Memórias de Pernambuco
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Memórias de Pernambuco

O projeto Memórias de Pernambuco – Patrimônios Vivos tem o objetivo de perpetuar o legado dos mestres da cultura popular por meio de cinco minidocumentário

Campanha Não Financiada

Finalizada em 28/11/2019

R$ 9.060

arrecadados da meta de R$ 161.000

6%

da meta 1

70

Benfeitores

—

Finalizada

Matchfunding Projeto Meta Tudo ou Nada

Campanha Não Financiada

Finalizada em 28/11/2019

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R$ 20

CULTURA

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Conheça a campanha

Se você valoriza a cultura popular e se preocupa com a preservação dos saberes, tradições e memória dos mestres e mestras reconhecidos como Patrimônios Vivos de Pernambuco apoie o nosso projeto. Vamos produzir minidocumentários, com cinco desses expoentes culturais, para gerar o conteúdo inicial de uma galeria digital inédita, que mostrará ao mundo o legado da cultura tradicional de Pernambuco. O acervo ficará disponível no site: www.memoriasdepernambuco.com.br 

Nesta etapa do projeto, estamos contemplando a ciranda, o frevo, as danças populares e a arte da xilogravura, todos patrimônios imateriais. Vamos reunir e proteger esse acervo valioso, para mostrar ao mundo quem são e o que fazem os Patrimônios Vivos de Pernambuco.

Colabore com essa ideia e nos ajude a manter viva a Memória da cultura popular do Nordeste brasileiro.

De quando foi criada, em 2002, até 2019, a Lei do Patrimônio Vivo de Pernambuco contemplou 63 mestres, mestras, artistas e instituições da cultura popular do estado, cujo conhecimento é passado de geração a geração, na maioria dos casos, pela tradição oral. Desses, 12 já faleceram. O legado cultural dessas personalidades não pode se perder no tempo e no espaço. É urgente que se construa para eles e elas uma galeria onde sua vida e obra estejam na vitrine do mundo e onde as tradições que defendem sejam renovadas a cada novo olhar. Esse é o nosso objetivo. Queremos produzir um acervo audiovisual digital, com minidocumentários sobre os Patrimônios Vivos, iniciando com cinco deles. Não vamos permitir que esse conhecimento seja desaprendido, colabore com a construção dessa memória.

André Madureira – Natural de Garanhuns/PE, Madureira (1951) mudou-se jovem para o Recife e no final dos anos 1960 já era criador, diretor, produtor e apresentador de programas na rádio e TV.  Em 1972 fundou o Grupo Teatral Gente da Gente, que viria a se tornar o Balé Popular do Recife, que criou uma dança nacional inspirada na cultura popular do Nordeste, a brasílica, com roupagem contemporânea. O grupo introduziu o Nordeste no mapa cultural do pais, mostrando ao mundo o bumba-meu-boi, a cavalhada e o pastoril.

Claudionor Germano – Claudionor (1932), conquistou fama com composições de frevo, sendo um dos principais intérpretes das obras de Capiba e Nelson Ferreira, somente do primeiro, gravou 132 canções. Iniciou sua carreira em 1947, na Rádio Clube de Pernambuco, com o conjunto musical Ases do Ritmo. Manteve-se ligado ao grupo mesmo quando partiu para a carreira solo. Ao comemorar 68 anos de carreira, em 2012, contabilizava a gravação de 478 músicas e 31 discos.

J. Borges – Um dos artistas populares mais celebrados da América Latina, José Francisco Borges (1935), natural de Bezerros/PE, é cordelista, xilogravurista e poeta. Já ilustrou capas de cordéis, livros e discos, e expôs em diversos países. Recebeu a comenda da Ordem do Mérito e o prêmio UNESCO na categoria Ação Educativa, e em 2002, foi um dos 13 artistas escolhidos para ilustrar o calendário anual das Nações Unidas.

Maria Cristina Andrade – Cristina (1947) é mestre cirandeira, também envolvida em folguedos populares como o pastoril, o urso de Carnaval, a Bandeira de São Joao e a Lapinha. Filha de “Dona Dengosa”, que fundou o Pastoril Estrela Brilhante, em 1958, e a Ciranda Dengosa, em 1968, Maria Cristina acabou herdando o talento materno para a cultura popular, tornando-se também cantora e organizadora dos corais dos blocos Após Fun, Bloco do Amor, Diversional da Torre e Urso Cangaçá.

