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[SP] Nós, mulheres da periferia

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Em tempos de Coronavírus, buscamos informações e notícias a partir das periferias de São Paulo. No Brasil, 45% dos lares são chefiados por mulheres. Porém, este é também o grupo social mais exposto ao desemprego, ao trabalho informal e aos piores salários. Além disso, 63% dos lares liderados por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza. Diante da pandemia causada pela Covid-19 e a consequente crise de saúde e econômica instaurada no mundo, nosso trabalho se dedica a investigar como a precariedade causada pela falta de dinheiro, de saneamento básico e de saúde pública impactam o dia a dia nas bordas da cidade, sempre na voz de mulheres. Respeitando as orientações das organizações de saúde, continuaremos a cumprir nossa missão, que é realizar uma cobertura jornalística humana, próxima e que tenha a perspectiva de mulheres que moram nas regiões periféricas de São Paulo.

Somos comunicadoras nascidas e/ou moradoras das regiões periféricas e nossa atuação tem como recorte a perspectiva de classe, raça e território, com foco em São Paulo, a maior cidade do Brasil e da América Latina. Entre as diretrizes deste trabalho está o desejo de aumentar o número de mulheres contando suas histórias e opiniões, contribuindo, assim, para um debate plural e próximo da realidade brasileira. Ter uma redação online formada por mulheres negras e periféricas contribui para a diversidade e pluralidade do fazer jornalístico em dois âmbitos: quem faz e quem escuta. Com foco em um jornalismo próximo, humano e de profundidade, acreditamos na potência dos conteúdos pensados e executados por mulheres. Nossas fontes prioritárias são as mulheres negras e moradoras das periferias. Desde 2014, o grupo já produziu inúmeras reportagens, investigações e notícias, além do curta documentário “Nós, Carolinas - Vozes das mulheres da periferia”, com centenas de exibições públicas em escolas, cinemas, igrejas, unidades de saúde, universidades e milhares de visualizações em plataformas virtuais. Em 2015, fomos vencedoras do prêmio Almerinda Gama de Oliveira, pelo trabalho de comunicação na defesa dos direitos da população negra e do Prêmio Antonieta de Barros para jovens comunicadores negros.

Todas as regiões periféricas irão ser beneficiadas por nosso trabalho, sempre comprometido em informar mulheres negras e periféricas que, historicamente, tiveram o direito à comunicação negado. Nesse momento, os nossos conteúdos ajudarão essas mulheres a se informarem sobre os mais diversos aspectos relacionados ao novo coronavírus, auxílios que têm direito ou espaços e instituições de acolhimento destinados a elas e seus filhos. Além do suporte direto para a garantia dos direitos básicos, a periferia precisa ter suas opiniões, sentimentos e elaborações de mundo ecoados. Ainda mais quando falamos em mulheres, que ainda sob as imposições do racismo e do machismo têm suas opiniões reduzidas e ignoradas ao longo do tempo. Para além de viverem em regiões em que a chegada do Covid-19 tem maior potencial de destruição, é fundamental que os mecanismos de sobrevivência, a intelectualidade e as estratégias criadas por essas mulheres façam parte da memória deste momento e deste país. Mulheres negras e periféricas são fonte de conhecimento e sabedoria, em todas as situações, e não é diferente agora. Estamos aqui para ouvir e compartilhar sobre isso.

Match-funding é como uma vaquinha turbinada: uma nova modalidade de fomento, que mistura o financiamento coletivo (ou crowd-funding) com aporte de parceiros, que multiplicam a arrecadação. Para cada R$ 1 arrecadado pelos projetos selecionados por intermédio da plataforma da Benfeitoria, o Fundo Colaborativo Enfrente contribui com mais R$ 2, até que o valor de R$30.000 seja alcançado.

O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

NMP Comunicação e Jornalismo LTDA ainda não publicou nenhuma notícia.

