MANZO À OBRA: O TERREIRO DE MANZO PEDE APOIO! |

MANZO À OBRA: O TERREIRO DE MANZO PEDE APOIO!

Ajude o Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango a salvar o terreiro de Santa Luzia! Precisamos da sua ajuda para construir um muro de contenção antes das chuvas chegare

Projeto por: Manzo Ngunzo Kaiango
R$ 11.960,00
arrecadado
meta R$ 32.000,00

74 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

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POR

Manzo Ngunzo Kaiango

Manzo Ngunzo Kaiango
R$ 20
Doar R$20,00
15 benfeitores apoiando
R$ 50
Doar R$50
31 benfeitores apoiando
R$ 100
Doar R$100
2 benfeitores apoiando
Os dois primeiros doadores a contribuírem com R$100 receberão como recompensa um quadro, em tamanho A4, pintado pelo artista mineiro Igor Maciel. Os desenhos, que serão enviados de forma aleatória aos doadores, ressaltam corpos de mulheres reais e a ancestralidade ensinada no cotidiano de sua casa de santo e demais vivências, como a de aluno e professor de danças afrobrasileiras.

indisponível.
R$ 100
Doar R$100
8 benfeitores apoiando
R$ 200
Doar R$200
6 benfeitores apoiando
R$ 500
Doar R$500
2 benfeitores apoiando
R$ 1.000
Doar R$1000
3 benfeitores apoiando

 

  1. Além da pandemia de Covid-19, que continua nos afetando, as fortes chuvas do início deste ano deixam a situação do Kilombu Manzo ainda mais delicada! O nosso terreno de Santa Luzia está em uma área de desvio da água de chuva que todo ano é impactado por deslizamento de terras, e no início de 2021 não foi diferente.

    Com isso, uma das casas está em risco iminente de deslizamento, colocando também a casa do vizinho em situação de grave perigo. A Defesa Civil da cidade de Santa Luzia esteve no local e interditou as casas, alertando para a urgência da construção de um muro de contenção e de uma estrutura para desviar a água de chuva e do esgoto que vem da rua de cima, no terreno vizinho. Isso precisa ser feito antes do próximo período de chuvas, no fim deste ano, por isso precisamos urgentemente da ajuda de todos!
     

 



O terreiro de Santa Luzia tem desenvolvido um papel social importante pois, além de abrigar as três famílias que vivem atualmente no local, ele também atende dezenas de pessoas que vivem nas regiões em torno do terreiro, oferecendo consultas e benzeção da Mãe de Santo e cultos religiosos. Aém dos filhos de santo, ele oferece cuidados para todas as outras pessoas que constantemente o procuram em busca de acolhimento social e espiritual através das tradições africanas. Com o risco de deslizamento no local, todas essas pessoas que frequentam ou moram no terreiro correm risco.

 

O terreiro de Manzo vem da resistência do Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango que, por um ato de racismo institucional e intolerância religiosa, precisou deixar a cidade de Belo Horizonte em 2012. Reafirmando-se no território de Santa Luzia, que passou a ser território estendido do do Kilombu, mantém-se há mais de 40 anos como uma casa de portas abertas.

Hoje o Kilombu tem registro no Livro do Patrimônio Cultural pelo Iepha - Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, mas, diante dos retrocessos e do desgoverno de Jair Bolsonaro e seus asseclas, não podemos esperar o cumprimento exaustivo das exigências burocráticas que nos são impostas. É preciso uma grande mobilização para apoiar aqueles que sempre nos acompanharam e vivenciaram toda a força ancestral e de resistência que trazemos em nosso território.
 

Por isso, contamos com nossos amigos, que são tudo o que temos agora. Ajude o Manzo a levantar o muro para que possamos juntas, juntos e juntes derrubar o muro do ódio construído por aqueles que buscam nos impedir de existir!


Inicialmente, buscamos arrecadar 30 mil reais para as primeiras obras, que vão impedir temporariamente que as próximas chuvas terminem por arrasar o nosso terreiro. Para viabilizar todas as obras que vão garantir a segurança de todos os habitantes do terreiro, necessitamos de um total de 150 mil reais.


Declarada patrimônio cultural imaterial pelo Conselho Estadual de Patrimônio Cultural de Minas Gerais, a Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango foi fundada na década de 1970 pela matriarca Mametu Muiandê (Efigênia Maria da Conceição) que, embora tenha enfrentado muitas dificuldades, sempre criou todos seus filhos e apoiou os que chegavam até ela precisando de algum apoio físico ou espiritual. Situada na periferia do Bairro Santa Efigênia, a comunidade é composta por moradores, ligados uns aos outros por laços de parentesco e amizade - tendo em consideração que muitos dos filhos foram acolhidos por Mãe Efigênia ao longo dos anos, tornando-se parte da família.

