O litoral do Paraná pede socorro! |

O litoral do Paraná pede socorro!

Um porto privado pode ser viabilizado com dinheiro público no Paraná. Prejuízos ambientais e sociais seriam gerados. Mas você pode mudar esta história!

Projeto por: Observatório de Justiça e Conservação
R$ 29.140,00
arrecadado
meta R$ 35.000,00

86
benfeitores

83%
arrecadado

11
dias restantes

É tudo ou nada! Precisamos bater a meta até 03/06/2019 - 23:59

POR

Observatório de Justiça e Conservação

Observatório de Justiça e Conservação

R$ 20
Nossa gratidão!
17 benfeitores apoiando
- Você recebe uma carta de agradecimento; - Seu nome apresentado na relação de apoiadores da campanha, que tornaremos pública em nossos canais de comunicação (opcional); - Nosso calendário 2019 em PDF - que pode ser impresso em alta resolução; (Ele apresenta as 12 fotos finalistas da segunda edição da segunda edição do Concurso de Fotografia de Animais realizado pelo OJC em parceria com o portal de notícias Conexão Planeta!);
R$ 40
Nossa gratidão e oferta de informação!
15 benfeitores apoiando
- Você recebe uma carta de agradecimento; - Seu nome apresentado na relação de apoiadores da campanha, que tornaremos pública em nossos canais de comunicação (opcional); - Nosso calendário 2019 em PDF - que pode ser impresso em alta resolução; (Ele apresenta as 12 fotos finalistas da segunda edição da segunda edição do Concurso de Fotografia de Animais realizado pelo OJC em parceria com o portal de notícias Conexão Planeta!); - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 90
Você de ecobag e bem informado!
13 benfeitores apoiando
- Você ganha nossa carta de agradecimento; - Seu nome lembrado em nossos canais de comunicação (opcional); - Nosso calendário 2019 IMPRESSO; - Uma ecobag da campanha #SalveAIlhaDoMel; - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 150
"Vestindo a camisa" e bem informado!
12 benfeitores apoiando
Colaborando com R$ 150,00, você ganha: - Uma carta de agradecimento; - Seu nome em nossos canais de comunicação (opcional); - Nosso calendário 2019 IMPRESSO; - Uma camiseta da campanha #SalveAIlhaDoMel. (Temos disponível uma grade com diversos tamanhos de camisetas - Da 'PPP' a 'Extra G'); - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 300
Você mais responsável e sustentável!
16 benfeitores apoiando
Receba, além da carta de agradecimento e da valorização de seu nome em nossos canais de comunicação (opcional): - Nosso calendário IMPRESSO; - Uma ecobag e uma camiseta personalizadas da campanha #SalveAIlhaDoMel; - Um kit com 2 canudos de inox (um reto, um curvado e escovinha de limpeza); - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 600
Dupla responsável e sustentável!
8 benfeitores apoiando
Além da carta de agradecimento, da valorização do seu nome em nossos canais de comunicação (opcional) e do calendário IMPRESSO, vamos te enviar: - Duas ecobags e duas camisetas personalizadas da campanha #SalveAIlhaDoMel; - Dois kits com 3 canudos de inox cada (um reto, um curvado, um especial para vitaminas e duas escovinhas de limpeza); - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 2.500
Kits de produtos e uma foto na parede!
1 benfeitor apoiando
Contribuindo com R$ 2.500, você recebe a carta de agradecimento, seu nome exposto em destaque em nossos canais de comunicação (opcional), um calendário IMPRESSO e: - Um kit com uma camiseta e uma ecobag da campanha #SalveAIlhaDoMel; - Um kit com 3 canudos de inox (um reto, um curvado, um especial para vitaminas e uma escovinha de limpeza); - Um quadro (35 cm X 25 cm) com a foto vencedora do concurso da segunda edição do Concurso de Fotografia de Animais (dupla de araras que figuram na capa do calendário de autoria de Vanessa Kanaan). - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural.
R$ 5.000
Boa viagem!
2 benfeitores apoiando
Colaborando com R$ 5 mil, você recebe a carta de agradecimento, tem seu nome exposto em destaque em nossos canais de comunicação (opcional), um calendário IMPRESSO e também ganha: - Duas ecobags e duas camisetas personalizadas da campanha #SalveAIlhaDoMel; - Dois kits com 4 canudos de inox cada (dois retos, dois curvados e uma escovinha de limpeza em cada); - Duas diárias na Pousada das Meninas, na Ilha do Mel; - Uma assinatura anual do portal de notícias Plural. - Um quadro com a foto vencedora (35 cm X 25 cm) da segunda edição do Concurso de Fotografia de Animais (dupla de araras que figuram na capa do calendário, de autoria de Vanessa Kanaan).

