Nossas Amálias |

Nossas Amálias

A campanha Nossas Amálias busca arrecadar doações de fraldas geriátricas e equipamentos médico-hospitalares para pessoas idosas de periferias.

Projeto por: Periferia Viva
R$ 1.940,00
arrecadado
meta R$ 5.000,00

28 benfeitores
apoiaram essa campanha

Conseguimos \o/

Obrigado a todos os Benfeitores por mais um projeto bem sucedido. Agora, acompanhe as novidades e comentários do projeto.

POR

Periferia Viva

Periferia Viva
R$ 10
Agradecemos o apoio!
2 benfeitores apoiando
R$ 20
Quero ajudar!
1 benfeitor apoiando
1 cartão de 21x15cm em papel couché 275g. Entrega pelos correios ou retirada na sede da AIC.
R$ 50
Envelhecimento digno
5 benfeitores apoiando
2 cartões de 21x15cm em papel couché 275g. Entrega pelos correios ou retirada na sede da AIC.
R$ 100
Contribuição família
2 benfeitores apoiando
4 cartões de 21x15cm em papel couché 275g. Entrega pelos correios ou retirada na sede da AIC.
R$ 150
A comunidade agradece!
Seja o primeiro a apoiar!
Kit de 6 cartões de 21x15cm em papel couché 275g. Entrega pelos correios ou retirada na sede da AIC.

Desde o surgimento da rede Periferia Viva, recebemos uma grande demanda por fraldas geriátricas, itens essenciais para propiciar tranquilidade e conforto para as pessoas idosas. 

Com a pandemia, a vulnerabilidade dos territórios periféricos aumentou. A condição de insegurança alimentar faz com que a compra de mantimentos seja priorizada pelas famílias, de modo que produtos de higiene básica como fraldas geriátricas se tornam inacessíveis para quem precisa.

Pensando nisso, a rede Periferia Viva lança a campanha Nossas Amálias - Conforto pra quem sempre foi colo, que tem como objetivo destinar fraldas geriátricas a pessoas idosas de territórios periféricos. Também recolhemos equipamentos como cadeiras de rodas, andadores, corrimãos e tapetes antiderrapantes.

Nas comunidades, vilas e favelas, onde a pobreza está em ascensão com a pandemia, os cuidados com os mais velhos são uma preocupação para as lideranças comunitárias. Segundo pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) publicada em 2019, entre a população idosa negra, a condição econômica e de saúde se agrava - exemplo disso são as altas taxas de hipertensão, diabetes e acidente vascular cerebral neste grupo. No mesmo recorte etário e racial, observa-se uma concentração de pessoas que não têm renda para suas despesas diárias. 

O nome da ação é uma homenagem a Dona Amélia, de 86 anos, liderança comunitária do Morro das Pedras, na região Oeste de BH. Nascida em Lagoa da Prata-MG, Dona Amália veio ainda jovem pra BH e batalhou pra criar sua família e ajudar construir o território onde viveu por décadas. Dava vacina para as crianças, conseguia medicamentos pra vizinhança e protegia a quem precisasse. Era mãe de todo mundo no morro. Hoje, ela é referência de luta e acolhimento para quem nasce e mora nas quebradas.

As fraldas geriátricas e equipamentos ortopédicos serão encaminhados para cinco entidades da rede Periferia Viva:

  • Dreminas - sediada na região hospitalar, atua em todo o estado de Minas Gerais 

  • Mães do Anel - localizadas no Madre Gertrudes 

  • Associação Cultural Social Desportiva dos bairros Jardim América, Nova Granada e adjacências - ACSCD - atua na Zona Oeste de BH, no Nova Granada e Morro das Pedras 

  • Centro de apoio e combate ao câncer Itapoã - bairro Vila Clóvis 

  • Campanha Solidária - atuação na Vila Maria e Jardim Vitória 

 

 

Seja por experiência própria com cuidados de idosos ou por pessoas conhecidas que passaram pela mesma situação, muitos sabem das dificuldades financeiras, estruturais e emocionais encontradas para propiciar um envelhecer digno aos familiares. Dona Evangelista, de 75 anos, cuidou de sua mãe, Dona Rosária, até seu falecimento, aos 96 anos, por morte natural. Ela nos contou como foi o processo:

“A mãe não enxergava e tinha Alzheimer. Graças a Deus eu tive condição de comprar uma fralda boa que não assava o corpo nem sapecava. Não há fralda que chegue, os remédios são caros demais, a gente tem que comprar os remédios, o alimento também, por que toda hora tem que ter uma comida melhor para dar eles, né? Tinha os meus dois ordenados e a mãe tinha o dela, mas tem gente que não tem nada.” 

