Formação de Multiplicadoras Indígenas |

Formação de Multiplicadoras Indígenas

Promover diálogo e formação em questões emergenciais do direito à saúde, vida e território, com foco em casos de estupro, suicídio, depressão e uso de

Projeto por: Bem-te-vi Produções
R$ 4.800,00
arrecadado
meta R$ 55.555,00

3 benfeitores
apoiaram essa campanha

Não foi dessa vez :/

A meta de arrecadação não foi atingida e todas as colaborações foram estornadas. Obrigado pelo apoio ainda assim!

POR

Bem-te-vi Produções

Bem-te-vi Produções

R$ 50
Posso doar o mínimo
Seja o primeiro a apoiar!
Agradecidas pela doação mínima, todo esforço é válido e nos ajuda a realizar esse evento! Iremos enviar por email as atualizações desse projeto.
R$ 160
Quero uma playlist de músicas indígenas
Seja o primeiro a apoiar!
Muita gratidão a você que pode doar um pouquinho mais que o mínimo, somos muito gratas! Você receberá a atualização de nossos movimentos, além de receber uma playlist de músicas indígenas de todo o mundo.
R$ 200
Brinco Karajá / Limitado!
Seja o primeiro a apoiar!
Eliana Karajá irá presentear 3 mulheres com 3 brincos do seu povo Karajá, um de missanga com pena, outro de pena e outro de cipó dourado. Recompensa limitada

3 disponíveis.
R$ 350
Posso doar o valor médio o/
Seja o primeiro a apoiar!
Muito gratas por esse valor, sabemos o quanto é significativo para você, saiba que para nós também! Vamos te presentear com a playlist de músicas indígenas, fazer menção no facebook de Eliana e colocar seu nome como um dos colaboradores do filme.
R$ 450
Lembrança do povo Karajá
Seja o primeiro a apoiar!
Vamos te presentear com uma canoinha e um remo (tamanho do antebraço), artesanato feito pelas indígenas Karajá que representa o seu povo, com madeira lá da aldeia, feito especialmente por você

5 disponíveis.
R$ 900
Um valor maior por um presente especial
Seja o primeiro a apoiar!
Gratidão pelo seu carinho em doar esse valor que nos ajuda a conquistar nossa meta mais rápido e tornar possível a realização do nosso evento! Gostaríamos de te presentear com um artesanato especial

6 disponíveis.
R$ 3.000
Quero divulgar minha marca!
Seja o primeiro a apoiar!
Essa quota de "APOIO" recebe a menção em no filme e mídias para a ação de 2019. Muita gratidão por fortalecer nosso trabalho como apoiador oficial desse projeto!

7 disponíveis.
R$ 10.000
Quero minha logo no banner!
Seja o primeiro a apoiar!
Como produtores executivos, vocês tem sua logo nas mídias sociais, filme, materiais e no banner, compartilharemos também com você um kit mídia de imprensa com fotos e mídias sociais do projeto para que postem em suas mídias também, divulgando o suporte de vocês adicionando a sua logo.

5 disponíveis.
R$ 20.000
Quero Patrocinar
Seja o primeiro a apoiar!
Gratidão por patrocinar esse evento, temos 3 quotas para 3 patrocinadores que queiram ter sua logo na parte principal nas camisetas, no banner, filme e mídias como patrocinadores principais no evento de 2019, além de receber um kit de mídias especiais feita para a sua empresa, com designs para postar nas suas mídias sociais, além de um corte do vídeo institucional especialmente para a sua empresa. Muita muita gratidão em apoiar esse projeto tão necessário hoje e sempre!

3 disponíveis.
R$ 30.000
Patrocinador + Experiência
Seja o primeiro a apoiar!
Mesma recompensa acima, com a diferença de que você irá fazer parte da experiência com tudo incluso! É um patrocinador que acompanhará junto conosco a vivência e ficaremos dois dias a mais na aldeia para que conheça a tradição e os rituais indígenas do povo Karajá, receberá presentes e viverá um momento especial, que será inteiramente fotografado e filmado pela nossa equipe.

