O Olhar de Edite |

O Olhar de Edite

A história de Dona Edite, uma mulher de luta que enxerga pelos olhos da poesia! Ajude esse filme documentário a tornar-se realidade!

Projeto por: Daniel Fagundes Souza
R$ 3.565,00
arrecadado
meta R$ 10.000,00

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arrecadado

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É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 28/11/2019 - 23:59

POR

Daniel Fagundes Souza

Daniel Fagundes Souza

R$ 10
Somando com a ideia
5 benfeitores apoiando
Nessa recompensa você recebe um áudio de agradecimento da Dona Edite recitando uma poesia diretamente pra você. Ganha também a oportunidade de conhecê-la presencialmente e dar-lhe um abraço em uma edição do Sarau da Cooperifa à combinar
R$ 30
Parceiro do sonho
19 benfeitores apoiando
Nessa recompensa você recebe seu nome nos créditos do filme e um áudio de agradecimento da Dona Edite recitando uma poesia diretamente pra você. Ganha também a oportunidade de conhecê-la presencialmente e dar-lhe um abraço em uma edição do Sarau da Cooperifa à combinar.
R$ 105
Aliança com o filme
9 benfeitores apoiando
Nessa recompensa você recebe seu nome nos créditos do filme e um áudio de agradecimento da Dona Edite recitando uma poesia diretamente pra você. Ganha também um livro de poemas escrito pelo diretor do filme, Daniel Fagundes, com dedicatória especial, "Flor(e)cimento: poesias de um homem aprendendo a amar".
R$ 300
Convidado especial
2 benfeitores apoiando
Nessa recompensa você recebe seu nome nos créditos do filme e um áudio de agradecimento da Dona Edite recitando uma poesia diretamente pra você. Ganha também um livro de poemas escrito pelo diretor do filme, Daniel Fagundes, "Flor(e)cimento: poesias de um homem aprendendo a amar". E ainda 1 livro de grandes pesquisadores da periferia, sobre literatura e antropologia urbana, de Guilhermo Aderaldo ou Allan da Rosa. + Convite para a pré estréia do filme.
R$ 1.000
Compartilhando a história
1 benfeitor apoiando
Nessa recompensa você recebe seu nome nos créditos do filme + um áudio de agradecimento da Dona Edite. Ganha também 2 livros de poemas escrito pelo diretor do filme, Daniel Fagundes, "Flor(e)cimento: poesias de um homem aprendendo a amar". Logotipo da sua empresa no filme (caso haja). + Par de convites para a pré estréia do filme e link para download.

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O objetivo do projeto é fazer um documentário longa metragem sobre Edite Marques da Silva, a conhecida Dona Edite, diva da Cooperifa e integrante do grupo de danças populares Flor de Lis. Mulher guerreira que perdeu a visão no começo dos anos 2000 e desde então foi se adaptando a enxergar pelos olhos da poesia.

Dona Edite é natural de Pirapora - MG e em meados dos anos 60, durante o período de chumbo, mudou-se para a periferia da zona Sul de Sao Paulo. Do Jardim Mirian ao Parque Figueira Grande, circulou pelos movimentos sindicais, pelas Comunidades Eclesiais de Base e pelos movimentos de cultura da cidade.

Nos anos 80 a casa de dona Edite e suas irmãs era um pólo de encontro de amigos artistas e intelectuais. Espaço onde muita gente da nova geração foi formada num intenso caldeirão de poesia, música e afeto. 
Edite sempre gostou de ler e com a perda da visão um dos grandes desafios foi a readaptação a nova realidade. Contou com a ajuda de amigos, familiares e da fundação Dorina Nowill para os primeiros passos nessa empreitada.
A Casa Popular de Cultura do M'Boi Mirim foi nesse momento delicado de sua vida uma ilha de acolhimento e a porta de entrada para todo o movimento de arte e cidadania da zona sul paulistana. Edite passou a contar com o apoio do grupo da terceira idade e a indicação de outros espaços potentes para a ressignificação de sua luta.