Ela também destaca também a importância da ajuda de profissionais, contratados para auxiliar sua mãe, para que ela pudesse realizar tarefas cotidianas: 

Eu pagava duas ajudantes diferentes, por que precisava de ajuda para dar banho e dormir com ela. As vezes quando ia levar no banheiro, ela bambeava as pernas, tinha que pagar uma de dia para me ajudar, por que se não não tinha como eu fazer almoço e nem lavar roupa ou arrumar casa. E se eu não tivesse condição, né? Como que ia fazer? Cuidei muito bem da minha mãe e ela morreu em paz, mas era difícil. Eu, se puder ajudar um enfermo que tá enfermo, um doente que tá doente, eu quero ajudar. Essa campanha é bão demais, porque de pouco em pouco, ajuda um bocadinho. Qualquer coisa que ajudar, já tá bom, né?” 

Foto divulgação: Dona Rosária conhece o tataraneto, Miguel, pela primeira vez. Da esquerda para a direita: Dona Evangelista, Dona Rosária, Miguel e Isabela 

  

A cada R$20 doados, você ganha um cartão postal com a arte linda cedida pela Camila Barone - para colocar em sua parede ou  multiplicar o gesto de afeto presenteando seus mais velhos. Ilustradora, artista gráfica e dona da Entrelinha Papelaria, Camila se inspirou nos fazeres manuais que compartilha com suas avós e avôs:

"O meu avô não era pedreiro, mas construiu sua casa e contava com muito orgulho os detalhes de emboçar (rebocar) as paredes, as escolhas das pedras de caquinhos que ele colocou no piso. Minhas avós costuravam, faziam crochê, pintura em tecido e, claro, uma comida muito especial, tempero de vó, né. Então, escolhi trabalhar com a memória afetiva da comida e cozinha, um lugar muito especial que a família mineira recebe as visitas para um cafezinho".

O cartão tem 21cm x 15cm e é impresso em papel couché 275g.

Sugestão de uso. A recompensa não inclui moldura.

O valor arrecadado aqui na plataforma da Benfeitoria será destinado exclusivamente para a compra de fraldas geriátricas para pessoas idosas atendidas pelas 5 iniciativas beneficiadas citadas no item anterior.

Também recebemos doações de fraldas geriátricas e equipamentos médicos-hospitalares às terças e quintas-feiras, das 10h às 17h, na sede da AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, na Rua David Campista, 247, Floresta, em BH.

  

A força tarefa Periferia Viva tem atuação prioritária na Região Metropolitana de Belo Horizonte-MG e foi criada para dar visibilidade e articular apoios e parcerias aos esforços já em curso de mobilização social e vigilância civil para o enfrentamento à pandemia do coronavírus, sempre na perspectiva da defesa do direito à vida, à dignidade e à cidadania das populações periféricas - que já estão sendo e serão cada vez mais gravemente impactadas pela pandemia e por seus efeitos. 

O Periferia Viva é uma realização da AIC - Agência de Iniciativas Cidadã, em parceria com o Fórum das Juventudes da Grande BH, a Laço Associação de Apoio Social e o grupo de pesquisa Mobiliza da UFMG. A ação desenvolveu uma plataforma online que reúne diversas estratégias de enfrentamento à Covid-19 nas periferias de Belo Horizonte e região metropolitana.