O Kilombu Manzo é uma referência não somente para o patrimônio afrodescendente da cidade de Belo Horizonte e região e sua luta por cidadania digna, mas também um espaço de importância social que atua na formação complementar de jovens residentes na região, notadamente um aglomerado de Vilas e Favelas.

Além de oficinas, roda de capoeira e outras atividades que trabalham com o pertencimento afro na comunidade, o Manzo está presente nos espaços públicos representando a população negra periférica e quilombola nas lutas pela cidadania plena, por igualdade social, pelo combate ao racismo, machismo e LGBTfobia.

Levamos nossas tradições às escolas públicas e Universidades, fazendo com que nossos jovens compreendam que esses espaços, mesmo para quem vêm de uma comunidade com grande índice de pobreza, ainda são acessíveis e um direito conquistado através da luta coletiva organizada.

Assim como a realidade das outras periferias do Brasil, os moradores de aglomerados e favelas são vítimas da desigualdade social e do racismo estrutural, sendo poucas as pessoas que têm acesso à educação formal.  Em razão dessa triste realidade, o Manzo, através de figuras importantes como Mametu Muiandê, Makota Kidoiale e demais membros do kilombo, busca apoiar, encorajar e contribuir com o futuro dos jovens da nossa comunidade e todos aqueles pertencentes às periferias.

 

 

Recompensa

Para os primeiros doadores que fizerem contribuições nas faixas de R$100 e R$200, vamos dar como recompensa, de forma sortida, 8 obras doadas pelo artista mineiro Igor Maciel da Silva. Receberão, nos endereços cadastrados na plataforma, os 5 primeiros que contribuírem com o valor de R$200 (tamanho A3) e os dois primeiros com R$100, (tamanho A4). 


Sobre o artista: Igor, 28 anos, é natural de Belo Horizonte, reside em Contagem. Formado em Educação Física, mestre e doutorando em Estudos do Lazer. Para além de sua formação acadêmica, escreve crônicas e desenha. Tendo participado de concursos de desenhos desde os sete anos - sendo que em alguns conseguiu boas colocações e menções honrosas. E nesse mesmo sentido, de concursos literários. Iniciado no candomblé, nação Angola, em 2011, por Kazobagim de Kavungo, é filho de Ngongobila e Kissimbe. Intenciona em seus desenhos ressaltar corpos de mulheres reais e a ancestralidade ensinada no cotidiano de sua casa de santo e demais vivências, como a de aluno e professor de danças afrobrasileiras. Desde 2018, comercializa desenhos, e atualmente direciona as vendas para custear a sua obrigação de sete anos, e sempre que possivel, doa os mesmos para apoiar causas como a do Manzo. O endereço de sua página do Instagram é @paginadoigor.
Para conhecer mais sobre o trabalho do Igor, conheça seu livro: https://valoreditora.com.br/2020/09/04/universo-feminino/

Esta campanha é fruto de uma força-tarefa composta por vários apoiadores! A eles, a nossa gratidão.
 
Identidade visual: Gustavo Martins
Vídeo: Maria Trika
Narração: Raquel Muguet
Recompensa: Igor Maciel
Apoio: Agência de Iniciativas Cidadãs

 



 

Manzo Ngunzo Kaiango ainda não publicou nenhuma notícia.

 

  1. Além da pandemia de Covid-19, que continua nos afetando, as fortes chuvas do início deste ano deixam a situação do Kilombu Manzo ainda mais delicada! O nosso terreno de Santa Luzia está em uma área de desvio da água de chuva que todo ano é impactado por deslizamento de terras, e no início de 2021 não foi diferente.

    Com isso, uma das casas está em risco iminente de deslizamento, colocando também a casa do vizinho em situação de grave perigo. A Defesa Civil da cidade de Santa Luzia esteve no local e interditou as casas, alertando para a urgência da construção de um muro de contenção e de uma estrutura para desviar a água de chuva e do esgoto que vem da rua de cima, no terreno vizinho. Isso precisa ser feito antes do próximo período de chuvas, no fim deste ano, por isso precisamos urgentemente da ajuda de todos!
     

 



O terreiro de Santa Luzia tem desenvolvido um papel social importante pois, além de abrigar as três famílias que vivem atualmente no local, ele também atende dezenas de pessoas que vivem nas regiões em torno do terreiro, oferecendo consultas e benzeção da Mãe de Santo e cultos religiosos. Aém dos filhos de santo, ele oferece cuidados para todas as outras pessoas que constantemente o procuram em busca de acolhimento social e espiritual através das tradições africanas. Com o risco de deslizamento no local, todas essas pessoas que frequentam ou moram no terreiro correm risco.

 

O terreiro de Manzo vem da resistência do Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango que, por um ato de racismo institucional e intolerância religiosa, precisou deixar a cidade de Belo Horizonte em 2012. Reafirmando-se no território de Santa Luzia, que passou a ser território estendido do do Kilombu, mantém-se há mais de 40 anos como uma casa de portas abertas.