Na primeira metade dos anos 2000 chegou pela primeira vez no Sarau da Cooperifa, já com um repertório de poesias decoradas. Sua presença marcante e sua forte interpretação fez com que ela fosse recebida com muito respeito e admiração, tornando-se mais tarde na Diva do local. Recebendo prêmio, lançando um CD de poesias e dando uma série de entrevistas para grandes meios de comunicação, Edite ganhou notoriedade e é reconhecida por diferentes gerações de poetas da nova e da velha escola da literatura brasileira. Suas interpretações poéticas dão vida a obra de nomes da literatura clássica e da nova poesia periférica, vão de Sérgio Vaz à Thiago de Melo, de Castro Alves à Cora Coralina, encantando multidões.



Hoje com 77 anos e muita história pra contar. Chegou a hora de tornar sua trajetória em um filme. 
Daniel Fagundes, poeta e cineasta que cresceu à sombra deste Boabá que é Dona Edite, assumiu pra si a responsbilidade de produzir um documentário sobre essa grande guerreira da literatura, exemplo de superação e beleza!

         

Essa campanha pretende angariar fundos para a finalização deste projeto que é a gravação de Edite e família em sua cidade natal e para a edição e finalização do documentário, assim como também para a produção de legendas e audiodescrição que tornem o filme acessível para pessoas com diferentes tipos de deficência e que permita a distribuição do filme em festivais e mostras, nacionais e internacionais.


E aí topa tornar esse sonho realidade?

 

Daniel Fagundes Souza ainda não publicou nenhuma notícia.


O objetivo do projeto é fazer um documentário longa metragem sobre Edite Marques da Silva, a conhecida Dona Edite, diva da Cooperifa e integrante do grupo de danças populares Flor de Lis. Mulher guerreira que perdeu a visão no começo dos anos 2000 e desde então foi se adaptando a enxergar pelos olhos da poesia.

Dona Edite é natural de Pirapora - MG e em meados dos anos 60, durante o período de chumbo, mudou-se para a periferia da zona Sul de Sao Paulo. Do Jardim Mirian ao Parque Figueira Grande, circulou pelos movimentos sindicais, pelas Comunidades Eclesiais de Base e pelos movimentos de cultura da cidade.

Nos anos 80 a casa de dona Edite e suas irmãs era um pólo de encontro de amigos artistas e intelectuais. Espaço onde muita gente da nova geração foi formada num intenso caldeirão de poesia, música e afeto. 
Edite sempre gostou de ler e com a perda da visão um dos grandes desafios foi a readaptação a nova realidade. Contou com a ajuda de amigos, familiares e da fundação Dorina Nowill para os primeiros passos nessa empreitada.
A Casa Popular de Cultura do M'Boi Mirim foi nesse momento delicado de sua vida uma ilha de acolhimento e a porta de entrada para todo o movimento de arte e cidadania da zona sul paulistana. Edite passou a contar com o apoio do grupo da terceira idade e a indicação de outros espaços potentes para a ressignificação de sua luta.

Na primeira metade dos anos 2000 chegou pela primeira vez no Sarau da Cooperifa, já com um repertório de poesias decoradas. Sua presença marcante e sua forte interpretação fez com que ela fosse recebida com muito respeito e admiração, tornando-se mais tarde na Diva do local. Recebendo prêmio, lançando um CD de poesias e dando uma série de entrevistas para grandes meios de comunicação, Edite ganhou notoriedade e é reconhecida por diferentes gerações de poetas da nova e da velha escola da literatura brasileira. Suas interpretações poéticas dão vida a obra de nomes da literatura clássica e da nova poesia periférica, vão de Sérgio Vaz à Thiago de Melo, de Castro Alves à Cora Coralina, encantando multidões.



Hoje com 77 anos e muita história pra contar. Chegou a hora de tornar sua trajetória em um filme. 
Daniel Fagundes, poeta e cineasta que cresceu à sombra deste Boabá que é Dona Edite, assumiu pra si a responsbilidade de produzir um documentário sobre essa grande guerreira da literatura, exemplo de superação e beleza!

         

Essa campanha pretende angariar fundos para a finalização deste projeto que é a gravação de Edite e família em sua cidade natal e para a edição e finalização do documentário, assim como também para a produção de legendas e audiodescrição que tornem o filme acessível para pessoas com diferentes tipos de deficência e que permita a distribuição do filme em festivais e mostras, nacionais e internacionais.


E aí topa tornar esse sonho realidade?

 

Daniel Fagundes Souza ainda não publicou nenhuma notícia.