[SP]Produção de máscaras na Brasilândia |

[SP]Produção de máscaras na Brasilândia

Colabore para produção de 10000 máscaras para as periferias de São Paulo, que são as regiões mais atingidas pela COVID-19. Contamos com a sua ajuda!

Projeto por: MAYARA AMARAL DOS SANTOS
R$ 34.970,00
arrecadado
meta R$ 30.000,00

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MAYARA AMARAL DOS SANTOS

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Pretendemos continuar a produção de máscaras de tecido, que já estamos fazendo aqui na região da Brasilândia, com costureiras que iniciaram esse projeto voluntariamente, e pagar os serviços delas. E também dos demais trabalhadores envolvidos como cortador, articulação do projeto e divulgação (publicidade), pois todos estamos passando dificuldades financeiras, e assim além de realizar nosso projeto de doações, ainda estaríamos fazendo a economia local girar.

Nós estaremos entregando as máscaras, como já estamos, de 100 a 150, para os coletivos que estão realizando doações de cestas básicas na região da Brasilândia e em outras regiões de São Paulo, como a Zona Leste e Zona Sul. Os benefícios são que a população precisa utilizar máscaras e muitas vezes não tem dinheiro para adquirir, ou mesmo as máscaras que são produzidas são para área da saúde e estão em falta. Então, as doações de máscaras têm como intuito proteger as regiões mais afetadas e mais carentes. Nós também entregaremos um folheto impresso, sobre a importância de manter a higiene, e sobre educação em Direitos Humanos, e saúde emocional. Este conteúdo é fruto do repositório do Projeto Observatório de Direitos Humanos do NEV - USP. 

Eu sou a Mayara Amaral, socióloga, pesquisadora de gênero, raça e educação, e articuladora local na região da Brasilândia. Somos o Coletivo Fiu Abassá (o coletivo promove a cultura popular como capoeira e o jongo), foi neste coletivo que nasceu a ideia de produção de máscaras para as periferias. Estamos atualmente com quatro costureiras - Inês, Odete, Neide e um cortador, também responsável por levar as máscaras para costurar e buscar,  Gilvan, fazendo 1000 máscaras para doação. Já doamos 300 para os coletivos da região, que estão doando cestas básicas.

O coletivo desenvolve aulas semanais de capoeira, possui um grupo de jongo ativo. Já executou projetos do VAI I e VAI II sobre cultura popular (jongo e capoeira, e um documentário sobre jongo), e um projeto das Casas Bahia sobre teatro e cinema na rua. Aproveitamos a oportunidade para disseminar um conteúdo informativo de educação em Direitos Humanos e também acerca da saúde emocional, produzido pelo Projeto Observatório de Direitos Humanos, do Núcleo de Estudos da Violência, da USP, que são nossos parceiros.

Nosso principal objetivo é a região Norte, a periferia da Brasilândia em São Paulo, que é a área mais atingida de São Paulo pelo COVID-19. Começamos a costurar máscaras antes de saber que seria a região mais atingida, pois sabemos que nós como sujeitos periféricos, estamos sendo sempre mais atingidos por todos os acontecimentos sociais e não iria ser diferente na pandemia. Nós estamos lutando como podemos, mas muitos precisam sair para conseguir o pão de cada dia, e as máscaras podem ser uma das únicas formas de proteção para essas pessoas que não podem trabalhar como home-office, e acabam trazendo o vírus para suas casas, para seus mais velhos, e gerando mais mortes na região.

O Coronavírus impactou principalmente a questão financeira da região, pois a maioria das pessoas são trabalhadores informais, e não tem como gerar sustento. Os benefícios do governo não saem, e nós como coletivos com atuação social saímos em busca de doações para essas famílias atingidas duramente a pandemia, não só pela doença, mas também pela fome. Muitas pessoas, principalmente nossos mais velhos, ficam depressivos por terem que ficar em casa. Há pessoas sozinhas em casa, são diversas realidades, em um contexto cruel.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

MAYARA AMARAL DOS SANTOS ainda não publicou nenhuma notícia.

Pretendemos continuar a produção de máscaras de tecido, que já estamos fazendo aqui na região da Brasilândia, com costureiras que iniciaram esse projeto voluntariamente, e pagar os serviços delas. E também dos demais trabalhadores envolvidos como cortador, articulação do projeto e divulgação (publicidade), pois todos estamos passando dificuldades financeiras, e assim além de realizar nosso projeto de doações, ainda estaríamos fazendo a economia local girar.

Nós estaremos entregando as máscaras, como já estamos, de 100 a 150, para os coletivos que estão realizando doações de cestas básicas na região da Brasilândia e em outras regiões de São Paulo, como a Zona Leste e Zona Sul. Os benefícios são que a população precisa utilizar máscaras e muitas vezes não tem dinheiro para adquirir, ou mesmo as máscaras que são produzidas são para área da saúde e estão em falta. Então, as doações de máscaras têm como intuito proteger as regiões mais afetadas e mais carentes. Nós também entregaremos um folheto impresso, sobre a importância de manter a higiene, e sobre educação em Direitos Humanos, e saúde emocional. Este conteúdo é fruto do repositório do Projeto Observatório de Direitos Humanos do NEV - USP. 

Eu sou a Mayara Amaral, socióloga, pesquisadora de gênero, raça e educação, e articuladora local na região da Brasilândia. Somos o Coletivo Fiu Abassá (o coletivo promove a cultura popular como capoeira e o jongo), foi neste coletivo que nasceu a ideia de produção de máscaras para as periferias. Estamos atualmente com quatro costureiras - Inês, Odete, Neide e um cortador, também responsável por levar as máscaras para costurar e buscar,  Gilvan, fazendo 1000 máscaras para doação. Já doamos 300 para os coletivos da região, que estão doando cestas básicas.

O coletivo desenvolve aulas semanais de capoeira, possui um grupo de jongo ativo. Já executou projetos do VAI I e VAI II sobre cultura popular (jongo e capoeira, e um documentário sobre jongo), e um projeto das Casas Bahia sobre teatro e cinema na rua. Aproveitamos a oportunidade para disseminar um conteúdo informativo de educação em Direitos Humanos e também acerca da saúde emocional, produzido pelo Projeto Observatório de Direitos Humanos, do Núcleo de Estudos da Violência, da USP, que são nossos parceiros.

Nosso principal objetivo é a região Norte, a periferia da Brasilândia em São Paulo, que é a área mais atingida de São Paulo pelo COVID-19. Começamos a costurar máscaras antes de saber que seria a região mais atingida, pois sabemos que nós como sujeitos periféricos, estamos sendo sempre mais atingidos por todos os acontecimentos sociais e não iria ser diferente na pandemia. Nós estamos lutando como podemos, mas muitos precisam sair para conseguir o pão de cada dia, e as máscaras podem ser uma das únicas formas de proteção para essas pessoas que não podem trabalhar como home-office, e acabam trazendo o vírus para suas casas, para seus mais velhos, e gerando mais mortes na região.

O Coronavírus impactou principalmente a questão financeira da região, pois a maioria das pessoas são trabalhadores informais, e não tem como gerar sustento. Os benefícios do governo não saem, e nós como coletivos com atuação social saímos em busca de doações para essas famílias atingidas duramente a pandemia, não só pela doença, mas também pela fome. Muitas pessoas, principalmente nossos mais velhos, ficam depressivos por terem que ficar em casa. Há pessoas sozinhas em casa, são diversas realidades, em um contexto cruel.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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