Mestre Dila - José Soares da Silva (1937), nasceu na Paraíba, mas veio para Pernambuco ainda criança. Em Caruaru, onde reside deste 1952, aprendeu a trabalhar com a madeira, fazendo carimbo e xilogravura. Suas gravuras, entalhadas em madeira e borracha vulcanizada, ilustram folhetos, rótulos de cachaça, livros, remédios e outros produtos, explorando temáticas do imaginário sertanejo e o realismo fantástico.

Todo conteúdo da série de minidocumentários Memórias de Pernambuco – Patrimônios Vivos será disponibilizado de forma gratuita na internet, no endereço eletrônico www.memoriasdepernambuco.com.br . Os vídeos terão duração de 15 minutos, com Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), gravados em 4k e entregues com resolução fullHD, para que também possam ser exibidos com fins educacionais, acervo documental e etnográfico, em sessões presenciais.

O projeto é pioneiro, pois não existe acervo específico sobre os mestres, mestras, artistas e instituições contemplados pela Lei do Patrimônio Vivo. Queremos valorizar, reconhecer e dar visibilidade a estes mestres, enaltecer e tornar evidente sua relevância para a identidade do estado e o impacto de sua atividade na economia, educação e cultura. Desejamos, principalmente, que o legado desses expoentes culturais não fique disperso em biografias e homenagens isoladas. Temos pressa em iniciar a construção desse acervo da cultura popular pernambucana.

 


O programa Matchfunding BNDES + Patrimônio Cultural funciona na base do tudo ou nada. O aporte do banco (o
match) só acontece se os projetos levantarem, por meio do crowndfunding, 30% da meta mínima de captação, no prazo máximo de dois meses. No nosso caso, a campanha de financiamento coletivo para o projeto Memórias de Pernambuco – Patrimônios Vivos precisa captar R$ 53 mil (cinquenta e três mil) a fim de que o BNDES subvencione os 70% restantes.
 

A iniciativa é fruto de uma parceria do BNDES com a Sitawi Finanças do Bem e a plataforma de crowdfunding Benfeitoria, que hospeda o site do programa para as colaborações. Para cada R$ 1,00 arrecadado online, o banco aporta R$ 2,00, até o limite de R$ 53.000,00 (cinquenta e três mil reais). Mas para mostrar a relevância e o interesse público do nosso projeto, precisamos gerar engajamento. Nós estamos confiantes. Acreditamos na importância do registro biográfico dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, um capital cultural reconhecido e amado em todo território nacional, e até mesmo em outros países. Junte-se a nós e colabore com esse projeto.

ARTEPE

A Artepe (Associação de Realizadores de Teatro de Pernambuco) tem reconhecida atuação no campo das artes cênicas do estado, mas também trabalha com as linguagens da dança, do circo e da ópera. Entre suas montagens de sucesso estão A inconveniência de ter coragem e Os Cabras de Lampião, ambas com turnês nacionais e internacionais.

LYDIA BARROS

Lydia Barros, idealizadora do projeto, é jornalista formada no impresso (Diario de Pernambuco e Gazeta Mercantil), onde atuou como repórter, editora e editora executiva. Traz experiências bem-sucedidas nos campos da produção e pesquisa culturais. Possui mestrado e doutorado em comunicação, com um livro e vários artigos publicados.

RODRIGO BARROS

Rodrigo Barros está há 11 anos no mercado audiovisual pernambucano, com passagens por São Paulo, em produtoras como Canal Zero, Nitro comunicação e produções especiais do Sportv (Mídia Day). Desenvolve trabalhos com artistas plásticos e músicos, com assinatura em videoclipes e curta-metragem.

TERESA MAIA

Teresa Maia está entre as melhores fotojornalistas do Brasil (10ª edição de O Melhor do Fotojornalismo Brasileiro, 2018), com prêmios regionais, nacionais e internacional.

FERVO PROJETOS CULTURAIS

A Fervo atua desde 2011 com foco em planejamento e produção executiva de eventos e projetos culturais. Adota um sistema de gestão participativa com o apoio de profissionais de diversos campos do conhecimento, nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, música e patrimônio. Participa de mercados internacionais e feiras de economia criativa no Brasil, Argentina, Colômbia e Uruguai. @fervoprojetos

         

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Modalidade

Matchfunding, Projeto, Meta Tudo ou Nada

Sua colaboração será multiplicada pela instituição parceira, aumentando seu impacto no projeto.

  • Valor captado via financiamento coletivo é complementado pelo aporte da instituição parceira.
  • Taxa aplicada apenas sobre o valor arrecadado na campanha.
  • Apoiadores podem receber recompensas conforme a campanha.