Em tempos de Coronavírus, buscamos informações e notícias a partir das periferias de São Paulo. No Brasil, 45% dos lares são chefiados por mulheres. Porém, este é também o grupo social mais exposto ao desemprego, ao trabalho informal e aos piores salários. Além disso, 63% dos lares liderados por mulheres negras estão abaixo da linha da pobreza. Diante da pandemia causada pela Covid-19 e a consequente crise de saúde e econômica instaurada no mundo, nosso trabalho se dedica a investigar como a precariedade causada pela falta de dinheiro, de saneamento básico e de saúde pública impactam o dia a dia nas bordas da cidade, sempre na voz de mulheres. Respeitando as orientações das organizações de saúde, continuaremos a cumprir nossa missão, que é realizar uma cobertura jornalística humana, próxima e que tenha a perspectiva de mulheres que moram nas regiões periféricas de São Paulo.

Somos comunicadoras nascidas e/ou moradoras das regiões periféricas e nossa atuação tem como recorte a perspectiva de classe, raça e território, com foco em São Paulo, a maior cidade do Brasil e da América Latina. Entre as diretrizes deste trabalho está o desejo de aumentar o número de mulheres contando suas histórias e opiniões, contribuindo, assim, para um debate plural e próximo da realidade brasileira. Ter uma redação online formada por mulheres negras e periféricas contribui para a diversidade e pluralidade do fazer jornalístico em dois âmbitos: quem faz e quem escuta. Com foco em um jornalismo próximo, humano e de profundidade, acreditamos na potência dos conteúdos pensados e executados por mulheres. Nossas fontes prioritárias são as mulheres negras e moradoras das periferias. Desde 2014, o grupo já produziu inúmeras reportagens, investigações e notícias, além do curta documentário “Nós, Carolinas - Vozes das mulheres da periferia”, com centenas de exibições públicas em escolas, cinemas, igrejas, unidades de saúde, universidades e milhares de visualizações em plataformas virtuais. Em 2015, fomos vencedoras do prêmio Almerinda Gama de Oliveira, pelo trabalho de comunicação na defesa dos direitos da população negra e do Prêmio Antonieta de Barros para jovens comunicadores negros.

Todas as regiões periféricas irão ser beneficiadas por nosso trabalho, sempre comprometido em informar mulheres negras e periféricas que, historicamente, tiveram o direito à comunicação negado. Nesse momento, os nossos conteúdos ajudarão essas mulheres a se informarem sobre os mais diversos aspectos relacionados ao novo coronavírus, auxílios que têm direito ou espaços e instituições de acolhimento destinados a elas e seus filhos. Além do suporte direto para a garantia dos direitos básicos, a periferia precisa ter suas opiniões, sentimentos e elaborações de mundo ecoados. Ainda mais quando falamos em mulheres, que ainda sob as imposições do racismo e do machismo têm suas opiniões reduzidas e ignoradas ao longo do tempo. Para além de viverem em regiões em que a chegada do Covid-19 tem maior potencial de destruição, é fundamental que os mecanismos de sobrevivência, a intelectualidade e as estratégias criadas por essas mulheres façam parte da memória deste momento e deste país. Mulheres negras e periféricas são fonte de conhecimento e sabedoria, em todas as situações, e não é diferente agora. Estamos aqui para ouvir e compartilhar sobre isso.

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O Fundo Colaborativo Enfrente, composto pela Fundação Tide Setubal e demais parceiros (vide aba “Parceiros” em benfeitoria.com/enfrente) poderá aportar o total de mais R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para triplicar a arrecadação de campanhas de financiamento coletivo de iniciativas que enfrentem os efeitos do Coronavírus nas periferias urbanas brasileiras. Por se tratar de um Fundo Colaborativo e aberto a novos parceiros, o montante destinado a triplicação dos projetos pode ainda aumentar, possibilitando um número maior de iniciativas contempladas.

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