01 disponível.

*If you are an English speaker, please visit this link here to get to the international crowdfunding* 

 

PROBLEMÁTICA

Com a perda de território indígena (por invasões e crimes ambientais em terras demarcadas ou ainda não demarcadas, e ainda em terras compradas pelos indígenas para evitar esse tipo de problema) além da desmoralização vinda do próprio governo e da histórico da sociedade:  Muitos indígenas estão com problemas sendo agravados, como abuso sexual (que acontece desde a época dos colonizadores e nunca parou) ou novos problemas antes desconhecidos, como o uso de álcool e drogas, além da depressão e extrema pobreza, fora a falta de contato com a própria cultura. 

 

SOLUÇÃO

Formação de multiplicadoras, líderes mulheres nas aldeias para que sejam as guardiãs de conhecimento e práticas, promoverem o diálogo para trazer a clareza e compreensão dos problemas enfrentados em rodas de conversa com a comunidade, criando alternativas criativas para diversas necessidades e praticar a comunicação direta com a sua comunidade.
As multiplicadoras seguem em contato com nosso grupo de apoio que busca desenvolver soluções/ações para as diversas necessidades que venham a surgir.


_POR QUEM:
Um projeto liderado por mulheres indígenas para mulheres indígenas, sob a direção de Eliana Karajá. Com mais de 90% da equipe indígena, temos uma compreensão abrangente da realidade indígena no Brasil. Nossa equipe possui profissionais nas áreas de enfermagem, assistente social, biólogo, educação física, bioquímico, psicólogo, ginecologista e administração. Também temos uma equipe de mídia de não indígenas que trabalha com indígenas, uma fotógrafa, duas cineastas e uma assessoria de imprensa.

Eliana Karajá sempre esteve envolvida em projetos com seu povo, os Karajás, começando a ajudar seu povo a enfrentar problemas de estupro e suicídio. Desde 2009, ela expandiu seu trabalho para incluir outras etnia e trabalhar / colaborar com ONGs. Em 2010, assumiu a representação dos Povos Indígenas na CAMS (Comissão de Movimentos Sociais), foi reeleita por três mandatos consecutivos e está em processo de conclusão de seu mandato final. É coordenadora da ASIVA desde a sua criação, conselheira de saúde indígena distrital e conselheira municipal de saúde. Membro do Fórum de ONGs da Aids no estado de Goiás, conselheira do CONAMI (Conselho Nacional de Mulheres Indígenas) e conselheira do projeto da ONU no Brasil, Voz das Mulheres Indígenas.

Eliana realizou nos últimos 9 anos projetos de forma independente buscando apoio de empresas privadas e conhecidos. O apoio do governo sempre foi muito escasso apenas ajudando em transporte quando conseguiam, porém agora não há recursos chegando em terras indígenas em qualquer parte do Brasil. Já foram realizadas formações nas aldeias: Aldeia Canoanã - TO. (1 vez) , Aldeia Santa Isabel dói Moro - TO. (20 vezes) Aldeia Macaúba - TO. (1 vez), Aldeia Materi, Itxala, Hawalora - MT. (6 vezes), Aldeia Carretão, Bdebure, Buridina - GO. (2 vezes) Atendendo 600 pessoas em um dia. E temos uma lista de aldeias esperando para serem atendidas, além de uma lista de lugares onde sabemos que há problemas em relação a nossos súditos, como o Amazonas, especialmente.

Lara Jacoski acompanha Eliana Karajá nessa empreitada como coordenadora de produção desse projeto. Lara nos últimos 3 anos trabalha prioritariamente com projetos em foco na temática indígena, coordenando e produzindo projetos como um todo e na área do audiovisual documental, trabalhou principalmente na região do Acre com a etnia Huni Kuin, com um trabalho pontual no Alto Xingu com os Kuikuro. Nos últimos 10 anos trabalhou com minorias e causas sociais especialmente na América Latina e Ásia, criando pontes entre essas minorias e a sociedade como um todo através do audiovisual e sua produtora independente Bem-te-vi Produções.