 

Nova recompensa! A cada R$20 doados, ganhe um postal para presentear quem você ama

Em: 07/12/2020 18:40

A cada R$20 doados, você ganha um cartão postal com a arte linda cedida pela Camila Barone - para colocar em sua parede ou  multiplicar o gesto de afeto presenteando seus mais velhos. Ilustradora, artista gráfica e dona da Entrelinha Papelaria, Camila se inspirou nos fazeres manuais que compartilha com suas avós e avôs:

"O meu avô não era pedreiro, mas construiu sua casa e contava com muito orgulho os detalhes de emboçar (rebocar) as paredes, as escolhas das pedras de caquinhos que ele colocou no piso. Minhas avós costuravam, faziam crochê, pintura em tecido e, claro, uma comida muito especial, tempero de vó, né. Então, escolhi trabalhar com a memória afetiva da comida e cozinha, um lugar muito especial que a família mineira recebe as visitas para um cafezinho".

O cartão tem 21cm x 15cm e é impresso em papel couché 275g.


Desde o surgimento da rede Periferia Viva, recebemos uma grande demanda por fraldas geriátricas, itens essenciais para propiciar tranquilidade e conforto para as pessoas idosas. 

Com a pandemia, a vulnerabilidade dos territórios periféricos aumentou. A condição de insegurança alimentar faz com que a compra de mantimentos seja priorizada pelas famílias, de modo que produtos de higiene básica como fraldas geriátricas se tornam inacessíveis para quem precisa.

Pensando nisso, a rede Periferia Viva lança a campanha Nossas Amálias - Conforto pra quem sempre foi colo, que tem como objetivo destinar fraldas geriátricas a pessoas idosas de territórios periféricos. Também recolhemos equipamentos como cadeiras de rodas, andadores, corrimãos e tapetes antiderrapantes.

Nas comunidades, vilas e favelas, onde a pobreza está em ascensão com a pandemia, os cuidados com os mais velhos são uma preocupação para as lideranças comunitárias. Segundo pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) publicada em 2019, entre a população idosa negra, a condição econômica e de saúde se agrava - exemplo disso são as altas taxas de hipertensão, diabetes e acidente vascular cerebral neste grupo. No mesmo recorte etário e racial, observa-se uma concentração de pessoas que não têm renda para suas despesas diárias. 

O nome da ação é uma homenagem a Dona Amélia, de 86 anos, liderança comunitária do Morro das Pedras, na região Oeste de BH. Nascida em Lagoa da Prata-MG, Dona Amália veio ainda jovem pra BH e batalhou pra criar sua família e ajudar construir o território onde viveu por décadas. Dava vacina para as crianças, conseguia medicamentos pra vizinhança e protegia a quem precisasse. Era mãe de todo mundo no morro. Hoje, ela é referência de luta e acolhimento para quem nasce e mora nas quebradas.

As fraldas geriátricas e equipamentos ortopédicos serão encaminhados para cinco entidades da rede Periferia Viva:

  • Dreminas - sediada na região hospitalar, atua em todo o estado de Minas Gerais 

  • Mães do Anel - localizadas no Madre Gertrudes 

  • Associação Cultural Social Desportiva dos bairros Jardim América, Nova Granada e adjacências - ACSCD - atua na Zona Oeste de BH, no Nova Granada e Morro das Pedras 

  • Centro de apoio e combate ao câncer Itapoã - bairro Vila Clóvis 

  • Campanha Solidária - atuação na Vila Maria e Jardim Vitória 

 

 

Seja por experiência própria com cuidados de idosos ou por pessoas conhecidas que passaram pela mesma situação, muitos sabem das dificuldades financeiras, estruturais e emocionais encontradas para propiciar um envelhecer digno aos familiares. Dona Evangelista, de 75 anos, cuidou de sua mãe, Dona Rosária, até seu falecimento, aos 96 anos, por morte natural. Ela nos contou como foi o processo:

“A mãe não enxergava e tinha Alzheimer. Graças a Deus eu tive condição de comprar uma fralda boa que não assava o corpo nem sapecava. Não há fralda que chegue, os remédios são caros demais, a gente tem que comprar os remédios, o alimento também, por que toda hora tem que ter uma comida melhor para dar eles, né? Tinha os meus dois ordenados e a mãe tinha o dela, mas tem gente que não tem nada.” 