Transparência do nosso projeto:

Custos:

  • Elaboração de anteprojeto Funcional e Estudos de Arquitetura, Engenharia e Urbanismo da Ciclorodovia Interpraias com extensão de 38km (Trecho de Praia de Leste à Pontal do Sul – ida e volta) – R$ 20 mil
  • Elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Anteprojeto – R$ 10 mil
  • Custos de comunicação com elaboração de vídeo, mídia impressa e peças para redes sociais e– R$ 3.650,00
  • Taxa Benfeitoria 4,5% do projeto = R$ 1.350,00

Total: R$ 35 mil

 

 

O litoral do Paraná não precisa de um porto privado viabilizado com dinheiro público! Precisa de estímulo ao turismo sustentável. E você pode apoiar esta ideia. Veja como:

 

Por que a Ilha do Mel e o litoral do Paraná correm perigo e como você pode alterar esta realidade?

A Ilha do Mel, um Patrimônio da Humanidade reconhecido pela UNESCO, e o município de Pontal do Paraná, no litoral do Estado, estão à mercê de promessas falaciosas que buscam convencer a sociedade de que um complexo industrial – que inclui um porto privado viabilizado com dinheiro público em Pontal, em frente à Ilha – geraria empregos e seria a solução para a carência de atenção pública e estímulo ao turismo sustentável nos locais.

Para construir a “Faixa de Infraestrutura” no litoral do Estado – uma estrutura que compreenderia diversas obras capazes de permitir e facilitar a construção e a posterior operação do porto privado – mais de R$ 369 milhões seriam retirados dos cofres públicos! Dinheiro que poderia ser investido nas áreas da saúde, educação e segurança no Estado, por exemplo. Na sequência, seriam necessários, ainda, recursos para a instalação de uma linha de transmissão de energia elétrica, de um gasoduto e de um ramal ferroviário. Todos, com a intenção de atender ao porto.

Entre as obras da Faixa, uma estrada seria compreendida. Ela vem sendo vendida para a população como solução para o desafogamento da sobrecarregada PR-412 que, em épocas de temporada, especialmente, já não comporta a grande quantidade de carros de moradores e turistas que passam por ela, de Praia de Leste a locais como Ponta do Poço e balneários de Santa Terezinha, Ipanema, Shangrilá e Atami.

 

CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS

Nossa intenção com este financiamento coletivo é arrecadar recursos para o desenvolvimento da CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS, uma solução capaz de apresentar o melhor traçado que atenda aos turistas, comerciantes e moradores de Pontal do Sul. Também esperamos que a ideia estimule o transporte sustentável por meio de ciclofaixas e paragens turísticas que incentivem o comércio da região.

Se alcançarmos o valor total, além de custear o desenvolvimento da proposta, promoveremos mais ações para fortalecimento e estímulo à campanha #SalveAIlhaDoMel. Ele é apoiado por diversas organizações que apontam os impactos negativos da construção da Faixa e do porto em Pontal.

Com o anteprojeto viário, pretendemos impedir que mais de cinco milhões de metros quadrados de Mata Atlântica e bom estado de conservação venham ao chão. A ideia atual, que vem sendo apoiada até então pelo Governo do Paraná, prevê uma estrada feita para atender ao porto que causaria este dano. 