 

O ENCONTRO

Previsto para 18-20 de Novembro 2019 na Aldeia Fontoura, na divida de Tocantins e Mato Grosso.
Encontro de mais de 100 mulheres Kanela, Karajá, Baré e Xucuru-Kariri durante 3 dias para roda de conversa, fortalecimento e formação de lideranças mulheres em suas aldeias sobre os temas propostos de apoio e prevenção.
Cada aldeia precisa ter um grupo de mulheres que possa orientar sua comunidade e jovens nas questões que chegaram com os não-indígenas por nosso contato. Iremos formar e informar essas mulheres para que sejam agentes de apoio em suas aldeias.

_ATIVIDADES:
Além de fornecer amplo espaço para os participantes proporem seus próprios temas / tópicos de discussão, em nossos 9 anos de trabalho em campo, compilamos um amplo material de temas que usaremos para facilitar o trabalho em grupo. Temos uma apostila com os temas entregues com uma bolsa para cada participante.

  • Saúde Mental

  • Saúde da Mulher

  • Doenças sexualmente transmissíveis

  • Ginecologia natural e plantas medicinais

  • Prevenção ao câncer de mama e útero

  • Hepatites virais nos povos indígenas

  • Saúde Sexual

  • Tuberculose nos povos indígenas

  • Aleitamento contra a desnutrição infantil

  • Diabetes nos povos indígenas

  • Redução de danos álcool/drogas

  • Tratando da Depressão


_PÓS EVENTO:
Manteremos uma comunicação próxima com cada aldeia que participou do evento, a fim de continuar a fornecer suporte, orientação, coletar e analisar dados, também aprofundando nosso próprio conhecimento do trabalho com as diferentes etnias do Brasil.
Cada povoado e sua experiência com essa epidemia são casos únicos, à medida que expandimos nosso trabalho, também expandimos nossa capacidade de responder melhor e fornecer soluções eficazes para salvar vidas.

RECURSO

O recurso para unir mulheres indígenas sempre é custoso, especialmente em relação a locomoção das indígenas e de nossa equipe, depois alimentar e hospedar todas essas mulheres, porém como hospedagem durante o encontro cada mulher irá levar sua rede ou barraca, evitando esse custo.

É necessário um recurso total de R$86.700 para realizar o evento proposto.
O recurso será dividido da seguinte forma:

  • Locomoção aéreo: R$9.500

  • Locomoção terrestre: R$7.500

  • Locomoção fluvial: R$3.300

  • Material de apoio: R$5.500

  • Material de divulgação: R$3.500

  • Mídia (1px foto e 2px vídeo): R$8.000

  • Assessoria de imprensa: R$3.000

  • Alimentação: R$7.000

  • Hospedagem/Trâmite equipe pré-evento: R$13.000

  • Equipe cozinha: R$4.000

  • Financeiro/Imposto: R$5.588

  • Equipe administrativa: R$8.800

  • Hospedagem em barracas no evento: $0

  • Taxas: R$7.700

  • Recompensas: R$2.500

FASE 1: Locomoções, alimentação, hospedagem, equipe cozinha/financeir/adm, taxas e recompensas = R$55.555
FASE 2: Material de apoio e divulgação, mídia, assessoria, equipe administrativa = R$55.555 + R$33.333
FASE 3: Se pudermos chegar a conseguir a fase 3 ficaríamos muito felizes em deixar uma benfeitoria na aldeia como uma casa de hospedaria para a hospedagem dos visitantes no futuro, quando se visita a aldeia é de praxe deixar uma benfeitoria a toda aldeia que nos acolheu, por isso seria muito importante conseguir essa verba que paga a construção, o material e o acabamento do espaço = R$11.111

 

Sobre as RECOMPENSAS:

Todas recompensas são feitas por mulheres indígenas Karajá.
Serão entregues pós-evento, até 20/12 serão postadas no correio.
Para postagens internacionais, cobramos o valor do correio internacional. 