Hoje o Kilombu tem registro no Livro do Patrimônio Cultural pelo Iepha - Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, mas, diante dos retrocessos e do desgoverno de Jair Bolsonaro e seus asseclas, não podemos esperar o cumprimento exaustivo das exigências burocráticas que nos são impostas. É preciso uma grande mobilização para apoiar aqueles que sempre nos acompanharam e vivenciaram toda a força ancestral e de resistência que trazemos em nosso território.
 

Por isso, contamos com nossos amigos, que são tudo o que temos agora. Ajude o Manzo a levantar o muro para que possamos juntas, juntos e juntes derrubar o muro do ódio construído por aqueles que buscam nos impedir de existir!


Inicialmente, buscamos arrecadar 30 mil reais para as primeiras obras, que vão impedir temporariamente que as próximas chuvas terminem por arrasar o nosso terreiro. Para viabilizar todas as obras que vão garantir a segurança de todos os habitantes do terreiro, necessitamos de um total de 150 mil reais.


Declarada patrimônio cultural imaterial pelo Conselho Estadual de Patrimônio Cultural de Minas Gerais, a Comunidade Quilombola Manzo Ngunzo Kaiango foi fundada na década de 1970 pela matriarca Mametu Muiandê (Efigênia Maria da Conceição) que, embora tenha enfrentado muitas dificuldades, sempre criou todos seus filhos e apoiou os que chegavam até ela precisando de algum apoio físico ou espiritual. Situada na periferia do Bairro Santa Efigênia, a comunidade é composta por moradores, ligados uns aos outros por laços de parentesco e amizade - tendo em consideração que muitos dos filhos foram acolhidos por Mãe Efigênia ao longo dos anos, tornando-se parte da família.

O Kilombu Manzo é uma referência não somente para o patrimônio afrodescendente da cidade de Belo Horizonte e região e sua luta por cidadania digna, mas também um espaço de importância social que atua na formação complementar de jovens residentes na região, notadamente um aglomerado de Vilas e Favelas.

Além de oficinas, roda de capoeira e outras atividades que trabalham com o pertencimento afro na comunidade, o Manzo está presente nos espaços públicos representando a população negra periférica e quilombola nas lutas pela cidadania plena, por igualdade social, pelo combate ao racismo, machismo e LGBTfobia.

Levamos nossas tradições às escolas públicas e Universidades, fazendo com que nossos jovens compreendam que esses espaços, mesmo para quem vêm de uma comunidade com grande índice de pobreza, ainda são acessíveis e um direito conquistado através da luta coletiva organizada.

Assim como a realidade das outras periferias do Brasil, os moradores de aglomerados e favelas são vítimas da desigualdade social e do racismo estrutural, sendo poucas as pessoas que têm acesso à educação formal.  Em razão dessa triste realidade, o Manzo, através de figuras importantes como Mametu Muiandê, Makota Kidoiale e demais membros do kilombo, busca apoiar, encorajar e contribuir com o futuro dos jovens da nossa comunidade e todos aqueles pertencentes às periferias.

 

 

Recompensa

Para os primeiros doadores que fizerem contribuições nas faixas de R$100 e R$200, vamos dar como recompensa, de forma sortida, 8 obras doadas pelo artista mineiro Igor Maciel da Silva. Receberão, nos endereços cadastrados na plataforma, os 5 primeiros que contribuírem com o valor de R$200 (tamanho A3) e os dois primeiros com R$100, (tamanho A4). 


Sobre o artista: Igor, 28 anos, é natural de Belo Horizonte, reside em Contagem. Formado em Educação Física, mestre e doutorando em Estudos do Lazer. Para além de sua formação acadêmica, escreve crônicas e desenha. Tendo participado de concursos de desenhos desde os sete anos - sendo que em alguns conseguiu boas colocações e menções honrosas. E nesse mesmo sentido, de concursos literários. Iniciado no candomblé, nação Angola, em 2011, por Kazobagim de Kavungo, é filho de Ngongobila e Kissimbe. Intenciona em seus desenhos ressaltar corpos de mulheres reais e a ancestralidade ensinada no cotidiano de sua casa de santo e demais vivências, como a de aluno e professor de danças afrobrasileiras. Desde 2018, comercializa desenhos, e atualmente direciona as vendas para custear a sua obrigação de sete anos, e sempre que possivel, doa os mesmos para apoiar causas como a do Manzo. O endereço de sua página do Instagram é @paginadoigor.
Para conhecer mais sobre o trabalho do Igor, conheça seu livro: https://valoreditora.com.br/2020/09/04/universo-feminino/

Esta campanha é fruto de uma força-tarefa composta por vários apoiadores! A eles, a nossa gratidão.
 
Identidade visual: Gustavo Martins
Vídeo: Maria Trika
Narração: Raquel Muguet
Recompensa: Igor Maciel
Apoio: Agência de Iniciativas Cidadãs

 



 

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