recorde de mortes no Brasil e impactando a rotina de milhões de mulheres.

 

Essas mulheres, mães solo, mulheres em relacionamentos abusivos, mulheres que perderam a fonte de renda no último ano, mulheres cansadas do peso da maternidade, de virarem professoras dos filhos... enfim, mulheres que, além de lutar contra o medo de contrair o vírus, precisam lidar com muitos outros medos em seu dia-a-dia e tantas outras situações que podem abalar a autoconfiança e acarretar em consequências emocionais e profissionais irreversíveis. 

 

A ideia, com o lançamento do livro, é expandir o alcance desse projeto e gerar representatividade, conexão e empatia ao atingir a vida de mais mulheres que continuam em fase de isolamento, passando pelas mais diversas dificuldades.

 

Se a arrecadação alcançar suas metas, ainda poderei pagar pelo trabalho da pequena equipe envolvida no projeto: diagramação, projeto gráfico, revisão de texto, curadoria, e assessoria de comunicação e divulgação. Além dos custos de embalagem e envio dos livros pelos correios aos colaboradores.


Temos vários estilos de contribuições e com certeza, sua participação é essencial para tornar esse projeto possível. 

 

Participe! 

 

Acompanhe nas Redes Sociais:

@flaviamacedooficial

@isoladaemsi


Obrigada, 

Flavia Macedo 

11 98969-4782




Flavia Macedo ainda não publicou nenhuma notícia.

Produção do lançamento do meu primeiro livro, "Isolada em si", com uma pequena tiragem de 100 cópias impressas do livro Fotografico 180º, em papel 440g fosco, composta pela série de 20 fotografias autorretratos , criados no início do isolamento social, em decorrência da pandemia que tem afetado milhões de pessoas ao redor do mundo, direta e indiretamente. 


Esse projeto é uma manifestação artística sobre a vulnerabilidade feminina, da sensação coletiva de solidão da mulher atual, do sistema social opressor, sobre o machismo estrutural, sobre a romantização a maternidade, relacionamentos abusivos, tabus sobre o corpo, da sobrecarga nas tarefas domésticas, e sobretudo, uma proposta de reflexão do quanto, nós mulheres, somos sempre as mais afetadas.

 

Durante a quarentena, a palavra que mais ouvimos foi: Ressignificar. Desde o início do isolamento social, em março de 2020, muitas pessoas precisaram se redescobrir, das mais diferentes formas. Reinventar a maneira de se relacionar, consumir, de trabalhar, de se comunicar, de habitar, se sustentar e sobreviver, ou até mesmo de conviver com a própria família em tempo integral. Um desafio pra todos.

 

Uma pesquisa da Gênero e Número e SOF, feita exclusivamente com mulheres durante a pandemia, aponta que entre tantas dimensões de desigualdades evidenciadas neste período, a sobrecarga de trabalho doméstico e de cuidado foi uma das questões que as mulheres sentiram logo que as medidas de isolamento social foram iniciadas. 

 

Comigo não foi diferente. Mãe de duas crianças que tiveram a vida escolar interrompida, minha rotina como profissional que, desde 2013, atuo no mercado de fotografia com foco no feminino, contando histórias de mulheres e suas famílias, me vi duplamente impossibilitada de desenvolver meu trabalho durante a quarentena. Essa atividade depende do contato físico com as pessoas fotografadas, e pela responsabilidade com os filhos fora da escola isso se tornou inviável.


Nesse momento, surgiu a ideia de aproveitar o período de isolamento para dar início a uma série de auto retratos que fizessem uma profunda pesquisa sobre mim, minhas experiencias e sentimentos e o papel da mulher no mundo, abordando temas como feminismo, maternidade, racismo, depressão, relacionamento abusivo, padrões estéticos, solidão feminina, autoconfiança, entre outros. 


 

Durante o processo criativo, me comprometi a produzir um retrato por dia, acompanhados de uma série de textos sobre cada assunto abordado. Diariamente, me propus a criar uma imagem, a partir da perspectiva da nudez, trazendo uma vulnerabilidade sobre temas que retratassem minhas experiências pessoais, A criação de cada autor-retrato, assim como os textos, foram elaborados no dia da publicação, no intuito de estimular a criatividade e produtividade naquela fase. Uma manutenção de sanidade, durante os dias de incerteza que o início da pandemia causou em muitas de nós. 

 

Nesse processo, a cada postagem nas plataforma destinada ao projeto, recebi centenas de mensagens de mulheres que se identificavam com as fotos, o que desencadeou em diversos diálogos intensos. Como um dos primeiros auto-retratos sobre o racismo sofrido por meu filho de 5 anos, que "viralizou", evidenciando a necessidade de falarmos sobre assuntos dolorosos, que a nossa sociedade banaliza. 

 

Assuntos que, por muitas vezes, são tabus, o que reforça uma pressão social sobre as mulheres, seus corpos e escolhas, as sobrecarregando psicologicamente e afetando suas conquistas, evolução, autoestima e autoconfiança. Nos acostumamos com o que jamais deveria virar rotina.


A série de auto retratos, que leva o nome de "Isolada em si", estava em processo de curadoria para integrar uma exposição, em 2021 em um grande local em SP. No entanto, nossa crença em um avanço na cura e no retorno de uma "normalidade" do convívio social, não se concretizou. 

 

Em 2021, vimos o avanço do vírus Covid-19, atingindo recorde de mortes no Brasil e impactando a rotina de milhões de mulheres.

 

Essas mulheres, mães solo, mulheres em relacionamentos abusivos, mulheres que perderam a fonte de renda no último ano, mulheres cansadas do peso da maternidade, de virarem professoras dos filhos... enfim, mulheres que, além de lutar contra o medo de contrair o vírus, precisam lidar com muitos outros medos em seu dia-a-dia e tantas outras situações que podem abalar a autoconfiança e acarretar em consequências emocionais e profissionais irreversíveis. 

 

A ideia, com o lançamento do livro, é expandir o alcance desse projeto e gerar representatividade, conexão e empatia ao atingir a vida de mais mulheres que continuam em fase de isolamento, passando pelas mais diversas dificuldades.

 

Se a arrecadação alcançar suas metas, ainda poderei pagar pelo trabalho da pequena equipe envolvida no projeto: diagramação, projeto gráfico, revisão de texto, curadoria, e assessoria de comunicação e divulgação. Além dos custos de embalagem e envio dos livros pelos correios aos colaboradores.


Temos vários estilos de contribuições e com certeza, sua participação é essencial para tornar esse projeto possível. 

 

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Obrigada, 

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