* Para patrocinadores, iremos entrar em contato para desenvolver um material específico de divulgação para a empresa/pessoa.

 

COMPREENDA MAIS

Textos para conhecer melhor a problemática

# Texto 1 Demarcação, sob o ponto de vista indígena

# Texto 2 A Falta de representividade indígena no governo 

# Texto 3 Estudo sobre a necessidade da demarcação.

# Texto 4 Muito além do suicídio indígena

# Texto 5 Violência contra mulheres no Brasil

# Texto 6 A resistência contra o genocídio indígena

 

"Ser mulher indígena é cada dia derrubar os preconceitos da sociedade indígena e não indígena, porque o preconceito também parte dos parentes indígenas. Construir nosso espaço não tem sido muito fácil, é um caminho árduo que todas nos enfrentamos, esse enfrentamento nos causas feridas que levam um bom tempo para cicatrizar, portanto todos os dias são nossos SIM!"
Mestra Évelin Hekeré, etnia Terena (MT)

 

 

CRÉDITOS

Coordenação Geral do Projeto_ Eliana Karajá
Coordenação de Produção e financiamento coletivo_ Lara Jacoski (Bem-te-vi Produções)
Parceria administrativa_ Joana Munduruku

_Artes <3 na sequência
E imensa gratidão a todx designers maravilhosos que cederam suas artes para apoiar esse projeto.

#capa @bruna.bsa
#1 @petitabel
#2 @gustavo.caboco
#3 sem créditos
#4 @moraismavi
#5 A.León
#6 sem créditos
#7 @amandyx
#8 @favali_
#9 @camisgray
#10 @anamastusaki
#11 @coll.sue

 

Bem-te-vi Produções ainda não publicou nenhuma notícia.

*If you are an English speaker, please visit this link here to get to the international crowdfunding* 

 

PROBLEMÁTICA

Com a perda de território indígena (por invasões e crimes ambientais em terras demarcadas ou ainda não demarcadas, e ainda em terras compradas pelos indígenas para evitar esse tipo de problema) além da desmoralização vinda do próprio governo e da histórico da sociedade:  Muitos indígenas estão com problemas sendo agravados, como abuso sexual (que acontece desde a época dos colonizadores e nunca parou) ou novos problemas antes desconhecidos, como o uso de álcool e drogas, além da depressão e extrema pobreza, fora a falta de contato com a própria cultura. 

 

SOLUÇÃO

Formação de multiplicadoras, líderes mulheres nas aldeias para que sejam as guardiãs de conhecimento e práticas, promoverem o diálogo para trazer a clareza e compreensão dos problemas enfrentados em rodas de conversa com a comunidade, criando alternativas criativas para diversas necessidades e praticar a comunicação direta com a sua comunidade.
As multiplicadoras seguem em contato com nosso grupo de apoio que busca desenvolver soluções/ações para as diversas necessidades que venham a surgir.


_POR QUEM:
Um projeto liderado por mulheres indígenas para mulheres indígenas, sob a direção de Eliana Karajá. Com mais de 90% da equipe indígena, temos uma compreensão abrangente da realidade indígena no Brasil. Nossa equipe possui profissionais nas áreas de enfermagem, assistente social, biólogo, educação física, bioquímico, psicólogo, ginecologista e administração. Também temos uma equipe de mídia de não indígenas que trabalha com indígenas, uma fotógrafa, duas cineastas e uma assessoria de imprensa.