 

Vamos nos unir para que essa ideia saia do papel?  

Alternativas elaboradas por arquitetos para evitar a construção da Faixa de Infraestrutura nos moldes como vem sendo apresentada já estão em fase de finalizações. E a sua contribuição nos ajudaria a concretizar este plano!

As soluções para viabilizar a CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS estão sendo elaboradas por um escritório especializado em obras com preocupação urbanística, contratado pelo Observatório de Justiça e Conservação (OJC) e por um grupo de empresários, moradores e frequentadores da região e entidades que assinam o movimento #SalveAIlhaDoMel. 

 

Você pode contribuir com esse trabalho apoiando da forma como puder! (Veja as opções de investimentos ao lado! Ao ajudar, você recebe recompensas como as a seguir): 

 

Entenda o que iremos propor ao Governo do Paraná!

A proposta alternativa da ciclo rodovia que você pode ajudar a custear e que iremos apresentar ao Governo do Paraná, propõe a construção de 50 km de ciclovias, reurbanização e ampliação de uma nova faixa na rodovia já existente, além da reurbanização e revitalização da orla litorânea em toda avenida beira mar.

As mudanças garantiriam:

- Mais segurança por meio de iluminação padronizada;

- Calçadas;

- Melhorias paisagísticas;

- Implantação de ciclovias e sistemas semafóricos inteligentes;

- Instalação de quatro “ecoparagens temáticas” com geração autônoma de energia limpa e dotadas de áreas de comércio, lazer, serviços e valorizações socioculturais;

- Uma completa infraestrutura de apoio ao turista e à comunidade local.

 

Também estão sendo desenhadas possibilidades para a criação de uma nova via de acesso a Pontal a partir da PR-407, com ampliação e melhorias estruturais do atual sistema viário da PR-412. 

A via seria dotada de ciclovias, sistemas semafóricos inteligentes e outras condições que permitiriam que, com aumento de fluxo, o trânsito fosse remanejado para um sistema binário, versátil, mais seguro, confortável e ajustado à realidade local.

O eixo compreendido entre o balneário Shangri-lá e a sede de Pontal também passaria a ter pistas duplas, com ciclovia acoplada, iluminada e adequadamente sinalizada.

 

Prejuízos ambientais e sociais irreparáveis e ausência de debate público dominam o processo!

O traçado de estrada que até agora está previsto pelo projeto da Faixa de Infraestrutura derrubaria mais de cinco milhões de metros quadrados de Mata Atlântica em bom estado de conservação. E numa das regiões que concentra os últimos remanescentes desse bioma em porções ainda protegidas no Brasil e no mundo.

Atualmente restam somente 7% de Mata Atlântica em relação às áreas originais que um dia predominaram em grande parte do país. Comunidades tradicionais e indígenas que vivem na região e já sofrem com pressões agressivas de interessados na construção do porto também seriam violentamente afetadas com parte das construções da faixa passando por cima de seus territórios.

Se mencionarmos as mazelas sociais que o novo complexo industrial geraria, a conta sai ainda mais drasticamente alta. Aumento da prostituição - inclusive infantil - crescimento do índice de doenças - sexuais, transmitidas por mosquitos que se proliferam na medida em que porções florestais são suprimidas ou pelo aumento da poluição, por exemplo - são amostras do que a população enfrentaria com a chegada do novo porto.

Outro aspecto importante de ser lembrado é o fato de que cerca de 500 novos caminhões passariam a transitar por Pontal e região, comprometendo ainda mais a qualidade de vida e segurança dos moradores. A estrada atualmente prevista pelo projeto da Faixa de Infraestrutura também não seria viável para comportar com a mínima coerência esse aumento de fluxo por uma razão evidente: ela seria de pista simples

Confira aqui o rastro da destruição!

 

 

E quer saber o que é mais estranho de tudo?