Ela também destaca também a importância da ajuda de profissionais, contratados para auxiliar sua mãe, para que ela pudesse realizar tarefas cotidianas: 

Eu pagava duas ajudantes diferentes, por que precisava de ajuda para dar banho e dormir com ela. As vezes quando ia levar no banheiro, ela bambeava as pernas, tinha que pagar uma de dia para me ajudar, por que se não não tinha como eu fazer almoço e nem lavar roupa ou arrumar casa. E se eu não tivesse condição, né? Como que ia fazer? Cuidei muito bem da minha mãe e ela morreu em paz, mas era difícil. Eu, se puder ajudar um enfermo que tá enfermo, um doente que tá doente, eu quero ajudar. Essa campanha é bão demais, porque de pouco em pouco, ajuda um bocadinho. Qualquer coisa que ajudar, já tá bom, né?” 

Foto divulgação: Dona Rosária conhece o tataraneto, Miguel, pela primeira vez. Da esquerda para a direita: Dona Evangelista, Dona Rosária, Miguel e Isabela 

  

A cada R$20 doados, você ganha um cartão postal com a arte linda cedida pela Camila Barone - para colocar em sua parede ou  multiplicar o gesto de afeto presenteando seus mais velhos. Ilustradora, artista gráfica e dona da Entrelinha Papelaria, Camila se inspirou nos fazeres manuais que compartilha com suas avós e avôs:

"O meu avô não era pedreiro, mas construiu sua casa e contava com muito orgulho os detalhes de emboçar (rebocar) as paredes, as escolhas das pedras de caquinhos que ele colocou no piso. Minhas avós costuravam, faziam crochê, pintura em tecido e, claro, uma comida muito especial, tempero de vó, né. Então, escolhi trabalhar com a memória afetiva da comida e cozinha, um lugar muito especial que a família mineira recebe as visitas para um cafezinho".

O cartão tem 21cm x 15cm e é impresso em papel couché 275g.

Sugestão de uso. A recompensa não inclui moldura.

O valor arrecadado aqui na plataforma da Benfeitoria será destinado exclusivamente para a compra de fraldas geriátricas para pessoas idosas atendidas pelas 5 iniciativas beneficiadas citadas no item anterior.

Também recebemos doações de fraldas geriátricas e equipamentos médicos-hospitalares às terças e quintas-feiras, das 10h às 17h, na sede da AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, na Rua David Campista, 247, Floresta, em BH.

  

A força tarefa Periferia Viva tem atuação prioritária na Região Metropolitana de Belo Horizonte-MG e foi criada para dar visibilidade e articular apoios e parcerias aos esforços já em curso de mobilização social e vigilância civil para o enfrentamento à pandemia do coronavírus, sempre na perspectiva da defesa do direito à vida, à dignidade e à cidadania das populações periféricas - que já estão sendo e serão cada vez mais gravemente impactadas pela pandemia e por seus efeitos. 

O Periferia Viva é uma realização da AIC - Agência de Iniciativas Cidadã, em parceria com o Fórum das Juventudes da Grande BH, a Laço Associação de Apoio Social e o grupo de pesquisa Mobiliza da UFMG. A ação desenvolveu uma plataforma online que reúne diversas estratégias de enfrentamento à Covid-19 nas periferias de Belo Horizonte e região metropolitana.

 

Nova recompensa! A cada R$20 doados, ganhe um postal para presentear quem você ama

Em: 07/12/2020 18:40

A cada R$20 doados, você ganha um cartão postal com a arte linda cedida pela Camila Barone - para colocar em sua parede ou  multiplicar o gesto de afeto presenteando seus mais velhos. Ilustradora, artista gráfica e dona da Entrelinha Papelaria, Camila se inspirou nos fazeres manuais que compartilha com suas avós e avôs:

"O meu avô não era pedreiro, mas construiu sua casa e contava com muito orgulho os detalhes de emboçar (rebocar) as paredes, as escolhas das pedras de caquinhos que ele colocou no piso. Minhas avós costuravam, faziam crochê, pintura em tecido e, claro, uma comida muito especial, tempero de vó, né. Então, escolhi trabalhar com a memória afetiva da comida e cozinha, um lugar muito especial que a família mineira recebe as visitas para um cafezinho".

O cartão tem 21cm x 15cm e é impresso em papel couché 275g.