Eliana Karajá sempre esteve envolvida em projetos com seu povo, os Karajás, começando a ajudar seu povo a enfrentar problemas de estupro e suicídio. Desde 2009, ela expandiu seu trabalho para incluir outras etnia e trabalhar / colaborar com ONGs. Em 2010, assumiu a representação dos Povos Indígenas na CAMS (Comissão de Movimentos Sociais), foi reeleita por três mandatos consecutivos e está em processo de conclusão de seu mandato final. É coordenadora da ASIVA desde a sua criação, conselheira de saúde indígena distrital e conselheira municipal de saúde. Membro do Fórum de ONGs da Aids no estado de Goiás, conselheira do CONAMI (Conselho Nacional de Mulheres Indígenas) e conselheira do projeto da ONU no Brasil, Voz das Mulheres Indígenas.

Eliana realizou nos últimos 9 anos projetos de forma independente buscando apoio de empresas privadas e conhecidos. O apoio do governo sempre foi muito escasso apenas ajudando em transporte quando conseguiam, porém agora não há recursos chegando em terras indígenas em qualquer parte do Brasil. Já foram realizadas formações nas aldeias: Aldeia Canoanã - TO. (1 vez) , Aldeia Santa Isabel dói Moro - TO. (20 vezes) Aldeia Macaúba - TO. (1 vez), Aldeia Materi, Itxala, Hawalora - MT. (6 vezes), Aldeia Carretão, Bdebure, Buridina - GO. (2 vezes) Atendendo 600 pessoas em um dia. E temos uma lista de aldeias esperando para serem atendidas, além de uma lista de lugares onde sabemos que há problemas em relação a nossos súditos, como o Amazonas, especialmente.

Lara Jacoski acompanha Eliana Karajá nessa empreitada como coordenadora de produção desse projeto. Lara nos últimos 3 anos trabalha prioritariamente com projetos em foco na temática indígena, coordenando e produzindo projetos como um todo e na área do audiovisual documental, trabalhou principalmente na região do Acre com a etnia Huni Kuin, com um trabalho pontual no Alto Xingu com os Kuikuro. Nos últimos 10 anos trabalhou com minorias e causas sociais especialmente na América Latina e Ásia, criando pontes entre essas minorias e a sociedade como um todo através do audiovisual e sua produtora independente Bem-te-vi Produções.

 

O ENCONTRO

Previsto para 18-20 de Novembro 2019 na Aldeia Fontoura, na divida de Tocantins e Mato Grosso.
Encontro de mais de 100 mulheres Kanela, Karajá, Baré e Xucuru-Kariri durante 3 dias para roda de conversa, fortalecimento e formação de lideranças mulheres em suas aldeias sobre os temas propostos de apoio e prevenção.
Cada aldeia precisa ter um grupo de mulheres que possa orientar sua comunidade e jovens nas questões que chegaram com os não-indígenas por nosso contato. Iremos formar e informar essas mulheres para que sejam agentes de apoio em suas aldeias.

_ATIVIDADES:
Além de fornecer amplo espaço para os participantes proporem seus próprios temas / tópicos de discussão, em nossos 9 anos de trabalho em campo, compilamos um amplo material de temas que usaremos para facilitar o trabalho em grupo. Temos uma apostila com os temas entregues com uma bolsa para cada participante.

  • Saúde Mental

  • Saúde da Mulher

  • Doenças sexualmente transmissíveis

  • Ginecologia natural e plantas medicinais

  • Prevenção ao câncer de mama e útero

  • Hepatites virais nos povos indígenas

  • Saúde Sexual

  • Tuberculose nos povos indígenas

  • Aleitamento contra a desnutrição infantil

  • Diabetes nos povos indígenas

  • Redução de danos álcool/drogas

  • Tratando da Depressão


_PÓS EVENTO:
Manteremos uma comunicação próxima com cada aldeia que participou do evento, a fim de continuar a fornecer suporte, orientação, coletar e analisar dados, também aprofundando nosso próprio conhecimento do trabalho com as diferentes etnias do Brasil.
Cada povoado e sua experiência com essa epidemia são casos únicos, à medida que expandimos nosso trabalho, também expandimos nossa capacidade de responder melhor e fornecer soluções eficazes para salvar vidas.