Além de tramitar com uma velocidade acima do normal e estar afundada em práticas absolutamente suspeitas e que envolvem interessados em lucros rápidos e nada comprometidos com os direitos da coletividade, a construção da Faixa e das obras que ela compreende para facilitar a instalação do porto – dentre elas, a estrada – não foi debatida com a sociedade.

A licitação para a construção da Faixa chegou a ser anunciada três vezes durante 2018, mas o processo também foi interrompido diversas vezes em razão de dúvidas sobre aspectos técnicos e pelas discussões judiciais em torno do licenciamento ambiental.

Por meio do site www.salveailhadomel.com.br, mais de 210 mil e-mails já foram enviados pela população ao governo do Paraná. As mensagens questionam o modo truculento como a intenção vem correndo.

Até agora, não houve nenhuma resposta das autoridades às milhares de mensagens.

 

 

Juntos, podemos ser parte desta construção!

Soluções mais coerentes e conscientes, portanto, podem para gerar renda e desenvolvimento ao litoral do Paraná! Mas precisam passar pelo estímulo ao desenvolvimento do turismo na região. Um setor que, apesar de todo potencial que acumula no litoral, até hoje não recebeu a devida atenção do poder público paranaense.

Basta de favorecimentos que buscam atender a interesses individuais e repletos de práticas duvidosas e desonestas! Não queremos transformar a Ilha do Mel e Pontal do Paraná em uma nova Paranaguá! 

Vamos os unir? Você pode fazer alguma coisa!

Para saber mais, acesse www.salveailhadomel.com.br.

 

 

Confira quem apoia a campanha #SalveAIlhaDoMel:

- Observatório de Justiça e Conservação (OJC)

- Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS);

 - ABRAMPA - Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente

- Arqueo Trekking;

- APAVE;

- APREC;

- Apremavi

- Clube Paranaense de Montanhismo;

 - Cicloiguaçu – Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu

- Federação Paranaense de Montanhismo;

- Floresta Viva;

- GUPE

- GAE (Grupo de Ação Ecológica);

- Hub Verde;

- Iniciativa Verde;

- Instituto Ahuá;

- Instituto Meros do Brasil;

- Instituto Rã Buggio;

- Jazz na Ilha;

- Mater Natura;

- Global Vita;

- Sea Shepherd;

- Rede Pró Unidades de Conservação;

- Rede de ONGs da Mata Atlântica;

- Parceiros do Mar;

- Social Ideias.

 

Transparência do nosso projeto:

Custos:

  • Elaboração de anteprojeto Funcional e Estudos de Arquitetura, Engenharia e Urbanismo da Ciclorodovia Interpraias com extensão de 38km (Trecho de Praia de Leste à Pontal do Sul – ida e volta) – R$ 20 mil
  • Elaboração de Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental do Anteprojeto – R$ 10 mil
  • Custos de comunicação com elaboração de vídeo, mídia impressa e peças para redes sociais e– R$ 3.650,00
  • Taxa Benfeitoria 4,5% do projeto = R$ 1.350,00

Total: R$ 35 mil

 

 

O litoral do Paraná não precisa de um porto privado viabilizado com dinheiro público! Precisa de estímulo ao turismo sustentável. E você pode apoiar esta ideia. Veja como:

 

Por que a Ilha do Mel e o litoral do Paraná correm perigo e como você pode alterar esta realidade?

A Ilha do Mel, um Patrimônio da Humanidade reconhecido pela UNESCO, e o município de Pontal do Paraná, no litoral do Estado, estão à mercê de promessas falaciosas que buscam convencer a sociedade de que um complexo industrial – que inclui um porto privado viabilizado com dinheiro público em Pontal, em frente à Ilha – geraria empregos e seria a solução para a carência de atenção pública e estímulo ao turismo sustentável nos locais.

Para construir a “Faixa de Infraestrutura” no litoral do Estado – uma estrutura que compreenderia diversas obras capazes de permitir e facilitar a construção e a posterior operação do porto privado – mais de R$ 369 milhões seriam retirados dos cofres públicos! Dinheiro que poderia ser investido nas áreas da saúde, educação e segurança no Estado, por exemplo. Na sequência, seriam necessários, ainda, recursos para a instalação de uma linha de transmissão de energia elétrica, de um gasoduto e de um ramal ferroviário. Todos, com a intenção de atender ao porto.

Entre as obras da Faixa, uma estrada seria compreendida. Ela vem sendo vendida para a população como solução para o desafogamento da sobrecarregada PR-412 que, em épocas de temporada, especialmente, já não comporta a grande quantidade de carros de moradores e turistas que passam por ela, de Praia de Leste a locais como Ponta do Poço e balneários de Santa Terezinha, Ipanema, Shangrilá e Atami.

 

CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS

Nossa intenção com este financiamento coletivo é arrecadar recursos para o desenvolvimento da CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS, uma solução capaz de apresentar o melhor traçado que atenda aos turistas, comerciantes e moradores de Pontal do Sul. Também esperamos que a ideia estimule o transporte sustentável por meio de ciclofaixas e paragens turísticas que incentivem o comércio da região.

Se alcançarmos o valor total, além de custear o desenvolvimento da proposta, promoveremos mais ações para fortalecimento e estímulo à campanha #SalveAIlhaDoMel. Ele é apoiado por diversas organizações que apontam os impactos negativos da construção da Faixa e do porto em Pontal.

Com o anteprojeto viário, pretendemos impedir que mais de cinco milhões de metros quadrados de Mata Atlântica e bom estado de conservação venham ao chão. A ideia atual, que vem sendo apoiada até então pelo Governo do Paraná, prevê uma estrada feita para atender ao porto que causaria este dano. 

 

Vamos nos unir para que essa ideia saia do papel?  

Alternativas elaboradas por arquitetos para evitar a construção da Faixa de Infraestrutura nos moldes como vem sendo apresentada já estão em fase de finalizações. E a sua contribuição nos ajudaria a concretizar este plano!

As soluções para viabilizar a CICLO-RODOVIA INTERPRAIAS estão sendo elaboradas por um escritório especializado em obras com preocupação urbanística, contratado pelo Observatório de Justiça e Conservação (OJC) e por um grupo de empresários, moradores e frequentadores da região e entidades que assinam o movimento #SalveAIlhaDoMel. 

 

Você pode contribuir com esse trabalho apoiando da forma como puder! (Veja as opções de investimentos ao lado! Ao ajudar, você recebe recompensas como as a seguir): 

 

Entenda o que iremos propor ao Governo do Paraná!

A proposta alternativa da ciclo rodovia que você pode ajudar a custear e que iremos apresentar ao Governo do Paraná, propõe a construção de 50 km de ciclovias, reurbanização e ampliação de uma nova faixa na rodovia já existente, além da reurbanização e revitalização da orla litorânea em toda avenida beira mar.

As mudanças garantiriam:

- Mais segurança por meio de iluminação padronizada;

- Calçadas;

- Melhorias paisagísticas;

- Implantação de ciclovias e sistemas semafóricos inteligentes;

- Instalação de quatro “ecoparagens temáticas” com geração autônoma de energia limpa e dotadas de áreas de comércio, lazer, serviços e valorizações socioculturais;

- Uma completa infraestrutura de apoio ao turista e à comunidade local.

 

Também estão sendo desenhadas possibilidades para a criação de uma nova via de acesso a Pontal a partir da PR-407, com ampliação e melhorias estruturais do atual sistema viário da PR-412. 

A via seria dotada de ciclovias, sistemas semafóricos inteligentes e outras condições que permitiriam que, com aumento de fluxo, o trânsito fosse remanejado para um sistema binário, versátil, mais seguro, confortável e ajustado à realidade local.

O eixo compreendido entre o balneário Shangri-lá e a sede de Pontal também passaria a ter pistas duplas, com ciclovia acoplada, iluminada e adequadamente sinalizada.

 

Prejuízos ambientais e sociais irreparáveis e ausência de debate público dominam o processo!