RECURSO

O recurso para unir mulheres indígenas sempre é custoso, especialmente em relação a locomoção das indígenas e de nossa equipe, depois alimentar e hospedar todas essas mulheres, porém como hospedagem durante o encontro cada mulher irá levar sua rede ou barraca, evitando esse custo.

É necessário um recurso total de R$86.700 para realizar o evento proposto.
O recurso será dividido da seguinte forma:

  • Locomoção aéreo: R$9.500

  • Locomoção terrestre: R$7.500

  • Locomoção fluvial: R$3.300

  • Material de apoio: R$5.500

  • Material de divulgação: R$3.500

  • Mídia (1px foto e 2px vídeo): R$8.000

  • Assessoria de imprensa: R$3.000

  • Alimentação: R$7.000

  • Hospedagem/Trâmite equipe pré-evento: R$13.000

  • Equipe cozinha: R$4.000

  • Financeiro/Imposto: R$5.588

  • Equipe administrativa: R$8.800

  • Hospedagem em barracas no evento: $0

  • Taxas: R$7.700

  • Recompensas: R$2.500

FASE 1: Locomoções, alimentação, hospedagem, equipe cozinha/financeir/adm, taxas e recompensas = R$55.555
FASE 2: Material de apoio e divulgação, mídia, assessoria, equipe administrativa = R$55.555 + R$33.333
FASE 3: Se pudermos chegar a conseguir a fase 3 ficaríamos muito felizes em deixar uma benfeitoria na aldeia como uma casa de hospedaria para a hospedagem dos visitantes no futuro, quando se visita a aldeia é de praxe deixar uma benfeitoria a toda aldeia que nos acolheu, por isso seria muito importante conseguir essa verba que paga a construção, o material e o acabamento do espaço = R$11.111

 

Sobre as RECOMPENSAS:

Todas recompensas são feitas por mulheres indígenas Karajá.
Serão entregues pós-evento, até 20/12 serão postadas no correio.
Para postagens internacionais, cobramos o valor do correio internacional. 

* Para patrocinadores, iremos entrar em contato para desenvolver um material específico de divulgação para a empresa/pessoa.

 

COMPREENDA MAIS

Textos para conhecer melhor a problemática

# Texto 1 Demarcação, sob o ponto de vista indígena

# Texto 2 A Falta de representividade indígena no governo 

# Texto 3 Estudo sobre a necessidade da demarcação.

# Texto 4 Muito além do suicídio indígena

# Texto 5 Violência contra mulheres no Brasil

# Texto 6 A resistência contra o genocídio indígena

 

"Ser mulher indígena é cada dia derrubar os preconceitos da sociedade indígena e não indígena, porque o preconceito também parte dos parentes indígenas. Construir nosso espaço não tem sido muito fácil, é um caminho árduo que todas nos enfrentamos, esse enfrentamento nos causas feridas que levam um bom tempo para cicatrizar, portanto todos os dias são nossos SIM!"
Mestra Évelin Hekeré, etnia Terena (MT)

 

 

CRÉDITOS

Coordenação Geral do Projeto_ Eliana Karajá
Coordenação de Produção e financiamento coletivo_ Lara Jacoski (Bem-te-vi Produções)
Parceria administrativa_ Joana Munduruku

_Artes <3 na sequência
E imensa gratidão a todx designers maravilhosos que cederam suas artes para apoiar esse projeto.

#capa @bruna.bsa
#1 @petitabel
#2 @gustavo.caboco
#3 sem créditos
#4 @moraismavi
#5 A.León
#6 sem créditos
#7 @amandyx
#8 @favali_
#9 @camisgray
#10 @anamastusaki
#11 @coll.sue

 

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