O traçado de estrada que até agora está previsto pelo projeto da Faixa de Infraestrutura derrubaria mais de cinco milhões de metros quadrados de Mata Atlântica em bom estado de conservação. E numa das regiões que concentra os últimos remanescentes desse bioma em porções ainda protegidas no Brasil e no mundo.

Atualmente restam somente 7% de Mata Atlântica em relação às áreas originais que um dia predominaram em grande parte do país. Comunidades tradicionais e indígenas que vivem na região e já sofrem com pressões agressivas de interessados na construção do porto também seriam violentamente afetadas com parte das construções da faixa passando por cima de seus territórios.

Se mencionarmos as mazelas sociais que o novo complexo industrial geraria, a conta sai ainda mais drasticamente alta. Aumento da prostituição - inclusive infantil - crescimento do índice de doenças - sexuais, transmitidas por mosquitos que se proliferam na medida em que porções florestais são suprimidas ou pelo aumento da poluição, por exemplo - são amostras do que a população enfrentaria com a chegada do novo porto.

Outro aspecto importante de ser lembrado é o fato de que cerca de 500 novos caminhões passariam a transitar por Pontal e região, comprometendo ainda mais a qualidade de vida e segurança dos moradores. A estrada atualmente prevista pelo projeto da Faixa de Infraestrutura também não seria viável para comportar com a mínima coerência esse aumento de fluxo por uma razão evidente: ela seria de pista simples

Confira aqui o rastro da destruição!

 

 

E quer saber o que é mais estranho de tudo?

Além de tramitar com uma velocidade acima do normal e estar afundada em práticas absolutamente suspeitas e que envolvem interessados em lucros rápidos e nada comprometidos com os direitos da coletividade, a construção da Faixa e das obras que ela compreende para facilitar a instalação do porto – dentre elas, a estrada – não foi debatida com a sociedade.

A licitação para a construção da Faixa chegou a ser anunciada três vezes durante 2018, mas o processo também foi interrompido diversas vezes em razão de dúvidas sobre aspectos técnicos e pelas discussões judiciais em torno do licenciamento ambiental.

Por meio do site www.salveailhadomel.com.br, mais de 210 mil e-mails já foram enviados pela população ao governo do Paraná. As mensagens questionam o modo truculento como a intenção vem correndo.

Até agora, não houve nenhuma resposta das autoridades às milhares de mensagens.

 

 

Juntos, podemos ser parte desta construção!

Soluções mais coerentes e conscientes, portanto, podem para gerar renda e desenvolvimento ao litoral do Paraná! Mas precisam passar pelo estímulo ao desenvolvimento do turismo na região. Um setor que, apesar de todo potencial que acumula no litoral, até hoje não recebeu a devida atenção do poder público paranaense.

Basta de favorecimentos que buscam atender a interesses individuais e repletos de práticas duvidosas e desonestas! Não queremos transformar a Ilha do Mel e Pontal do Paraná em uma nova Paranaguá! 

Vamos os unir? Você pode fazer alguma coisa!

Para saber mais, acesse www.salveailhadomel.com.br.

 

 

Confira quem apoia a campanha #SalveAIlhaDoMel:

- Observatório de Justiça e Conservação (OJC)

- Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS);

 - ABRAMPA - Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente

- Arqueo Trekking;

- APAVE;

- APREC;

- Apremavi

- Clube Paranaense de Montanhismo;

 - Cicloiguaçu – Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu

- Federação Paranaense de Montanhismo;

- Floresta Viva;

- GUPE

- GAE (Grupo de Ação Ecológica);

- Hub Verde;

- Iniciativa Verde;

- Instituto Ahuá;

- Instituto Meros do Brasil;

- Instituto Rã Buggio;

- Jazz na Ilha;

- Mater Natura;

- Global Vita;

- Sea Shepherd;

- Rede Pró Unidades de Conservação;

- Rede de ONGs da Mata Atlântica;

- Parceiros do Mar;

- Social Ideias.

 

Observatório de Justiça e Conservação ainda não publicou nenhuma notícia.